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Empresa do Estado gasta mais de um milhão em computadores

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Marisa Pinto


  1. gaguiel says:

    O espelho do nosso pais infelizmente… Só esquemas para os cães grandes… A dívida paga o Zé povinho…

  2. Blasterjack says:

    IRS? Tudo detalhado sim sim, aquisições à grande de material desnecessário para o estado: total da conta xxx€

  3. Joao says:

    Poderá até ser necessário um investimento em equipamento informático, mas será que, por exemplo, cada portátil será de 350€ ou > 600/700/800/1000€? Aí está a diferença do dinheiro.

    • luis antunes says:

      um portátil de 350 euros é um péssimo investimento. uma maquina que vai ser usada par trabalho quer-se fiável, bem construída e com requisitos mínimos decentes e isso é impossível com esse valor. é raro conseguir um portátil decente por menos de 1000 euros. n se esqueçam que é para durar vários anos sem grandes problemas. não é para deitar fora passado 6 meses. isto se o material for bem gerido, claro.
      o grande problema, aqui, são as licenças microsoft que, normalmente, são desnecessárias e encarem os produtos. muitas vezes o software necessário é mais caro q o hardware, quando há alternativas mais baratas (ou mesmo gratuitas) e de qualidade. bem sei que isso n é sempre assim mas é cada vez mais a realidade.

      • Jose says:

        És ridiculo para dizer no minimo.

        Um portatil de 350€ da muito bem para trabalhar e dura facilmente uma decada.

        • Marisa Pinto says:

          E muito boa gente tem PCs de 1000€ para depois só mexerem no office. Isso também é engraçado.

          • luis antunes says:

            é verdade. mas isso é um exemplo caseiro. além disso, uma coisa é fazer um trabalho da escola com 10 paginas, outra é fazer relatórios de centenas de páginas, com ligações a fontes de dados, etc.
            de qq maneira, nenhum gestor de parque informático compra um pc na worten, compram em quantidade e a pensar no uso que lhe vai ser dado e no tempo de vida que tem que ter, para amortizar o investimento. estas coisas são todas calculadas quando se fazer uma compra de material. além disso tem que ser a uma marca que dê assistência empresarial de qualidade, a tempo e durante bastante tempo.

        • luis antunes says:

          ah sim? vai lá fazer modelos matemáticos de previsões de consumo, planeamento e construção de redes de águas, processamento de dados dos contadores, etc, num computador de 350 euros portátil e que tem que durar 10 anos sem dar problemas e sem precisar de substituição de peças. nem a marca te dá assistência para esses modelos a nível empresarial.
          informa-te bem antes de falar.
          estou na informatica á mais de 20 anos, lido com empresas todos os dias, sei do que estou a falar.

      • Andre Alves says:

        Caro, de gestão de pcs ou parque informático nada deve saber.

        Cada maquina é uma maquina.

        E saliento que nos dias de hoje, ha mais variáveis a ter em conta que o preço.

        E licenças ? nem vale apena discutir de quem nada entende na actualidade.

        Gestores IT com esse pensamento, esta o estado cheio deles e com um pensamento retrogado.

        Mas fico feliz por tal ser assim, a estupidez deles é a minha fonte de rendimento ao fim do mes.

        Sao Pessoas com este pensamento, com um suposto licenciamento, que nem um parafuso ou formatar um maquina o sabem. mas assim tenho trabalho ao fim do mes.!

        • Darkvoid says:

          Subscrevo, e acrescento que 90% dos decisores nestes organismos do estado não se preocupam muito com os valores de hardware/licenças mas sim se nós se lhe vamos dar alguma coisinha a ganhar. Infelizmente é o sistema que temos.

  4. int3@home says:

    Vamos dizer que praticamente uma grande fatia é licenças microsoft

  5. Sup says:

    totalmente justificado, trabalho para eles, as aguas de portugal adquiriram uma serie de zonas anteriormente de SMAS e câmaras municipais.

    Como tal vai ser necessário equipar com o seu próprio sistema de telegestão, o que implica novos computadores e servidores em milhares de locais.

    • Marisa Pinto says:

      Hmmm totalmente justificado não será uma vez que nem vem discriminada a quantidade/marca/preço unitário, é um bocadinho assim “para lá”.
      Além disso não creio que em tempos de suposta crise estes gastos se justifiquem..

      • AC says:

        Toda esta pseudo-notícia parte de pressupostos errados:
        – Isto é um concurso público, logo o valor base é valor máximo que as propostas podem ter. Obviamente que tem que ter em conta os requisitos e os valores típicos de mercado, mas a concorrência dita que os preços vencedores serão sempre muito inferiores.
        – Fazem uma notícia em torno de valores globais e sem sequer conhecer as quantidades ou especificações (que estão no caderno de encargos, não no anúncio).
        – As grandes empresas tendencialmente optam por substituir todo o parque, porque têm ganhos em termos de suporte futuro.
        – Ao substituir não compram equipamentos de consumo, visto que é suposto que durem no mínimo 5 anos (e o concurso até pode incluir extensões de garantia com esse prazo). Logo o preço unitário terá isso em conta.
        Numa empresa deste tipo, um investimento de 1M€ é uma gota de água, e pode traduzir-se em ganhos significativos de eficiência, recuperando o investimento.
        – Se em tempos de crise não se comprasse nada, todas as empresas fechavam…

        • Marisa Pinto says:

          Pseudo-Notícia porque..?
          1. Sim é um concurso público de uma empresa pública a tencionar comprar *sabe-se lá quantos* equipamentos com… dinheiros públicos, (numa pseudo época de crise)
          2. Fazemos a notícia em torno do que vem no Diário da República, meu caro, se a empresa quisesse, teria lançado um documento informativo, antes, a dar a conhecer esta compra e os valores concretos. Afinal, repito, estamos a fazer de dinheiros públicos.
          3. As grandes empresas trabalham para servir melhor o cliente e não a si mesmas.
          4. Quando falas em ganhos significativos, estás a dizer que o preço da água vai baixar? É que… na verdade, é apenas isso que poderá ser bom, mas, mais que a tecnologia é a capacidade de gestão que faz isso acontecer.
          5. Cada vez mais empresas estão a fechar por falta de verbas até mesmo para pagar aos funcionários. By the way… não foi a ADP que despediu mais de 200 pessoas? 🙂

          Cumps e bom fim-de-semana!

          • Rui B. says:

            Marisa, se queres ter a informação sobre quantidades, essa informação é pública e está publicada na plataforma de contratação usada!
            Mais, se vires bem, essa aquisição é para 13 empresas do grupo Aguas de Portugal. Se fizeres as contas verificas que se trata de aprox 75.000€ para cada uma.

            Quanto à tua questão relativamente ao preço das águas. As AdP, neste caso as suas “subsidiarias” como as Águas do Douro e Paiva (AdDP), vendem a água às empresas dos municípios, e esses ao consumidor final ao preço que bem lhe apetece. De referir que o custo por m^3 é exactamente o mesmo independentemente da empresa e quantidade que é comprada.

