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Esquema fraudulento: Carta de condução sem sair de casa


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. SANDOKAN 1513 says:

    “De acordo com declarações de algumas fontes ao JN,o uso deste estratagema é frequente”. Será possível ?? Eu nem consigo acreditar !! Só manhosos e ordinários neste mundo,há de tudo !! 😐

    • JC says:

      Só por curiosidade, de que galáxia vens?

    • Woot! says:

      Já agora só para complementar:

      Uma grande percentagem dos emigrantes tiram a carta em Portugal (porque é mais barato e porque é mais facil)
      A desculpa deles é que não têm tempo de fazer as aulas.
      As escolas sabem disto e passam deliberadamente o carimbo para todas as aulas quer de código quer de condução.

      É um esquema completamente NORMAL na maioria das escolas e basta dizeres que és emigrante e que não tens tempo, eles já sabem o que têm de fazer.

      Depois é só ires a exame e voilá.
      Conheço muitos casos destes, mas quando digo muitos são mesmo MUITOS. Sem contar com os que chegam ao exame e pagam para passar.

      Enfim.

      • Louro says:

        Nao é bem assim o ser mais barato e mais fácil,

        Muitos dos emigrantes que por aí andam espalhados pelo mundo sao como asnos e nao falam o idioma do país para o qual emigraram correctamente (por noma sao esses que depois vao para Portugal tentar (repara no tentar) falar em outro idioma).

        Nao faz qualquer tipo de sentido alguém emigrado num país qualquer ir tirar a carta a Portugal, até porque para além do tempo que perdem e processamento de informacao e emissao de documentacao tem de se deslocar a Portugal de propósito para isso.

        Para agravar, se nao fores residente em Portugal nao podes tirar carta em Portugal (como em qualquer outro país), pelo que terás de mentir dizendo que a tua residencia é em Portugal (o que é ilegal).

        O ser mais barato, nao te posso falar de outros países com certeza mas por exemplo no UK tirar a carta sao a volta de £120.00 e pessoalmente , nao tendo eu tirado carta cá mas tendo a minha filha tirado recentemente, achei que era muito mais fácil do que quando eu tirei em Portugal.

        • Woot! says:

          Concordo com o que dizes e sei perfeitamente isso da morada.
          E sim tens razão, tem mesmo a ver com a língua, quando disse que era mais fácil não foi necessariamente na dificuldade das perguntas ou do teste em si, se bem que na alemanha por exemplo são 50 perguntas ao invés de 30.

          De qualquer forma os asnos que conheço como disseste muito bem mentem sobre a morada e todos têm morada fiscal em Portugal e vivem em Espanha, França, Alemanha, UK, Luxemburgo e Suiça.

  2. José Carlos da Silva says:

    Pela forma como muita gente conduz, nada disso me espanta.

  3. pedro mateus says:

    Para a quantidade de transgressões absolutamente incríveis que se vêm todos os dias nas estradas portuguesas,ter carta ou não ter vai dar ao mesmo…

    • Blackbit says:

      Desde que se veem trotinetes, “mata-velhos”, bicicletas e outros veiculos que dispensam a carta de condução nas estradas e a partilhar o mesmo espaço com veículos que obrigam a ter a carta de condução, tudo é possivel e nao seria de esperar outra coisa. Essa dualidade de critérios nao faz sentido, ou é preciso ter carta ou não para andar nas estradas ou então -se com esse obrigatoriedade, pois actualmente o exame so serve para o estado ganhar mais uns dinheiros.

      • Rodrigo Da Silva says:

        Nao sei se sabes mas a maioria das pessoas que utilizam trotinetes, bicicletas, etc sao pessoas que ja tem a carta.

      • Woot! says:

        Pergunta honesta, pode-se oficialmente andar na estrada com uma trotinete eletrica?

        Porque lembro-me há uns bons meses quando elas apareceram em Lisboa ter experimentado logo no inicio e tinha uma pop-up gigante a dizer pra não andar na estrada e que era obrigatório capacete.

        • Miguel says:

          “Artigo 104.º — Equiparação
          É equiparado ao trânsito de peões:
          […]
          d) O trânsito de pessoas utilizando trotinetas, patins ou outros meios de circulação análogos, sem motor;
          e) O trânsito de cadeiras de rodas equipadas com motor elétrico;
          […]”

          “Artigo 112.º — Velocípedes
          […]
          3 – Para efeitos do presente Código, os velocípedes com motor, as trotinetas com motor, bem como os dispositivos de circulação com motor elétrico, autoequilibrados e automotores ou outros meios de circulação análogos com motor são equiparados a velocípedes.
          […]”

          o que a empresa diga que contrarie isto
          está errado

    • Louro says:

      Acredita que nao é só nas estradas Portuguesas… é com cada calhau espalhado pela Europa inteira.

