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Eleições: Quando for votar já não precisa de saber o número de eleitor


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. TIM says:

    se há coisa que o governo de esquerda fez bem, foi o simplex.
    agora acabem com os documentos do carro (basta a matricula) e a carta de condução (basta o CC, a policia depois que veja no sistema deles as cartas que temos).

    • Jorge says:

      Os governos não fazem nada de bem.
      Os “governos” de esquerda, centro e direita simplesmente “governam-se”.
      Tudo o que fazem é empurrado por lobbies e com o sentido final de lhes facilitarem a “recolha” de impostos e coimas.

    • Sujeito says:

      Em teoria é muito bonito.
      Depois na prática, a lógica simplex introduz-te apenas uma fatura, com ou sem contribuinte, passado uns meses introduz mais tipos de faturas, passado uns meses mais outras tantas e ainda se lembram de criar algumas com o mesmo nome, mas para propósitos diferentes.

      E nos carros, podes retirar o destacável do carro, mas tens de andar com o papel completo, de onde o destacável origina e que originalmente serviria para provar que tens o documento original, mas que tinha de estar à mesma presente no carro. E para finalizar, o polícia implica contigo porque o sistema não serve para verificarem os dados do teu veículo, somente se eles quiserem.

      Muito boas medidas sem dúvida. Simplex.

      • ElectroescadaS says:

        Nesse ponto dos nosso veículos, a remoção do “selo” para depois andarmos com uma carrada de folhas A4 para comprovar o IUC que foi por nós pago não é a meu ver uma boa escolha ainda para mais que andamos todos com a “mania” que temos de poupar papel e o ambiente…

        Ainda me lembro de irmos a papelarias “certificadas”, preencher o documento correcto (que era muito mais pequeno que uma folha A4), pagar e depois era só colocar o selo (ou dístico) nas nossas viaturas tal como acontece com o selo do seguro e das inspecções periódicas…

    • rand says:

      Isso da carta de condução seria muito bonito em Portugal mas no estrangeiro como é que eles acediam à tua informação? Aliás até mesmo em Portugal isso daria problemas visto que quando fui buscar o carro de cortesia do seguro para um dos meus pais me pediram para ver a minha carta de condução.

  2. Pedro R. says:

    Tem piada instalarem o voto eletronico agora que no Brasil querem acabar com ele verificadas as imensas fraudes ocorridas nas eleiçoes. (Desculpem nao estarem a sair os acentos mas nao percebo porque! Experimentei no Word e funciona normalmente. So pode ser um problema nesta caixa de comentarios.)

    • ElectroescadaS says:

      Nunca percebi como é que um sistema digital e seguro é dado a fraudes. Só nesse país mesmo de trafulhas… :mrgreen:

      • Douglas Ferreira says:

        O sistema da urna brasileira é off-line, o que já garante grande segurança.

        Além disso, uns dois dias antes da eleição algumas urnas são escolhidas, por sorteio, para serem auditadas. Isso garante que não haja votos registrados e que o sistema está íntegro.

        Após a eleição, é gerado um arquivo criptografado que é enviado em mídia física para os servidores.

        Também é feita auditoria nas urnas após a eleição.

        Essa história de frauda é balela. Se houvesse fraude, não haveria a troca de governo na última eleição. Os apoiadores do atual presidente gritavam que havia fraude nas urnas mesmo sendo vencedor o seu próprio candidato… vai entender!?

        • Pedro R. says:

          Também achei estranho mas, durante as eleições recebi um vídeo pelo WhatsApp em que a pessoa votava (no Bolsonaro) e a urna não permitia o voto, atribuíndo-o ao PT. Seria fake, então.

          • ElectroescadaS says:

            Já que não te posso responder ao que escreveste em baixo responde-me porque e´que eu tenho “telhados de vidro”? Por acaso conheces-me de algum lado para afirmares tamanho disparate?

          • Douglas Ferreira says:

            Na última eleição foram escolhidos dois novos senadores. Acontece que após o voto para o primeiro senador viria o voto para o segundo senador, e só depois o voto para presidente.

            Muita gente, a grande maioria pessoas menos preparadas, tentaram digitar 17 (número da legenda de Bolsonaro) na tela referente ao segundo senador. E, como na grande maioria dos estados não havia candidato do PSL ao senado, o voto no segundo senador era anulado. O problema é que essa gente que falava que o nome de Bolsonaro não estava na urna achavam que estavam digitando o número para presidente quando o aquele momento era para votar em senador.

