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COVID-19: É o início de uma sexta vaga? Números dão essa indicação

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Berto says:

    Para os que diziam que as máscaras não tinha qualquer proteção… está ai.

    • Hugo Ribeiro says:

      Para os que dizem que as máscaras protegem, não nos protegeram nas 5 vagas anteriores…está aí.

      • João Desinfectador says:

        Não existe 100% de protecção. O que existe é baixar a probabilidade.
        Quando você dá distanciamento, desifecta as mãos, usa a máscara, só está a baixar a probabilidade.

        • Mr. Y says:

          E? Onde está dito que é 100% de protecção? Se assim fosse não haveriam vagas…

          • Berto says:

            Quem falou em 100%? Aparentemente a proteção que oferecia não estava a er muito má em coparação com o não uso

          • Profeta says:

            Entao tambem se pode concluir que a proteccao nao e eficaz. Com mascara ou sem mascara, algumas pessoas tambem ficam infectadas. Entao como e que ficamos meus amigos ? Nao ha argumentos melhores para defenderem o uso da mascara ?

          • jota says:

            Profeta, eu explico…
            Se por cada 100 pessoas sem mascara 50 ficam infectadas, e por cada 100 pessoas com mascara 20 ficam infactadas, significa que poupamos 30 infeções pora cada 100 pessoas.

          • Berto says:

            Não é 100% eficaz, ninguem disse isso. Mas que é melhor que nada já está provado pelo numeros

          • Vrael says:

            Esquece nao vale a pena estes negacionistas não há como explicar as coisas, parece que não sabem usar o cerebro deixam os neurónios a fazer fotossintese depois sai coisas daquelas…

        • Profeta says:

          Joao acreditas mesmo nisso que estas a dizer ? Ou e a comunicacao social a fazer o seu servico de bosta ao comum do cidadao ?

      • David Guerreiro says:

        Quantas pessoas a usar máscara foram contagiadas? É que tenho a certeza que 99% dos casos de contágio foram em locais onde não usaram máscara.

      • Paulo says:

        deque servem as mascaras se as pessoas estao de mascara mas na discoteca a rossarem se todos uns nos outros?

    • Elisabete Andrade says:

      Há que justificar a 4ª dose (5ª, 6ª, 7ª, …). Claro que vinha mais vagas… mas… não eram as vacinas a solução?

      • Jotas says:

        As vacinas ajudam muito. Fui infetado antes da vacina e foi bastante mau. Neste momento estou infetado pela segunda vez, e os sintomas são mais “leves” mas não é uma gripe comum como dizem. As vacinas funcionam, no meu caso, para aquilo que foram desenhadas: diminuir os sintomas e a doença grave.

        • Luís Costa says:

          Quem te diz que não foi o teu próprio corpo que ganhou imunidade e não a vacina?

          • J Martins says:

            Luis Costa, As vacinas são para dar um boost na imunidade do corpo. No fundo é o corpo que ganha a imunidade e a vacina ajuda no processo. Ser também infetado pelo virus “real” dá, normalmente, um boost mais forte mas os sintomas podem ser mais graves. Ao ser vacinado poderás ter alguns sintomas mas a reação do teu corpo, ao produzir os anticorpos, irá prevenir (na generalidade) doença grave causada pelo virus.

            As vacinas só são eficazes dependendo da qualidade do sistema imunológica da pessoa. Se o sistema está fraco (seja por que razão for) a vacina não terá tanto efeito.

      • jota says:

        Vacinas e máscaras são a solução para aliviar o congestionamento nos hospitais.

      • Pedro says:

        Oh Elisabete pensei que por esta altura já estivesse claro isto! Incrível como as pessoas são burras! Que país! As vacinas não evitam as infeções apenas diminuem o risco de infeção grave / morte! É assim tao difícil de entender isto ? Já irrita!

  2. Gomez says:

    Vaga, é uma definição da comunicação social. Mais do mesmo.

    • Mr. Y says:

      Já que não acreditas na “comunicação social” olha para o gráfico e vê se não é uma vaga.
      Agora se me disseres se é preocupante ou não isto são outros quinhentos

    • Hugo Ribeiro says:

      A Covid-19 não pode acabar, a comunicação social não deixa.
      O vírus tornou-se endémico, mas a comunicação social continua pandémica. 😀
      Já agora deixo só o aviso que a gripe também ainda não acabou.

