Comprar o Luce para acesso a modelos mais exclusivos? Ferrari esclareceu tudo
A Ferrari desmentiu categoricamente as recentes informações sobre a venda do seu novo modelo elétrico. Vários rumores circularam intensamente no setor automóvel nos últimos dias. Estas notícias indicavam que a marca estaria a condicionar o acesso às suas séries limitadas através da compra do Luce.
A Ferrari esclareceu tudo aos clientes
Assim, para comprar os hipercarros mais exclusivos do catálogo, os clientes teriam de adquirir primeiro o Luce. Este é o primeiro veículo totalmente elétrico desenvolvido pela construtora de Maranello. A reação oficial por parte da marca não tardou. A direção de marketing e comunicação da empresa classificou estas alegações como totalmente falsas.
O fabricante assegura que a inclusão de clientes nas restritas listas de espera segue os moldes tradicionais. A escolha continua a seguir rigorosamente os critérios habituais de fidelização. Estes fatores assentam no histórico de compras e na relação de longa data com a casa italiana. Não existe, por isso, qualquer tipo de associação forçada ou venda casada com o novo modelo elétrico.
A estratégia da Ferrari para o lançamento do Luce assenta numa premissa clara. O veículo foi desenvolvido para atrair um perfil de público diferente e muito específico. A marca prestou esclarecimentos detalhados sobre esta abordagem. Forçar a aquisição de um automóvel a clientes não convencidos do seu valor tecnológico resultaria numa experiência de propriedade negativa.
Comprar o Luce para acesso a exclusivos?
Esta insatisfação acabaria por prejudicar severamente a reputação da Ferrari. Além disso, afetaria a própria valorização comercial do produto a longo prazo. Este fenómeno de desvalorização acelerada acontece devido à imposição de stock ao mercado. A insígnia italiana aponta este cenário como um erro estratégico já cometido por outros fabricantes de renome.
Muitas marcas falharam no segmento dos veículos elétricos de luxo por este motivo. Maranello pretende evitar este desfecho a todo o custo. Desta forma, os responsáveis da casa italiana reiteram a sua posição oficial. O Luce representa apenas mais uma variante de topo dentro da atual gama de produtos. Os benefícios associados à sua compra são exatamente os mesmos de qualquer outro modelo do catálogo atual.
O investimento neste superdesportivo elétrico enriquece de forma natural a coleção do proprietário. No entanto, o negócio não confere direitos automáticos de preferência. Também não impõe obrigações contratuais relativamente a futuros lançamentos exclusivos. Toda a rede de distribuição global recebeu instruções claras. Os concessionários devem direcionar o modelo apenas a clientes genuinamente interessados nesta tecnologia. O objetivo principal é preservar a integridade e a exclusividade que definem o ADN da Ferrari.




















Pior que não duvido que essa seria a ideia inicial, mas como pegou mal, mudaram de ideia.
Claro que seria. Loooool, fazia todo o sentido.
Os lobbies, incomodados e etc nunca param.
No final o mais certo é ao invés de oferecerem um porta chaves da Ferrari oferecem antes o Luce na compra de um Ferrai a “serio” . 🙂 🙂
PS, não compreendo a aposta neste VE por parte da Ferrari, ou pelo menos tinham feito um carro mais parecido aos modelos a combustão inconfundível e marcante, este parece um pão sem sal barrado com becel sem sal.
Eheh
É um dos carros mais rápidos da ferrari ahah, a malta ficou tão confusa que nem sequer consegue criticar o carro ser elétrico criticam é o deisgn do carro
Repara, a Ferrari não é só rapidez, é uma linha marcante, é um motor barulhento, é alta rotação, é tanta outra coisa, a rapidez é só mais uma peça na engrenagem, mas até em rapidez a Tesla consegue ser melhor, é isto que espera quando ouves o nome Ferrari?
Se pelo menos o Luce, tivesse umas linhas agressivas como os supercarros da Ferrari, as pessoas até entendiam, mas aquilo não se parece nada um Ferrai.
porque esse é realmente o problema, não o facto de ser elétrico
a eletrificação é algo que todos terão de adotar, agora aquele design…..
nãããã! é tudo menos um Ferrari
É assim tão diferente de um Purosangue ?
Não é bem assim, marcas como a Ferrari que vendem menos de 14 mil unidades ano não estão obrigadas a adoptar o carro eléctrico a UE abriu uma excepção para essas marcas
Caros: O Luce não é um Ferrari “convencional” feito a pensar no cliente “convencional” da Ferrari. Aliás: ou muito me engano ou os senhores das contas da Ferrari chegaram à conclusão que a base de compradores tradicional deveria estar estagnada e a envelhecer a olhos vistos. Vai daí fizeram o que tinham mesmo de fazer: romperam de algum modo com o passado e foram à procura de dinheiro onde ele realmente está: nos banqueiros e outros magnatas Orientais. E, ou muito me engano, ou é exatamente aí que eles estarão a vender muito bem, tal que nem precisam de os fidelizar por via dos carros à moda antiga! Aliás: o Luce como já antes o Purosangue, não são desportivos normais; são antes limousines executivas. É nitidamente para uma clientela diferente.
Nem mais.
A Ferrari vende pelo seu símbolo.
Pela sua história.
Tal como um Rolex um AP etc.
Um relógio da Casio ou um da Xiaomi de 30€ .
Da horas mais certas, tem mais funcionalidades e algums até usam os mesmo materiais.
Mas quem tem um Rolex, um AP ou um RM, não é para ver as horas!
É pela história, pelo legado da marca e pela importância que damos a ela.
No fundo é uma obra de arte.
A Ferrari é igual, quem compra realmente um Ferrari não é pelo desempenha, o desempenho é 10% que o cliente procura.
Vai acabar por dar cabo da marca, assim.
Exato, e este tem o símbolo.
Há Casio a valer muitos milhares.
Nesse caso a Ferrari não inovava, continuava a fazer relógios de corda.
Curioso, porque se conhece a Rolex, é o que é devido ás suas inovações, aconselho a ler a história da Rolex, porque não é nenhuma Nokia.
Errado, os Rolex são dos relógios mais certos que existem, portanto além de não entender nada automóveis também não entende de relógios.
Se fosse pela história compravam carros históricos, e a marca já tinha morrido, como aliás, já aconteceu a muitas.
Está a dizer que a Ferrari não sabe ser Ferrari ? é que vocês não são fanáticos, são pior que isso, nem sequer defendem a marca que tanto pensam gostar.
Está a dizer então que a Ferrari não pode ter um eléctrico, nem um hibrido ?
Conclusão final: A FERRARI NÃO SABE SER FERRARI. LOOOOOL
Tudo correto, mas não podiam fazer isso com um design digno de um Ferrari? Eu sinceramente até me custo ver fotos deste veículo, é mesmo feio, então aquela frente que nem sem bem como classificar….
Mas lá está gostos não se discutem e a menos que me saia o Euromilhões a Ferrari não tem de se preocupar com a minha opinião 🙂
Não aconteceu o mesmo com o Testarossa ? é que o seu design também gerou muita polémica na altura.
Mas isso é para conhecedores de automóveis e sua história, não para fanáticos.
A ferrari sempre foi assim. Simplesmente não se pode comprar um ferrara só porque. Tem de se ter história, mística, tem de se começar no modelos corriqueiros para ir subindo de nível. Tretas para quem tem mais dinheiro que juízo.
Nesse caso não vendiam nenhum.