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COVID-19: Áustria diz adeus às medidas de contenção

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Memória says:

    Lol, a Realidade venceu outra vez . . .

    Aqui diz-se “quando o navio ao chegar ao cais não dá a volta. é o cais que dá a volta ao navio”
    (também deve haver um provérbio português a dizer mais ou menos o mesmo(?)

    Mas pelo que sei até agora, continuam com o fanaticismo de querer vacinar toda a gente . . .

  2. Ochinês says:

    A Covid aliviou as restrições a partir de 5 de fevereiro?
    Recentemente tinha tomado medidas tão restritivas, muito mais que cá, que só as podiam aliviar, mais cedo ou mais tarde
    Mas … em fevereiro a vacinação contra a Covid – torna-se obrigatória.
    https://pplware.sapo.pt/ciencia/covid-19-austria-torna-vacinacao-obrigatoria-a-partir-de-fevereiro/

  3. Zed says:

    Portugal também devia estar já a aliviar… E não só no dia das eleições.

    • Joao Ptt says:

      Já avisaram que voltariam as medidas de restrição às liberdades individuais após as eleições (uma ou duas semanas depois?).
      Aqui em Portugal é no verão, e antes das eleições que aliviam as medidas.

  4. adbu says:

    Enquanto o número de infeções estiver a aumentar parece-me mal começarem a aliviar.

    • Imf says:

      E então??? Vamos andar nisto para sempre??

      Quando estavam de gripe e constipados iam para autocarro/ trabalho/cafe, etc
      Sem máscara e estava tudo bem, se passado 2 semanas a velhota que estava descansada no banco do lado batece a bota, com pneumonia… tudo tranquilo.
      É normal.

      Aqui a unica diferença que vejo é a falta de civismo que tinhamoa antigamente.

      Nos paises asiático elea por consciência sempre que estão doentes ou com sintomas usavam mascara.

      Nos os ” evoluídos” do ocidente, olhavamos para eles como se fossem malucos ” emtao aquele esta a usar mascar”, que atrasado.

      Ha que pensar… afinal os atrasdks somos nós que estamos a anos luz atras deles.

      • Joao Ptt says:

        Acho que poucos olhavam para esse hábito como malucos, quando sabem o porquê de o fazerem. Tem lógica, controlar o espalhar de doenças comuns, se a pessoa sabe que está ou que poderá ter algo que se propaga.

      • Luis Henrique Silva says:

        +1 concordo com o teu comentário.
        Se tivessemos mais consciência teriamos mais cuidadonquando estamos doentes em certos locais, uma pessoa pode ser resistente mas putra ao lado não.
        Provavelmente daqui a pouco tempo já não usaremls mascara por vir a passar ser considerado como uma gripe, apenas levam mais em conta as situações graves de cada pessoa.
        O Covid veio pra nos chamar a atenção como nós eramos tão despreocupadoa com a higiene e segurança relativamente às doenças, então veio um viruzinhl nos dar uma grqnde lição.

    • jorgeg says:

      Isolate e fica em casa nao fazes falta nenhuma.

  5. Xyr says:

    Hehehe..testes para os não vacinados ? Os vacinados não podem ficar infetados ? Hahaha…os políticos percebem muito deste vírus…hahaha mas não só os políticos são ridículos. Maria Manuel Mota diretora do Instituto de Medicina Molecular dizia há pouco tempo que o vírus era bonzinho e só era perigoso para os mais velhos . Agora , ela e os investigadores do mesmo instituto Pedro Simas , Miguel Castanho , andam a propagandear as maravilhas das vacinas para todas as idades. No entanto voltei a ouvi-la dizer que o grande grupo de risco são os maiores de 70. Por um lado esta gente não tem formação suficiente , por outro os interesses económicos pesam e muito . O instituto que ela dirige tem a sua atividade normal interrompida e quer voltar ao normal . Figurinhas ridículas que pandemia trouxe . Os mais independentes sempre disseram o mesmo : vacinas ? Só para grupos de risco

    • Secadegas says:

      Nota-se que fizeste a tua própria “pesquisa”… Calado eras um poeta.

