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COVID-19: DGS pode ter acesso à localização de telemóveis dos cidadãos

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Vais_expiar-pró_ says:

    Acabei de o desligar agora mesmo.

  2. Euéquesei says:

    Chegou o Big Brother, desta vez na versão desmascarado e assumido.
    Claro que há maneiras de escapar a esta vigilância, basta comprar um cartão de carregamentos pré pagos, nunca o carregar através de operações bancárias porque fica logo a saber se de quem é o número, e mudar de número e telefone com alguma frequência.
    Pronto, problema resolvido, em grande parte.
    Usar vpn e Tor também faz parte do menu.
    Lógico que 99,9% das pessoas não querem saber disto para nada.
    A gente até sabe que estas medidas são temporárias…

    • LG says:

      Não é por nada, mas o “big brother” sempre esteve conosco desde os anos que existe o telemóvel.

      As pessoas apontavam sempre o dedo à Apple e Google mas desde que existe o telemóvel, o fornecedor de rede sempre conseguia fazer uma análise do trajeto/movimento das pessoas entre as torres de communicação, quando havia chamadas etc etc. Agora imagina a quantidade de telemetria que as redes têm de nós (seja anónima ou não) independentemente de teres um Nokia, iPhone, Huawei, etc etc

    • Soneca says:

      As tuas medidas não têm qualquer efeito. Em menos de 1 hora de uso do teu telemóvel, mesmo que troques de telemóvel e de cartão dia a dia, a operadora sabe, ou melhor, é possível saber com 100% certeza que és tu quem o usa.
      Essa tua ilusão de segurança é a mesma que tramou muitos terroristas que se achavam invisíveis com “técnicas” dessas.

    • ovingadorortográfico says:

      Julgo que também há remédio para a paranóia.

    • PTO says:

      LOL, isso não resolve nada. Só te vendem um cartão pré-pago se te identificares na loja e além disso mudar de número de telefone frequentemente além de caro não altera nada. VPN? Tu sabes que a a operadora localiza o telemóvel sem ter de recorrer a wifi, certo?

  3. Miguel says:

    E lá se foi a privacidade do Zê.
    E pronto lá vai ficar o modo avião activo quando saio de casa, e VPN activa com ligação por wireless, já praticamente não uso o número de telefone para nada uso tudo online até chamadas…

  4. Dark Sky says:

    “Para realizar tal operação, o Governo terá de contar com a colaboração das operadoras”
    Obviamente não precisa, não sei para que foram inventar isso.
    Para por o pessoal a falar em tirar o cartão SIM?

  5. PowerVerde says:

    Não, não, e não.
    Não venham com a conversa da luta da liberdade e contra o fascismo para depois andarem com falinhas mansas a querer ter firma de georreferenciar os cidadãos.

  6. Shynkendo says:

    Mais fácil é chiparem todas as crianças á nascença

  7. fc says:

    Com muita pena minha não vejo ninguém a reclamar por ter que dar a impressão digital ou ser obrigado a ter um cartão do cidadão. Se têm medo de serem seguidos pelo telemóvel não o usem. Não é obrigatório ter un.

    • Bruno says:

      mas eu agora não posso escolher a quem dar os dados? posso querer fornecer os meus dados a todo o mundo e não à DGS ou não posso?

    • Euéquesei says:

      Não é obrigatório ter telemóvel, claro, mas com as funcionalidades que estes trazem, não o ter é demasiado privativo de muitas coisas.
      Imagine para ir à net ter que ligar o PC… E quando está na rua vai ligar o PC como, só se o carregar às costas….
      Há maneiras de evitar esta vigilância, com formas como as que escrevi acima noutro comentário.
      Dá trabalho, despesa, é incómodo andar a mudar de número pré pago frequentemente mas é a única solução.
      A outra é não ter nenhum, nem smartphone nem telefone, aí não recebe mensagens mesmo, de todo.
      Se calhar ainda é a melhor ideia….

    • ovingadorortográfico says:

      Tens pena ? Queres viver em que mundo ?

    • PTO says:

      Cartão de cidadão? Qual é o problema disso? Valha-me Deus!

