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Guerra no Irão está a forçar alguns países a voltar ao teletrabalho

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. AlexS says:

    Nunca vi tanta gente a elogiar o petróleo como agora…

    Ainda há pouco era quase um crime contra a humanidade o seu uso mas de repente os activistas deixaram de ser noticia ou ficaram calados…

    • says:

      Se calhar perceberam que colar as mãos às paredes dos museus não serve de nada. Nem deitarem-se no meio da estrada. Só serve para ficarem no top 10 de grupos mais odiados do planeta.

    • Mr. Y says:

      Quem é que está a elogiar o petróleo? Esta notícia vem mostrar que a dependência que há com o petróleo tem os seus riscos.

    • Grunho says:

      A bicicleta, o teletrabalho e o transporte público podem dar um violento golpe ao negócio do petróleo e dos automóveis por destruição de procura. Se todas as pessoas em todos os os usarem podem arruinar esses negócios até ao último centavo. E bem o merecem, os crápulas, têm as mãos ensopadas do sangue das 170 meninas da escola iraniana assassinadas por um míssil dos imperialistas.

      • Glaucus cersunado says:

        Que excelente ideia, vamos lá “dar um violento golpe ao negócio do petróleo e dos automóveis por destruição de procura”… entretanto, em consequência, meio mundo vai à falência e o outro meio mundo só não vai porque na prática já lá está. E assim se atinge a globalização perfeita: mundo inteiro igualmente pobre, para onde quer que se olhe!

        Quanto à tragédia da escola feminina, não diminuindo a responsabilidade por não ter sido confirmado se a informação estava actualizada (uma falha terrível)… «a escola foi efetivamente utilizada como instalação militar no passado, antes de ser convertida. O Cubo identificou imagens de satélite de 2013 que mostram que a escola fazia parte do mesmo complexo que a base».
        As referidas instalação militar ou base e escola estão lado a lado, a paredes meias, como é possível ver em fotografias de satélite.
        https://pt.euronews.com/my-europe/2026/03/16/verificacao-de-factos-o-que-sabemos-sobre-o-ataque-aereo-a-uma-escola-no-irao

        Certamente pareceu ser uma boa ideia às autoridades do Irão cederem um edifício militar para ser convertido em escola feminina mas esse edifício ser contíguo a uma base militar que lá permaneceu é que já não foi das melhores ideias. Isto num país que está constantemente a ameaçar uns e outros.

        De maneira nenhuma nada disto é desculpa para o bombardeamento da escola mas é preciso saber todo o contexto em que qualquer tragédia acontece. Saltar para conclusões precipitadas e, no mínimo, incompletas é não querer aprender as duras lições para mais tarde evitar o erro.

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