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Europa aprova “direito de reparar”! Fabricantes devem colocar etiqueta…

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. ToFerreira says:

    A Apple a assobiar para o lado…

  2. Jose Mendes says:

    Boas noticias \o/

  3. Luis says:

    Isto também será motivo de aumento de preços ou também e para bem das empresas começarem a também vender as peças por elas próprias pelo menos as capas, o vidro, touch, lcd e bateria que são os mais reparados.

    • Antoninho Pitágoras says:

      Mais reparadas? Isto não se resume a smartphones.

      • Luis says:

        Não mas o tema tem tocado muito nessa área, principalmente quando a Apple veio com a treta dos bloqueios dos iPhone aquando uma simples troca de ecrã. Ainda vi à pouco que o novo modelo fica maluco se fizer uma troca de componentes entre dois acabadinhos de sair da caixa.

  4. PGomes says:

    Excelente medida, que poupa muito dinheiro aos consumidores e poupa o ambiente.

  5. Gonçalo says:

    Não sei qual é o problema da Apple com esta medida excelente da UE. Já nem carregadores fornece com o telemóvel. Lol
    Se calhar é porque o objetivo da Apple não é retirar porque é mais ecológico. Mas sim vender ao mesmo preço o iPhone é obrigar os utilizadores a ter que pagar mais um carregador a parte, aumentando o lucro. Sim porque, quem é q vai por o iPhone 12 a carregar com um carregador antigo que para além de demorar séculos a carregar, ainda pode danificar o telemóvel.

  6. Daniel says:

    Desculpem a minha ignorância (ou dificuldade em perceber as coisas), mas, afinal, o que é que a Europa aprovou? Direito a reparar? !… Isso é o quê?
    Eu acabei por não entender nada.

    • sujeito says:

      Volta para a escola e acaba a terceira classe que depois acabas por perceber…

      • Daniel says:

        Caro sujeito, eu tenho pouca formação escolar e apenas fui à escola já era adulto. Para isso tive de vergar a mola e comer o pão que o diabo amassou com o rabo. A minha infância e posterior juventude foi a trabalhar no campo se sol a sol.
        Quanto a ti, não sei… mas deves ter nascido num berço de ouro.
        Volta a nascer e escolhe outros pais, talvez te dêem a educação que não tens agora.
        Não somos obrigados a ser todos inteligentes ou “iluminados” como tu!… De chicos espertos está o mundo cheio.
        Perdeste uma boa oportunidade de estar calado, mas tinhas de deixar aqui o teu triste, e lamentável, “cartão de visitas”.

        • Jorge Matias says:

          Sr. Daniel, não se deixe influenciar por estes experts sabem tudo. Não sabe de que se trata e perguntou, e muito bem, mais vale ignorante uma vez do que ignoratnte para sempre!

          Basicamente há “várias guerras” entre as grandes marcas e os tribunais de consumidores, sejam elas de telemoveis, de computadores, impressoras, tv, etc, tudo que seja eletrónico.

          Esta aprovação do “Direito à reparação” (em titulo original e ingles, “Right to Repair”) serve para garantir que os consumidores têm mais facilidade, ou mais noção do que é preciso, para reparar estes aparalhos eletrónicos – começando por os aparelhos terem uma etiqueta em que indicam um nível de reparabilidade – se são muito ou pouco reparáveis. Outras medidas como o não bloqueio de peças por Nº de série também estão em cima da mesa 🙂

          Entretanto, caso tenha alguma questão acerca deste tópico, responda ao comentário, irei tentar ser o mais conciso e simples na resposta.

          Continuação de bom fim de semana e força ! 😀

          • Daniel says:

            Obrigado, Sr. Jorge Matias, por suas palavras e por esclarecer as minhas dúvidas.
            Já fiz alguma pesquisa sobre este assunto e penso que já estou elucidado acerca do que, inicialmente, me suscitou muitas dúvidas.
            Enquanto consumidor, espero que este direito, de todos nós, seja salvaguardado. Mas tenho sérias duvidas que se atinjam os objectivos pretendidos. Vivemos num mundo onde o grande capital impera e dificilmente deixará de dar cartas.
            Mais uma vez, os meus agradecimentos e votos de continuação de bom fim de semana.