  8. R says:

    Esquecendo a questão da privacidade e dados pessoais; qual seria a verdadeira utilidade na prática?
    “A possibilidade de, por exemplo, a DGS ter acesso a partir do meu telemóvel à identificação de números de telemóvel de que o meu esteve próximo durante mais de ‘x’ tempo e a menos de ‘x’ distância durante os últimos 14 dias e enviar uma mensagem a essas pessoas, sem saber quem são, informando que o seu telemóvel esteve em proximidade, durante mais de dez minutos, ou 15, com o telemóvel de uma pessoa dada como infectada”
    E as consequências práticas (benefício real) quais seriam? É que quer-me parecer que temos demasiados políticos para cientistas a menos.

    • Dark Sky says:

      Escrevi isto noutro post:
      Aceitava integrar um sistema de segurança sanitário, garantidamente anonimizado, através de troca automática de dados entre smartphones e um servidor que me permitisse saber e aos outros : “nos últimos 14 dias não esteve (ou esteve) em contato com ninguém que assinalasse ter contraído Covid-19”.

      Esse sistema tinha que ser gerido pela DGS, devidamente auditado, e também a(s) apps para smartphone, eu aderia voluntariamente e era eu que introduzia na app “tenho o vírus do Covid-19″.

      E aceitava que depois de eu (o n.º 123456, sem outras referência identificadoras) dizer que tenho Covid-19 a DGS verificasse quais os outros que estiveram perto de mim a menos de x metros e mais de y minutos e se também tinham assinalo ter Covid-19.

      E aceitava que o SNS depois de ver que o n.º 123456, e mais uns tantos também infetados, estiveram próximos uns dos outros durante algum tempo (o que significa que estavam na mesma escola/turma ou local de trabalho) me contactasse a perguntar- “Afinal onde é que estuda/trabalha porque pode lá haver uma cadeia de transmissão do vírus, temos que ir lá desinfetar e tomar outras medidas”. E eu respondia de boa vontade.

      • Dark Sky says:

        Já agora, a troca automática de dados entre smartphones é feita por Bluetooth – não são precisos os operadores telefónicos para nada, ao contrário de que quem escreveu o post supõe.

        • cs says:

          Exactamente. Só através de bluetooth se consegue perceber a proximidade real dos telefones/pessoas. Os dados de triangulação das operadoras não conseguem uma precisão minimamente aceitável (além dos enormes problemas de privacidade, que no caso do BT se conseguem ultrapassar)

        • miguel says:

          Oh sim, ainda acreditas no pai natal quando temos uma população mais idosa que não sabe o que é um smartphone e usa telemóveis maior parte sem bluetooth!
          A triangualação do sinal GSM feita pelas antenas dos operadores é sufeciente para isso e muito mais, muitos casos da PJ são resolvidos com esses dados!

          • Dark Sky says:

            @miguel, o homem que não quer sair de casa a menos que seja obrigado!

            Leste o que disse o Primeiro Ministro de Portugal
            sobre qualquer tipo de rastreio por georreferenciação para combater o novo coronavírus? “Não acho que em caso algum isso se justifique. Não há, aliás, qualquer recomendação da parte de qualquer instituição europeia nesse sentido (…). “?

            Isso da PJ não é para saber se o criminoso andou lá por aqueles lados, mais quilómetro, menos quilómetro? Dá para dizer que várias pessoas estiveram a poucos metros uma da outra durante vários minutos nos últimos 14 dias?

            Sobre os velhotes usarem a app, como não é obrigatória, nem os filhos são obrigados a usar. Mas pode ser que tenham consideração pelos pais e lhes liguem a app.

            Estou a achar é que tens receio que alguém se chegue ao pé de ti e te diga: “Tens aqui a máscara, as luvas, as botas, o impermeável e o telemóvel que te diz se estiveste em contacto com alguém que reportou ter contraído Covid-19. Vai-te lá embora!”

  9. Dani Silva says:

    Até agora não tive receio nenhum do vírus e dos seus resultados.

