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Estudantes fabricam cadeira de rodas que sabe subir escadas

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. Luis Fonseca says:

    Sou portador de uma deficiencia fisica isto era mesmo o ideal para mim para me tornar mais independente visto que a nossa cidade da Guarda tem muitas escadas os edificios

  2. okapi says:

    Não é para admirar vindo da ETH, é só uma das melhores Universidades de Tecnologia do mundo.

  3. David.pt says:

    Não parece ser muito seguro. Mas é uma óptima ideia

  4. Iv@n says:

    Tenho minhas dúvidas sobre a segurança de tal projeto. Não tem como prever a resistência e estado dos diversos tipos de materiais usados nas escadas, também o peso do cadeirante… O apoio me parece ser na extremidade do degrau, seria o cadeirante capacitado para avaliar a resistência do degrau? Devido a deficiência o cadeirante terá sérios traumas se houver um acidente. Seria então para algumas escadas específicas? Acho muito alto o risco.

  5. Ohj says:

    Deve ser barato mesmo!!!

  6. AlexX says:

    Vai provavelmente ser mais caro que uma Segway… mas a ideia é gira e se for rápida também deve ser divertido.
    Quanto a subir ou descer escadas parece arriscado, o centro de gravidade fica muito mais alto e o apoio (as lagartas) mais estreito, ou seja, se alguma coisa corre mal ou o sujeito leva um “toque” de alguém no processo, não sei se o cinto de segurança ajuda ou prejudica no enorme malho…
    Penso que seria preferível (e mais económico) não ter rodas e usar unicamente as lagartas aumentando a distância entre estas e mantendo na mesma o utilizador nivelado consoante a inclinação do piso ou escadas… Além disso avançava sempre e não tinha que ficar a preparar nada cada vez que encontrasse um simples degrau.

  7. Manuel Costa says:

    O futuro não me assusta… Envaidece-me!

  8. Catarina Martins says:

    Para uns pode ser brutal e inovador…
    Para mim é mais um mono, que de prático não tem nada e serve unicamente para encher os bolsos de quem a inventou.
    Agora perguntam-me o motivo de ser radical no comentário!

    Resposta simples!
    Como possuidor de mobilidade reduzida, a minha opinião é bem mais directa no que diz respeito a cadeiras eléctricas, que muitas vezes são quase impostas pelas casas de ortopedia.

    Eu tenho cadeira eléctrica para me mover em casa e arredores, cadeira essa simples que pesa 70kg, o que a torna quase impossível de transportar com facilidade num carro a não ser que se tenha um furgão e alguém nos pegue a colo e sente num dos lugares.

    Essa cadeira além de ser toda bonita e etc… Deve pesar à volta dos 150kg já para não falar em preços que deve rondar os 15.000€, o que impossibilita o transporte dela com facilidade e aqui esta o motivo de ser mais um mono no mercado que apenas serve para iludir mais alguns que por infelicidade se viram forçados a mover-se de cadeira de rodas.

    Para mim utilidade no dia-a-dia é nulo e não ser que se tenha um motorista que a leve pra todo o lado num furgão.

    Acho que deviam era investir todos os esforços em cumprir o Decreto-Lei n.º 123/97 de 22 de Maio e na investigação da recuperação das lesões medulares.

    Por ultimo, já existe há bastantes anos cadeiras que sobem escadas e descem.

    • luigy says:

      Exacto, não percebi mesmo a novidade. Sim a cadeira é gira, mas cadeiras que sobem e descem escadas já vi algumas ao vivo…. Espero que num futuro próximo a ciência lhe dê aquilo que precisa. Os exosqueletos são capazes de ser melhor investimento do que esta cadeira… Daqui a 5 anos os protótipos já devem andar à venda.

    • nandol says:

      faz como eu catarina e investe nisto…http://www.wheelchairdriver.com/
      acabei d mandar construir a 2ª

      cumps

      • Catarina Martins says:

        Já tenho carro e moto…
        Quanto à mobilidade, existe milhentas alternativas pela net fora.
        Só espero que a Wings for life world run comece a dar frutos na pesquisa de uma cura para as lesões medulares, o resto é paisagem.
        Estou confiante que esta muito pra breve, mas se calhar vai demorar a chegar a todos.

  9. nandol says:

    Uma solução engraçada, o problema é o consumo da bateria após subir as escadas a autonomia para o resto do dia vai ficar com certeza comprometida

  10. David says:

    Vou só comentar esta tecnologia apesar de também ter opinião mais social mas enfim ficamos pela tecnologia. Penso, que a tecnologia faz muito lembrar tecnologia militar. Vejo que irá ter problemas de consumo de energia e desgaste em algumas partes que submetem muita pressão. Porém, é o primeiro passo para tornar a vida das pessoas com mobilidade reduzida um pouco melhor. Claro que nem todas as escadarias são tão compridas, estão em tão bom estado e têm aquela inclinação. É como disse, um primeiro passo muito positivo.

    Vejo a tecnologia dos esqueletos mais vanguardista. É uma tecnologia que pode avançar com uma maior rapidez. Porque vamos ter um numero mais alargado da população a querer adquiri-la. Inclusive já existem indústrias de automóvel que usam parte desse conceito para facilitar o manuseamento de maquinaria pesada. Iremos ter os portadores de deficiência, os idosos, as empresas (porque do que vi essa tecnologia aumenta a força do homem incrivelmente).

    Ambas são bem vindas. Não creio que o preço seja o que eles prometem. Penso que a tecnologia do esqueleto vai superar todas as promessas de ambos.

  11. Carlos Augusto says:

    Teríamos que discutir é o respeito aos cadeirantes e acabar com escadas para eles e não ter cadeiras assim

  12. Rosa Loureiro says:

    Sinto uma grande tristeza por encontrarmos tantas barreiras que dificultam a vida de pessoas com mobilidade reduzida e não haver apoios para compensar um bocadinho o seu isolamento. Todos deviam ter direito a um bocadinho de ” liberdade”!…

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