    • Asdrúbal says:

      Daniel, faz ouvidos moucos aos arrogantes da vida…

      O que o artigo diz é que, se tu tens um equipamento eletrónico (não apenas telemóveis) vais ter o direito a reparar o mesmo caso este avarie ou alguma peça esteja deficiente e necessite de ser substituída.

      Não sei se sabes, mas algumas empresas recuzam-se a reparar equipamentos avariados, como a tão falada Apple mas há outras (fabricantes de impressoras por exemplo).

      O que a união europeia quer é acabar com esse abuso e garantir que qualquer pessoa pode reparar o seu equipamento, caso o pretenda.

      Na pratica (na minha opinião) vai ficar tudo na mesma, pois as empresas para evitar ter que reparar podem apresentar custos mais elevados do que comprar novo…

      • Toni da Adega says:

        A marca pode apresentar o valor que quiser, e que muitas vezes é superior a de um produto novo.
        Mas o direito a reparar poderá abrir a porta aos reparadores independentes o que fará aumentar a concorrencia e reduzir os custo de reparacao.

      • José Fonseca Amadeu says:

        Reparar impressoras residenciais é só ridiculo, apanhando as promoções certas até pode ficar mais barato comprar uma nova com tinteiros do que comprar tinteiros novos.

        • fim do mundo says:

          Já lá vai o tempo que isso era assim, hoje já os tinteiros de marca tem concorrência de marca branca, compra-se já 4 tinteiros XL de marca branca pelo preço de um de marca e nem chega para uma impressora nova.

          Tenho uma HP multifunções que ronda os 160€ no mercado, os 4 tinteiros originais ficam em 100€ cada vez que tem de ser trocados, os 4 tinteiros de marca branca compro-os por 25€ e fazem o mesmo e sem qualquer perda de qualidade na impressão, agora claro que em caso de avaria a 1ª opção é reparar e não descartar para ir comprar outra , pois nem toda gente usa impressoras baratas para fazer uma impressão de tempos a tempos.

          o dinheiro custa a ganhar a todos.

        • PeterJust says:

          Depende da impressora, claro que as baratas ficam muito perto do preço de 4 tinteiros mas atenção que nessas impressoras os tinteiros são muito mais limitados, ou seja, se nos tinteiros que vem com a impressora imprimes 100 paginas, nos que compras imprimes 200 ou 300, por isso deitar a impressora fora e comprar nova não compensa e não é nada sustentável. As marcas de facto exageram no custo dos tinteiros mas foi o modelo de negócio capitalista que arranjaram para ganhar dinheiro nos tinteiros e não na venda da impressora em si, pois chegaram à conclusão que impressoras vendiam uma vez, mas tinteiros iam vender eternamente.

      • Daniel says:

        Asdrúbal, obrigado por me responder. Vamos ver como as coisas se vão desenrolar, mas não creio que essas directrizes Europeias tenham grande significado perante a ganância das grandes marcas, como é o caso da Apple.
        Longe vão os tempos em que se comprava um qualquer aparelho e o mesmo durava anos e podendo ser reparado em caso de avaria. Hoje é muito difícil encontrar material para reparação e muito menos informação técnica para o fazer. Eu ainda sou do tempo em que, por exemplo, os televisores se faziam acompanhar, no seu interior, de um esquema muito completo para simplificar a vida ao técnico que o viesse a intervencionar.
        Quanto aos “arrogantes da vida” considero-os autênticos vermes da sociedade. Sei que não lhe deveria dar ouvidos, mas acho que lhe dei a resposta merecida e ele ir-se-á refugiar na cobardia que é peculiar neste tipo de pessoas.

        • RM says:

          As TV’s TRC do nosso passado recente, eram muito mais simples de reparar que as TV’s de agora. Antes eram componentes que se substituiam, agora na maior parte das vezes são placas, o que torna a reparação mais rápida, mas também mais cara. E quando já não há placas, só uma TV nova.