  3. Abílio says:

    Testar, testar, testar…
    O que dão casos? Vamos lembrar Introdução à estatística:

    https://www.youtube.com/watch?v=LW0fTb5wOw8&t=6s

  4. Tuga says:

    Não ocupem os professores do Técnico com estes assuntos. Eles precisam de se focar noutros assuntos que poucos dominam…
    Desde que houve a decisão populista de retirar a obrigatoriedade das máscaras de forma abrupta e especialmente nos espaços fechados, a questão da 6a vaga estava de caras para quem tem o Tico e o Teco acordados!

    Primeiro reclamava-se pelo “abafanço” da máscara, agora pelas 6 horas de espera nas urgências dos hospitais com “abafanço” pior…
    O povo que lavas no rio… que talhas com o teu machado as tábuas do teu caixão…

  5. speddy says:

    Que se lixe – apanha quem tiver de apanhar e quem quiser que fique em casa

  6. lumia says:

    Já era de esperar que ía acontecer isto…, já anda muita gente como se não houvesse mais covid… e resultado somos os piores da europa…

    • TugAzeiteiro says:

      Temos que manter a nossa posição na Europa em tudo… até a nível económico já somos o 3º mais pobre…

    • Tonheco says:

      o Tuga quer é ronha e ficar em casa, por isso testam como se não houvesse amanhã, testam com sintomas, sem sintomas, de férias, de ressaca, etc….
      Anda tudo doido á procura de covid não vá os 5 e 7 dias de “férias” acabar, para mais quando vem aí bom tempo.

      Fala com quem trabalha nas tendas de testagem que eles explicam-te.

    • darksantacruz says:

      Errado. Na Bélgica em lado algum se usa máscara por exemplo, aqui como indicado há exceções. Nao tem uma coisa a ver com outra aliás tá mais que provado que a máscara não protege nem previne.

      • jota says:

        Na Belgica tb há excepções, transportes publicos e hospitais, por exemplo, tal como cá.
        Mas existem estudos que provam que a máscara não protege nem previne?

      • pj says:

        errado!!!
        cientificamente comprovado só o uso da máscara, os estudos variam de muita proteção a alguma.
        o que não está comprovada é a vacina, quanto ao tipo de proteção e a duração.

  7. J Martins says:

    Qual seria a solução para quem é apologista de manter a mascara? Apenas deixar de a usar quando o virus desaparecer? Não vai.
    Aliás, tenho já lido que o facto de as pessoas andarem a “proteger-se” demasiado nos ultimos dois anos as tem tornado mais susceptiveis a infecções. O nosso corpo foi feito para ser atacado. OS anti-corpos e todo outro tipo de defesas do nosso organismo precisa de ser “atacado” para se manter activo.
    Se a ideia seria tirar a máscara apenas quando as coisas melhorarem – como vão definir melhorar? A gripe nunca foi erradicada e vivemos com ela e pessoas morrem por causa dela. O Covid veio para ficar e vamos ter de aprender a viver com isso. O que podemos fazer é proteger os mais frágeis e, por isso, lares e hospitais são o melhor sitio para se continuar de máscara. Também devemos ter o bom senso de que se esstamos adoentados vamos colocar uma mascara em vez de sair para a rua e andar a tossir para o ar.

    Já é altura de as pessoas começarem a ganhar algum bom senso em vez de estar sempre à espera do “pai estado” para dizer o que fazer. Ando já sem máscara por todo lado e sei que se estiver adoentado vou colocar a máscara. Vejo pessoas mais velhas (rua ou espaços fechados) que colocam a máscara para se protegerem – fazem bem. Chama-se a isto usar também a cabeça.

    Já vamos com 3 doses de vacinação com uma 4ª agora no inicio do outono. Quantas mais querem para se sentirem seguros? O que hoje fazemos com a gripe vamos fazer para o covid. Bom mesmo era a malta deixar de viver do medo. A melhor estatistica para olhar não é o numero de casos confirmados mas, sim, o numero de casos em UCI ou mortes provocadas por covid. Ser infectado não quer dizer nada. Eu já fui infectado e fiquei com um corrimento do nariz, tosse e dor de cabeça… Nada demais (já tive constipações e gripes mais fortes que isto), no entanto contou ” +1 ” para as estatisticas que assustam o povo.

