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COVID-19: Aulas online podem começar a 8 de fevereiro

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. vilma says:

    ja deviam era ter começado
    este Ensino de Emergência não é bom mas é o possivel
    os alunos nao precisam de ferias agora (nao estao cansados), precisam é de ferias nos momentos certos pré-programados como acontece desde ha 100 anos para cá

    • miguel says:

      Ensino a distancia para crianças pequenas não funciona e a maioria dos pais não tem qualificações de Português, Matemática, etc…

      Prefiro férias para os Alunos e Professores agora e ficam na escola Julho, Agosto para compensar 1 mês em casa.

      • vilma says:

        ninguem consegue ter aulas em julho e agosto … nao seja lirico … lembre-se da sua juventude
        O clima e os exames nacionais nao o permitem … pq pensa que ha ferias nesse periodo? pense ,,, nao seja como os comentadores de caca que vê na TV

        é melhor pouco que nada …

        • José Fonseca Amadeu says:

          É a melhor opção, melhor que não reterem conhecimento e passarem de ano.
          Ou gozam férias agoras e em Julho e Agosto têm aulas ou então reprovam todos o ano.
          As férias fazem falta é a quem trabalha com a cabeça para tentar desligar, de resto não vejo a vantagem das férias, por isso em alguns países nem sequer existe o conceito de férias pagas.

        • maskOn-MaskOff Kung-Fu says:

          Eu dou aulas a alunos na China e no ano passado tiveram sem aulas cerca de 2 meses por causa do virus e, no mês de férias de verão tiveram aulas (apenas escolas internacionais é que têm mais de 1 mês de férias no verão na China). Em algumas escolas tiveram 2 semanas de férias, noutras não tiveram pausa pois têm o hábito de ter aulas no verão para se prepararem para o ano seguinte. E tiveram horário de aulas extendido, aulas aos sábados e em alguns casos ao domingo de manhã, e em muitas zonas aulas online.

          Lembramo-nos da nossa juventude mas precisamos de nos lembrar que esta é uma exceção á regra… Para quê um Verão de férias se tivermos que ficar em confinados. Lembro-me do ano passado, nas praias em em zonas turisticas de montanhas havia muita gente e era dificil manter distância. Como as coisas estão agora, nem sei como será o Verão.
          Itália em 60 milhões de pessoas 6x mais que portugal e foi um grande epicentro do vírus. Agora nós temos quase os mesmo números de mortos e infetados… Tudo porque Não colocaram as restrições necessárias no Natal e passagem de ano, e as pessoas aproveitaram e exageraram…

        • miguel says:

          “ninguem consegue ter aulas em julho e agosto”
          lol não me digas que és professora?

          Oh menina se tivermos que ficar todos confinados em Julho e Agosto ficamos devido a pandemia por isso não é o clima nem a juventude que manda na pandemia.
          Por isso isto nunca anda para a frente!

      • ripicosta says:

        Boa! Finalmente os professores vão gozar férias de Inverno. E no Verão ou toda a gente trabalha… ou os pais têm de ir levar os putos à escola e seguem para a praia para o bronze!!!

  2. vilma says:

    ninguem consegue ter aulas em julho e agosto … nao seja lirico … lembre-se da sua juventude
    O clima e os exames nacionais nao o permitem … pq pensa que ha ferias nesse periodo? pense ,,, nao seja como os comentadores de caca que vê na TV

  3. Rui says:

    A decisão do governo é tudo menos racional! Só foi tomada para todas as Escolas (públicas ou privadas), porque o governo mais uma vez não cumpriu o que prometeu, que foi o de colocar os alunos no início do ano lectivo com condições de terem aulas por meios digitais: https ://sicnoticias.pt/especiais/coronavirus/2020-04-11-Um-computador-por-aluno-promete-primeiro-ministro

    A grande maioria das Escolas tem condições para iniciar imediatamente as aulas online, mas está impedida de o fazer!!!!!!! Impedir as escolas de o fazerem, para além de saloio é inédito!

    O que deviam ter feito antes, seria iniciar o ano lectivo mais tarde (pelo menos 2 semanas), logo a seguir ao ano novo, porque todos sabíamos que os números íam subir.

    Dizer que o ensino à distância não é o mesmo que o ensino presencial, é uma boçalidade, obviamente que não é, mas é preferível estarem 1,5 milhões de crianças sem fazer nada em casa? Pelo menos o ensino à distância, permitia o contacto com os colegas e professores e ocupar o tempo com tarefas, mesmo que o rendimento escolar não fosse o mesmo que o presencial, agora estarem fechados em casa a jogar e a navegar pela internet…………. ainda para mais com os pais em teletrabalho, realmente é a solução ideal!!!!!

