Condutor vai pagar mais de 18 mil euros após carro incendiar-se e danificar a A7
Um condutor português vai ter de devolver mais de 18 mil euros ao Fundo de Garantia Automóvel (FGA), depois de o seu veículo se ter incendiado na autoestrada A7 e provocado danos significativos no pavimento.
O caso evidencia as consequências financeiras que podem surgir quando um automóvel circula sem um seguro válido capaz de cobrir prejuízos causados a terceiros.
Incêndio provocou danos na infraestrutura da A7
O incidente ocorreu em março de 2023, na A7, na zona do concelho de Fafe. Segundo avança o jornal O Minho, um veículo ligeiro de mercadorias incendiou-se enquanto circulava na autoestrada, causando estragos numa área de cerca de seis metros quadrados da via.
Embora a dimensão da área afetada possa parecer reduzida, os danos provocados pelo fogo obrigaram à realização de trabalhos de reparação especializados, elevando significativamente os custos da intervenção.
Fundo de Garantia Automóvel assumiu a despesa
A reparação dos danos na infraestrutura concessionada pela Ascendi teve um custo superior a 18.500 euros. Como o veículo não dispunha de um seguro automóvel capaz de responder pelos prejuízos causados, foi o Fundo de Garantia Automóvel a assumir inicialmente o pagamento.
No entanto, o papel do FGA é precisamente garantir a indemnização das vítimas ou das entidades lesadas em situações em que não existe seguro válido ou quando o responsável não consegue suportar os custos de imediato.
Depois de efetuar o pagamento, o Fundo tem o direito de exigir o reembolso ao responsável pelo acidente ou incidente, situação que agora se verifica neste caso.
O que é o Fundo de Garantia Automóvel?
O Fundo de Garantia Automóvel é um mecanismo gerido em Portugal que assegura o pagamento de indemnizações em determinadas situações relacionadas com acidentes de viação, nomeadamente quando os veículos responsáveis não possuem seguro obrigatório.
Posteriormente, o Fundo procura recuperar junto dos responsáveis os montantes que teve de desembolsar.
Em muitos casos, os valores podem atingir dezenas de milhares de euros, especialmente quando existem danos materiais significativos ou vítimas com necessidade de indemnização.
Um alerta para a importância do seguro automóvel
O caso serve de alerta para os proprietários de veículos. Além de constituir uma infração grave, circular sem um seguro automóvel adequado pode resultar em responsabilidades financeiras muito elevadas.
Neste episódio, um incêndio que danificou apenas uma pequena área da autoestrada acabou por gerar uma fatura superior a 18 mil euros, valor que terá agora de ser suportado pelo condutor responsável.





















1) “seguro automóvel capaz de responder pelos prejuízos causados”
2) “circular sem um seguro automóvel adequado pode resultar em responsabilidades financeiras muito elevadas.”
E qual é esse seguro??
A viatura não tinha o seguro de Resp. Civil? Estava caducado??
todos os seguros automoveis em portugal são obrigados a cobrir danos contra terceiros. por isso qualquer seguro low cost iria cobrir estas despesas.
Agora são os carros a combustão a pagarem as obras nas estradas…
Já nem arder como dantes podem sem que lhes peçam dinheiro.
Os elétricos pagam os parques de estacionamento? xD
Tal como os outros.
Não tem seguro, o FGA tem que suportar os custos, e ainda tens dúvidas que é devido e justo que este cromo pague os prejuízos? É com cada pérola…
Título esclarecedor: “Condutor – sem seguro obrigatório (de responsabilidade civil, de cobertura de danos causados a terceiros incluindo a infraestrutura rodoviária) – vai pagar mais de 18 mil euros após carro incendiar-se e danificar a A7”.
Se tiver esse seguro – e o incêndio tiver origem uma falha mecânica inerente ao veículo, como um curto circuito – paga a companhia de seguros.
E se tiver esse seguro, mas o incêndio tiver origem por coisas transportadas no veículo? Em princípio o seguro também cobre, mas a situação pode ficar cinzenta se forem violadas as condições de exclusão da apólice. (E fica negra se se transportar “substâncias inflamáveis, explosivas ou químicas” excluídas da apólice e que precisem de seguro especial).
Isto quanto a danos causados a terceiros (responsabilidade civil). E no caso de seguro “contra todos os riscos”, incluindo “incêndio, raio e explosão” (cobrindo também os danos próprios) – se o fogo se iniciar fora do veículo? O seguro paga e depois vai procurar ressarcir-se junto do causador.
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E já agora, na cobertura de danos próprios, a cobertura do risco de “incêndio, raio e explosão” cobre o fogo posto, o ato criminoso em que alguém incendeia os carros? Não, isso já é o risco de “atos de vandalismo”.
A cobertura de Incêndio, cobre os danos causados ao veículo, mesmo que a causa seja exterior ao mesmo.
Os atos de vandalismo têm procedimentos próprios que têm que ser seguidos, a começar na comunicação às autoridades. Até para se saber, no caso de fogo posto – que é crime público – se não foi autoincêndio (causado pelo proprietário ou por terceiros em conluio com o proprietário).
É preciso ligar para o 112, não mexer em nada, vir a polícia, fazer queixa-crime e participar ao seguro apresentando essa queixa/auto de notícia.
Se não houver fraude, o seguro cobre tanto o seguro de “incêndio” como o de “vandalismo” – mas considera-o ato de vandalismo.