        • José Fonseca Amadeu says:

          Pelos dias que correm já toda a gente deve saber o que é obsolescencia programada e porque as marcas escolhem, a verdade é que ao ritmo que a tecnologia evoluiu, até concordo com determinados casos de obsolescencia programada, e acho que em vez de tentar evitá-la deviam abortar essa temática de frente e impor limites de garantia maiores e limitar a absolescencia programa para X anos dependente do bem ou da tecnologia.
          Nesse campo acho que a Apple é das melhores, ganancia só mesmo no preço dos produtos, a fraca possibilidade de reparação é facilmente justificavel com a construção unibody, miniaturização de chips e componentes, etc, cada vez mais se vai ver isso em electronica de consumo, e quanto à absolescencia programa não é algo praticado pela apple, ainda tenho o primeiro iPhone a funcionar, e em software é a que mantem actualizações e suporte durante mais tempo.

      • RM says:

        Qualquer pessoa pode ou pode tentar reparar o que tem e avariou.
        Outra coisa é o fabricante ser ou não obrigado a fornecer informação técnica e peças aos clientes ou pessoas que o queiram.

        • fim do mundo says:

          se isto for para a frente, a marca fica obrigada a fornecer a informação técnica a terceiros, como já foi referido mais atrás, o surgir de reparadores fora da marca.

          o eis da questão aqui é haverá componentes para efetuar a reparação? visto que na atualidade o problema é que ao fim de 2 anos os fabricantes deixam de dar suporte de peças, para obrigar a descartar os modelos mais antigos e vender os novos.

    • Miguel says:

      É mais facil começar por ler a notícia

    • Carlos Fernandes says:

      Economia circular

  7. sujeito says:

    Más notícias para uma certa empresa com um fruto mordido como logotipo…

    • rui says:

      Vai depender de como for feita a legislação e o que acontece caso as marcas não obedeçam à lei.
      Pode acontecer que as marcas prefiram pagar as multas.

  8. Luis says:

    A Apple vai dar uma de Altice vs Anacom e cortar relações

  9. Antonio says:

    Reparar e manter, são de longe uma das melhores medidas para diminuir a poluição e emissões.

    No caso dos smartphones a coisa está a passar do ridículo, com lançamentos constantes de aparelhos que pouco ou nada diferem dos modelos anteriores movidos pela sede de consumo, vaidade e outras coisas fúteis por parte dos consumidores.
    Muitos desses consumidores são gente muito “preocupada” com a saúde do planete…pois sim!

  10. RM says:

    Os fabricantes só qurem é vender, vender e não facilitam em nada as reparações, por isso concordo com a medida.
    Cada vez há mais ‘lixo’ electrónico, quando muitas coisas podiam ser reparadas e ter mais anos de vida útil.

  11. AJ says:

    O direito de reparar deveria igualmente impedir abusos com a imposição legal de limites, nomeadamente o montante a pagar em relação ao valor do bem e ainda um prazo máximo para reparação. De que adianta o direito de reparar se, por vezes, a reparação custar o mesmo ou mais que um artigo novo?

    • RM says:

      Com muitos equipamentos os fabricantes dão-te duas opções e nenhuma delas é a melhor:
      Um equipamento novo ou algum módulo novo/placa nova, lucram com isso e o cliente que se lixe.
      Às vezes as reparações são simples (para quem sabe), mas a dificuldade é ter a documentação técnica e arranjar as peças.

  12. André says:

    o livre mercado encontra sempre o seu caminho

    se a lei impõe obrigação de reparação, aumenta-se o preço

    se a lei impõe obrigação de reparação e limite de custo, deixa de haver peças.

    se a lei impõe obrigação de reparação limite de custo e existência de peças sobresselentes aumenta-se o preço do produto novo de modo a cobrir estes custos

    uma coisa não vai nunca acontecer, que é a empresa que oferece o serviço trabalhar para aquecer, portanto quem acha que uma lei vai ajudar o consumidor que se desengane, a lei apenas imputa entropia á relação de livre comercio, relação essa que origina custos que serão sempre imputados á parte fraca, neste caso o consumidor.