    • Rui says:

      Já agora. Como é possível as Escolas não terem aulas online (apesar do governo preparar-se para elas a 8 de Fevereiro), e haver Universidades que neste momento realizam exames e frequências com os alunos e um Colégio tentou fazer o mesmo e foi lá a PSP acabar com o exame!!!!!!!

      São estas saloices que não percebo que leva tanta gente a votar em incompetentes!!!!!!

      • R says:

        +1
        Planeamento (quase) inexistente
        Em Portugal existe “partidarite” – é como os clubes de futebol. É triste…

      • Ricardo Oliveira says:

        +1

      • João says:

        Totalmente de acordo.
        Conheço um (muitos outros haverá) que em 2020 ao segundo dia de “encerramento” já davam as aulas todas online. Serão melhores professores que os do público? Serão escolas melhores? Ou será que apenas trabalham melhor?
        A minha filha teve meia dúzia de emails em 6 meses e tele escola da treta.
        O governo proibir as escolas de darem aulas online é muito mais grave do que parece. É uma tentativa de, artificialmente, nivelar por baixo os alunos, em vez de premiar aqueles que conseguiram dar cordinha aos sapatos.
        Já temos a escola na miséria. Passam sempre de ano, não há disciplina, não há exigência, e agora também já nem ensino há. Este ministro é ministro de que, afinal? De promessas peidos e arrotos?
        O problema não é os alunos. ou melhor, não é a grande maioria dos alunos. Poucos serão os que não podem ter um computador. E os que não podem, terão apoios se for caso disso. Infelizmente muitas vezes apoia-se quem não precisa ou quem não tem é juízo. Eu se fosse tomar o pequeno almoço ao café todos os dias, beber uns fininhos depois do trabalho e uns beirões ao fim de semana também não tinha dinheiro.
        Mas o problema é, como sempre na educação, a FENPROF. O ministério da educação está sempre refém da fenprof. Ainda mais este governo que tem sido aguentado por quem tem influência política nos sindicatos.Não se pode mexer nos professores. Olhem, os do privado ganham menos, reformam-se mais tarde, têm menos “férias” (ao xaxus que me matam já) e ainda assim conseguem dar aulas online. Já no público muitos vão fazer birra e ninguém os obriga.
        Mas a solução para a incompetência do governo é mandar fechar as escolas privadas que têm condições de dar aulas. Os privados se não derem aulas não recebem e não podem pagar ao pessoal. E no público? 6 meses sem aulas e alguém foi para layoff?

  4. Urtencio says:

    Deveria estar tudo programado para começar logo!! ^
    não me digam que em 10 meses não pensaram que poderia acontecer isto?!

  5. RJ45 says:

    A vilma ainda está na idade da pedra.
    Situações extraordinárias requerem medidas extraordinárias, aulas em julho e agosto pode ser uma solução e exames em setembro.
    O estudo em casa só serve para encher chouriços a aprendizagem é muito baixa e a aquisição de conhecimentos para os alunos mais fracas é quase nula.
    Viva o ensino presencial, viva Portugal…

    • vilma says:

      ó conetor RJ45 … nao seja imbecil
      como aluno conseguias ter aulas na tua salinha maravilhosa na tua escolinha, com 40º graus?
      se fosses RJ11 talvez fosses mais inteligente

      • DFS says:

        E temperaturas de zero graus como ocorreu em janeiro com as janelas abertas é bom para aprender?
        Na situação em que estamos, qualquer solução é má, é uma questão de escolher a menos má.
        Acho que esta opção de ter férias agora permite ter menos duas semanas de ensino presencial o que é sempre bom. Claro que dia 8 teremos mesmo de passar para ensino à distância, mais de duas semanas seria muito. E se tivermos de prolongar as aulas mais 2 ou 3 semanas para compensar a menor aprendizagem do ensino à distância, que seja.
        Ter aulas em Agosto não parece ser solução, mas o mês de julho pode dar uma ajuda, já que infelizmente não se iniciou no início de setembro como achava que devia ter sido feito.

        • vilma says:

          ninguem que conhece o funcionamento dos exames nacionais pode dizer que aulas e exames em conjunto podem acontecer … nem em setembro

          40º graus sao 40º graus

          • RJ45 says:

            Tem razão, na idade da pedra não existiam exames e mesmo assim chegamos até aqui… Estrangular os alunos com exames para não conseguirem entrar no ensino superior não deveria ser o principal objetivo do ensino secundário. O mérito e a inovação deveriam ser uma seleção natural do conhecimento. Como seres humanos ganhamos mais com a partilha do que com a competição!

