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COVID-19: Vem aí a segunda fase de desconfinamento! O que muda?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Dark Sky says:

    “Regras para as praias – Época balnear com início a 6 de junho”

    Sou dos felizardos que passa duas semanas por ano – seguidas! – na praia, com toldo e espreguiçadeiras. Agora é só um período do dia. O outro período é de chapéu de praia. Vamos lá ver como é isto dos chapéus a 3m (3 passos), 1,5m até à pessoa do outro chapéu. Não parece impossível para a praia onde vou (mas há praias assim para o pequeno em que é preciso pedir licença para estender a toalha). E o que será a “Informação atualizada de forma contínua, em tempo real, designadamente na app “Info praia” e no site da APA – Agência Portuguesa do Ambiente”? Inscrevo-me para ir de manhã ou ir à tarde?
    O Manual da Época Balnear na íntegra: https ://www.jn.pt/nacional/costa-nao-ha-razao-para-retroceder-ou-adiar-as-medidas-previstas-12200785.html

    Havemos todos lá chegar vivos e com saúde – coisa que não era nada certa no final de março.

  2. Figueiredo says:

    Deixo aqui esta petição pela Anulação do Artigo 13.º-B presente no Decreto-Lei n.º 20/2020:

    https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT99605

    Aos interessados que assinem e divulguem.

    Obrigado

    • Dark Sky says:

      Podias, ao menos, ter acrescentado – quem espirrar ou tossir e não usar máscara ponha um lenço à frente da boca e mantenha um distanciamento físico de, pelo menos, dois metros em todas as circunstâncias 😉

    • miguel says:

      Oh amigo a OMS que vá dar banho ao cão… É preciso tirar um doutoramento para perceber que se eu tiver com o coronavirus e der um espirro o alastramento é muito menor se tiver com mascara, certamente mais de 90% do que ia espalhar fica na mascara!

      Já ninguém leva a OMS a sério!

    • O Monstro Precisa de Amigos says:

      A meu ver, as máscaras são só uma forma desesperada que alguns governos encontraram para tentar criar nas pessoas um sentimento geral de segurança, pois até aqui a OMS e a generalidade dos profissionais de saúde vinham defendendo que o uso das mesmas não deveria ser alargado à população toda. O que mudou? A necessidade de retomar as actividades económicas. Por enquanto, governantes e empresários estão convencidos de que só vão conseguir recuperar a confiança do público através do estabelecimento de uma lista infinita de regras de segurança. Vai-lhes sair o tiro pela culatra. Dentro em breve, serão os próprios agentes económicos a reclamar pela extinção dessas regras, assim que perceberem que as pessoas não saem de casa, não consomem nem entram nos estabelecimentos para não se sujeitarem a tantas imposições. Portanto, não te preocupes, essa petição não vai a lado nenhum, mas os produtores de bens e serviços vão eles próprios pressionar o governo para acabar com as máscaras, as desinfecções, as distâncias e com tudo o resto não tarda nada.

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