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Confinamento: Conheça as novas medidas anunciadas por António Costa

                                    
                                

Autor: Marisa Pinto


  1. António Alberto Sampaio Barandas says:

    Pois e as escolas continuam abertas, é só tiros nos pés, grandes tugas…

    • José Fonseca Amadeu says:

      Se querem fechar as escolas têm de reprovar os alunos, não é aceitável que com o nível de ensino como está ainda passem alunos que já não tiveram aproveitamento o ano passado e deixariam de ter este ano.
      Depois chegam ao mercado de trabalho uns perfeitos anormais, como já acontece.

      • pedro ozono says:

        As escolas já têm ordem sub repticias para passar os meninos…

        O problema é que as escolas tornaram-se num depósito de putos e como os paizinhos estão em tele trabalho não querem os meninos em cada a chatear ,esta é que é a verdade…

        • José Fonseca Amadeu says:

          Não é ficar em casa a chatear, é ficar em casa a impedir os pais de serem produtivos nos seus trabalhos, parece que não andaram atentos ao primeiro confinamento.
          Além disso, o aproveitamento escolar para a maioria dos miudos em teleescola é praticamente inexistente como se passou o ano passado, por mim até podem fechar as escolas mas têm de obrigar os miudos todos a repetir o ano, e aí incluo o meus e já lhes disse que por minha vontade se voltarem para casa repetem o ano.

      • Rui says:

        é mais fixe os putos apanharem covid na escola ou nos transportes a caminho da escola, levar para casa e matarem os avós, right?

        • José Fonseca Amadeu says:

          É quase inexistente o contágio nas escolas, e se colocares na mistura contágios e crianças que tenham avós no agregado mais vale jogar no euromilhões.

  2. Já Foste says:

    Para muitos o golpe final

  3. Asdrubal says:

    Estamos a pagar por termos sido bem comportados em março e abril. Ficámos com um menor grupo de imunidade, e agora está a haver maior infecção. É olhar para a Suécia, em que se deixaram estar sem confinamentos, criaram um maior grupo de de imunidade, e agora têm o número de casos a diminuir, e número de mortes quase nulo, têm é de proteger os idosos e andar com as máscaras recomendados.

    • José Carlos da Silva says:

      O grande problema aqui é a falta de respeito e a desvalorização da situação por parte de muitas pessoas. As festividades natalícias e de ano novo foram um excelente exemplo do abuso e da falta de noção. Só vejo pessoal a chorar, mas vejo outros países com TUDO fechado há MESES.

      Vamos todos continuar a desvalorizar vidas humanas e o esforço incrível dos nossos profissionais de saúde, porque somos todos mais espertos que os outros, temos mais direitos que os outros, sabemos mais que os outros, e estamos acima de tudo e de todos.

      • Reis says:

        A culpa é de quem vota PS gosta de populismo e festas e bailaricos. Quiseram assim? Tiveram a paga. Nem por vezes é bom festas, melhor vomitar tudo cá para fora de ficar fechado em casa. Continua o Portuga a comer diabetes.

      • José Fonseca Amadeu says:

        Questão é nos países que comparas os níveis de apoio são infimamente superiores aos nossos pseudo apoios.
        E os países com poucos ou nenhuns apoios são terceiro mundo onde já não existia grande emprego.

    • SSD says:

      What? Os suecos estão a confinar também e tiveram 2 mil mortos no último mês.
      O plano sueco (infelizmente) falhou, a imunidade natural não dura mais que um par de meses e a existência de novas estirpes ainda vem lixar ainda mais a situação.
      Estamos é a pagar lor confiar que a maioria das pessoas tivesse bom senso e pela passividade do governo em tomar medidas mais agressivas e não prever uma nova vaga que era expectável que acontecesse no pico do inverno e pos festividades

    • Pedro says:

      A suécia tem uma das taxas mais letais entre idosos do mundo…

    • LP says:

      Tens noção que não ficas imune durante 1 ano certo?

      Tamos a pagar a fatura do facilitismo. Independentemente de haver ou nao restriçoes no ano novo ou natal, o pessoal tinha que ter consciencia. Agora pagamos todos a fatura!

    • Nuno T. says:

      teoria mais parva!!!!!!!!!!!
      para haver imunidade de grupo uma alta percentagem da população tem que estar imune, e isso só acontece ou por vacinação ou por a maioria da população ficar doente, coisa que nenhum país atingiu. E se algum país tivesse atingido isso estaríamos a falar de dezenas de milhares de mortes num país como a Suécia…

    • Paulo says:

      @Asdrubal, estás a precisar de fazer uma actualização…

      • Asdrubal says:

        Obrigado por forneceres esses dados. Agora é só interpretar, faz a média desses dados, uma vez que existem muitos valores nulos, e verás que já estão a descer. Tiveram mais casos nos últimos meses que em março, como em todo os países do ocidente, mas em termos de mortes é ao nível de março (só fazer a análise dos dados). Ao contrário de Portugal, continua a subir.

        • SSD says:

          Homem primeiro os primeiros meses da pandemia foram os piores para eles, ou seja se se aproximarem dos números de março é mau sinal.
          Segundo tens números nulos porque eles não estão a fazer uma atualização diaria. Como é que passavas de 160 mortos para 0, subia para 300 dois dias depois e voltava a 0?

          • Asdrubal says:

            É o que estou a dizer, jovem.
            Estão valores muito altos em novembro e dezembro, porque há muitos outros com valores zero. Por isso digo para fazer a média, e verão que morreram tantos neste últimos meses na suécia, como nos primeiros meses neese país.

            Em situação, que houve muitos mais casos lá neste últimos meses, mas as mortes foram em mesma quantidade.