Fazer o que a concessionaria faz a quem tem o carro danificado e elas não se responsabilizam quando está estampado na lei, dizer que não tem responsabilidade do carro arder.
Tenho um familiar que passou com o carro por cima de carga caída na AE A2 e ficou á espera mais de 2 anos para a Brisa pagar os estragos, sempre com desculpas mal amanhadas a resposta da Brisa era alugue carro que depois pagamos tudo, e claro que uma pessoa consegue suportar o aluguer de carro durante dois anos à espera que a Brisa pague tudo no final.
Estás à espera de quê? A brisa é capitalistas, e eles estão lá é para as contas de somar. Não é para as de subtrair. E como não têm concorrência podem permitir-se tratar os utentes como gado, quando não lhes interessar tratá-los bem.Como faz tudo o que é privado em capitalismo neoliberal.
A ascendi simplesmente obriga a ir para tribunal, os objetos nas vias dizem que não tem responsabilidade, mesmo a enviar o documento que diz que são eles os responsáveis, até o gajo da carrinha da acendi tentou despacha-me e esconder o bocado do pneu, antes da chegada da BT. Confiar neles nunca na vida.
Como tudo o que é sector privado/privatizado.
Pois, se for estrada pública do estado, nem vale a pena gastar dinheiro no advogado, recebe é “nunca”
Acho bem, assim o pessoal dos Elektros já pode comecar a contribuir com €€€ para a sociedade
Mas foi um carro a combustão que ardeu…
Mas não sabes que os Elektros são os únicos que ardem. Impossível ser a combustão
Uma coisa salta a vista, se o piso não está preparado para um incêndio, que acredito tenha sido temperaturas elevadas, porque motivo tem esse custo de reparação? Isso não demostra que o que la estava não era o adqueado? Que serviços especializados são esses? Alizadores de asfalto de marte?
Não sabes nada do tema, mas dás uns palpites baseados… em achismos. O asfalto das AE´s não é colocado da mesma forma que os remendos que vemos nas cidades. A reparação, inclui pelo menos a reparação do asfalto, nivelamento, pintura das marcas das vias, fecho do troço e desvio do mesmo para o outro sentido. Isto não sabendo até que ponto o incêndio possa ter afetado a própria estrutura.
Ficou-se sem perceber se havia seguro ou não. É que qualquer seguro contra terceiros tem facilmente 3 milhões de cobertura de responsabilidade civil em propriedade, e mais uns 5 milhões de danos corporais.
Ora, se o Fundo de Garantia Automóvel teve de intervir, está bom de perceber que o seguro do veículo não existia…
Já agora, sabemos que não havia segu4o, ok, o Fundo de Garantia interveio, fez o seu papel, até agora tudo bem, mas não vi aqui questões de fundo, houve incendio por conta de acidente de transito, ou simplesmente, ardeu sem mais nem menos. Se assim foi, o condutor é culpado, no meu ver, alguém viu as causas do incendio, aocorreu, falta de manutenção, inspecção. Um carro não arde sem mais nem menos, por isso, a fabricante aqui têm o seu papel, e ninguém a referiu. Eu referia e processava, tivesse ou não seguro, se ardeu e não foi por desleixo, com inspecção ao dia, O FABRICANTE TEM A SUA RESPONSABILIDADE, o seguronpode- se negar a pagar por assim o entender, claro se o tivesse. Mas é o que é, andar e aprender.
O “direito de regresso” do FGA sobre o proprietário do veículo sem seguro, está consagrado legalmente. O que pode ser discutido é a razoabilidade dos prejuízos/custos que as Concessionárias das auto estradas invocam.
Gostaria de ver (como S. Tomé) o FGA, ser ressarcido por um individuo daquela tal etnia, que goza de total impunidade neste país. E que, já agora, são a maioria dos condutores sem seguro obrigatório…
Tá Quieto…
São uma raio de uma parvoíces que se leem por aqui … O que não faltam são ciganos presos, pá. sabes lá o que dizes.
Sem carta, carrinha comercial…precisas de algum sinal divino para perceber quem anda em férias no mercado paraLelo e costuma fazer isso?
Se tivesse matado alguém estava bem fdd.
18000€ são trocos.
Se tivessem banido Elektros isto já não acontecia. A meter todos em riscos
Algo de errado não está bem…
O FGA a pagar despesas a empresas… que tem obrigação legal e auditoria para terem seguros… Tá bouua!
O seguro de responsabilidade civil automóvel cobre os danos causados a terceiros o que inclui a infraestrutura rodoviária. Quem não tem seguro paga o FGA, que depois se vai ressarcir junto do proprietário.
Qual é a estranheza? Os concessionários iam pagar seguro por um risco que já está coberto pelo seguro automóvel.
O dinheiro do FGA vem das companhias de seguros (ou seja, do adicional que quem paga seguro automóvel para cobertura de danos causados por quem não paga seguro automóvel.
Se o FGA vai buscar os 18.000 € ao proprietário do veículo que circulava, ilegalmente, sem seguro, qual é o teu problema?
18mil por que? Furou o chao? As estradas portuguesas estao uma vergonha ja nao sao buracos, sao crateras no chao e nada fazem, quando fazem e um bocado de areia com alcatrao derretido por cima 1 semana depois o buraco esta o dobro do tamanho
Não é que concorde com os 18 mil, mas por acaso as autoestradas até fazem um bom serviço.
Se somos é roubados, isso já é outro tema.