      • Xyr says:

        Fiz pesquisa ? A senhora foi provavelmente colega de amigos meus . O que se passa é que por condicionalismos económicos muita gente não diz realmente o que pensa sobre as vacinas , e os que o dizem são arrumados para um canto. Para além disso nenhuma destas pessoas tem conhecimentos suficientes para falar de vacinação durante uma pandemia.
        São certamente muito bons na sua área, mas para se falar de vacinação durante uma pandemia , não basta ser virologista , epidemiologista , tem de se ser tudo isso e muito mais: especialista em biologia molecular , vacionologista e por aí fora . Há muito poucos no mundo , alguns trabalham para os fabricantes das vacinas e embora sejam contra , não querem ser despedidos . Ainda ontem assisti a um senhor na TV a citar dados do CCD para justificar a vacinação de crianças. Mal ele sabia que os dados do CCD estão errados . Uma investigadora provou que estavam errados , mas foi obrigada a calar-se pela força

    • Há cada gajo says:

      E qual é a tua formação ?

      • LR says:

        Deve ser “vacionologista e por aí fora”, além de ser amigo de prováveis colegas da tal senhora de quem fala . Em suma, uma autoridade na matéria…

    • meister says:

      Pedro Simas?
      Quem? Este?
      https://zap.aeiou.pt/mascara-certificado-pedro-simas-snob-459984

      Pimenta no rabo dos outros….

  6. Ochinês says:

    A Áustria não é um bom exemplo no aligeirar nas medidas de restritivas. Tinha-as intensificado na recente vaga, mais tarde ou mais cedo iria aliviar-las. Mas qual é o alívio?
    – Os não vacinados, se tiverem teste negativo, já poderão frequentar os estabelecimentos comerciais, mas não os do setor da restauração.
    – E a vacinação torna-se obrigatória em fevereiro

    Onde as restrições foram realmente aliviadas foi na Dinamarca dada a elevada taxa de vacinação e as infeções terem diminuído:

    “Empresas, instituições culturais privadas ou associações poderão recomendar restrições. De resto, desaparecem as medidas atuais: deixarão de ser usadas máscaras em espaços fechados, caem as restrições nos restaurantes, na vida cultural e social.

    A primeira-ministra Mette Frederiksen anunciou que o país pretende «regressar à vida antes do coronavírus» e a doença já não será considerada «ameaça à sociedade». «A vacina tem sido uma arma poderosa, deu-nos uma defesa sólida contra a infeção, por isso dizemos adeus às restrições», justificou.
    Frederiksen realçou que a medida só é possível devido à alta taxa de vacinação, suficiente para aguentar a propagação da variante ómicron. ( “A Bola”)

    • João says:

      As infeções não diminuíram na Dinamarca, estão em máximos históricos, vê no Worldometer.

      • Álvaro Campos says:

        Sim e comparado com Portugal não prece nada bem
        https://ourworldindata.org/explorers/coronavirus-data-explorer?zoomToSelection=true&time=2020-03-01..latest&facet=none&pickerSort=desc&pickerMetric=new_cases_smoothed_per_million&Metric=Confirmed+cases&Interval=New+per+day&Relative+to+Population=true&Color+by+test+positivity=true&country=PRT~DNK

      • Ochinês says:

        Fui ver. e ens razão. O nº de infeções (detetadas) tem subidos, mas o número de mortos nem por isso. O mesmo se passa cá.
        Deve ser por isso que a primeiro-ministra refere qu:e o aliviar das restrições “só é possível devido à alta taxa de vacinação, suficiente para aguentar a propagação da variante ómicron”.

        • ervilhoid says:

          Devido à elevada taxa de vacinação.. nem pode ser porque a variante é menos letal…

          • Ochinês says:

            Sem vacinas: 100 infetados pela Delta e 100 pela Ómicron.- são internados e morrem mais pela Delta
            Mas não é assim se for: 100 infetados pela Delta e 1000 pela Ómicron.
            O que a PM quer dizer é “a alta taxa de vacinação é suficiente para propagar a variante Ómicron – em termos de doenças graves e de mortes.
            Põe a eficácia das vacinas na equação que te simplifica o raciocínio.

  7. Kajuzinho says:

    Fixe!!! Vamos aliviar as medidas agora, pois quando espalhar o vírus mortal que estão aparecendo do degelo na Sibéria, aí eu quero ver colega!!!

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