            Enquanto que em Portugal, em março e abril, houve pouquíssimos casos e e 1/10 de mortes em comparação com esse país e outros países. E agora, nestes últimos meses, Portugal para além de ter também muitos mais casos, tem 10x mais mortes em comparação com o que houve no início.

            Por favor, vejam bem os dados. Claro que o Natal pode ter contribuído um pouco, mas o frio que se fez notar neste último mês, também contribuiu e muito para o fortalecimento do vírus e enfraquecimento das pessoas mais vulneráveis. O frio sempre enfraqueceu todos os anos os mais vulneráveis, porque numa situação como esta não seria também? Ainda para mais, este inverno tem batido records de temperaturas mínimas na península ibérica.

          • SSD says:

            Homem mas mesmo assim este foi o pior mês para eles. Eles chegaram às 2 mil mortes num só mês e ultrapassaram a barreira dos 10 mil, isto com número de contágios não assim tão distantes dos nossos e a crescer. O plano deles fazia algum sentido mas não resultou e eles próprios já admitiram e já estão a rever onde precisam de fazer alterações

        • ToFerreira says:

          Mortes totais:
          -Suecia: 10 323
          -Portugal: 8861
          A estratégia da Suécia é melhor que a nossa?!
          Por outro lado, se quisermos comparar de forma justa os números, é melhor olhar para os restantes países nórdicos, seus vizinhos, com muitas mais coisas em comum que nós, e aí, as diferenças são abismais!

    • Art says:

      Procurar informação antes de opinar é sempre bom para evitar situações iguais a esta

    • Jonny says:

      És mesmo Asdrubal. Então vamos todos para a praia, parques e centro comercias para imuniade de grupo… Enfim. Ainda bem que não és Primeiro Ministro

    • says:

      Pois, imunidade entre 4 a 6 meses no caso das vacinas.
      E mesmo quem apanhou o covid 19, não há certeza de estar 100% imunizado, segundo a Public Health England.

      https://bityli.com/TqiH5

    • maskOn-MaskOff Kung-Fu says:

      Queres compara com a Suécia, então compara como deve de ser… Eles não fizeram confinamento, por causa dessa ideia da imunidade de grupo sem controlo. Com a vinda do Outono viram que não conseguiam controlar o COVID e colocaram restrições…
      Em Portugal viram que estava correr bem o confinamento, as pessoas pensaram que não havia problema e exageraram no Natal e passagem de ano… E depois há pessoas que partilham do seu ponto de vista que o fazem de propósito e aproveitar todas as exceções ou até mesmo ignorar as regras. Que depois leva a outros serem infetados que não tiveram a “sorte” de ser assintomáticos, morrerem…

  4. Fulano says:

    “Além disso, António Costa adianta que irá ser acelerado o processo de vacinação nos lados” -> Seria lares correto? Fica o aviso para possível correção.
    Obrigado pelo artigo de forma sintetizada do que iremos encontrar nos próximos dias.

  5. Ci says:

    E as escolas continuam abertas.
    É que os alunos moram sozinhos não é? Certamente que não vão para casa transmitir o virus aos pais e avós.
    Entretanto na telescola, no $estudoemcasa ($ em vez de #) Alguém sabe para que foi isso?

    • Fulano says:

      Não é por acaso que os surtos nas escolas só vieram acontecer após o natal… então antes do Natal, mal havia surtos (desta dimensão como temos agora) e logo a seguir às festividades do Natal, as escolas enfretam todas casos de surtos? Algo de errado aqui não está certo… Cheira-me a mim como cidadão que o problema não está nem esteve nas escolas, mas sim nos ajuntamentos com o primo do outro lado do mundo durante o Natal.

  6. jorgeg says:

    Continua Costa, ta quase, ja falta pouco para arrumares de vez com Portugal, Força!
    Marselfie apoia-te cem por centO!

    • LR says:

      Só por curiosidade, e tendo em conta a tua sapiência, o que propões para resolver isto?

      • Reis says:

        Está a fazer isto de propósito que é para dizer que deu milhares de empregos a africanos, americanos e asiáticos e dizer que é um dos melhores primeiros ministros da europa.
        É esse o objetivo dele, matar portugueses e dar emprego aos de fora. Ninguém ainda viu isso? Na SIC Notícias mais de metade português foi despedido e eles meteram africanos.

      • Espetador says:

        Isto o quê? A solução é VIDA NORMAL e ponto final. Morre quem tiver que morrer. A segurança social agradece. O pagamento de pensões também e se os que morrerem, estiveram ainda na vida activa melhor, nem se pagam pensões. Tudo lucro. Qual é o problema? Esperem sentados, ou vos saiu o euromilhões ou alguns vão se entalar. Depois, pimenta no vosso traseiro para mim é refresco. Acordem!!!!! Deixaram de andar de carro? É que na estrada também se morre e muito.

        • SSD says:

          Mas vocês vivem só para o dinheiro?? Que comentário mais sem ridículo…
          Respeito pelos outros, respeito pela vida e respeito pelos milhares de profissionais que todos os dias se expõem para tentar travar esta porra ficou no mesmo sítio que as noções neh?
          Por essa lógica, também não vale a pena respeitar os sinais de trânsito, afinal de contas a qualquer momento posso levar com alguém que não o está a fazer…

          • José Fonseca Amadeu says:

            A questão é que não se está a respeitar vidas em nenhuma das soluções, é tudo uma questão de politica para ficar melhor na fotografia internacionalmente, se vão morrer de qualquer forma, melhor deixar as pessoas trabalharem e sustentarem as suas familias.
            Ou que será pior, 10.000 velhotes morrerem ou 10.000 crianças irem parar ao limiar da probeza por os pais perderem os seus empregos/negocios? Só inscritos no centro de emprego foram mais de 100.000, mais de 50.000 só na restauração, fora quem ainda está em layoff com futuro incerto, vais dizer a essas familias que a vida de pessoas em cuidados paleativos que já viveram uma vida cheia é mais importante que eles terem comida na mesa e um tecto para viver? Só mesmo por falta de noção.