            Dou-te um exemplo simples. Municípios como S. João da Madeira, Vale de Cambra, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira, Espinho, Gaia, Arouca (and so on) compram a água a AdDP todos ao mesmo preço. Se calhar ficas escandalizada se eu te disser que em alguns destes municípios a água é mais cara 10 ou 15% que no município ao lado.
            Mais, a fatura da água, em Aveiro por exemplo, é um abuso. Pois juntamente com a fatura da água, pagas imposto do lixo que produzes, saneamento, e até um imposto para a polícia… (sim, eus ei que vem em todo o lado, é apenas um exemplo) Conclusão? Numa factura de 27€, pagas 9€ pela água e o resto em impostos (contas redondas obviamente).

            Mais, com os serviços de telegestão implementados nos últimos anos, o uso e renovação de equipamentos tem de ser efectuado.
            Não sei se também tens noção, mas a quantidade de ETAs, ETARs, Estações Elevatórias e outros pontos, só numa subsidiária da AdP podem chegar às várias centenas.

            Quanto à dispensa de funcionários, desculpa, mas tenho de concordar que faça sentido. Com a junção de empresas é normal que aconteça. Basta veres que por exemplo a actual “Águas do noroeste” é uma empresa que resulta da fusão entre as “Águas do Ave” e as “Águas do Minho e Lima”.
            Até porque se ficassem lá todos, e se se viesse a saber que existiria duplicação de cargos e afins, era uma escandaleira, já não era necessária tanta gente e metade podia vir pa rua porque eram uns “tachistas”.

            Com isto mão estou a defender as águas, pois acredito que muita coisa lá dentro não funcionem bem. Mas também sem conhecer o caderno de encargos, não vou entrar no “porque eu acho que sim”.

            Bom fim de semana 🙂

          • Marisa Pinto says:

            Podes dar o link dessa informação pública?
            Se bem que isso não muda em nada a notícia, nada do que se escreveu é mentira.
            A adp vai gastar um milhão em equipamentos? Sim.

          • Rui B. says:

            No documento do DR tens:

            9.2 – Meio eletrónico de fornecimento das peças do concurso e de apresentação das propostas
            Plataforma eletrónica utilizada pela entidade adjudicante: http://www.vortalgov.pt (um dos vários portais de contratação pública) – Neste caso tens de pertencer a uma empresa (com alvará) para poder ter acesso ao portal.

            Depois eu não disse que a notícia era mentira. Mas não querendo parecer um “internet troll”, parece-me e desculpa a frontalidade, um pouco uma notícia “à correio da manhã”, até porque nada do documento publicado me pareceu irregular. Não diz as quantidades nem especificações, nem tem de dizer. Para isso existem mapas de quantidades e cadernos de encargos (as tais peças contratuais).

            Se for injustificado, sou obviamente contra a sua aquisição. Até porque o meu dinheiro também vai para lá!

            Mas a verdade é que apesar de estarmos em crise, não invalida que tenhamos de fazer investimentos.
            Uma empresa pode estar mal, se um funcionário fica sem ferramentas para efetuar o seu trabalho e ser produtivo, tem de se fazer o investimento. Caso contrário aí sim ficas a perder…

            Com isto apenas queria mostrar que as coisas não são sempre lineares nem tão pouco a história da contratação pública é algo simples de entender.

            De qualquer das maneiras, enquanto não souber mais, nem sou contra nem a favor.

          • Marisa Pinto says:

            Nem ninguém disse que o documento era irregular. Apenas estamos a comentar o panorama.

          • Nunes says:

            @ Marisa
            não estás a comentar o panorama real, pois fazes juízos com pressupostos errados, desde assumir que não há números de unidades de equipamentos, e que a empresa tem 700 milhões de prejuízos…

          • Marisa Pinto says:

            Eu acho que tu não deves saber ler…
            1. O documento NÃO tem a discriminação. Há forma de a pedir, sim há, mas não está ali essa informação (discriminação)!

            2. A empresa teve um prejuízo, conforme se noticiou em 2011 (tens lá o link, eu ensino como fazes: 1. clicas no link; 2. abre-te num novo separador; 3. lês)
            O panorama é a aquisição, o que tu pretendes é pôr ‘paninhos quentes’.

            3. Repito, há ganhos? Sim, com certeza que os deve haver, mas e onde estão esses ganhos nos consumidores?

          • Nunes says:

            @ Marisa
            o link que dás não menciona prejuízo mas défice tarifário, tal como a EDP tem um défice tarifário e mesmo assim tem bastantes lucros – não confundas as coisas! A empresa tem lucros, ponto final parágrafo e muda o disco!
            “1. O documento NÃO tem a discriminação. Há forma de a pedir, sim há, mas não está ali essa informação (discriminação)!”
            e…? Fazes vários juízos, especialmente em comentários, como se tal número não existisse em lado nenhum

          • Marisa Pinto says:

            Nunes, mais do mesmo os teus comentários.
            Links, há? Coisas assim.. concretas? Espero por eles.

            kisses & Hugs.

          • Rui B. says:

            Marisa, a ver se nos entendemos para terminar aqui a minha participação:

            O facto de perder dinheiro não quer dizer que a empresa não tenha lucro.
            Basta teres uma loja, vendes um produto que compras a 70€ por 95€ quando o PVP recomendado é de 100€. Estás a perder 5€ em cada venda mas estás a ter lucro. O mesmo se passa com as Águas de Portugal.

            Aliás, basta estar atento e sabe-se perfeitamente que empresas como CTT, AdP e TAP dão lucro! O Google ajuda-te a encontrar essa informação.

            Olha o belo do link:

            Lucro da Águas de Portugal aumenta 384% para 48ME (2011):
            http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1945190

            Águas de Portugal aumenta lucros em 4,2%, para 93,8 milhões (2012)
            http://expresso.sapo.pt/aguas-de-portugal-aumenta-lucros-em-42-para-938-milhoes=f806956#ixzz36bbJYtCi
            http://expresso.sapo.pt/aguas-de-portugal-aumenta-lucros-em-42-para-938-milhoes=f806956

            Desta forma tem dinheiro para fazer o concurso.

            Quanto ao preço da água não devíamos se quer estar a falar disso, até porque como dizes, estamos a comentar a notícia e no documento do DR, onde foste buscar a desinformação, não há qualquer informação relativamente ao preço do metro cúbico.

          • Marisa Pinto says:

            Boa! Obrigada,
            Mas isso significa que não vão gastar mil milhões nem equipamentos? Acho que não. Claro que têm dinheiro para fazer o concurso, até devem ter para muito mais. E onde ficam os consumidores e a suposta crise no meio disto tudo?
            Se há esse informação mais clara porque não a expõe publicamente? Quando o contribuinte tem que dar parecer do que ganha/gasta, também não manda um valor ao ar sem 1º ter que o discriminar…

            Quanto à desinformação, bem isso tens que reportar ao dre, pois, como assumo que leste no post apenas lá está o resumo do documento do dre! 🙂

      • Nuno P says:

        O problema da notícia é a falta de informação relevante para podermos falar em gasto supérfulos ou em investimento. Se há uma grande necessidade de substituição do anterior sistema (hardware + software) por estar obsoleto ou porque esta nova aquisição corresponderá a uma maior eficácia no serviço e eventualmente a uma diminuição dos custos a médio/longo prazo pode ser considerado um investimento. É bom termos este espírito crítico para que não hajam mais gastos desnecessários no estado, mas devemos ter a informação toda antes de tirar conclusões precipitadas.