          • maskOn-MaskOff Kung-Fu says:

            Mas estar em casa fechado com 40º também não são férias…
            Cá para mim você dever ser aluna. Tem de pensar além das férias.
            Se os alunos fizerem uma preparação contínua para os exames nacionais é possivel haverem aulas e exames.
            E caso diga que não é aluna… Vai dizer-me que passou os dias interios das férias a estudar para os exames nacionais…
            Eu dei aulas em centros de explicações e quando os miudos terminavam os trabalhos de casa, tinhamos mais exercícios para eles. E nalguns casos, preparávamos os exames nacionais. (digo alguns casos pois nessas idades há menos alunos a quererem ter apoio nos estudos, querem é ir para a moina…)

      • João says:

        Aqui na minha terra é raro passar dos 30…hahaha
        Nunca a praia esteve tão cheia como em 2020.
        Faço surf e a última vez que fui á água foi em Julho, quando estive de férias. No último fim de semana de férias fui para fazer surf e dei meia volta, tal era a enchente que estava na praia, nas esplanadas, em todo o lado. Uma praia enorme e guarda sois em cima uns dos outros, esplanadas a abarrotar, distanciamento zero. Nunca mais lá voltei. De resto, passei o verão quase todo a trabalhar e não morri. Se eu e tantos outros aguentamos trabalhar, os putos também podem ter aulas. Não dá vontade? A minha filha tinha 8 anos e queria que o centro de estudos estivesse aberto em Agosto para recuperar o tempo perdido das aulas. Nunca se queixou de não conseguir “estudar” com 40º.
        Mas se calhar por isso é que temos um país nada preparado. Os ministros também foram de férias no verão. As reuniões de acompanhamento da pandemia idem. Ah é verão e tal… Não estaremos nós a pagar o preço do verão loco de 2020? Enquanto não arrefeceu o tempo, não havia sintomas, mas o virus foi-se espalhando silenciosamente. E desde setembro não tem dado tréguas. Como é que passamos do melhor país a gerir a pandemia ao pior? Foi obra e graça do espírito santo?

  6. alguem says:

    Então e que dizer da universidade em lisboa que antecipa o início das aulas apesar da decisão do governo?
    Boa ou má decisão, deviam dar o exemplo e cumprir, mas não, decidem antecipar para dia 1 violando claramente os 15 dias decretados pelo governo. E assim se formam pessoas.

  7. maskOn-MaskOff Kung-Fu says:

    A China é muito rígida a nível do ensino escolar. Tenho vários alunos que ter um 90/100 não é uma boa nota e andam tristes se tiverem 85-89, apanham dos pais se tiverem 75… Mas o ensino em Portugal está formatado para os 50%… Se acertar metade já estou safo… Eu fui aluno e pensava assim também.
    Não devemos imitar o ensino na China mas devemos aprender com eles. Ficar contente com metade certo não deve ser o nosso modo. Nós melhoramos quando tentamos dar o nosso melhor. Mas se o nosso melhor é ter metade do teste certo, temos de pensar que metade do teste estava errado!

    Na área proficional não podemos agir com esse pensamento mas, com o ensino atual, essa é a mentalidade da maioria.

    • João says:

      O sistema chinês (do qual conheço pouco, confesso) poderá não ser o melhor exemplo no global. Mas não posso deixar de concordar com altos níveis de exigência, ao invés do que acontece cá. No Japão sei que há escolas que não têm funcionários de limpeza. São os próprios alunos que fazem o asseio e limpeza. Além de lhes ensinar limpeza e arrumação, valorizam que todos os trabalhos são dignos e que ninguém é bom demais para os fazer. Ao invés da nossa sociedade que ensina que quem faz limpeza (entre muitos outros trabalhos) são os ignorantes e coitadinhos que não dão para mais.
      Mas temos de ver isto alocado à nossa cultura. Por cá ter boas notas ou até mesmo saber ou ser competente é secundário. Tanto na administração pública, onde é bastante visível, como também em muitos setores privados. Mas é por isso também que temos o país como temos. Formamos miúdos para serem medíocres, e ensinamos que não precisam de saber, mas de ter bons “amigos” e dar graxa e lixar os outro. Logo serão esses os portugueses de amanhã, incluindo os políticos que iremos ter ou, como bem podemos ver, que temos já.

  8. João Santos says:

    Continuo a achar que o melhor era quase a Hitler mas sem a parte da tortura e matar só porque sim. Campos de concentração o pessoal era selecionado, com covid para um lado sem covid para outro, depois de forma a ficar mais fácil toda a gente era colocada a dormir com exceção da malta que tinha de tratar dos doentes e dos sãos.
    É uma ideia radical mas pelo menos a meu ver seria a forma mais rápida de resolver o problema

  9. Infinity says:

    Até deviam passar conteudos na televisão, mas não, é mais interessante os “Praça da Alegria” e afins. Que tristeza.

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