          • Sergio says:

            @José isso é demagogia barata, primeiro informa-te dos numeros em concreto, e tudo o que tu dizes sao conjeturas super negativas.
            Acima de tudo tens que respeitar os direitos humanos, constituiçao , a historia do teu país.
            Negares o direito à vida é só ridiculo, quando vives num país que foi pioneiro na abuliçao da pena de morte.
            Sou empresario e a minha pme esta me a dar 2mil 500 euros de prejuzio por cada mes fechado, mesmo assim sabes qual é a minha atitude? Se perder o negocio e salvar uma vida que assim o seja.
            Como dizem os idosos ” o que ineteressa é ter saude” e esses mesmo idosos merecem RESPEITO, porque durante anos sustentaram todo o sistema que tu e eu benefeciamos até sermos adultos e começar-mos a contribuir tambem.

          • SSD says:

            O problema é que isso é pura teoria da batata. Tenho muita pena de alguns estabelecimentos, especialmente uma boa dos restaurantes que paga pelo péssimo exemplo dado ppr cafés e confeitarias, agora tal como já disseste por aí o virus antes de chegar às reuniões familiares tem de vir de algum lado.
            E depois esse pensamento é só triste, quer dizer é por uma pessoa chegar a uma certa idade que passa a ser dispensável? E depois tens alguns asteriscos nessa teoria pq não são só os idosos que estão em risco. Eu tenho um primo que ainda nem 20 anos fez e que tem bronquite crônica, também teve uma vida preenchida? Tenho um amigo que sobreviveu á fibrose quística (até agora), mas como foi transplantado é também uma pessoa de risco, fez agora 30 anos, tem um filho com um e está a pensar casar quando finalmente conseguirem, é dispensável também??
            E entre estes muitos casos, quase 30% da população sofre de problemas pulmonares e não, não são todos “velhos caqueticos”. E entre vários outros problemas de saúde. Por isso te digo isso é uma bela teoria da batata, porque só o facto de termos uma população bastante envelhecida já é um problema, mas depois tens milhares ou milhões de pessoas com outras complicações, são todos dispensáveis? Conheço um certo senhor de bigodinho engraçado que ia apoiar essa ideia…

          • José Fonseca Amadeu says:

            Não é a questão de ser dispensavel, são pessoas que até com uma simples gripe podem morrer e nem por isso se fez confinamento.
            Eu muito antes da pandemia sempre que ia visitar familiares velhotes a casa ou a lares levava sempre mascara para o caso de ter alguma gripe ou outro virus não transmitir, as pessoas é que só agora é que aprenderam a proteger os velhotes…
            Além disso o direito à vida serve para todos, e os numeros de mortes não covid nunca foram tão altos como nos dias que correm, fechar tudo só está a debilitar ainda mais as pessoas que já têm patologias e precisam de cuidados médicos e isso vai-se manifestar nos proximos anos mesmo sem covid.

          • SSD says:

            Mas isso é so olhar para o básico da coisa. O meu avô já teve gripe e não precisou sequer de internamento porque é alguém que não tem problemas de maior significância e é alguém que toma anualmente a vacina da gripe (e é alguém com quem temos os devidos cuidados claro). E eu repito isto não vai afetar os mais velhos, tu tens imensa gente com problemas respiratórios. O meu primo de 22 anos com bronquite crônica recebeu uma chamada da médica na semana em que o virus (oficialmente pelo menos) cá chegou a desmarcar uma consulta que ele ia ter naqueles dias e a passar baixa médica e com recomendação de ficar por casa e evitar pessoas o mais possível. E após 9 meses, tens alguém com 22 anos, que se formou há pouquissimo tempo, com sorte vai arranjando alguma coisa que dê para fazer online. Tirem da cabeça que isto é só fechar os velhos em casa e esta feito.
            Quanto á segunda parte tens razão e o governo deve ser criticado por não se ter preparado para uma terceira vaga que era esperada numa altura de inverno e pôs festividades (e pôs libertares um bocado a trela ao pessoal), sem dúvida, que devíamos ter mais meios neste momento agora dá essa mesma liberdade ao pessoal e é este o resultado, como é que posso concordar contigo que deixar o pessoal andar por aqui sem restrições é melhor do que isto? Os hospitais estão a abarrotar e se calhar o pessoal “não-covid” não está a receber toda a atenção que precisam porque o povo não aguenta passar uns dias sem roça roca… Assim é difícil claro.
            Temos opiniões diferentes tudo bem, para mim a vida vai sempre sobrepor-se a tudo. E está mais do que visto que o Zé Povinho não tem o mínimo de consciência.

        • AD9 says:

          “Morre quem tiver que morrer. A segurança social agradece. O pagamento de pensões também e se os que morrerem, estiveram ainda na vida activa melhor, nem se pagam pensões. Tudo lucro. … Depois, pimenta no vosso traseiro para mim é refresco ”

          Tens idade sequer para andar de carro?? É que este tipo de pensamento eu aceitava no meu sobrinho de 13 anos com a mania que sabe mas sem responsabilidades e sem grande percepção das coisas e cheio de sangue na guelra, de um adulto “responsável” isso ou é troll ou precisas de uma medicação bem mais forte fds

          • Sergio says:

            A estas pessoas sem sensibilidade era dar-lhes 6horas nas urgencias.. a falta de vivencia de determinadas situacoes faz com que sejam quadrados

      • jorgeg says:

        quem tem medo de morrer de covid que fique em casa! Sem qualquer apoio!
        por causa de 1 ou 2 % da pop ou menos o tipo quer destruir de vez com os outros 98%.
        Pq nao dizer a esses 1 ou 2 % ou menos que fique em casa e o resto ajuda.