    • Peter says:

      Nada a acrescentar a este comentário. 🙂

    • Berto says:

      Os primeiros estudos já mostram que apanhar Covid fica com sequelas, uma das quais diminuição do cérebro. Por isso, quem quiser que apanhe eu, se poder evitar, assim farei.
      https://www.cnnbrasil.com.br/saude/covid-19-provoca-alteracoes-no-cerebro-mesmo-em-casos-leves-diz-estudo/

    • Jorge Carvalho says:

      Comparar as sequelas da covid 19 a uma gripe comum é um erro.

      Abc
      Jorge Carvalho

    • Asilva says:

      Wow J Martins. Um texto tão longo e tão acertado e não digo isto para ser sarcástico, é que está bem escrito. Obrigado. Mas aviso que não tarda nada estão aí os negacionistas a atacar-te.

    • Jane Doe says:

      De acordo com tudo, menos “Ser infectado não quer dizer nada. Eu já fui infectado e fiquei com um corrimento do nariz, tosse e dor de cabeça… Nada demais”
      Usar um caso para justificar uma falácia, não!

      • J Martins says:

        Jane Doe, só falta pegar também no resto da frase senão fica a parecer a malta dos média que só pega no que quer para dar cliques. Aqui vai todo o contexto:
        “Ser infectado não quer dizer nada. Eu já fui infectado e fiquei com um corrimento do nariz, tosse e dor de cabeça… Nada demais (já tive constipações e gripes mais fortes que isto), no entanto contou ” +1 ” para as estatisticas que assustam o povo.”

        Ou seja, para facilitar a compreensão da frase TODA:
        – fui infectado;
        – não foi nada demais os sintomas;
        – contei como mais um caso as estatísticas do total de infectados (em que está junto os leves, os que testam positivo sem sintomas, os médios e os graves e em UCI)

        É sempre bom ler tudo antes de se começar a escrever uma resposta, senão perde o contexto do que está a ser dito 🙂

    • B@rão Vermelho says:

      Acho que em espaços fechados devia-se continuar a usar mascara, se não como é que se explica o aumento dos casos, já vimos que com o sol7 bom tempo os cassos diminuíam e este ano isso não está a acontecer.
      Alguma explicação para o aumento dos casos nesta altura do ano?

      • J Martins says:

        Depende, a meu ver, do contexto.
        Em contextos em que a malta está parada a olhar para um sitio (cinema, teatro, etc..) ou em grupos contidos (como um restaurante), não vejo utilidade para a generalidade das pessoas – reforço – generalidade das pessoas.
        Em contextos em que as pessoas andam aos molhos e sem grande controlo, em espaços fechados, talvez já admito ser necessário , como o caso de discotecas ou grandes eventos entre portas.
        O importante é as pessoas usarem do bom-senso. Se tenho um problema de saude que me torna mais fragil então tenho de me proteger. Se estou com alguém com saude fragil então vou evitar estar com essa pessoas se estou doente. Mas, se olharmos bem, isto são coisas que devemos já fazer antes do COVID. Se eu estou com gripe ou até constipado não vou visitar a minha avó de 83 anos e dar-lhe um beijo na cara; já antes do covid-19 ser inventado já evitava fazer isto. A malta oriental quando está doente e tem de ir trabalhar coloca uma mascara para evitar andar a tossir para ar. ISto já existia antes do covid-19 ser inventado.
        Os casos estão a subir porque as pessoas facilitam. Ou andam de 8 ou 80, não sabem andar na moderação. Tira-se a mascara e já começam a tossir para o ar, a não ter cuidado, etc.. como sempre fizeram. Se estão doentes já arriscam em ir para a rua – porque estão vacinados e, por isso, seguros!. Enfim, o problema não é proibir ou não as máscaras, o problema é as pessoas não terem cuidado.
        Eu sou contra ter um estado como “paizinho” porque isso implica muitas outras coisas para o estado cuidar e as pessoas andam a permitir por medo – como monitorização do discurso, ditar o que se pode ou não falar, se podemos ou não sair de casa ou que indumentária usar (máscara ou não), e por aí fora. Quando mais “tótós” e descuidados somos mais facilmente a maioria permite um estado que restringe as liberdades (o texto descarrilou um bocado do tópico inicial 😀 )

        • RicM says:

          +1
          O que falta mesmo é racionalidade, respeito pelos outros e tolerância.

