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Condutor vai pagar mais de 18 mil euros após carro incendiar-se e danificar a A7

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. OraBolas says:

    1) “seguro automóvel capaz de responder pelos prejuízos causados”
    2) “circular sem um seguro automóvel adequado pode resultar em responsabilidades financeiras muito elevadas.”
    E qual é esse seguro??
    A viatura não tinha o seguro de Resp. Civil? Estava caducado??

    • eu says:

      todos os seguros automoveis em portugal são obrigados a cobrir danos contra terceiros. por isso qualquer seguro low cost iria cobrir estas despesas.

  2. Realista says:

    Agora são os carros a combustão a pagarem as obras nas estradas…

    Já nem arder como dantes podem sem que lhes peçam dinheiro.

  3. Max says:

    Título esclarecedor: “Condutor – sem seguro obrigatório (de responsabilidade civil, de cobertura de danos causados a terceiros incluindo a infraestrutura rodoviária) – vai pagar mais de 18 mil euros após carro incendiar-se e danificar a A7”.
    Se tiver esse seguro – e o incêndio tiver origem uma falha mecânica inerente ao veículo, como um curto circuito – paga a companhia de seguros.
    E se tiver esse seguro, mas o incêndio tiver origem por coisas transportadas no veículo? Em princípio o seguro também cobre, mas a situação pode ficar cinzenta se forem violadas as condições de exclusão da apólice. (E fica negra se se transportar “substâncias inflamáveis, explosivas ou químicas” excluídas da apólice e que precisem de seguro especial).
    Isto quanto a danos causados a terceiros (responsabilidade civil). E no caso de seguro “contra todos os riscos”, incluindo “incêndio, raio e explosão” (cobrindo também os danos próprios) – se o fogo se iniciar fora do veículo? O seguro paga e depois vai procurar ressarcir-se junto do causador.

    • Max says:

      E já agora, na cobertura de danos próprios, a cobertura do risco de “incêndio, raio e explosão” cobre o fogo posto, o ato criminoso em que alguém incendeia os carros? Não, isso já é o risco de “atos de vandalismo”.

      • FM says:

        A cobertura de Incêndio, cobre os danos causados ao veículo, mesmo que a causa seja exterior ao mesmo.

        • Max says:

          Os atos de vandalismo têm procedimentos próprios que têm que ser seguidos, a começar na comunicação às autoridades. Até para se saber, no caso de fogo posto – que é crime público – se não foi autoincêndio (causado pelo proprietário ou por terceiros em conluio com o proprietário).
          É preciso ligar para o 112, não mexer em nada, vir a polícia, fazer queixa-crime e participar ao seguro apresentando essa queixa/auto de notícia.
          Se não houver fraude, o seguro cobre tanto o seguro de “incêndio” como o de “vandalismo” – mas considera-o ato de vandalismo.

  4. Danny says:

    Fazer o que a concessionaria faz a quem tem o carro danificado e elas não se responsabilizam quando está estampado na lei, dizer que não tem responsabilidade do carro arder.

    • B@rão Vermelho says:

      Tenho um familiar que passou com o carro por cima de carga caída na AE A2 e ficou á espera mais de 2 anos para a Brisa pagar os estragos, sempre com desculpas mal amanhadas a resposta da Brisa era alugue carro que depois pagamos tudo, e claro que uma pessoa consegue suportar o aluguer de carro durante dois anos à espera que a Brisa pague tudo no final.

      • Grunho says:

        Estás à espera de quê? A brisa é capitalistas, e eles estão lá é para as contas de somar. Não é para as de subtrair. E como não têm concorrência podem permitir-se tratar os utentes como gado, quando não lhes interessar tratá-los bem.Como faz tudo o que é privado em capitalismo neoliberal.

      • Danny says:

        A ascendi simplesmente obriga a ir para tribunal, os objetos nas vias dizem que não tem responsabilidade, mesmo a enviar o documento que diz que são eles os responsáveis, até o gajo da carrinha da acendi tentou despacha-me e esconder o bocado do pneu, antes da chegada da BT. Confiar neles nunca na vida.