            A grande maioria nem sabe quantos senadores tem cada estado. Se o voto fosse no papel também anulariam o voto, pois são analfabetos funcionais.

          • Pedro R. says:

            Douglas Ferreira: Fui procurar essa mensagem no WhatsApp (demorou, já é de 7 de outubro!). Pessoas que tentavam digitar o 17 do Bolsonaro e, mal colocavam o 1, surgia o 13 do Haddad.

          • Pedro R. says:

            Douglas Ferreira: Surgiu-me agora outra questão. Muitas pessoas a quem aconteceu esse problema do 17 apresentaram queixa na polícia, com ou sem razão. Acontece que, ao fazerem esse auto de ocorrência ou notícia de irregularidade, as pessoas tiveram que se identificar e dizer em quem pretendiam votar. Em resultado disso, perderam o secretismo do voto que é, como sabemos, essencial à liberdade de voto, logo à democracia. Além disso, durante a eleição houve centenas de urnas substituídas por apresentarem avarias. Francamente, acho que há coisas que não devem ser mudadas. Nas nossas eleições, com os velhos e tradicionais boletins de voto, não há suspeitas de fraudes (mau era!), por isso, não vejo necessidade de se mudar o que está bem.

          • Douglas Ferreira says:

            Bem, Pedro R., acho o processo da urna muito mais seguro do que votos em cédulas.

            Basta ver a eleição para presidente do Senado: são 81 senadores, mas na contagem dos votos encontraram 82 cédulas!

      • Pedro R. says:

        Não deves viver em Portugal. Ou andas distraído.

        • ElectroescadaS says:

          Essa resposta quer dizer o quê exactamente?

          • Pedro R. says:

            Que não é aconselhável a tirarmos pedras ao vizinho quando temos telhados de vidro.

          • Pedro R. says:

            Atirarmos, digo.

          • Pedro R. says:

            Evidentemente que, usando a primeira pessoa do plural (atirarmos, temos), estava a referir-me a nós todos portugueses e não ao ElectroescadaS, que não conheço. Os telhados de vidro a que me refiro são os do nosso maltratado Portugal. Todos os dias, ou, pelo menos, semanas, vemos notícias de fraudes e corrupção.

  3. Rodrigo says:

    Nas últimas eleições já votei sem o número de eleitos, bastando para isso mostrar somente o CC.

    • Douglas Ferreira says:

      No Brasil, desde que me lembro, não é preciso levar o “título de eleitor”. Basta um documento de identificação oficial válido, como a Carteira Nacional de Habilitação.

      A única questão é que é preciso saber o seu local de votação. Mas quase sempre as seções ficam nos mesmos lugares da eleição anterior.

  4. João M. says:

    Além de eletrónico, sou a favor do voto obrigatório. Se há algo que dá votos a que quem nos (Des)governa ganhe é a malta ficar em casa a aqueixar-se.
    A desculpa de não votar é sempre a mesma: “são sempre os mesmos ” ou os políticos são isto e aquilo.. mas vejam só o exemplo do Brexit.. fez-se um referendo, a maltamais velha foi votar (Enganada) e os mais novos ficaram em casa a queixarem-se no facebook e, depois de uma boa abstenção, o referendo ganha com 51% dos votos. Agora andam a rezar aos deuses para que a situação se resolva. É isto que dá ficar em casa e queixar no facebook e nos cafés. Se forem ver aqui (https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_partidos_pol%C3%ADticos_em_Portugal) o que não faltam são partidos. Juntem-se a um com que se identifiquem e façam a diferença 🙂 Agora, não façam como os outros, que se queixam cá fora de que tudo vai mal mas depois fazem o mesmo e/ou aprovam tudo 😀

    • Douglas Ferreira says:

      No Brasil, somos obrigados a comparecer. E se não quisermos votar em ninguém podemos anular o voto.

      Os que têm mais de 65 anos não são obrigados a comparecer, além de outros grupos com problemas mentais/físicos etc. Mas mesmo não há restrições caso queiram votar.

      Eu, particularmente, não concordo com voto de analfabetos.