        • João Pedro Borges says:

          mas 23,2 mil euros em tablets?! com tanta maquinaria, porque querem também tablets? que tenham de investir para melhorar, renovar, o que for, mas agora tablets, essa é que me cai fora

        • Marisa Pinto says:

          O problema não está na notícia meu caro.

          • Nunes says:

            Na verdade até está na notícia aqui dada, já que atira para o ar que as “Águas de Portugal perdia, anualmente, 700 milhões de euros “, como se tal se referisse aos resultados da empresa, dando a entender que isto é um gasto irracional no meio de prejuízos! Isto é prestar muito má informação… Com um pouco de pesquisa teriam descoberto que a empresa tem tido lucros nos últimos anos.

          • Marisa Pinto says:

            Oh meu caro, vamos a ter cuidado como escreve.
            Atirei para o ar ou tem lá a fonte?

            Então comente com sensatez, sff!

            Cumps,

          • Nunes says:

            @ Marisa
            é atirar para o ar quando não percebe o que é citado – défice tarifário e não prejuízos!
            As Águas de Portugal tiveram lucro em 2011, 2012 e 2013, bastava pesquisar!

          • Marisa Pinto says:

            Então dá-me fontes para acrescentar isso no post, sff!
            Aqui o point da notícia não é falar-se em défices/investimentos, é apenas noticiar um facto que é o que está na dre!
            Se isso incomoda, bem, isso já é assunto da empresa.

        • Marisa Pinto says:

          E essas informações devem ser feitas por quem? Pela empresa! Afinal estão a negociar com os dinheiros públicos!

      • Nunes says:

        desculpa mas não fazes ideia se está ou não discriminado, já que o documento que citas não tem todos os elementos do concurso público. Terão que levantar esses documentos junto das Águas de Portugal. O que aparece aqui é um valor base de licitação, prazos e critérios de avaliação.

        • Marisa Pinto says:

          Hm, estou-me a basear nesse documento, acho que escrevi isso bem legível no post.
          Se há um outro documento com essa informação discriminada, podes-me colocar aqui link do local onde isso está público? Obrigada!

          • Nunes says:

            :S
            será que não percebes como é que funcionam estes concursos?
            Se te baseaste neste documento, terias visto lá escarrapachado a existência de outros documentos que descrevem o que é pretendido, e o contacto para consultar esses documentos
            “ACESSO ÀS PEÇAS DO CONCURSO E APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS”

          • Marisa Pinto says:

            A existência de outros documentos? peço desculpa mas não estão lá quaisquer outros documentos. O que lá encontro é uma forma de pedir esses documentos (assumindo que mos dão).
            Agora, já várias foram as fontes que noticiaram esta situação e, por parte da ADP, ainda não se viu qualquer reacção de ‘defesa’.
            Se existe uma justificação plausível, deveria haver uma clarificação por parte da empresa, digo eu.

          • darksantacruz says:

            Marisa não ligues esse Nunes deve ser +1 que quer meter o dinheiro ao bolso…

          • Marisa Pinto says:

            Até pode ser mas temos que ver todos os dados, é uma verdade.
            Só que antes da tecnologia, há que haver uma capacidade de gestão. Se é um investimento, então onde estão os resultados favoráveis aos utilizadores? Ganharam mais €, sim acredito, mas isso continua a não favorecer os consumidores.

          • Marisa Pinto says:

            Se são os municípios a ter essa gestão de preços, então há que haver mais investigação de casos de injustiça.
            Just Saying 🙂

    • paulo says:

      totalmente justificado, trabalho para eles,lolollol
      2025“Troika” de novo em portugal…Quero ir para a ilha….Acho que já vi este filme 2x

    • Jorge L. says:

      Totalmente justificado (rir)…. deves ser um dos que anda com as bandeiras. Estás no sitio errado.

      Só o simples facto da omissão das quantidades já demonstra desonestidade.

    • Sup says:

      ui o meu comentario deu muitas voltas

      acreditem tudo é jsutificado, os all in one, os tablets e todo o resto, nao sabem como funciona esta industria, nao sabes os numeros, isto é o mesmo que eu penso quando vejo outras noticias.
      Estando por dentro sei que tudo isto faz sentido.

  6. P says:

    Empresa de “boys” – em países democráticos estes administradores eram presos!

  7. José Sousa says:

    um kit “desktop+tablet+portatil+all-in-one” para cada funcionario?

  8. Asdrubal says:

    Decerto que serão meia dúzia de desktops, mais meia dúzia de portáteis, alguns tablets, isto tudo por mais de 1 milhão. O resto vai para os bolsos.

    • NewJ says:

      e de seguida vai para um Mercedes ou BMW destes novinhos todos hitech e lá vai o dinheiro para a Alemanha

      • lmx says:

        ou para a Alemanha ou para a America, ou para os bolsos dos gestores da função publica…mais do mesmo…

        Vejam os salários dessa malta e depois perguntem-se de onde sai tanto dinheiro…

  9. Miguel Fernandes says:

    Mas o que ninguém sabe sobre as Águas de Portugal é que isto para eles são peanuts…

    O grande objectivo e agenda desta corporação de dinheiros estatais é tomar conta dos sistemas de água ao nível nacional, garantindo o monopólio e depois, tal como já foi comunicado dentro da própria empresa nas hierarquias correspondentes, colocar o preço da água igual em todo o país.

    Ou seja, não se admirem que daqui a 2-3 anos se pague tanto de água em Lisboa como no Fundão ou Viseu. A agenda escondida desta gente é a estandardização dos preços não importa se o distrito onde vivemos é rico em água ou se tem um baixo consumo da mesma ou não, todos vão ter de pagar igual.

    Além do mais não esqueçam que foi também a Águas de Portugal ainda há bem pouco tempo foi mencionada por possuir a módica quantidade de 400 viaturas TOPO DE GAMA tendo substituído recentemente 30 e poucas viaturas também TOPO DE GAMA. Um dos gestores gastou, por exemplo, 7000 euros de combustível durante 1 ano.

    Por isso, gastar 1 milhão de euros em equipamento informático até parece pouco para esta insultuosa empresa paga com o dinheiro de todos nós…

    • Alexsandro says:

      É muito triste, só que depois de monopolizar tudo vendem a empresa e todo o “investimento” do Estado fica nas mãos dos outros…

  10. André S says:

    Tudo bem que precisam de material para se equipar! Mas o que muitos dos ilustres comentadores nunca pensam é que a água é um bem inalienável, que neste momento está em mãos privadas… no dia em que pagarem 5 ou 10€ por um metro cúbico de água… vão chorar… mas claro o tuga pensa sempre da mesma maneira. Por isso este país não vai a lado nenhum.

  11. delaorden says:

    Brasil e Portugal … quantas “coincidências”… e o que diriam de um viaduto de 4 Km, repito, 4 Km que, segundo o governo, custou 2 BILHÕES de US$ … ( cerca de US$500mil por METRO) ???

  12. Angelo says:

    Eu trabalho na área da saúde e os sistemas informáticos disponíveis são inadequados. Têm mais de 10 anos e temos de tolerar “encravamentos” e lentidões exasperantes (boa parte dos quais devido à lentidão dos servidores e à pouca memória RAM aquém dos requisitos do software (512MB – 1024MB só)), dias em que não funciona, etc.

    Estando a lidar com a saúde das pessoas, não termos acesso ao processo clínico delas durante a consulta ou demorandos 15 minutos a passar uma receita quando o tempo de consulta são 15 minutos… É intolerável.