  5. Toni da Adega says:

    Acho bem, assim o pessoal dos Elektros já pode comecar a contribuir com €€€ para a sociedade

  6. PirataDosBits says:

    Uma coisa salta a vista, se o piso não está preparado para um incêndio, que acredito tenha sido temperaturas elevadas, porque motivo tem esse custo de reparação? Isso não demostra que o que la estava não era o adqueado? Que serviços especializados são esses? Alizadores de asfalto de marte?

    • Joao says:

      Não sabes nada do tema, mas dás uns palpites baseados… em achismos. O asfalto das AE´s não é colocado da mesma forma que os remendos que vemos nas cidades. A reparação, inclui pelo menos a reparação do asfalto, nivelamento, pintura das marcas das vias, fecho do troço e desvio do mesmo para o outro sentido. Isto não sabendo até que ponto o incêndio possa ter afetado a própria estrutura.

  7. David Guerreiro says:

    Ficou-se sem perceber se havia seguro ou não. É que qualquer seguro contra terceiros tem facilmente 3 milhões de cobertura de responsabilidade civil em propriedade, e mais uns 5 milhões de danos corporais.

  8. FF says:

    Já agora, sabemos que não havia segu4o, ok, o Fundo de Garantia interveio, fez o seu papel, até agora tudo bem, mas não vi aqui questões de fundo, houve incendio por conta de acidente de transito, ou simplesmente, ardeu sem mais nem menos. Se assim foi, o condutor é culpado, no meu ver, alguém viu as causas do incendio, aocorreu, falta de manutenção, inspecção. Um carro não arde sem mais nem menos, por isso, a fabricante aqui têm o seu papel, e ninguém a referiu. Eu referia e processava, tivesse ou não seguro, se ardeu e não foi por desleixo, com inspecção ao dia, O FABRICANTE TEM A SUA RESPONSABILIDADE, o seguronpode- se negar a pagar por assim o entender, claro se o tivesse. Mas é o que é, andar e aprender.

  9. FM says:

    O “direito de regresso” do FGA sobre o proprietário do veículo sem seguro, está consagrado legalmente. O que pode ser discutido é a razoabilidade dos prejuízos/custos que as Concessionárias das auto estradas invocam.

  10. Manuel says:

    Gostaria de ver (como S. Tomé) o FGA, ser ressarcido por um individuo daquela tal etnia, que goza de total impunidade neste país. E que, já agora, são a maioria dos condutores sem seguro obrigatório…
    Tá Quieto…

  11. Yamahia says:

    Se tivesse matado alguém estava bem fdd.
    18000€ são trocos.

  12. Carlos says:

    Algo de errado não está bem…

  13. FOSS says:

    O FGA a pagar despesas a empresas… que tem obrigação legal e auditoria para terem seguros… Tá bouua!

    • Max says:

      O seguro de responsabilidade civil automóvel cobre os danos causados a terceiros o que inclui a infraestrutura rodoviária. Quem não tem seguro paga o FGA, que depois se vai ressarcir junto do proprietário.
      Qual é a estranheza? Os concessionários iam pagar seguro por um risco que já está coberto pelo seguro automóvel.
      O dinheiro do FGA vem das companhias de seguros (ou seja, do adicional que quem paga seguro automóvel para cobertura de danos causados por quem não paga seguro automóvel.
      Se o FGA vai buscar os 18.000 € ao proprietário do veículo que circulava, ilegalmente, sem seguro, qual é o teu problema?

  14. Leandro says:

    18mil por que? Furou o chao? As estradas portuguesas estao uma vergonha ja nao sao buracos, sao crateras no chao e nada fazem, quando fazem e um bocado de areia com alcatrao derretido por cima 1 semana depois o buraco esta o dobro do tamanho

    • Rui Ribeiro says:

      Não é que concorde com os 18 mil, mas por acaso as autoestradas até fazem um bom serviço.

      Se somos é roubados, isso já é outro tema.

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