Força Aérea: drone OGASSA 42N/VN de 375 mil euros cai durante missão
Um drone de vigilância avaliado em cerca de 375 mil euros despenhou-se este domingo enquanto participava numa missão de monitorização de incêndios rurais.
Segundo as informações conhecidas, o aparelho caiu num olival durante a operação de vigilância, não havendo registo de feridos nem de danos significativos para além da perda do equipamento. O drone integrava o dispositivo de apoio à deteção e monitorização de fogos florestais.
Queda do drone terá sido causada por uma avaria
As primeiras indicações apontam para uma falha técnica como origem do acidente do OGASSA 42N/VN . As autoridades competentes deverão agora investigar as circunstâncias da ocorrência para determinar o que levou à perda de controlo do equipamento.
Os drones desempenham um papel cada vez mais importante no combate aos incêndios rurais, permitindo vigiar grandes áreas, identificar rapidamente novos focos de fogo e apoiar a coordenação dos meios terrestres e aéreos.
Apesar da elevada fiabilidade destes sistemas, incidentes deste tipo demonstram que também estão sujeitos a avarias, sobretudo quando operam durante longos períodos e em condições exigentes, como temperaturas elevadas e forte turbulência causada pelos incêndios.
A investigação deverá agora esclarecer as causas da queda e avaliar se será necessário introduzir medidas adicionais para evitar situações semelhantes no futuro.
Estas aeronaves são operadas pela Esquadra 991 e resultam de um investimento global de 4,5 milhões de euros, efetuado no âmbito de um contrato adjudicado em 2020. O valor corresponde a uma média de cerca de 375 mil euros por sistema (drone), incluindo não apenas a aeronave, mas também as estações de controlo, componentes de suporte e todo o pacote logístico associado.






















Falem com o Zelensky que ele diz como terem centenas de drones, preparados para o que querem, por um valor irrisório…
Comprem Shaeds 136 baratinhos e adaptem-nos com câmara térmica, óculos de visão nocturna e arma de precisão para alvejar incendiários.
Opah, o estado protege sempre as empresas da madeira.
Ja no tempo do Fascismo, anterior, o estado protegia, e se tivesses isqueiro tinhas que pagar mensalidade, ou anualidade de licença de isqueiro, para proteger a industria de fórforos Portuguesa.
Os EUA falavam do Geran Russo, que eram uma cópia, dos shaed, epah agora os EUA teem o Lucas, ele próprio uma cópia do shaed.
Ou seja era inveja que os EUA tinham.
O Geran 2 salvo erro era parecido, com o shaed 136, mas é colossalmente maior.Eu pelo menois é essa a impressão que tenho.
Depois veio o geran 3, com AI, mas é pequeno tipo o shaed, depois o 4, com motor a jato, e o 5, esse realmente parece muito idêntico a um modelo de “Missil de cruzeiro” Iraniano.
Os Russos, são muito pragmáticos, ha um conceito que queres experimentar, simples, compras uns quantos vês se aquilo faz sentido ou não, e de seguida se quiseres desenhas depois um á medida que queres, para as tuas coisas.
E os EUA veem agora com o Lucas dar razão aos Russos.
Embora seja sempre legitimo questionar a resiliência destes sistemas e, até mesmo, os custos e entidades envolvidas, a verdade é que também ouvimos falar em queda de aeronaves.
Se isto já evitou a queda de um helicóptero ou um cessna (sou leigo na matéria), ótimo. Isto é, é preciso analisar as duas perspectivas, “copo meio cheio e meio vazio”. Só assim se tomam boas decisões e não meramente politicas/populares.
Esquadra 991.
Está malta inventa cada nome 🙂
Está certo, há 990 esquadras antes.
Portugal tem uma força aérea que é uma força da natureza.
Marinha é outra… Almirantes que nunca mais acabam.
Navios, bem, isso são detalhes…
Não sei se é por ignorãncia, mas a Marinha de Guerra Portuguesa é só a mais antiga do mundo em funcionamento!!!!
São só mais de 700 anos. Se seguíssemos a numeração sequencial, se calhar 4 dígitos já não chegavam!!!!!!
Agora nem os EUA conseguem controlar Ormuz e nós ao mesmo tempo já controlamos quase todo o índico e os estreitos de Ormuz, Malaca, ……
Certo, sem dúvida, temos um passado glorificante. Os portugueses já foram grandes. Tenho muito orgulho no nosso passado.
Mas verdade seja dita, atualmente Portugal não consegue nem controlar os bens aprendidos em operações de droga…. com casos em que camiões são desviados das instalações da PJ para empresas do amigo do diretor da PJ (depois promovido a Ministro da Administração Interna).
Há um proverbio que diz:
Tempos difíceis criam Homens fortes.
Homens fortes criam tempos fáceis
Tempos fáceis criam homens fracos
E Homens fracos criam tempos difíceis
São mais os almirantes que os remadores.
Certo, somos os mais velhos. Mas tal como se faz nas entrevistas de emprego, senioridade não significa automaticamente CV, muito menos CV recente.
Tenho muito orgulho em ser português e tenho total confiança nas cabeças pensantes da Marinha, e por isso estou certo que se lhes forem perguntar se “são os maiores” por causa da história, vão dizer que não.
Se formos para uma guerra, vamos atirar com livros de historia ao inimigo? Vamos-lhes dar com pá da padeira? Vamos-nos defender com as velas dos Navios?
Quanto mais nos escudarmos na história, menos olhamos para o caminho que nos falta fazer no Futuro. Aliás, se há uma coisa que história naval ensinou foi, sem investimento e sem produção própria, não somos nada.
Dava para comprar uma casa
Dava para comprar um carro, dava para comprar um barco, não dá é para comprar ignorância e hipocrisia, essa …..