    Bem que precisávamos de novos equipamentos e de servidores à altura das necessidades. Não é só ligar todas as unidades aos servidores e ficarem todos empatados.

    • Marisa Pinto says:

      Certo, mas há ‘alternativas’ bem mais baratas, e ainda há muita resistência para essa mudança.

      • luis antunes says:

        então diz lá quais são as alternativas adequadas ás necessidades daquela empresa e que são mais baratas do que as que estão no caderno de encargos? isto porque já tiveste tempo de o ler.
        claro q podes ter caneta e papel mas isso, apesar de ser mais barato no inicio, depois torna-se mais caro.
        podes ter maquinas mais baratas mas que duram 18 meses, como aqueles portáteis que se compram nos supermercados e que já estão completamente obsoletos passado um ano.
        quanto ao sistema operativo, tudo depende das necessidades. eu uso linux em casa e sei que há casos em que Linux e aplicações gratuitas em Linux servem perfeitamente as necessidades. mas há outros casos em que isso não acontece. há software para certas áreas que só encontras para Windows ou para Mac OS X.
        Cada caso é um caso e dizer que “há alternativas mais baratas” sem ter estudado o caso é extremamente simplista e mostra que não se pensou no que se está a dizer ou n se tem experiência suficiente para o fazer.

        • Marisa Pinto says:

          Máquinas mais baratas que duram 18 meses? Bem, o meu pc custou cerca de 300 e já o tenho há mais de 4 anos (e não uso apenas o word/excel)

          Claro que tudo tem que ser de acordo com as necessidades, ou, neste caso, com a capacidade. Actualmente os sistemas abertos fazem tudo e até mais que o Windows, acho é que ainda há muita resistência para a mudança. Se às vezes nem windows sabem, quanto mais.. é um pouco por aí.

          • luis antunes says:

            mas o problema é que o computador tem muito mais do que o sistema operativo, xiça. vai fazer projectos de moldes em linux e diz-se como correu. há áreas em que o que dizes é fácil mas isso nem sempre acontece.
            e lá por teres um pc de 300 euros q ainda se aguenta, n quer dizer q outro igual o faça, a trabalhar 8 a 10 horas por dia, todos os dias, sem falhas.

          • Marisa Pinto says:

            Claro que quer! Tudo tem a ver com a capacidade de utilização, ora se eu andar às chapadas ao pc provavelmente não se aguenta, assim como se não tiver cuidado, fizer updates regulamente etc etc

          • luis antunes says:

            marisa. não é só o cuidado e as actualizações que contam. os equipamentos não são todos iguais. além disso, usar um pc de vez em quando, só com o o office não é o mesmo que usar todos os dias, 8 horas por dia com software que exige mais da maquina. por alguma razão os programadores e engenheiros informáticos compram, normalmente, maquinas “topo de gama”. as necessidades são diferentes. além disso, há tb os contratos de assistência empresarial, isso tb conta.

          • Marisa Pinto says:

            Ok, estás a dar-me razão, o meu PC (de 300 e poucos euros) funciona todos os dias, por vezes mais de 15h por dia e de todo uso apenas o office…

          • luis antunes says:

            marisa, não percebeste. o q quero dizer é que lá por teres um que funcione n quer dizer q sejam todos iguais. n se deve olhar apenas ao preço mas sim ás necessidades. e, tal como tu dizes, tu só usas o office. para o uso mais exigente já terias que ter uma maquina melhor. além disso, esperara 5 minutos que o pc arranque não é opção em alguns casos. uma maquina com um SSD, 16GM de ram, etc, não existe a esse preço. estou a dar um exemplo, obviamente. não sei quais as necessidades daquele caso. só sabendo é que posso dizer se um portátil de 350 euros com um ecrã minúsculo serve ou não. (sim, os ecrãs “HD” têm mto menos resolução do que os anteriores. “HD” é apenas uma maneira de vender menos por mais. um bom ecrã é mais caro)

  13. Benchmark do iPhone 5 says:

    Aqui a questão é saber as quantidades, de forma aproximada, e comparar com o número de postos de trabalho que precisam de novo (ou substituir) equipamento informático. A “olho” deu-me:

    – 650 computadores fixos
    – 700 portáteis
    – 700 monitores
    – 380 impressoras all-in-one
    – 80 tablets

    Tem 4988 empregados, não me parece impossível que queiram comprar/renovar 1350 computadores.

    Como é um concurso público em princípio obtêm os preços mais vantajosos. O resto é blá-blá.

    http://www.adp.pt/content/index.php?action=detailfo&rec=3044&t=Dados-chave

  14. Jesus says:

    Obsceno. Uma falta de respeito pelo povo português.
    E ainda vem uma corja de bandidos incompetentes afirmar que as famílias tem andado a viver acima das possibilidades. Orquestra dizer disto?

    Arranjaram 1 milhão de euros á conta de 5000 pessoas no desemprego.

    É um fartar de vilanagem num só exemplo.

  15. navyseal says:

    Mas qual é o problema? Queriam que a empresa comprasse lápis e cadernos ou então ábacos?
    Quem escreveu este artigo conhece as necessidades do parque informático dessa empresa? Ou só o escreveu tendo em conta a ideologia que possui?

    Do mundo empresarial que conheço, as empresas estão neste momento a migrar o seu parque informático para windows 7 ou superior, devido ao fim de suporte do Windows XP. Muitas das máquinas que possuíam com XP já são antigas ou não possuem requisitos para suportar versões posteriores pelo que preferem a mudança. Posso ainda dizer que o valor gasto aqui reportado até nem é nada de especial, pois a nível privado há empresas a investir 2 milhões ou mais só na aquisição de desktops, monitores e portáteis.

    Se há alternativas mais baratas? É possível, mas a grande questão se calhar será de convencer as instituições universitárias e politécnicos a deixarem de formar “inginheiros” formatados com a mentalidade Microsoft, pois o mal começa aí. Grande parte dos gestores de parques informáticos só conhece uma realidade que é a Microsoft way e o resto é paisagem.

    Ps: Marisa qual é a distro linux que usas em casa? 🙂

    • Marisa Pinto says:

      Navyseal, em casa uso o que quiser, estou a usar € públicos?

      Não compares coisas de uma forma ridícula!
      Para além disso o artigo apenas constata um FACTO! O que está no Dre, compreendes isso?
      Está lá alguma mentira?

      • navyseal says:

        Lá está, em casa usas o que quiseres, ou seja que se ajusta às tuas necessitados ou tipo de formatação que possuis. A empresa faz igual, usa o que quer, mesmo sendo com $ público pois a empresa é pública. Volto a dizer, os “inginheiros”, sim são “inginheiros” gerem o parque informático e dizem aos admins (que são normalmente gestores/empresários/economistas) quais são as necessidades, não é uma decisão tomada assim do nada, até porque de certeza que preferiam investir noutras áreas.
        Qual é o facto que é constatado afinal? Que uma empresa pública vai gastar $ na modernização do parque informático?

        Volto a lembrar: conheces as necessidades do parque informático desta empresa? Eu não consigo avaliar isso pelo DL.