        • Jorge Carvalho says:

          Não deixando de concordar parcialmente, a questão da máscara para mim sempre foi ridícula.
          Alguém defende o direito de ir nu para a rua porque ao gosta de ser controlado no que veste e isso restringe a sua liberdade ? ( só um exemplo)

          Abc

          • J Martins says:

            Como diz o outro – “uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”.
            Andar nú na rua já tem o seu contexto legar e bem enraizado na nossa cultura e sociedade. No entanto, dependendo do contexto, podes ter pessoas semi-nuas em publico e noutros contextos não. Está a chegar o verão por isso não é preciso usar muito a imaginação 🙂

            Na lei existe o conceito legal de “atentado ao pudor” que pode ser usado para acusar alguém. No entanto não sei se é crime publico.

            Andar de máscara já foi obrigatório por lei; agora não é. Como falei no que já tenho escrito, a questão da máscara é, no fundo, uma questão de bom senso e respeito pelo outros.

            O Jorge, de certeza, que quando vai trabalhar vai com uma indumentária que não usa num casamento ou quando vai dormir (pelo menos não na generalidade ^_^); e porque faz isso? O mesmo com os outros.. já se perguntou porque é que uma mulher se tapa toda se for vista de lingerie mas se estiver de biquíni já não se tapa? Contexto – mas vá, é algo que podemos perguntar às mulheres que andam a ler isto a sua opinião 😀 .

    • Fusion says:

      Um dos comentários mais sensatos e inteligentes que li neste forum acerca do COVID

  8. Olaf says:

    A máscara só serve alguma coisa para quem está infectado e quem está infectado é para estar em casa e não andar por ai a passear. Portugal já está em 1º no mundo porque, infelizmente, o povo português tem um nível de burrice elevado…

    • jota says:

      E os infectados assintomáticos que não fizeram o teste? Tambem têm de usar mascara? Como sabem que estão infactados se não têm sintomas?
      Não defendo o uso de mascara na via publica, mas em sitios fechados, supermercados e afins, nos hospitais etc.

      • RPG says:

        Já para não dizer que antes de se começar a ter sintomas da doença causada pelo vírus, já ele anda no sistema há alguns dias, e naturalmente que pode ser transmitido LOL

      • PeFerreira says:

        Claro que nesses casos é diferente.
        No entanto pensemos da seguinte forma. Sendo que é assintomático, ‘não anda pela rua’ constantemente a tossir e a espirrar. Dado esse facto podemos assumir que o índice de transmissibilidade é inferior nesses casos.
        IMO é errado abordar estes temas da maneira “Toda a gente faz isto ou toda a gente faz aquilo”. Claro que existe vários níveis.
        Tal como referiu, sitios fechados e com grande densidade populacional, faz sentido o uso de máscara independentemente de o individuo está infetado ou não.
        No entanto, tal como o OP referiu, infetado (que saiba que está infetado) é para ficar em casa e caso tenha sintomas de doença respiratoria, o mínimo que poderá fazer por si e pela sociedade é usar a máscara independentemente de onde se situa (exceção da habitação propria presumo).

  9. SANDOKAN 1513 says:

    “Portugal já tem a maior taxa de incidência do mundo, de 1700 casos por 100 mil habitantes a 14 dias, tendo ultrapassado nos últimos dias a Nova Zelândia e a Austrália.” Nem dá para acreditar.Isto é um desânimo muito grande. 😐

    • HFC says:

      Pois é! Convém ver quantos testes ao Covid é que são feitos cá em Portugal (basta uma tosse ou o nariz acorrer e lá se vai fazer o testezinho) e quantos é que são feitos lá fora? O maior efeito secundário que ficou bem evidente do Covid cá em Portugal, é a quantidade de hipocondríacos que por ai andam!

  10. pj says:

    toda a gente sabe muito, mas por andarmos sem máscara em todo o lado, morrem mais três “velhotes” por dia.
    o resto é conversa da treta.

  11. JS says:

    Mas quem é que se continua a testar?

    • RicM says:

      Eu continuo a testar-me aproximadamente uma vez por semana e a andar de máscara em locais fechados. No primeiro caso porque tenho um familiar com mais de 70 anos com cancro do pulmão e problemas cardíacos e no segundo, tendo feito um ‘upgrade’ para KN95 pois as cirúrgicas só protegem os outros, porque anda a maioria sem máscara e o que não falta por aí é gente que não sabe que está infetada e/ou que sabe mas sai à rua sem proteção sequer.

    • Hugo says:

      Esquece, não vais perceber.

  12. Greg says:

    Quando a incidência baixa e a doença não desaparece o RT Sobe. É Matemática
    A mim ainda ninguém me proibiu de usar mascara em locais fechados.