    Agora, estou com medo…

  10. Hélio Musco says:

    Xiça, está tudo com medo. Até parece que tem alguma coisa a esconder.

  11. Observador says:

    Pena é as baterias já não serem removíveis

  12. Luisão says:

    Na minha opinião, tudo o que seja para rastrear e controlar a evolução da propagação do vírus é bem-vinda. Não pode haver ajuntamentos de pessoas ou grandes deslocações desnecessárias. Existem pessoas que sabem que estão infetadas com o COVID-19 e continuam a sair de casa e fazer uma vida normal. Este verão deveria ser proibido à maioria da população a ida à praia, para evitar enchentes e grandes ajuntamentos. Vejo pessoas a receberem amigos nas suas próprias casas e só estamos a pouco mais de um mês. Não temos a cultura e a educação dos asiáticos que cumprem à risca o que lhes é pedido para fazer. Somos latinos queremos é conviver, desrespeitar tudo e todos, saír para a rua, futebol e cerveja. Ah pois, se tivermos azar queremos ir para o hospital e ser atendido o melhor e mais breve possível, porque somos… lá está responsáveis!

  13. Bob says:

    Tempos extraordinários requerem medidas extraordinárias….
    Infelizmente, em muitos casos, as pessoas não passam de crianças com mais idade, e têm de ser tratadas com isso.
    Quem só está AGORA preocupado em que alguém possa saber com que anda a falar, por onde anda, qual a zona da cidade que frequenta mais, então anda a dormir à muito tempo, e acordou agora para o universo a “telemetria” e recolha de dados. Isto é o grande valor que muitas empresas têm, dado nós usarmos os seus sistemas. i.e, Facebook, Google, e afins.
    A verdade é que para perceber realmente onde cada pessoa tem andado, o dado mais fiável é onde ando o telemóvel dessa pessoa 😀
    Para efeitos de saúde mundial, pandemia, Covid-19, SARS-Cov-2, e afins, não podem ser dados anónimos, se for para identificar casos de “paciente 0”, cadeias de propagação, etc. E isto abre asas para tudo o que seja sistemas “Big Brother”.
    O mais engraçado, é quando alguém vem com estas teorias, e depois mostra-se as configurações da conta Apple, Chrome, Facebook, e deixando activado a partilha de localização, pesquisa, Siri, Cortana, etc 😀

    Já agora, acho que Israel foi o 1º país a dizer que iria fazer precisamente isto, e não pediu autorização a ninguém. Apenas tornaram público aquilo que já podem fazer à anos.

  14. Pedro Rodrigues says:

    Fake GPS

    La vou eu para o meio do Oceano outra vez 😀

  15. Zé Tuga says:

    ahahahahh… agora é que os políticos vão saber onde andam as mulheres!!

  16. Gajo says:

    Totalmente de acordo!

  17. José says:

    Em véspera para o 25 de Abril que boa medida ao nível de um qualquer salazarista.

  18. cs says:

    @miguel Claro que há pessoas que usam telefone sem BT, mas se apenas 60% da população usar uma app de proximidade, o contributo para parar a pandemia é bastante bom. Não podemos reduzir tudo apenas ao que todas as pessoas usam.

    A triangulação por GSM é grosseira. De momento, eu estou a viver numa zona rural em que as antenas das operadoras são poucas e afastadas. A minha posição determinada por triangulação GSM põe-me a mais de 2 km da minha posição real. Por outro lado, em zonas urbanas, não se distingue entre telefones que estão, por exemplo, no mesmo prédio, mas onde mesmo assim não existe qualquer risco de contágio.

    Depois há todas as questões de privacidade que não são salvaguardadas com a localização GSM. Podem dizer que os dados são mais tarde anonimizados, mas não são anónimos quando recolhidos. A solução BT (por ex. da Apple/Google) não regista dados pessoais nem localizações, apenas códigos aleatórios.

    • rex says:

      > e apenas 60% da população usar uma app de proximidade, o contributo para parar a pandemia é BASTANTE BOM.

