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Cristiano Ronaldo bloqueia Wi-Fi e 5G para dormir melhor. Funciona ou é mito?

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. daniel says:

    Na ciencia nao existe evidencias porque se baseia muitas das vezes em estudos pagos pelas fabricantes para conseguirem comercializar os produtos!

    • Hugo Nabais says:

      Verdade! Faz lembrar o tabaco que durante décadas apresentava “estudos” que diziam que não fazia mal!

      • Yuri bezmenov - primeira fase says:

        E as sardinhas eram péssimas para o coração.
        Agora é a era das margarinas fazerem bem ao coração quando é evidente que toda a gordura hidrogenada é ium veneno.
        Tens também o disparate da piramide alimentar com grãos no topo.

        Mas quem paga a banda é que escolhe a música.

        • David Guerreiro says:

          Oh homem, mas há quantos anos deixaram de usar hidrogenização nas margarinas? Atualiza-te… Já há muitos anos que as margarinas no mercado são produzidas hidrogenação, não há gordura trans presente. E sim, é outro mito de que a manteiga é melhor para a saúde por ser natural. A manteiga tem elevados níveis de gordura saturada. Hoje em dia muitas margarinas são fabricadas com óleos baixos em gorduras saturadas.

      • B@rão Vermelho says:

        @Hugo Nabais, até vendias tabaco nos hospitais, tipo hospedeira de bordo, iam com um carrinho à cama dos doentes para venderem.

      • João Gomes says:

        Mais uns burros a falar de ciência sem pescar nada. A ciência nunca disse que fumar era seguro.

        Durante milhares de anos, as pessoas acreditaram que fumar era seguro ou até saudável com base na tradição, na experiência pessoal e em testemunhos. Ou seja, com base em evidência anedótica.

        Quando começaram a surgir estudos científicos sérios, nos anos 1950, os resultados apontaram rapidamente para uma associação entre tabagismo e cancro. À medida que foram aparecendo mais estudos, maiores e de melhor qualidade, formou-se um consenso científico de que fumar causa cancro.

        Portanto, a história do tabaco não mostra que a ciência estava errada. Mostra precisamente o contrário: foi a ciência que corrigiu uma crença errada que existia há séculos.

  2. Tiago says:

    Paranoias de quem acha que nunca vai envelhecer, mas a idade chega a todos.

  3. manuel says:

    Os cientistas podem dizer o que quiserem, mas eu noto diferença na qualidade do sono quando desligo o wifi no router e no smartphone.

    • maisumsapo says:

      Não será antes por mamares 3 imperiais antes de dormir??

    • Filipe says:

      Depois de ler isto, vou testar esta noite testei desligar tudo até o router, mas fiz um teste e no meu quarto apanha 9 wifis dos vizinhos, resumindo vou testar com um chapéu de alumínio…

    • David Guerreiro says:

      Também desligas o transmissor de TDT e das rádios no teu concelho? É que estás a ser bombardeado de noite com ondas de rádio e das redes móveis, com potências muito acima de um router Wifi… A ignorância sempre foi inimiga.

  4. Amadeu says:

    não está a resultar porque ele já mal consegue saltar

  5. Marko says:

    Dava jeito era ele bloquear o ego, e a teimosia e desbloquear a noção e a humildad… Aí é que ele dormia como um anjo 😀

  6. AdN says:

    Posso estar enganado, mas achava que era proibido utilizar equipamentos de bloqueio (leia-se interferência de sinal) de redes móveis. Pelo meu conhecimento, só os respectivos operadores com licença é que podem emitir naquele espectro electromagnética. E dos poucos bloqueadores de frequências electromagnética (pegando na piada do Filipe sobre o alumínio, que não bloqueia praticamente nada) seria o chumbo, mas não estou a ver o Roni a fazer barreiras de chumbo no quarto…

  7. há cada gajo says:

    É para antena não se ligar às russas ou espanholas…

  8. Hélder Lemos says:

    Só se dormir dentro de uma Gaiola de Faraday, e que tenha espaço entre os furos da malha inferior aos comprimentos de onda das frequências mais altas do Wi-Fi e 5G, ou seja, 7 GHz ~ 4.2 cm.

  9. Mauro C says:

    a ciência diz que não existem evidências… Mas a ausência de evidências não é prova de ausência. E diria mais: o que não falta são evidências, ainda que não estejam explicadas cientificamente (talvez porque não interessa explicar). Eu e o meu cão seremos talvez o únicos ser vivos com hipersensibilidade. O que é certo, é que quando tenho wifi ligado, o dog nem passa da porta do quarto para dentro, e afasta-se sempre o mais possível. Basta desligar a internet e ele volta. Já a mim provoca-me nauseas se tiver muitas horas com o 5g ou o router wi-fi ligado. Não são coicidências, porque é assim há muitos anos.

  10. João says:

    Vamos aos factos:
    Redes sem fio são frequências;
    Exposição excessiva (sempre ligado) causa estragos;
    Tal como “apanhar” o benéfico sol… estando sempre ao sol, já se sofre.
    Os estudos antigos, mostraram que qualquer frequência é maligna, mencionam que certas frequências causa doenças conhecidas entre outros pontos.
    Agora… vamos às evidências extremas…
    Um ratinho no micro-ondas ainda vive algum tempo, depende da potência e do programa. Quanto mais potência tiver, mais curta será a sua vida.
    O ser Humano, inconscientemente, está a tornar-se em um ratinho a ser bombardeado com tantas ondas.

    • AdN says:

      A luz em todas as suas formas também é uma frequência eletromagnética… será que teremos de viver sem luz?

    • Mr. Y says:

      Ainda com esse mito do micro-ondas? É óbvio que um rato pode morrer se se ligar o micro-ondas. O que elas fazem é transformar o que for líquido (água, gordura, etc) em calor. Funcionam como qualquer forno normal mas sem usar o calor.

    • David Guerreiro says:

      Comparar a radiação UV do sol, com a radiação das redes sem fios é entender patavina nenhuma. A radiação solar (grande parte dela) é ionizante, ou seja, tem a capacidade de danificar o nosso ADN, e como tal causar problemas de saúde. A radiação das redes sem fios não é.
      A radiação micro ondas também não é ionizante, a questão é que aplicada com uma determinada potência e proximidade faz as moléculas vibrar, o que gera calor, e é assim que os alimentos aquecem, é a vibração das moléculas que gera calor.

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