  13. Miguel says:

    Recentemente sairiam alguns estudos científicos sobre a eficiência e consequências do uso das máscaras para este contexto do covid.
    Acho que deveríamos analisar antes de afirmarmos as nossas opiniões.

  14. B@rão Vermelho says:

    Eu também contino a usar mascara, como doente autoimune, tenho de me precaver e por consequência a minha esposa também, gosto de “ouvir” pessoas com a 4ª classe tirada a base de prendas para a professora vir falar daquilo que não sabem, os médicos estudam grande parte da vida deles não sei para que, bastava ir ao FB e ficavam logo habilitados a defecar parvoíces.
    Gostão de mandar bitaites , e esquecem-se que não somos todos iguais que há pessoas que realmente têm de tomar muito mais cuidado que outros, acho que nos recintos fechados ainda devia ser necessário o uso de mascara, na rua sim, embora eu contino a utilizar, mas agora com o sol acho que seja um pouco exagerado.
    Isto também me leva a pensar é que os tugas lavam poucas vezes as mãos , coçam o olho do S, espiram tossem mas lavar as mão é que não.

  15. Fernando says:

    Categoria, o novo zandinga, especialista Carlos Antunes, não falha pá, parabéns, enfim…

  16. Vrael says:

    O que acho piada é que na Asia as pessoas doentes usam máscaras por respeito ao próximo, mas cá como os portugueses são tao civilizados (ironia) que se estao a borrifar para o próximo e vivem nas suas bolhas que parece que estao a jogar single player num open world game….

  17. Maria says:

    Fazes mal. Usar frequentemente máscara enfraquece o teu sistema imunitário.

    O virologista Pedro Simas diz que uso de máscaras é agora “praticamente irrelevante”.

    Declarações recentes da Direção-Geral da Saúde (DGS) sugerem que o “impacto da pandemia na mortalidade” é “reduzido” e “dentro dos valores esperados para a época do ano”.

    Ter Infeção é diferente de ter doença.

    Segundo Pedro Simas, também investigador do Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Lisboa, não é expectável que a infeção por SARS-CoV-2 e doença covid-19 tenha uma taxa de letalidade superior à dos outros coronavirus respiratórios endémicos.

  18. Marco Duarte says:

    Bebam bagaço, protejam se

  19. Carlos Seixas says:

    Sempre se soube que, não obstante a efectiva existência e circulação do vírus, a pretensa “pandemia” era uma completa fraude.

    O que deveria ter sido feito, desde o início, era dar reais e efectivas condições para que as pessoas muito idosas, assim como aquelas com comorbilidades graves, pudessem proteger-se (querendo). Infelizmente, isso não foi feito, tanto assim que a esmagadora maioria das mortes aconteceu, precisamente, nos lares de idosos e instituições similares, incluindo centros de dia…

    Quanto aos demais cidadãos, a solução correcta, lógica, inteligente e em consonância com uma longa tradição de reacção a estes fenómenos, era a de nada se fazer para desacelarar a transmissão da virose em causa, de forma a que a curva “epidémica” fosse o mais abrupta possível, tanto na subida como na rápida descida… Ou seja, a solução correcta sempre foi aquela que, grosso modo, está finalmente a vigorar… Mas logicamente que actuar correctamente, desde o início, não iria encher os bolsos daqueles cujo nome não é sequer necessário nomear-se aqui…

    Mas não, em vez disso, o que se fez foi precisamente o contrário do que deveria ter sido feito: o que se fez foi deixar morrer as pessoas muito idosas e as pessoas com comorbilidades graves e tentar estancar ao máximo a transimissibilidade entre pessoas saudáveis. Por forma a implantar-se esta estratégia ilógica e suicida: perseguiram-se pessoas, só por terem opinião diferente; instalou-se uma censura nunca vista na modernidade ocidental; deixou-se de conceder tratamento e diagnóstico efectivo a todas as outras doenças; comprometeu-se gravemente a capacidade imunitária dos cidadãos, o que já está a ter reflexos graves na saúde de quase todos nós, mormente nas crianças; suprimiram-se alguns dos mais basilares direitos, liberdades e garantias dos cidadão; incutiu-se o pânico, o medo, a ansiedade e quadros depressivos nas pessoas; provocou-se toda esta actual e real pandemia de falta de saúde mental; recolheu-se dados pessoais de alto melindre de quase toda a população, muitos deles agora ao dispôr de grandes empresas multinacionais; e conseguiu-se a maior transferência de riqueza de toda a história da humanidade (dos cidadãos comuns para os grandes multimilinários). Para alcançar tudo isto, não se olhou a meios, tendo, inclusicametente, chegado-se ao ponto de se alterar o conceitos de “pandemia” e de imunidade…