        Aumento, depressao, violencia, desemprego, consumo de alcohol, consumo de drogas, aumento da divida publica, adiamento, cancelamente e recusa de tratramento, corrupcao dispara no gov, operacao labios cor de rosa,… e o dinheiro nao cai do ceu!

        Mas estamos a brincar!

        • LR says:

          Tu, com este tipo de comentário, sim, deves estar a brincar. Se tu ou algum familiar teu estivesse nesses 1 ou 2% da população, estavas caladinho, não é? Não sei se tens pais ou avós, mas se tiveres, deves ser o filho/neto mais querido que eles têm. Ganha vergonha. Estás mal, muda-te. E, só para concluir, qual o governo, seja de que cor for, quer ver o seu tecido empresarial ser destruido? Achas que se fosse a tua cor a estar no poder, tomariam opções diferentes? A não ser que sejas adepto do palhacinho do AV, ai é mesmo para deixar morrer a população geral, para proteção das “elites”. Não conncordas? Estás no teu direito. Não gostas? Procura outra pastagem.

        • SSD says:

          O problema é que 2% é a taxa de mortalidade não é o pessoal em grupos de risco.
          Se formos fazer as contas direito, tens 25% do pais com 60 anos ou mais, tens quase 30% da população com problemas respiratórios, praticamente a mesma percentagem com problemas cardíacos, transplantes, cancros/linfomas etc..
          Mesmo deixando de lado alguns com “problemas menores” achas mesmo que se disseres a um terço do país para ficar fechado em casa não ia realmente fazer diferença nenhuma? Eu acho realmente que vocês não têm noção do real alcance de tudo isto.
          Ah e deixa-me adivinhar na continuação desse excelente plano, o resto do pessoal ia viver a sua vida normalmente sem sequer haver imposição de máscara ou qualquer outra medida, certo?

    • A. M. says:

      Mas tu não percebes mesmo nada!! Nem aprendeste nada!!! O Costa deveria ter sido é muito mais duro nas medidas e há muito mais tempo atrás!! Arrumar com Portugal aos poucos ou duma vez só é igual!!! O resultado é praticamente o mesmo. E a culpa não está nas medidas do Costa, está na falta de respeito e egoísmo do povo português!! Se cada um fosse mais responsável, e percebesse sem que sejam precisas medidas vindas “lá de cima”, que não há volta a dar senão cada um “fazer parte da solução” e não do problema!!!

      • Pensamento Positivo says:

        Nem mais, meu caro!… Mas, esta gente esquece-se de tomar a medicação… E não é só hoje que se esquecem… Esquecem-se todos os dias!…

      • says:

        A INCOMPETÊNCIA paga-se caro, principalmente com a vida dos Portugueses.
        Mais cego é aquele que não quer ver.

        • jo§e says:

          Também acho! A INCOMPETÊNCIA dos portugueses que mesmo com tanta informação do que se está a passar, só cumpre o distanciamento e isolamento se for obrigado por lei. E mesmo assim ,só se não conseguir burlar as autoridades.

  7. José Bacalhau says:

    Estou convencido de que, sem uma vacina eficaz e universalmente disponível, façamos o que fizermos vamos acabar por apanhar o bicho. Se o R0 implica que a imunidade de grupo só se atinge com 70% da população imune, então se não apanharmos este ano apanhamos no próximo e se não apanharmos no próximo apanhamos daqui a dois anos. A única esperança é uma vacina eficaz. Se não for eficaz também acabamos por apanhar o bicho. Um bocado como a gripe: mais ano menos ano acabamos por a apanhar. Só que esta porcaria é provavelmente mais letal para as pessoas mais velhas e frágeis do que a gripe e a pneumonia, o que juntamente com a baixa imunidade existente faz com que muito mais gente morra. É uma desgraça sem fim. Se não conseguirmos vacinar a grande maioria da população até este outubro, irão morrer mais velhos e fracos num par de anos do que morreriam em cinco ou seis anos “normais”. Por tudo isto acho muito boa decisão que se vacinassem primeiro os velhos. Eu estou por acaso na última das prioridades mas concordo. E se apanhar o bicho porque a minha mãe ou os meus sogros (todos nos 80) tiveram que ser vacinados, pois que seja.

    • Asdrubal says:

      Só mesmo com uma imunidade de grupo, com a recuperação da infecção ou da vacina. E o vírus nunca vai desaparecer, e se for como dizem, que é como outros vírus da família a que já nos acostumámos, vai haver sempre reinfecções. Fica por saber se com a vacina se fica imune para o resto da vida, ou se é como a gripe, todos os anos é preciso uma vacina nova. Ainda assim, como o vírus provavelmente nunca vai desaparecer, teremos que nos adaptar ao vírus e o vírus a nós, tal como deverá ter acontecido no passado com os outros vírus, que todos os anos nos provocam constipações, e passado um tempo, passa também a imunidade, mas ficam os organismos das pessoas adaptados e mais resistentes.