  13. Helder Lobo says:

    O problema do direito de reparar é facto de as marcas não venderem peças aos reparadores “não oficiais”. No caso da Apple, mesmo que se arranje uma peça de outro telemóvel igual, neste momento a Apple já está a trancar a bateria, o ecrã e as camaras com a MB. São cada vez mais peças trancadas à MB do equipamento. A única maneira, é fazer como fizeram nos electrodomésticos, fazem legislação que obrigam os fabricantes a fabricar peças de substituição durante X anos (q no caso dos electrodomésticos se não me engano é 5 anos). Acho que a legislação francesa, é a única que obriga a vender com carregador e phones!

    • Jorge Matias says:

      Completamente de acordo! No entanto a aprovação desta lei já começa a ser uma pequena vitória. Vamos ver como vai ser aplicada na prática, e como é que as marcas também vão reagir, orque elas sim, ditam o mercado e ponto final. Concordo consigo.
      Sim, na Europa a lei francesa é a única que obriga a vender com os acessórios essenciais ao funcionamento do equipamento 🙂

      • Helder Lobo says:

        Sem dúvida que é uma pequena vitória! Comparado com os E.U. acho que vamos ficar melhor! No caso deles, a lei é estado a estado, o que facilita muito o lobby das empresas.
        Acho que U.E. deveria ter a legislação francesa como referência, especialmente depois da manobra engenhosa da Apple para poupar dinheiro e cobrar o mesmo (senão mais) por menos produto. Eu sou utilizador da Apple (telemóvel, ipad e phones), mas acho deplorável a “atitude ecológica” da Apple.

  14. Mauricio says:

    O que vai acontecer é que os preços de cada peça serão mais caros, aliás, até poderiam ser potenciados com memorias mas grandes ou processadores mais fortes, tipo as pc desktop. Uma das maiores entradas de benefícios das automobilísticas por exemplo está na área da venda de peças e auto partes, muitas vezes super caros.

  15. Antonio Ferreira says:

    Concordo com a maior parte dos comentários feitos, só tenho a acrescentar o seguinte que não é do conhecimento da maioria da população europeia e da norte americana os EUA exportam mais de 25 por cento do total das suas exportações para a China de sucata electrónica e a Europa no seu todo não anda muito longe da mesma percentagem, sendo que por exemplo os condensadores dos telemóveis novos uma grande parte deles provir dessa sucata isto para não falar doutros componentes, a cidade onde essa sucata é desmanchada ou desmantelada como queiram situa-se a 60 kms de Hong Kong, ou seja todos os produtos electrónicos novos TVs, smartphones,computadores, tablets etc etc contém peças usadas ou recicladas como lhes queiram chamar proveniente desta sucata
    Mas há mais, países de África como o Gana e outros também importam esta sucata tal como a Índia, Bangladesh e mais alguns e não só reciclam peças desta sucata como na maior parte das vezes reparam estes telefones, computadores etc etc e vendem-nos no mercado local a maior parte deles são autodidactas que o fazem, o chamado terceiro mundo não deita no lixo quase nada a necessidade aguça o engenho como se diz.
    Aliás e ao contrário do que a maioria das pessoas pensa nos EUA e na Europa há pessoas com paciência e inteligência que também o fazem mas claro que são muito muito poucas.
    Em relação às informações das sucatas e suas percentagens e proveniências e destinos das mesmas tem a ver com a minha profissão de tecnico de shipping e das mesmas serem relato de notícias em sites e jornais desta indústria.

    • Helder Lobo says:

      Hoje foi noticiado que a China vai deixar de importar resíduos. Agora resta saber que tipo de resíduos.
      Há muito reparadores que compram as peças de substituição justamente a vendedores chineses que retiram as peças dos equipamentos que os outros deitam fora. Por isso é que a Apple começou a emparelhar determinadas peças com a MB. Eu próprio cheguei a encomendar duas boards (se estragou uma vai estragar outra) da porta de carregamento do Xiaomi do meu filho. Durante a garantia mandei para loja a dizer que deixou de carregar, quando abri vi que a board era a mesma (marquei antes de enviar para a loja) tinham era aplicado nova solda nos contactos. Foi quando decidi encomendar as peças duas, porque vi o problema era usarem solda de má qualidade. Quando acabou a garantia…. deixou de carregar novamente! Mudei a board e já lá 2/3 anos a funcionar!

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