        • Marisa Pinto says:

          Em casa uso o que quiser e gasto o que quiser porque estou a utilizar o meu €, compreendes isso?
          Numa empresa pública, em tempos que se dizem ‘difíceis’ onde os jovens têm que emigrar, onde as pessoas ganham misérias, etc etc etc, acho muito contra censo gastar-se esta quantidade de € em equipamentos, sabendo nós que existem outras formas, em caso de ser mesmo uma necessidade num Parque informático, de se minorizarem esses custos.
          Há tantas empresas em Portugal e resto do Mundo a utilizar, qual é a dificuldade das ADP? O pessoal não sabe? Só se for isso.

          • Mário Silva says:

            Marisa, com estes “comentadeiros” e com este tipo de comentários, não tens hipóteses. Baixas ao nível deles e ficas igual a eles… Passa à frente! 🙂

          • Marisa Pinto says:

            Eheh não te preocupes, estamos apenas a trocar pontos de vista :))

          • lmx says:

            boas…

            Subscrevo inteiramente Marisa.

            É mesmo uma falta de respeito para com o povo Português…e deveriam ser apuradas responsabilidades nestas jogadas, e apuradas os motivos pela qual será gasta esta fortuna!

            Aliás deveria ser obrigatório, uma explicação detalhada do motivo pela qual vão ser adquiridos cada tipo de equipamento.

            Temos muita gente neste pais a passar mal, e existem organismos, que ainda por cima são públicos a esbanjarem o pouco dinheiro que temos!

          • navyseal says:

            Resumindo: ideologia foi o motivo da noticia.

            Tu não respondes à pergunta principal, portanto só posso deduzir que não conheces o parque informático da empresa nem quais as suas necessidades, preferes tornar isto numa questão política.

            Será que queres mesmo falar de informática ou de despesa pública?

            -Conheces o número de incidentes diários que o helpdesk dessa empresa recebe?
            -Conheces a média de anos dos equipamentos informáticos que a empresa possui?
            -Sabes se o sindicato dos trabalhadores em causa é favorável à adoção de “alternativas”? Sim tens que ter isto em conta!
            -Sabes que tipo de aplicativos são usados na empresa? E para os que não há alternativa o que sugeres que se faça?

            Estás a fugir à noticia e foges a 7 pés à critica que faço sobre a formatação Microsoft way dos “inginheiros” formados em Portugal. A mudança começa na educação, porque não criticas o ensino superior em alternativa? Cheio de pudor em fechar cursos que não empregam ninguém e grande parte só forma desempregados. Com ensino de forma geral orientado para fins académicos e extremamente distante do mundo real e do trabalho.

          • Marisa Pinto says:

            Não tornes esta conversa em retórica porque isso é o que fazem os políticos.
            Acredita no que quiseres és livre para isso, apenas não és livre para assumir aquilo em que acredito, portanto, vou deixar o teu comentário por simpatia à tua pessoa, mesmo que ele nada tenha a ver com o post.
            A empresa está ou não disposta a gastar aquele montante? Responde tu a isto e depois logo se vê quem quer, pegando em comparações bizarras, alterar o teor da noticia.
            Eu, que trabalho com crianças, também podia pegar na questão dos apoios a crianças com Necessidades especiais de educação que ficaram O ANO INTEIRO sem apoio, enquanto que uma EP gasta isto em pcs. Não o faço porque acho que são comparações diferentes.

            Cumps

        • Ricardo says:

          Peço desculpas pela intromissão na V/ discussão, mas não poderei deixar de defender a Marisa.
          O que está em causa é a falta de clareza. Obviamente que a informação existe, temos é que perder tempo para a obter, ou seja, essa informação que deveria ser disponibilizada de uma forma simples e a todos está condicionada. É óbvio que são poucos os que irão perder tempo a pedi-la. Isto agrada a quem? Não será certamente ao contribuinte! Não se pode dizer tudo de uma vez…
          O governo quer saber todos os pormenores das nossas vidas. Tudo está a ficar documentado. Terei eu o direito de pedir para me esclarecerem, pormenorizadamente sobre o que fazem com o meu dinheiro? Basta colocarem num site em PDF, para mim chega!
          Por outro lado, no momento em que nos é pedido muita contenção e pelo que parece, o povo tem apertado compulsivamente o cinto, é normal questionarmos a real necessidade de um investimento desta envergadura, colocando-se as seguintes questões: poderia ser faseada? Poderia ser adiada? As quantidades, poderiam ser reduzidas? Existem outras alternativas?Numa empresa privada estas opções são consideradas, numa empresa publica, será que as consideram…da mesma forma?
          Nós sabemos que é muito fácil comprar..com o dinheiro dos outros, e o povo português está habituado a ver despesismos absolutamente ridiculos( aos nossos olhos, claro está!).
          Infelizmente, ainda não acredito que os gestores públicos tenham tido a tal preocupação de contenção( basta verificarmos a evolução, em tempos de austeridade, da despesa publica).
          Acredito que este investimento poderia ser atenuado, com benefícios para todos, afinal de contas, existem muitos que precisam de um novo cobertor, contudo, ainda não chegou o momento para o fazerem porque antes de mais, o pouco que têm, é para comerem!
          Eu penso que seria este o ponto de vista da Marisa e entendo-a perfeitamente.

          • Marisa Pinto says:

            Exacto..
            Acho que só os beneficiaria a eles, ao nível de imagem, serem claros com quem, na realidade, lhes dá o dinheiro a ganhar.
            Se têm a ganhar com isso? Boa! Achoq eu é bom, mas por norma sabemos como estas coisas funcionam e, na verdade, a imagem do estado está muito longe de ser modelo para alguém. Penso que a atitude de clarificarem apenas ia contrariar essa mesma imagem menos benéfica.

  16. mythic says:

    não a duvida que quase todo mundo usa microsoft , mas por ter sido o 1º SO, e por estar em todo lado , mas vejam por exemplo antes formatavas o pc com o xp ou mesmo o vista e tinhas que instalar drivers para tudo, quando eu queria aceder a um disco que teima-va em não arrancar ou tive-se o SO danificado usa-va o ubuntu , era so rodar pelo cd, e tinha som,video,wireless tudo!!!!! não percisava de instalar nada e na microsoft …era ca uma trabalheira andar a pesca de drivers no lago google.
    resumo:tem coisas gratis exelentes, melhor que coisas pagas .

  17. Mário Silva says:

    Os ROUBOS efectuados aos idosos pensionistas e reformados de baixos recursos, aos trabalhadores de SMN e ao Povo em geral, assim como o aumento colossal de impostos, taxas, sobretaxas e afins, chegam para pagar estes luxos de quem não sabe o que é ter de racionar a comida para que o dinheiro chegue para pagar a renda da casa, a água, a electricidade, o gás (serão estes bens considerados de luxo e gastos acima das nossas possibilidades?)!

    • Mário Silva says:

      … ah…!!! e esqueci-me de mencionar o mais importante: a FARMÁCIA! Há quem deixe de comprar os medicamentos que precisa para atenuar os seus males (porque não curam), porque o dinheiro não lhes chega. Tenho um amigo que nunca pagou IRS desde que se reformou com uma pensão de 600 euros (uma fortuna, porr@!), a esposa tem o mesmo valor da pensão dela e o ano passado teve de pagar mais de 500 euros de IRS. Este ano, terá de pagar mais de 700 euros e as pensões não foram aumentadas! Que chamam a esta m3rd@? Recuperação económica? Ou será para pagar os roubos que os políticos corruptos andam a fazer há 40 anos? Todos eles, SEM EXCEPÇÃO!