      • A. M. says:

        ..sempre a mesma história da imunidade de grupo!! A teoria até tem lógica, mas a prática não tem lógica nenhuma!! Na prática está a morrer muita gente e os hospitais em nos limites da capacidade!! Sim a solução pode passar vela vacina ou pela tal da imunidade de grupo!! Mas até lá chegarmos não vamos poder deixar andar a ver se atingimos a imunidade de grupo, facilitando essa imunidade (loucura)!! Vai ter de ser lentamente, ao ritmo dos hospitais e dos profissionais de saúde que temos.

      • ToFerreira says:

        A diferença entre a imunidade de grupo com a vacina ou a infeção, são as mortes que custa cada um, que é algo naturalmente muito importante. A imunidade não será por anos, nem coma vacina, nem com a infeção, mas depois de atingida a imunidade de grupo, isso também deixa de ser algo preocupante, porque a imunidade de vai mantendo com a própria infeção de forma “controlada” e eventualmente uma vacina regular.

      • Jonny says:

        Calado és um poeta…

  8. Pedro Teixeira says:

    Escolas completamente abertas… Custava muito, pelo menos, alternarem entre regime presencial e remoto de semana em semana ou de 2 em 2?
    Acho que toda a gente identificou este problema excepto o governo!
    Dizem que não podem hipotecar o seu futuro… Por algumas semanas??! E o futuro das pessoas que têm negócios fechados, já não se preocupam??!
    Se é para confinar, é para confinar. Nunca vão conseguir o resultado que pretendem se continuarem a insistir com estas incongruências!

    • José Bacalhau says:

      Eu tenho três emissários em casa no sistema de ensino português, embora um esteja no Técnico e nunca lá vá. Para ter uma opinião fundamentada gostaria de ver números a sério sobre estimativas de contágio em escolas, coisa que o Governo guarda mais ciosamente do que os planos de defesa em caso de invasão por Marrocos. É evidente que há risco; gostaria era de saber a sua magnitude para poder comparar com os custos enormes de as crianças estarem em casa a fazer que estudam. Até agora (cerca de 4 meses letivos) a escola onde as minhas filhas estão reportou dez casos de isolamento profilático de alunos, mais quatro turmas e respetivos professores que em algum momento estiveram em isolamento profilático. Os casos de alunos isolados foram por contactos externos e nenhum desenvolveu a doença; os casos das turmas foram porque um único aluno ou professor veio a ter COVID, não tendo havido nenhum contágio na turma. Ou seja, em cerca de 1100 alunos e professores, houve quatro casos em quatro meses mas que não originaram outros na escola. Se tudo fosse assim, na minha opinião não se poderia concluir que o ambiente escolar fosse propício ao contágio. Aliás, em muitos países (França, Japão, etc.) as escolas têm estado sempre abertas e não se vê este descalabro. Já agora, ao contrário do que vejo por aqui acho que toda a gente percebe a mortalidade da doença e os riscos que corre quando vai conviver à beira-mar. Mas ao mesmo tempo as pessoas aceitam esse risco, talvez porque outra coisa que a doença tem é ser quase um tudo ou nada: a esmagadora maioria das pessoas reporta tratar-se de uma coisa pouco mais do que banal, mas por qualquer razão para uma pequena minoria os efeitos são catastróficos. O cansaço disto faz-nos ser otimistas e aceitar um risco catastrófico mas de baixa probabilidade, coisa que é sempre um mau negócio.

      • Pedro Teixeira says:

        Eu sei que o problema não está nas escolas, assim como não está nos cabeleireiros e barbeiros que cumprem as regras como ninguém. O problema é que sem o fecho, há muita circulação de pessoas “excessiva” e isso nota-se, por exemplo, nos transportes.

        Na reunião do INFARMED de sexta feira, que acompanhei, os especialistas foram claros em dizer que a descida de casos seria mais rápida com aulas remotas a partir dos 12 anos.

        Mas é um bocado por aí, estamos todos já tão cansados disto …

        • scp says:

          Os cabeleireiros e barbeiros são normalmente frequentados os da freguesia onde a pessoa mora. Logo a circulação nas ruas não iria aumentar por causa disso, porque já o há para as pessoas que vão aqui e ali. Mas percebo, eles tentam fechar o aqui e ali e só deixar os supermercados.

          O problema sempre esteve foi nos cafés e restaurantes, que nunca estiveram realmente fechados como deve de ser e é o que cria mais circulação e estadia das pessoas por mais de 15 minutos, especialmente nas esplanadas, mesmo no inverno era o que se via mais. Tanta gente a almoçar e jantar fora, a tomar o seu café e lanche como se não houvesse uma pandemia. Os hábitos são difíceis de suspender, mas é preciso um esforço.

          • José Fonseca Amadeu says:

            Concordo com cafés, discordo dos restaurantes, sempre fui aos restaurantes todos os dias, por vezes duas vezes ao dia, sempre vi as regras serem cumpridas e nunca tive informação de nenhum contágio em nenhum dos restaurantes, desde que exista fiscalização os restaurantes não representam nenhum risco, não existe contágio de umas mesas para as outras e na minha apenas fica o meu agregado familiar.

          • José Fonseca Amadeu says:

            Deve ser melhor as 100.000 pessoas que foram para o olho da rua e as 400.000 em layoff com futuro incerto que justifica a não análise dos locais onde ocorrem contágios e do fechar tudo..
            Por mim estaria tudo aberto, apenas fiscalizado, quando estava tudo aberto não existiam muitos casos, e 90% dos casos eram de convivio familiar ou de outro tipo.

    • Woot! says:

      Sim, vamos acabar com portugal de vez e fechar absolutamente tudo, incluindo serviços essenciais.