    Uma coisa há que reconhecer, porém: quem arquitectou isto está de parabéns; pelo menos altamente competentes, tendo em conta os seus próprios interesses, temos de reconhecer que o foram, ainda que os seus métodos, nomeadamente de corrupção de tudo e todos, nomeadamente de políticos e comunicação social, não tenham sido os mais honestos nem os mais legais…

    Agora uns vão assobiar para o lado; alguns (poucos) já mudaram por completo o discurso e vão até fazendo “mea culpa”; a maioria vai simplesmente continuar a fazer o que sempre fez: cantando e rindo.
    Ah, e dêem-se por contentes por ainda haver alguma gente séria e respeitadora da liberdade de expressão, a qual, ainda que não concordando convosco, vos deixa passar os comentários que vão contra a narrativa oficial.

    • jota says:

      No inicio não tinhas vacinas, não tinhas mascaras (foi necessário um comunicado de falsa sensação de segurança, por causa dessa escassez), os testes eram muito caros e escassos, ainda não sabias quanto tempo o virus resistia sem hospedeiro (queriam enfiarnos dentro de escafandros, luvas/mascaras/viseiras etc.) como ias proteger os idosos dos mais saudáveis?
      Enfiavas todos numa ilha deserta?
      Lembraste dessa tecnica de imunidade dos “resistentes” não ter resultado nos paises que a tentaram? Pois é, prognósticos depois do jogo…

  20. Alguém says:

    Temos de ser primeiros em alguma coisa. Onde este país vai parar….

  21. Grunho says:

    Só há uma vantagem: quem o contrair na sexta vaga provavelmente já não vai contrair na sétima. Além disso, como estamos a entrar na estação quente e o organismo não precisa de gastar energia para manter a temperatura corporal, os efeitos do vírus vão ser relativamente pequenos. Mesmo assim, com os números astronómicos dos contágios, há alguns – muitos – doentes mais vulneráveis que não vão escapar e isso podia ser evitado. Além disso, há a vergonha de sermos o pior país covid do momento, mas aí os portugueses já são os crónicos sem vergonhas habituados a tudo o que é vexame.

  22. HFC says:

    Pois é! Convém ver quantos testes ao Covid é que são feitos cá em Portugal (basta uma tosse ou o nariz acorrer e lá se vai fazer o testezinho) e quantos é que são feitos lá fora? O maior efeito secundário que ficou bem evidente do Covid cá em Portugal, é a quantidade de hipocondríacos que por ai andam!

  23. Profeta says:

    Portanto ficou concluido que passamos bem sem mascara. Para os jovens ate entendo esse medo do virus, sao jovens nao pensam e vao logo a correr seguir os conselhos da comunicacao social e o testezinho da praxe. Para os mais velhos que aqui andam tambem e caso para dizer que deviam ter mais juizo nao ? Mascara nao e necessaria para nada no caso deste virus ponto final. Mas e impossivel mudar mentalidades, quanto mais que a CS ja anda nisto a uns dois anos a empurrar goela abaixo este virus nas pessoas. Como se os outros virus contagiosos nao existissem e nao existisse contagio tambem. Alguns de voces deveriam comecar a separar as aguas e nao misturar tudo no mesmo saco. Por acaso aquando do virus da gripe nao se preocuparam em usar mascara e andarem a testar porque ? Precisam que a comunicacao vos diga as coisas ? Deixem de ser criancas e comecem a pensar por voces proprios.. Nao sejam Maria vai com as outras.

  24. Carolina Costa says:

    a guerra já não dá noticias, voltamos ao covid, até pensei que já tinha acabado

  25. pj says:

    a pandemia e a guerra ensinaram nos mais uma coisa, os “peritos” portugueses são gente ” pouci séria”, que falam a “mando dos políticos”…

  26. pj says:

    para quem tem duvidas do uso de máscara, faça como o Trump, beba desinfectante…

  27. João says:

    Se esta vaga, a 6ª, começou pelo deixar de se usar a máscara, então porque é que começaram as anteriores vagas, da 2ª à 5ª quando já havia o uso generalizado da mascara?

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