  18. navyseal says:

    @Marisa Pinto
    Conversa retórica? Então eu coloquei questões mais que sérias e diretas e sou eu que uso a retórica?
    Tu não conheces a realidade da empresa ponto, não há nada a discutir sobre as Águas de Portugal, só haverá quando conhecerem-se os factos e se for para se falar dos mesmos.
    Sim é $ público, cada instituição do Estado recebe um orçamento e gasta de acordo com o que recebe, noutros casos recebe autorizações especiais para ir além desse valor.
    O único facto que tens de aceitar: quem tomou a decisão de compra foi o(s) administrador(s) da empresa, com base da avaliação dada pelo “inginheiro” que gere o parque informático.

    Como contribuinte ativo, não me perturba nada a ideia das Águas gastarem $ na modernização do parque informático. Se poderia poupar recorrendo a software gratuito? Sim, mas estarão os trabalhadores, especialistas e sindicatos recetivos a isso?

    • Marisa Pinto says:

      Mas atenção que o que falas tem toda a lógica, da preparação face a trabalhar com outros sistemas. Essa sim não é uma questão directamente relacionada com a empresa, mas bem que pode sê-lo indirectamente. Há formações, há várias formas de se aprender e, com as ofertas e informação que temos à disposição gratuitamente, só não aprende quem realmente não quer.

      Quando à questão de serem os ensinos superiores o grande obstáculo, bem aí depende de caso para caso, de instituição e de docente. Há uns anos, enquanto colaboradora no Pplware, fui dar uma palestra a uma escola de S. Miguel, Açores. Os alunos tinham uma tenda enorme com criações deles, programas, robots, etc, acerca de computadores e, grande parte, sobre Linux! Sabiam bem sobre o tema.

  19. navyseal says:

    Os trabalhadores e elementos que integram a empresa são sempre uma questão relacionada com a mesma! Estamos a falar de um sector que é público e que tem normalmente sindicatos associados com algum poder e podem a qualquer altura fazer greve ou protestar por causa de qualquer alteração que afete a rotina. Sim é possível formar pessoas, mas isso tem um custo que vai englobar: tempo e produtividade. Eu sou totalmente a favor da migração para alternativas, mas não perfazemos o todo, é necessário saber se quem as vai usar está disponível a tal ou se é algo que lhes vai ser impingido quer gostem ou não. Tu até podes estar no poder e dizer “meus caros, a partir de amanhã, Linux FTW” e depois não tens ninguém que garanta o suporte pois os “inginheiros” e técnicos que integram os quadros não sabem ou não estão preparados. Forma-los novamente leva tempo e custa bastante $, o local onde tiraram o curso é que deveria prepara-los para essa realidade, não são as empresas. E o pior é que como não é uma área que seja muito divulgada ou tenha ofertas formativas em abundância, torna ainda mais caras as formações.

    No universo de estudantes de ensino superior ligados às tecnologias qual a % que se sente à vontade para desenvolver e dar suporte em Linux? Sabendo isto compara à % dos que são formatados para o Microsoft mindset e rapidamente concluirás que o ensino terá que mudar drasticamente sob pena de penalizar-se as empresas.
    As pessoas nos dias de hoje passam imensos anos na escola, têm que aprender alguma coisa que seja útil às empresas, não podemos continuamente ter a mentalidade “a empresa é que tem que dar formação”, a empresa só tem que dar formação em coisas muito especificas, não pode substituir o ensino ou a educação.

    Coloca-te no lugar de um Administrador de uma empresa pública ou privada, partindo do principio que o teu trabalho é exclusivamente burocrático, de reuniões e acordos, além de tentares gerir o orçamento, o responsável de IT alerta-te desde há meses que é preciso substituir o parque informático com urgência, tu pedes um orçamento e ele diz-te que aquilo é o mais barato que se arranja. Vais fazer o quê? Aprovas ou não, supostamente irás confiar nas competências dele pois não percebes nada da área. É aqui que está o cerne da questão, daí que eu chamo atenção para a responsabilidade dos “inginheiros” pois são eles os grandes responsáveis pela permanência do Microsoft mindset (e antes de serem engenheiros alguém os formou e formatou dessa forma, há que colocar o dedo na ferida que é o ensino superior).

  20. AnjoNegro says:

    Alguem vai lucrar com esta venda dos equipamentos… Claro sempre somos nós que pagamos para estas empresas publicas ligadas ao estado… Se o estado fosse inteligente fazia como o estado Brasileiro Colocavam opensource já não tinham gastos, eis a questão para o Ministro da Educação e Ciêcia refletir, não é só andar a fechar escolas enfim….

    • luis antunes says:

      a noticia não fala no software. é possível que o caderno de encargos o refira mas a jornalista não foi ler o dito. é verdade que se pode usar software gratuito, open source, livre, etc. mas primeiro há que estudar o caso. munique levou anos a implementar uma solução desse género. funciona e custa menos, a longo prazo, mas é preciso fazer a coisa como deve ser, bem planeada. não é de um dia para o outro.

      • Marisa Pinto says:

        Ainda estou à espera que mo coles no comentário… :/

        Já agora, não sou jornalista. Sou psicóloga e a continuares com essa atitude, não vou poder continuar a aprovar os teus comentários.

        • luis antunes says:

          qual atitude? ok, não és jornalista de formação mas estás a trabalhar como jornalista neste blog, logo deves fazer o teu trabalho, investigar, ler os documentos, falar com as pessoas, etc. ir para o terreno. pelo menos se queres dar as noticias como deve ser. eu não sou médico, por isso não vou fazer operações ao coração…

  21. Pedro says:

    É triste… é triste ver que existem pessoas, que na actual situação económica do pais, ainda consigam defender cegamente este tipo de investimento…

    Não estamos em crise?! Não nos cortam no ordenado todos os meses? Não cortam subsídios? Não aumentam as taxas moderadoras nos Hospitais?! Então e um investimento informático de milhões numa companhia de aguas, não deveria ser contido?! Tablets? Portáteis? Oh meus caros… acho que todos sabemos onde algum desse material vai parar, ou somos todos ingénuos?! Quer-me parecer que alguns destes fidalgos que aqui comentam, são trabalhadores desta rica empresa que só dá prejuízo ao estado Português e que quando tem lucros é para os seus gestores…

    É triste… realmente triste… Vejo um tal de Nunes a falar de outros documentos, de lucros, então apresente factos para vermos essa informação, é como eu digo, parece-me demasiado bem informado sobre o assunto… não será um dos que come no mesmo tacho?

    • AC says:

      Como mencionou antes o “tal de Nunes”, a empresa AdP apresentou resultados positivos de 104M€ em 2013:
      http://www.adp.pt/content/index.php?action=detailfo&rec=3044&t=Dados-chave

      Portanto reinvestir 1% desse valor na modernização do parque informático é bom para a empresa (investe-se quando há lucro, não quando há prejuizos) e também para os seus fornecedores (que também têm trabalhadores para alimentar).
      E como eu já disse anteriormente, o valor base do concurso pode não ter nada a ver com o valor final adjudicado (provavelmente descerá para 3/4 ou menos). Só se podem tirar conclusões quando o contrato for executado e aparecer no sítio correcto, que não é o DRE mas sim o Base:
      http://www.base.gov.pt

      Se consultarem esta plataforma, verão que existem contratos de valor bem superior na área da informática, inclusivé apenas para licenciamentos. Volto a repetir: 1M€ numa empresa desta dimensão é uma gota de água.