    • Celso says:

      O problema das infeções não está nem nunca esteve nas escolas. Além disso, temos que ter em atenção ao papel social que as escolas desempenham em muitos locais, como o de dar pelo menos uma refeição decente a vários alunos que estão em situação de pobreza, ou para lá caminham.
      A minha questão é: onde estão as forças armadas portuguesas (que poderiam ajudar na testagem, no acesso a mais camas para os doentes, etc), a requisição civil de todo o sistema de saúde implementado em Portugal?
      Ver o Costa a vangloriar-se pelo sucesso na resposta que o SNS tem dado é, no mínimo, anedótico.

      • Pedro Teixeira says:

        Sim, completamente de acordo. Nunca disse que o problema estava nas escolas, assim como não está nos cabeleireiros e barbeiros que cumprem as regras como ninguém. O problema é que sem o fecho, há uma circulação de pessoas “excessiva” e isso nota-se, por exemplo, nos transportes. Convenhamos que toda a gente sabe que os adolescentes andam em grupo nos intervalos e nos tempos livres também.

        Na reunião do INFARMED de sexta feira, que acompanhei, os especialistas foram claros em dizer que a descida de casos seria mais rápida com aulas remotas a partir dos 12 anos.
        Com as devidas salvaguardas que referiste (alunos sem condições), havia claramente espaço para adoptar um regime misto de aulas remotas.

        Há uma falha clara na comunicação do governo/Costa desde o início da 2ª vaga. Basta ver as 1001 leis que inventaram sobre os horários e o que os supermercados podem vender ou não. Enfim…

  9. JS says:

    Cabeleireiros, Institutos de Beleza. Barbeiros que trabalham com marcação, so entra uma pessoa de cada vez e protegida fechados .
    Outros estabelecimentos abertos com Centenas de pessoas la dentro nada se passa , a minha Mulher trabalha num Hipermercado da Sonae e aquilo é uma pouca vergonha, aqui não há respeito por ninguém ,nem a empresa nem os clientes
    È tudo Uma Palhaçada desde o Desgoverno aos interesses económicos e as pequenas empresasa com descrito em cima é que são os mais prejudicados
    Palhaços

    • José Bacalhau says:

      Supermercados estão sempre à pinha. Já em março fui ao Pingo Doce de Telheiras e estava mais cheio do que alguma vez tinha visto. Na altura era tudo a açambarcar, zero máscaras, zero álcool, uma confusão. Ao menos agora esses bens existem, mas as multidões continuam e os supermercados estão-se borrifando para limitação de entradas.

  10. Luisão says:

    Antes que alguém venha aqui comentar e criticar, vejam o que se passa nos hospitais e não comparem com a gripe! Paremos com teorias da conspiração e o lado mais “virulosista de bancada” de lado. Oiçam e vejam as emoções dos médicos e enfermeiros impotentes, exaustos e inconformados, eles também tem família e amigos. Vamos todos juntos lutar contra este vírus pandémico. Já temos vacinas, a luz ao fundo do túnel está mesmo ali, não a vamos desperdiçar por pensarmos que só acontece aos outros. Já é tempo de percebermos que a melhor arma que temos e protegermos-nos uns aos outros com regras básicas de saneamento e higiene. Acredito na vitória sobre este vírus, voltemos à dita normalidade com abraços e beijinhos. Festivais, futebol, bares e restaurantes… mas primeiro temos que passar por este cabo das tormentas

    • Reis says:

      Também se me pagassem para chorar eu fazia o mesmo. Palhaço de esquerda.

      • LR says:

        Ok, agora já todos sabemos as tuas motivações. Não tem nada a ver com pandemias ou questões de saúde, tem a ver com ideologias politicas. Esse teu insulto de “Palhaço de esquerda” acaba por dizer muito de ti. Será que se alguém te chamar “Idiota de Direita” andará perto da verdade?
        Ouve, idiota, isto não tem a ver com politica. Se lá estivesse o PSD em vez do PS, o cenário seria o mesmo. (E se fosse o palerma do AV, não haveria problema de rotura do SNS, já tinha sido extinto).
        Vê se consegues separar a politica do resto. Dá para ver que és daqueles que ainda não conseguiu digerir o processo totalmente legitimo de 2015. Se não gostares, procura outras pastagens que te agradem mais.

        • Luisão says:

          O pior é que ele não deve de ser um “idiota de direita”, é um Reis um “Monarca triste”. Infelizmente muitos acham que esta pandemia é uma farsa, acham que nada disto existe vivem na bolha deles. A peste negra, gripe espanhola e outras pandemias também não existiram. Não sou eu que me fico ofendido com “Palhaço de esquerda”. Mas sim os médicos que todos os dias fazem o impossível para salvar vidas neste momento tão difícil. Espero que a vida do Reis nunca dependa daqueles que são pagos para chorar, segundo a sua teoria monarca de direita…

    • Reis says:

      https: //visao.sapo.pt/visaosaude/2021-01-18-medicos-que-tomaram-1a-dose-da-vacina-estao-a-testar-positivo-a-covid-19/

      e

      https: //www.sabado.pt/portugal/detalhe/hospital-de-coimbra-falha-segunda-toma-da-vacina-da-covid-19

      E Agora?

      • SSD says:

        Reis fazias melhor figura se ao menos lesses aquilo que partilhas.
        E agora que tens 2 títulos sensacionalistas e que pouco dizem. “Segundo dados que têm sido divulgados, a primeira dose dará já alguma imunidade, não muito superior a 50%. De acordo com um estudo publicado no New England Journal of Medicine, a eficácia da vacina entre a primeira e a segunda dose, ronda os 52%. Além disso, essa proteção de 52% só começa a fazer efeito 12 dias após a injeção. Só depois de tomada a segunda dose, e ao fim de sete dias, a imunidade atinge os 95%.” Isto no próprio artigo que publicaste, algo que já se sabe há meses, mas bom dia meu caro!
        Quanto muito serve para dizer às pessoas que mesmo com a vacina não é para andarem feitos anormais como se nada se passasse!
        Quanto á segunda noticia é preocupante porque tens um atraso na vacinação.