  4. Manuel says:

    Tirei a minha carta de condução há 20 anos. Já nessa altura a “compra” da carta era a descarada. Conheci uma pessoa que não sabia ler nem escrever e comprou a carta. Conheço muitas pessoas que ao longo destes anos todos lhes era dito a descarada que deviam pagar para garantir que passavam no exame condução. Estou a falar de muitas pessoas, conhecidas. Espanta-me a “descoberta” nos últimos anos da corrupção nesta área. Não digo que são todos corruptos, mas que está espalhado, desde sempre, não tenho aenor dúvida.

  5. Joaquim Alcobia says:

    “Esquema fraudulento: Carta de condução sem sair de casa”
    Ao ler o artigo não cheguei a entender na explicação do esquema como é que aldrabam a questão do exame sem sair de casa.

    • José Carlos da Silva says:

      Então, basta ler novamente, porque está lá explicado.

      • Catarina says:

        Onde?! Qual o parágrafo ou a frase que menciona que neste esquema fraudulento o aluno não faz exame?! Quando muito refere que não faz formação prática… (o que é de censurar claro!)

      • Joaquim Alcobia says:

        Pois, voltei a ler, e continuo com ideia de que o esquema do titulo do artigo aldrada as aulas, não o exame.
        Ou seja, têm de sair de casa para fazer o exame.

    • Joao Magalhaes says:

      Pois, também estava a tentar perceber como era mas afinal é só a parte da condução mas sinceramente não vejo qual é o problema de não ter aulas, há pessoas que se sentem preparadas para ir a exame com menos aulas e depois o exame serve exatamente para ver o nivel da condução, ou devia servir.

      • Louro says:

        Partindo do principio que nao sabias conduzir antes, pois seria ilegal conduzir antes de ter carta, faz todo o sentido que tenhas de fazer aulas de conducao antes de poderes ir a exame.

        • Paulo L says:

          Eu aprendi a conduzir com 14 anos num ferro-velho, pelo meio dos montes de metal em propriedade privada, nada de ilegal nisso.
          Fiz os exames e as práticas obrigatórias mas na realidade ia passear com o instructor porque na condução e estacionamento pouco o nada me ensinou.

  6. Rui Maia says:

    A intenção inicial do IMT era boa, mas a pressão das associações de escolas foi tanta que desde os prossupostos iniciais dos equipamentos pedidos e seus requisitos foram largamente alterados varias vezes, acabando por ser um sistema corriqueiro. Enfim a Novatronica foi das primeiras a ter o equipamento aprovado e ainda procedeu a alguma alterações pedidas em 2017 e 2018, no inicio de 2019 pedimos para nos remover da lista de produtos certificados pois não fazia sentido colocar o nosso equipamento com tanto permeabilidade…. Entretanto e quanto sei o nosso equipamento ainda consta na lista apesar de não vender nenhum dispositivo.

  7. Rafael Meira Andrade says:

    O jornalista que fez a notícia esqueceu-se de referir que um dos sistemas com maior implementação é da associação de escolas de condução (ANIECA) o que demonstra uma clara partilha/conflito de interesses! Um sistema completamente hipócrita!
    Começou por obrigarem a ter um dispositivo imóvel nos veículos e depois o IMT cedeu a interesses de uma associação e permitiu dispositivos móveis (tablets e afins), associação que luta apenas pelos associados e não pela dignidade do sector!

  8. Jorge Gomes says:

    Conheço pessoas que nao sabem ler e tiraram a carta de conduçao, conheço 2 pessoas que compraram a carta em Londres, uma era analfabeta e a outra nao, como se vê nem so em PT isso acontece, eu nao a comprei, mas me foi oferecida em 1979, em Elvas, e eu aproveitei.

  9. Jorge Gomes says:

    Saindo da Tugolandia nada é de estranhar, para a corrupçao a Tugolandia conhece todos os esquemas possiveis e imaginarios, até ja andam Tugas a levarem para o estrangeiro vinho do Porto sem ser vinho do Porto, o vendem em cartoes de 5 litros o nunca visto, apenas diz no cartao vinho e nada diz, nem menciona o grau do vinho que por norma é 19 graus, e que consegui medir foi o açucar no vinho, 18 gramas, nao é so as cartas de conduçao.

    • Louro says:

      Esquemas existem em todo lado, nao é uma caracteristica especifica portuguesa.

      A do vinho do Porto nao conhecia, mas nao se diz graus, diz percentagem de alcool.

      Graus é para medir angulos ou temperaturas por exemplo.

  10. Jorge says:

    Na Inglaterra ha mais corrupçao no que diz respeito a cartas de condução, em Londres existem pessoas dos dois sexos, a fazerem exames por outros, conheço duas pessoas que pagaram as essas pessoas, um Tuga com residência fixa no estrangeiro pode tirar a carta na Tugolandia tem de residir 3 meses, diz a lei, para depois se poder trocar no país aonde esta emigrado, mas se forem a junta de freguesia e pedir um atestado como esteve na Tugolandia 3 meses o exigido por certos países, casos da Suiça, mas é preciso mentir mas na Suiça por dinheiro se faz tudo.

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