      Quanto ao OpenSource, é muito bonito mas não funciona. Ponto final. E não é gratuito.

    • Nunes says:

      @ Pedro
      eu já por diversas vezes tentei argumentar mostrando onde encontrar a informação que dou, mas os comentários são sempre cortados. Eu não estou a defender o investimento, estou isso sim a lamentar a má informação

    • luis antunes says:

      o que é triste é que haja gente como tu que não sabe do que está a falar e vem para aqui mandar postas de pescada.
      se a empresa tem o parque informático envelhecido, é normal que o renove e que o faça em massa, para ter preços mais baixos. os portáteis e os tablets fazem todo o sentido porque as pessoas mexem-se. é preciso contar a água. ou achas que ainda é tudo feito a caneta e papel? esta mentalidade portuguesa, profundamente ignorante, é que assusta e é triste. vai ler o caderno de encargos (que é publico e que a marisa preferiu não mostrar) para perceber o que está em causa.

  22. EXP001 says:

    Preocupem-se mas é com a provatização da Agua.

    http://apodrecetuga.blogspot.pt/2013/02/agua-publica-ou-privada-agua-serve-para.html#.U7gdBLHfrDc

    Em Barcelos e Marco de Canaveses ja começaram a ganir. Para alem de terem levado com um aumento de 30% ainda os querem proibir de usar a agua dos poços e furos. Se oo consumo por habitante +/- 118 litros siarios for inferior o municipio tem de pagar o que nao foi consumido.

    https://www.youtube.com/watch?v=bc8okGS68Qw

    • mythic says:

      em paços de ferreira e santo tirso foi o mesmo, mas paços de ferreira foi pior , prometeram ajuda e que pagavao a instalação da via publica a casa e mentiram , depois das pessoas aceitarem e assinarem acordo apresentaram-lhe as contas de centenas de euros. a minha prima por 50m de tubo da rua a casa dela apresentaram…700€ …..ora o tubo preto de 1″ ,comprado numa loja custava uns 25€ , o contador e o burado feito numa estrada de terra custaram 650€????????

      • EXP001 says:

        E isso que tem de ser denunciado aos 7 ventos.
        Sou de Lisboa e so soube dos 2 caasos que mencionei pois li no link que deixei. agora com o teu comentario começo a suspeitar que acontece em muitos mais sitios so que é tudo bem abafado.
        Em vez de andarem aqui a discutir brincadeiras deveriam dedicar-se a este tema bem mais grave.
        Mas como podes constatar foste o unico que se interessou.

        • mythic says:

          EXP001 foi bom negocio, a camara deu concesão de 25 anos a empresa de aguas , em troca a empresa iria dar 1 lugar na administração a alguem da camara quando acaba-se o mandato….negocio limpinho limpinho ..como os esgotos

    • luis antunes says:

      concordo contigo, amigo. o problema é que para se falar nisso é preciso investigar, fazer jornalismo. e como a coisa não aparece no feed do DRE nem na lusa…
      mas sim, pelo q li á uns tempos, há mais sítios a sofrer do mesmo problema. acho que devia haver mobilização, todos os dias, até a noticia chegar aos telejornais. apesar de termos a internet, se a noticia não aparece ás 8 da noite, é quase como se n existisse.

  23. mythic says:

    caixa com fonte 500w OEM -30€
    disco 500g sata———–44€
    drive gravador dvd sata- 16€
    memoria ddr3 2gb ———23€
    MSI H81M-P33 sk 1150——45€
    Dual Core G3420 3.2 GHz—55€
    leitor c.memoria c/2 USB—6€
    ecra lg led 18.5″———80€
    total 299€

    este pc basico com a tecnologia recente sai a 300€ na loja aonde vou , se usarmos software livre poupa-se 100€ do windows 8 e isto para o uso diario (facturamento ,stocks )numa empresa normal serve prefeitamente. agora o numa compra de milhares o preço caia para metade e poupava-se bastante

    • luis antunes says:

      sim, ma quem é q vai dar assistência a milhares de maquinas montadas em casa com material mandado vir de uma loja online? para isso o estado tinha q ter um departamento só para a compra, montagem, assistência, etc. não digo que isso não seja possível. se calhar até é uma hipótese viável. mas é algo que tem que ser feito em grande escala e bem feito, o que não é fácil.
      além disso, nem todo o software de facturação corre em linux. e não é o único software a ser usado em empresas.

    • luis antunes says:

      isto n é tecnologia “recente”. é um pc com 7 anos, no mínimo. acha q 2GB de ram é suficiente para as necessidades actuais? e uma fonte de alimentação barata vai aguentar 10 anos sem dar problemas? é a parte mais importante do pc, sem ela o resto n funciona. tem q ser bem dimensionada e de qualidade.
      um ecrã desses é uma porcaria. n se esqueça q n é só o tamanho físico q conta mas sim a resolução, qualidade de imagem e conforto para quem vai estar a olhar para ele 8 horas por dia. e tem que durar 10 anos sem dar problemas.

      • mythic says:

        luis antunes, a loja e fisica,tem os proprios tecnicos formados e faz assistencia ao que vende.esta tecnologia tem 7 anos???? não deves saber o que dizes.se o socket 1150 1ªgeração foi lançado em April 2012 , esta board e deste ano e vem com a 4ª Geração de cpus Intel.actualmente existe a 1155 mas ninguem sabe se vai vingar ou desaparecer rapido como a 1156 e a 2011.2 gigas chega.posso provar-te quando quizeres.ja vi fontes OEM a durar mais que de marca.,ja vi fontes de marca a estourar e levar muita coisa atras , tenho 1 OEM no meu pc antigo e ja tem uns 10 anos, e ainda nao lixou nada.quanto a resolução de imagem…bem não te estou a ver a fazer stocks, word ,exel em full HD ….a serio luis , nao lestes bem quando falei de um pc de gama baixa,barato,para tarefas basicas .ja agora eu uso diariamente programas de edição de imagem (e já fiz edição de video )e só tenho 2gb de memoria por minha opção e por nunca ter percisado de mais

  24. Cris says:

    Para as pessoas que suportam a adopção de OS GNU+Linux: eu também preferia que se usasse um OS sem backdoors (apesar de que, o systemd é uma liabilidade em termos de segurança, um desaste prestes a acontecer), mas não se podem esquecer dos encargos associados ao treino de pessoas que não se dão bem por tecnologia (triste, mas é verdade) e o treino de profissionais para os manter E/OU a compra de uma licença Red Hat (por exemplo), para prestar serviços de apoio também.

    Teria os seus benefícios, mas seria um investimento de médio-longo prazo.

    • luis antunes says:

      liabilidade? um risco, amigo. “liability” não se traduz assim. 😀
      mas sim, concordo. aquele pessoal q diz “ah, é só comprar um pc barato ali na loja do zé e espetar linux e pronto” n percebe que estamos a falar de milhares de maquinas, milhares de pessoas, necessidades reais, etc. como disse anteriormente, Munique é um caso de sucesso e que tem que ser bem estudado. demorou vários anos, com muito planeamento.