        Quanto ao outro comentário nem vale a pena, os milhões que se anda a gastar para convencer todos os profissionais de saude no mundo a disfarçar…

  11. CarlosF says:

    Será que não vai haver eleições pois podem as pessoas se juntar e ficar infetadas ou eleições não tem problema ???

    • Celso says:

      Apesar do que foi mostrado ontem na comunicação social (que foi lamentável, do ponto de vista do planeamento) na grande maioria do concelhos correu tudo bem, eu e a minha esposa fomos votar, num local onde apenas havia uma mesa de voto e não houve problema algum.
      Na próxima semana, espero que este (des)governo tenha aprendido a lição e que programe e planeie bem os procedimentos para o próximo domingo.

    • David Guerreiro says:

      Desde que os votos vão para os do costume, é o que lhe interessa.

      • says:

        Como disse o Presidente:
        “Nós somos bons, muito bons. Somos os melhores dos melhores. Às vezes irritam-se quando eu digo isso lá em Portugal, porque há pessoas que cultivam o ‘nacional-pessimismo’, uma característica nossa desde há muito”, disse.”

  12. Ze says:

    Enquanto os contestatários ou os seus familiares não constarem nos briefings diários de mortes por Covid, que o dinheiro o egoísmo e a estupidez vai continuar.

  13. A cada melro, uma minhoca says:

    Nem mais Zé, é mesmo isso. É só especialistas multifacetados de coisa nenhuma.

  14. Setp says:

    Uma coisa que ainda não percebi, a culpa é nossa (população) ou do governo, em uma entrevista na conversa improvável com Miguel Guimarães, bastonário da ordem dos médicos, ele diz que a ministra da saúde não recebeu nenhuma das ordens proficiência de saúde e fazem tudo em cima do joelho, no entanto vejo todas as pessoas a falarem do natal e ano novo

  15. Sardinha Enlatada says:

    Mas alguem tem duvidas que este virus esta a matar pela cura do que pelo proprio virus a economia ? Ninguem diz que nao mata e nao contagia, mas se olharmos para os numeros anuais de mortes, nem 1% atingiu. As pessoas ficam infectadas e vira um horror mas esquecem-se de dizer que muitas delas ficam curadas. Se o virus atingue os mais fragilizados , de certeza que essas pessoas tomam as devidas precaucoes. Ninguem duvida disso. Agora andar a meter medo a populacao em geral e encerrar negocios so porque sim ? O governo so consegue fazer isso porque anda a governar por decreto, e nem sei que legitimidade ele tem para isso. Se este tipo de comportamento nao e de virus selectivo e o que ? Gostaria de saber e quando este virus desaparecer (e ira desaparecer) se o governo vai-se chegar a frente para as pessoas que ficaram com os negocios arruinados, lhes vai ajudar com euritos ou nao. Essa e que e a questao. Este virus e so um pretexto para tudo e mais alguma coisa. Nos temos milhares de virus no mundo mas este sera sempre especial de corrida na comunicacao social.

    • SSD says:

      Tens o exemplo da Suécia em como essa “dos mais fragilizados de certeza que tomam as devidas precauções” funciona bem na teoria, na prática e tens resultados piores.
      E só te pergunto és são desligado ou tão do contra para não perceberes o real efeito da propagação descontrolada? Teres pessoal a ser atendido em ambulâncias ou a ter de viajar o pais todo porque já não há vagas nos hospitais não chega??
      Já nem falo do número de mortos porque isso é uma discussão perdida mas este ritmo vai ser a doença que mais mata em Portugal. Essa e muitos mais pq da forma que os hospitais estão, não duvido que os doentes “não-covid” não estejam a possivelmente ter toda a atenção que precisam

  16. Espetador says:

    Carrega Costa! Só sais daí, quando o serviço que te foi encomendado estiver cumprido a 100%. Vais ter que destruir a economia toda e ainda falta muito. Não te preocupes com o voto, eles gostam que os …

    • says:

      Falta muito ? lol, o que nos salva é estarmos na UE, senão Portugal já era…
      Acho piada ao Bloco de Esquerda e ao PCP que querem sair da UE, isto é só idiotices e idiotas.

  17. Joao Ptt says:

    Já vi guerras civis começarem por bem menos, os actuais governantes vão bem lançados para os populistas os atirarem borda fora.

    • SSD says:

      Quais populistas? O mesmos que nem um confinamento sabem respeitar? Nah esses devem estar em mais uma festa clandestinas com mais uam centena de pessoas… O governo pode ter culpa de muita coisa mas chegarmos a este estado podes culpar os populistas

  18. falcaobranco says:

    Deviam era ainda ser mais restritivas… mesmo puro e duro… nem podias dar um peido na rua…

    E para todos os que falam mal do governo não se esqueçam que muitas medidas foram aprovadas com luz verde dos outros partidos, nomeadamente de dar “folga” aos portugueses no Natal… os políticos no geral, têm culpa…

  19. ToFerreira says:

    Para os que só se preocupam com a economia, quanto é que esta vale? Quantas vidas humanas podemos trocar pela salvação da economia? E os profissionais de saude? Quando lhes podemos dizer para acabarem com os esforços extraordinários, com o trabalho forçado (já que não se podem despedir), com a escravatura (já que não têm direitos), que o mais importante passa a ser a economia?