      • Pedro R. says:

        Durante a 1.ª República os analfabetos não podiam votar. O resultado era apenas uma pequena minoria ter direito a voto já que o índice de analfabetismo era elevadíssimo. Por que razão pessoas que, por qualquer motivo (por exemplo, más condições sócio-económicas), não puderam fazer a escolaridade obrigatória seriam amputadas de um direito fundamental? Seriam triplamente penalizadas nos seus direitos: Impedidas de aceder à riqueza, consequentemente, impedidadas de frequentar a escola, consequentemente, impedidas de votar em alguém que lhes pudesse dar uma oportunidade de mudar o rumo das suas vidas. E analfabeto não é o mesmo que desinformado ou falho de capacidades.

    • Pedro R. says:

      Verdade!

    • Joao Ptt says:

      Voto obrigatório, tudo bem, desde que pudesse ser feito de qualquer lugar (utilizando um dispositivo seguro, de especificações abertas, verificável por qualquer um especializado na área que o queira fazer & testado para isso), durante por exemplo 3 dias, com a opção de escolher “Nenhuma das opções me agrada.” e tal opção se for a vencedora obrigar a adiar a eleição/ escolha para promover debates e mudanças, durante tanto tempo quanto for necessário, para ser possível deixar expresso o descontentamento e ser realmente democrático, não basta ter opções, é preciso ter a opção de dizer que nenhuma delas é boa (nem lá perto) para que se existir demasiada gente descontente obrigue os políticos a mudarem e se ajustarem às necessidades de quem os elege.

    • MiguelC says:

      João M, olha o que aconteceu à america e principalmente à inglaterra por votarem sem estarem a par das consequências do seu voto!
      Antes de poderem sequer pensar em voto obrigatório, têm de arranjar uma melhor forma de informar as pessoas no que estão a votar.

      • Pedro R. says:

        Os programas eleitorais dos candidatos e partidos encontram-se na internet. Só não os lê quem não quer. Parece-me mais importante criar leis que obriguem os políticos a cumprir o que prometem.

      • João M. says:

        MiguelC, há um grupo, não tão grande, de pessoas que realmente têm dificuldade no acesso a informação (camada mais idosa por exemplo, analfabetos, etc..) mas, no geral, a malta só não está informada se não quiser. Quem se rege apenas pelo que ouve de uma fonte de TV, ou de apenas 1-2 comentadores politicos e gosta de ouvir os lideres partidários a “gritar” palavras de ordem “populares”, claro que nunca estará 100% informado. Agora, se sairem da zona de conforto e forem ler, informar-se, Ouvir as opiniões de parte a parte e até ir procurar documentos/estudos oficiais, aí sim terá uma opinião mais informada.. Claro que isto dá trabalho e ninguém o faz. A cada orçamento de estado eu dou-me ao trabalho de o ler (apesar de não perceber metade por não ser de economia) mas pelo menos sei o que está realmente escrito e depois é só ouvir o que os outros dizem e “pensar”. Como por exemplo… A malta de esquerda (PS nomeadamente) diz que andou a investir milhões na saude, educação, e transportes mas depois, se fores ler o resto, cativou mais de metade e o dinheiro nunca saiu. Agora, quem apenas ouve as coisas vai dizer “O PS investiu muito dinheiro, mais do que os outros!!” e vai estar a dizer asneiras porque não está correto.

        O Poligrafo veio ajudar a isto, a rematar algumas “meias verdades” que até já obrigaram partidos a retirar posts do facebook 😀 O que o Poligrafo faz, por exemplo, é o que nós deviamos fazer. Mas dá trabalho.

  5. Carlos1 says:

    Finalmente, já não era sem tempo, o simplex e o futuro, aplaudo a medida.

  6. MiguelC says:

    Afinal o que mudou?
    Nas últimas eleições eu fui ao telemóvel ver onde era a minha sala para votar e apenas levei o cartão de cidadão.
    A não ser que eu tenha lido mal, parece-me que esta noticia está com 4 anos de atraso.

  7. ElectroescadaS says:

    Se calhar eu penso errado mas num mundo perfeito e simplista não seria mais fácil e cómodo votarmos electronicamente tal como fazemos nas nossas casas quando acedemos a serviços estatais? Se até para renovar a minha carta de condução o fiz em casa em frente ao computador?

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