  25. luislelis says:

    Nao entendo este titulo. Parece estar errado e a necessitar de ser corrigido.
    Se nao estou em erro. Isto e uma empresa privada com capital Publico e nao o contrario.” direito comercial privado com acionistas públicos”
    No conteúdo tb me parecem haver lacunas na informacao que induzem o leitor numa nao verdade.
    A empresa da lucro e nao prejuizo. (independentemente da moralidade do lucro q nao vem ao caso)
    Um investimento de 1 Milhao, seguramente q foi estudado por peritos, parece feijoes.
    No texto diz q empresa , tendo capitais publicos, nao deveria investir em tempo de crise.
    Isso esta economicamente errado e contraria a base da recuperacao economica.
    A economia depende da producao e do consumo.
    Ao comprar equipamento necessario estara a prever um lucro nesse investimento. Esse deve ser o abjectivo de qualquer empresa (ler empresa aguas de portuga e nao ministerio aguas de portugal).
    Qualquer duvida/critica, em relacao a desonestidade da gestao desta mesma empresa, deve ser enviada as autoridades competentes e nao escritas de mao leve e sem o minimo de fundamento.
    Nao se justifica, hoje em dia, dizer q ” nao sabia”. A informacao, quando a queremos, vamos procura-la (principalmente a este nivel).
    Tendo em varias ocasioes visto correcoes a varios textos do PPLware.
    Parece-me de bem este texto merecer alguma atencao nas inverdades passadas a este publico que vcs tanto apreciam e presenteiam normalmente com um bom trabalho.
    Nao tenho religisao, nao alinho em partido, nao sou de moda mas acredito na justica do homem e acredito q devo dizer algo quando essa justica e posta em causa.
    Alonguei-me mais do q deveria.
    O problema da crise nao esta em nao gastar, mas sim em gastar com honestidade.
    As crises teem uma muito forte componente psicológica, q deve ser combatida.(a PPLware tem essa obrigacao (estaria a exagerar se disse-se dever?).
    Queira a PPLware aceitar e minha critica e que seja absorvida na optica constructiva.
    Aquele abraco

    • Marisa Pinto says:

      Não entendes o título? A que nível?

      Que lacunas? A moralidade do lucro não vem ao caso? Essa é boa!
      Acredito que o ‘investimento’ tenha sido estudado, resta saber o que têm os consumidores a ganhar com isso, como sempre vamos talvez ver que nada. Vamos esperar então para ver.
      “No texto diz q empresa , tendo capitais publicos, nao deveria investir em tempo de crise.”
      Importas-te de copiar a frase onde disse isso?
      “Qualquer duvida/critica, em relacao a desonestidade da gestao desta mesma empresa, deve ser enviada as autoridades competentes e nao escritas de mao leve e sem o minimo de fundamento.”
      Claro, o fundamento é apenas o documento do Diário da República.. que raio de fundamento esse, sem qualquer validade, concordo contigo! …
      O problema da crise nao esta em nao gastar, mas sim em gastar com honestidade.
      Certo… e neste caso a honestidade passa por não se clarificar os contribuintes, pelo menos no sentido de um documento mais explicito destes gastos.

      Outro abraço,

      • luislelis says:

        Ola Marisa,
        Que moralidade, pessoal ou colectiva? Nos negocios nao ha moral. Segue se a lei.
        Ninguem paga com moral.
        “copiar a frase” q frase? “Em tempos de crise, poupar é a palavra chave… ou deveria ser. ” estavas a referir-te a ADP ou esta fora de contexto?
        “Claro, o fundamento é apenas..”
        Tem de fundamentar? O q e pq? Uma empresa privada? Ja nao teve de o fazer com os accionistas? Orcamento do ano etc.(agora se o estado nao fiscaliza … isso seria uma histoia q merecia uma outro palco, do votar em quem etc…)
        O consumidaor nao tem nada a haver com a ADP as camaras sim.
        Aquele abraco

        • Marisa Pinto says:

          Olá Luís
          Nos negócios não há moral… depende, se fores uma pessoa sem moral claramente que não há. A lei não está acima dos valores morais e éticos, mas hey.. isso sou eu que penso de uma forma justa. Mas ao que parece é a corrupção que ganha, por isso…
          “Copiar a frase que frase?” Acho que estou a falar com um adulto, certo? Portanto, como podes ver, a frase que copiaste não é igual à frase que assumiste estar no post.

          Outro abraço, mas com moral. 🙂

  26. CMatomic says:

    O problema não è os serviços públicos, o problema è quem gere os serviços públicos , mas pronto como alguns têm a barriga cheia , logo lançam o preconceito aos serviços públicos , pois os serviços públicos garantem que todos os cidadãos tenham acesso a um direito , sem ter que pagar mais para os ter .
    Mas em Portugal tudo se faz subitilmente para acabar com os serviços públicos .
    Mas grandes tempos se avizinham para aqueles que zelam o fim dos serviços públicos , em favorecimento dos seus intresses econômicos permitindo assim melhorar a sua existência neste tempo , mas deixando de lado a responsabilidade do interesse geral .

  27. Blasterjack says:

    Acho que se esqueceram de qualquer coisa ao definir o background em css xD

  28. Rui says:

    Bem…uma coisa que aprendi com este post e com todos os comentários é que não vale a pena discutir com a Marisa..eheh…Mulheres….;)

  29. ABC says:

    Porque não investir numa solução de VDI, re-aproveitando parte dos equipamentos que já existem? Atirando um número para o ar, diria que 30% desse valor era suficiente. Além disso com esta solução a longevidade dos equipamentos terminais é quase ilimitada …. ao contrário dos PC’s que vão adquirir ….

  30. Nélio Silva says:

    Com um orçamento de um milhão de euros daria para criar um solução informática baseada em retome desktop,com um sistema de alta disponibilidade com acesso em todo o lado, e totalmente integrado(que é aquilo que falta no sector publico, integração entre entidades, aplicações, processos …), podendo manter os terminais ou até comprar novos(já que é para gastar há grande) de 300€ já que era só para acesso…

    ainda devia sobrar dinheiro para substituir os caros podres com que os funcionários trabalham… e pa uma boa jantarada

  31. Sergio J says:

    Para o numero de empresas empresas que está envolvido o valor não me choca nada. Conheço várias empresas do grupo e os numeros parecem-me normais. Eu acho que antes de falarem deviam levar em consideração a escala.

    Eu acho que muitos acham que nas empresas os computadores é só para office.
    Mas, em muitas das empresas da AdP vejo a utilização dos pcs como terminal servers.

  32. Ivo Casimiro says:

    E depois quando um estudante pede bolsa de estudo não há dinheiro

  33. Asor says:

    Parabens Marisa pela luta que deste a estes “iluminados”. As mulheres são mais sensatas no que respeita a gastos de dinheiros. Os consumidores não vão beneficiar em nada com este tipo de investimentos nem tão pouco os trabalhadores da empresa, logo os senhores gestores deviam ser mais cautelosos nos gastos, especialmente no parque informático, porque dizer que é um investimento para 10 anos é errado, não existe computadores ou suporte informático que dure tantos anos.
    Nem devíamos estar a discutir isto, mas sim a quem pertence a gestão da água, visto esta ser um bem publico a que todos devemos ter o direito de acesso gratuito.

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