    • Sardinha Enlatada says:

      ToFerreira, quando te forem ao bolso depois has-de ca vir falar da porcaria da economia. Nao estamos a falar so de dinheiro, mas de toda uma sobrevivencia que as pessoas necessitam. Doencas sempre existiram e tambem contagiosas. Nos hospitais tens seccoes de doencas infecciosas, se vira pandemia ou nao, nao interessa. Interessa e que com esta historia dos virus pessoas estao a morrer e nao e pelo virus. Portanto nao podes andar a colocar o virus a frente da economia que e a base de tudo. Para alem de ser ridiculo o numero de mortes anual, e as pessoas que ficam infectadas, depressa ficam sem o virus e seguem a sua vida. Mas ha sempre alguem que gosta de fazer escandalo com tudo e muitos Portugueses vao atras, inclusive pessoas inteligentes. Quando o virus desaparecer e formos a contabilizar os numeros de mortes, ha pessoas que vao chegar a conclusao: so este numero de mortes ? Por este escandalo todo ? E o que ficou para tras ? Economia devastada. Missao cumprida. Nada a fazer estamos refens deste governo de bosta que so sabe governar com decretos. Estado de emergencia ? So tem isso onde se agarrar e fazer cumprir as leis. Porca miseria.

      • AD9 says:

        E as pessoas precisam para quê? Para curar a constipação ou exatamente para situações destas? Situações em que podes adoecer de repente e é menos uma coisa para te preocupares.
        Quanto ao resto, digamos que se todos os estabelecimentos tivessem sido um exemplo não estaríamos aqui. Tenho pena pelos que respeitam mas por alguns acabam por pagar todos infelizmente (o que até podia ser dito de uma forma geral). Cafés e confeitarias então, é só vergonhoso.

      • adbu says:

        Pensava que a saúde é que deveria estar em primeiro lugar, mas talvez esteja errado. A Alemanha no final da 2ª guerra estava literalmente destruída e sem economia, recuperaram e são uma das maiores potência económicas. Infelizmente as pessoas que morreram na guerra já não recuperaram.

    • José Fonseca Amadeu says:

      Deve ser melhor as 100.000 pessoas que foram para o olho da rua e as 400.000 em layoff com futuro incerto que justifica a não análise dos locais onde ocorrem contágios e do fechar tudo..
      Por mim estaria tudo aberto, apenas fiscalizado, quando estava tudo aberto não existiam muitos casos, e 90% dos casos eram de convivio familiar ou de outro tipo.

      Na minha familia já morreram 2 pessoas e nenhuma com covid mas sim pela falta de cuidados continuados tudo em prol da pandemia.

      Não é só a economia que sofre, é a vida de muita gente, muitos perdem sanidade mental, outros perdem capacidade de sustentar as suas familias e outros até perdem as suas vidas seja por falta de cuidados médicos seja por suicidios devido a depressões, tens N casos desses, e tudo para salvar meia duzia de velhotes acamados cujas familias e lares são souberam tomar as devidas precauções.

      • adbu says:

        Na china fecharam tudo, controlaram o vírus e tiveram no final do ano passado a economia a crescer. Os eua ignoraram o vírus e continuam a ignorar, praticamente não fecharam e além de terem milhares de mortos têm a economia em recessão.

        • José Fonseca Amadeu says:

          Facil fechar tudo num país comunista onde o ordenado são 120€ e não se quer saber se os cidadões sobrevivem ou não.
          Também é facil controlar os numeros num país comunista onde quem diz a verdade desaparece do mapa.
          Dificil é acreditar..

    • FAR says:

      Se não tiver o seu ordenado como faz para pagar a renda e por comida na mesa? E o ordenado vem de onde? O que é preciso para que o seu ordenado lhe chegue à conta?

      Já se fez luz, ou precisa de um desenho?

  20. Jonny says:

    Fechem a porcaria dos restaurantes e cafés e snack-bars a maioria são umas autenticas pocilgas e só bêbados não vendem mais que cafés, salgados e álcool. Tou me a cagar que não voltem abrir nunca mais também tem aquilo que merecem esses e os cabeleieros e gelinhos que são só zukas

  21. Paulo Rosa says:

    Boas, alguém sabe me dizer se a data da inspeção periodica automóvel foi alargada como no ano passado? Obrigado!

  22. says:

    Como diz George Carlin, garbage in garbage out.

    https://bityli.com/yO5sN

  23. scp says:

    Os hipermercados continente (vasco da gama) estão sempre cheios e nunca há controlo de entradas. As filas acumulam-se, especialmente na entrada das máquinas próprio pagamento (corredor de passagem) onde as pessoas ficam amontoadas porque o espaço é pequeno e cruzam-se umas com as outras de muito perto. Então nos dias antes do natal foi o caos lá dentro.
    O lidl tem controlo de entradas com um segurança a controlar a quantidade de pessoas lá dentro mas mesmo assim as filas às vezes acumulam-se no corredor de passagem.

    Os hiper e super não foram realmente desenhados para uma pandemia, são muito apertados, as pessoas cruzam-se de muito perto nos corredores e nas filas da caixa.

    • FAR says:

      Hábitos e rotinas. Se não deixassem as compras todas para a última não seria a correria habitual, que sem pandemia é inofensiva, mas com pandemia não.

  24. Infinity says:

    Dá para continuar a ir a missa, por isso ta tudo bem!
    Francamente, fazer regras em cima do joelho não vai dar em nada. O problema será sempre as grandes superficies, se não existir controlo nada feito, pequenos espaços / cabeleireiros/ ginasios controlam melhor os estabelecimentos.

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