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Crise dos combustíveis está a levar companhias aéreas a reduzir benefícios aos passageiros

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. Yuri Bezmenov - primeira fase says:

    Uma excelente medida no combate ás alterações climáticas.

  2. B@rão Vermelho says:

    Mais vale poupar na manutenção dos aviões, do que na quantidade de bagagem que podemos levar 🙂 🙂 🙂

  3. Max says:

    Como podem ver neste gráfico do Tarding Economics, o Brent atingiu 115 USD, a cotação mais alta desde 28/02. Selecionando 5Y veem que está praticamente no máximo de junho de 2022.
    Usando a mesma fonte tem-se as cotações internacionais para a “Gasoline” e o “Heating Oil” (com uma composição química muito aproximada ao gasóleo). Em Portugal são usadas as cotações internacionais CIF NWE (seguro e frete por conta do vendedor para um porto do noroeste da Europa), da gasolina e do gasóleo, mas não difere muito.
    Já a cotação internacional do GPL á “TTF gas”.
    A navegação no estreito da Ormuz está fechada também para adubos, tendo a ONU alertado para a intensificação das carências alimentares a nível mundial (a épocas das sementeiras no norte de África, por exemplo, termina em final de maio).
    Dizem os especialistas que se a navegação não estiver aberta até ao verão vai ser catastrófico. Mas não se vê jeitos. A falta de combustíveis para a aviação vai ser apenas um dos problemas.
    https ://tradingeconomics.com/commodity/brent-crude-oil

    • Max says:

      Já a cotação internacional do – GNL (o gás canalizado) é “TTF gas” (O gás engarrafado é o GPL).
      Tem subido, mas comparado com os píncaros de 2022 não tem nada a ver (ter em atenção que a cotação também é muito volátil).

    • Max says:

      Passou hoje os 115 USD … e os 119 USD (o valor de fecho mais alto de 2022).
      Em 2022, esse pico no crude foi acompanhada do pico no preço da gasolina nos EUA, em junho de 2022, de 5 USD por galão (galão americano, cerca de 3,8 L).
      Antes da guerra estava nos 2,9 USD, subiu no final de abril para 4,25 USD, a subida tem sido mais lenta relativamente à do crude, mas pode aproximar-se dos 5 USD.
      Como os norte-americanos são muito sensíveis à subida do preço dos combustíveis, pode ser que Trump feche a guerra antes do verão.

  4. Max says:

    Acima: Trading

  5. Acéfalo, o Pensador says:

    Lá se vão os cacahuetes e o chá, café ou laranjada.

    • Ivo says:

      Hoje em dia, nos voos regionais dentro da Europa, mesmo as companhias que não são low‑cost já vão pelo mínimo dos mínimos. Normalmente é uma garrafinha de água e um quadradinho de chocolate, e já vais com sorte. Laranjada, café ou chá tornaram‑se quase artigos de luxo a bordo.

  6. MLopes says:

    todas as empresas e pessoas são sistematicamente confrontadas e muitas vezes prejudicadas por “fatores externos” pelo que o argumento é absolutamente ridículo.
    para mais porque quando são beneficiadas por fatores externos não vejo que façam recair no cliente qualquer benefício. pelo contrário esses benefícios sempre enchem os bolsos das administrações e dos acionistas

    • B@rão Vermelho says:

      São os mesmo que batem com a mão no peito e em bicos de pé quando dizem que tiveram lucros recorde de X% e depois dão aumentos de miséria, foi o que semeamos agora resta colher e esperar que não fique pior.

  7. Grunho says:

    O transporte aéreo como o conhecemos tem os dias contados. Depende absolutamente do petróleo abundante e barato e isso acabou. Vamos voltar aos anos 60/70, quando só quem tinha pasta andava de avião.

  8. says:

    É a altura dos reguladores os lixarem fortemente.

    • Max says:

      Porquê? As companhias aéreas, sobretudo as low-cost, trabalham com margens muito estreitas. Na Ryanair e Easy Jet o combustível pode representar 35-40% dos custos operacionais. Desde fevereiro o preço duplicou (de cerca de 100 USD/barril para 200 USD/barril).
      Falam em ter que reduzir os voos (e, consequentemente, as slots ocupadas nos aeroportos).
      Diz o post que: “No Reino Unido, foi anunciada a possibilidade de flexibilizar a regra que obriga as companhias a utilizar os horários [slots] atribuídos nos aeroportos, sob pena de os perderem.”

  9. Mario says:

    Eu só ando de avião elétrico. Ele chega ali á Portela e fica ligado ao carregador rapido para carregar 4000 milhas em meia hora.

  10. Alejandro says:

    Tempos de racionamento e ainda estamos só no começo. Não fico regozijado com a questão da filosofia do transporte aéreo voltar aos anos 60 e 70 do século passado, pois é suposto ela ser cada vez mais democratizada, assim como outros serviços também o devem ser. Mas não deixa de ser assustador que a questão de cancelamentos de voos, com os preços dos combustíveis impraticáveis para a sobrevivência das economias, poderá ser o menor dos problemas que a humanidade a curto prazo vai enfrentar. Já agora guerras também contribuem pouco para a redução das alterações climáticas, pois aumentam a poluição, em todas as formas. Concuindo: Já la dizia o poeta: “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”.

  11. Moina says:

    Pessoal, não vai haver falta de combustível… o Trumpa só quer ganhar algumas comixões… ele tem tantas…

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