EUA lançam míssil capaz de transportar ogivas nucleares no Pacífico
Os Estados Unidos realizaram recentemente um teste com um míssil balístico intercontinental capaz de transportar ogivas nucleares. O lançamento ocorreu sobre o Oceano Pacífico e surge numa altura em que as tensões internacionais, especialmente com o Irão, continuam elevadas.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades norte-americanas, o teste teve como objetivo avaliar o desempenho, fiabilidade e precisão do sistema de mísseis estratégicos.
Teste envolveu um Minuteman III
O lançamento foi realizado a partir da base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia, utilizando um míssil Minuteman III, um dos pilares da dissuasão nuclear dos Estados Unidos.
Este tipo de míssil balístico intercontinental é capaz de percorrer milhares de quilómetros e, em situação real, pode transportar ogivas nucleares. No entanto, neste teste específico, o projétil não transportava qualquer carga nuclear, sendo utilizado apenas para avaliação técnica do sistema.
Após o lançamento, o míssil percorreu vários milhares de quilómetros até atingir o alvo definido numa zona de testes localizada nas Ilhas Marshall, no Pacífico.
De acordo com os responsáveis militares norte-americanos, este tipo de testes faz parte de um programa regular que já inclui centenas de lançamentos realizados ao longo das últimas décadas.
Apesar disso, a realização do teste ocorre num contexto geopolítico sensível. Analistas internacionais consideram que a iniciativa pode ser interpretada como um sinal estratégico de dissuasão dirigido a adversários globais, incluindo o Irão.
Testes fazem parte da estratégia de defesa
Os Estados Unidos realizam periodicamente ensaios com mísseis balísticos intercontinentais para garantir que os sistemas permanecem operacionais e preparados para responder a eventuais ameaças.
Estes testes não transportam ogivas nucleares e servem essencialmente para validar tecnologia, sistemas de navegação e capacidade de alcance.
Ainda assim, quando realizados num momento de elevada tensão internacional, acabam inevitavelmente por ganhar também um forte significado político e estratégico.




















“Analistas internacionais consideram que a iniciativa pode ser interpretada como um sinal estratégico de dissuasão dirigido a adversários globais, incluindo o Irão.”
Fracos analistas. A dissuasão nuclear exerce-se sobre outras potências nucleares, o que não é o caso do Irão. A dissuasão nuclear é: “Até me podes atacar primeiro com armas nucleares e deixares-me em muito mau estado – mas mesmo assim, ainda vou ser capaz de lançar armas nucleares para cima de ti e também ficas em muito mau estado”. Ou seja, dissuasão nuclear é levar a outra parte a reconhecer que não ganha nada em iniciar uma guerra nuclear.
Mutually Assured Destruction (MAD)
It’s Mad… Max
Os testes não fazem parte de estratégia de defesa.
Os testas fazem parte de estratégia de ataque. faz toda a diferença.
Os mísseis de ataque nuclear não preocupam as outras superpotências, porque não afetam a sua capacidade de resposta/dissuasão.
O que os preocupa são iniciativas de defesa como a anunciada por Trump, a “Golden Dome”, com sensores espaciais para detetar precocemente o lançamento de mísseis, intersetores no solo e no espaço e tecnologia laser.
Porque podem levar um presidente dos EUA a considerar que os outros deixam de ter capacidade de dissuasão, porque é capaz de lhes de destruir os mísseis que enviarem em retaliação – e aproveite o que pensa ser uma janela de oportunidade para atacar primeiro com armas nucleares
Isto não é ficção, Trump vende a “Golden Dome” para consumo interno, como aumento da capacidade de defesa, mas as outras superpotências veem-na é como ameaças de primeiro ataque.
Cuba, Venezuela, Russia, Irao, Coreia do Norte devem ser todos neutralizados. Deixem a China em paz, eles a unica coisa que fazem e copiar os produtos dos outros mas nunca a china invadiu ninguem fora dos muros da china.
Volta para o Record!
A “Grande Muralha de Areia” para forçar a reivindicação territorial no Mar do Sul da China anexando áreas pertencentes à área marítima das Filipinas e do Vietname.
Os EUA a serem Eua, ou seja, completamente estupidos e idiotas.
A sério que não transportavam qualquer carga nuclear? Olha que novidade. Todos pensavam que sim.
Resta sermos esse pilar da moralidade mundial, quando houver conflitos utilizamos a nossa retórica, burocracia, e moralismo e tenho a certeza que não vamos dar hipótese nenhuma, como diria o outro “the pen is mightier than the sword”.
O Kim vai de vela em breve. Está mais que visto.