      Quanto é BASTANTE BOM?
      60% produzem uma diferença percentual na propagação da doença em que gama de valores?
      Mais especificamente percentagem de redução do R.
      E se for só 50%, qual a diferença percentual no resultado proposto em relação aos 60%?
      E se for só 20%?
      Existe algum estudo que demostre essa asserção?

  19. Digo eu says:

    Há sempre a hipótese de envolver o telemóvel numa bolsa tipo “Gaiola de Faraday”

  20. Alvaro Campos says:

    Entendo a intensão, a ser real e somente para o fim proposto, mas não estou de acordo!
    Se me for dado a escolher, escolherei que não partilho a minha posição geográfica nem a dos meus contactos.
    Mais, não autorizo a que quem tenha o meu contacto partilhe a minha localização.
    O que faço, por onde ando e com quem ando só a mim me diz respeito e a com quem estou no momento.
    Não é ter telhados de vidro ou querer esconder alguma coisa. É, sim, querer manter privado o que é privado, já que até ao momento a minha vida pessoal e social só a mim me diz respeito.
    MAS: entendo a intensão desde que seja somente para esse fim!

    • ovingadorortográfico says:

      Portanto, tu podes estar infectado e, a coberto da tua liberdade ser um agente de propagação da infeção e eu na minha liberdade de deslocação que tu defendes como tua, tenho de ser prejudicado com a tua contaminação. Eu e outros. E sem saber qual a origem. O 25 de abril que tu e outros defendem é diferente do meu. Muito diferente. Portugal será um pais verdadeiramente livre quando todos os que nele vivem perceberem que a sua liberdade acaba onde começa a do próximo. E aí, seremos uma nação madura. Boa sorte com o Covid.

      • rex says:

        > Portugal será um pais verdadeiramente livre quando todos os que nele vivem perceberem que a sua liberdade acaba onde começa a do próximo.

        A “pegada” individual é incontornável, e vamos sempre limitar os restantes de algum modo pelo simples facto de existir.

        Todos consomem o oxigénio do próximo, poluem o ar dos restantes com os hábitos de consumo por que são responsáveis, ocupam espaço que afeta a paisagem, produzem barulho que às vezes nos incomoda, e às vezes, têm doenças que nos podem afetar.

        Até quem se isola em locais isolados é julgado por destruir locais virgens que seriam melhores de conhecer sem influência humana.

        > E aí, seremos uma nação madura. Boa sorte com o Covid.

        A maturidade implica o respeito pelo próximo. Esse respeito começa por não tentar impôr vontades.

  21. Me says:

    Não sabemos qual a melhor forma de lidar com este vírus. Mas a única certa que nos pode salvar é o nosso sistema imunitário, o qual fica esquecido na gaveta. E estar sempre em casa não é bom para tal.

    Dentro da comunidade científica os resultados e entendimentos divergem. Contudo as vozes e estudos contrários ao instituído como verdadeiro pela OMS e subalternos (ex. DGS) são abafadas, descredibilizadas, ameaçadas e claramente censuradas na internet e media.
    Há medo da pluralidade e de colocar em causa as decisões das autoridades, as quais se têm revelado contraditórias ao longo do tempo. Exemplo? Ainda há 2 semanas era mau o uso de máscara. Agora é obrigatório.

    Sejamos coerentes e com bom senso. Nenhuma das vozes aqui nos comentários é mais dona da verdade do que a do outro. Portanto respeitem o espaço de cada um, não coloquem no outro a obrigatoriedade de ficar em casa, assim como ninguém impõe o outro de sair de casa.
    É simples, se estás e queres ficar em casa, fica. Aí estás “protegido”.
    Quem sai tem imensos motivos para tal, não coloques a tua vontade no outro. Então não estavas em casa protegido?

    Parece q está boa parte do mundo à espera que o vírus vá embora…. mas ele não deve ir. Portanto temos de o enfrentar e adaptar-nos, caso contrário, o #FiqueEmCasa poderá transformar-se em #ApodreçaEmCasa.

    Enquanto isto, estamos dentro dum caldeirão em aquecimento para instauração de um nome regime de controlo social através da tecnologia… e muitas pessoas acham bem. Sugiro talvez este tempo para saberem mais de história.

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