Comissão Europeia aprova o primeiro comprimido para perder peso
A Comissão Europeia aprovou o primeiro medicamento oral da classe dos agonistas do recetor GLP-1 destinado ao controlo do peso. Vai ser mais fácil perder peso e combater este problema.
Trata-se do Wegovy em comprimidos (semaglutida oral 25 mg), desenvolvido pela Novo Nordisk, que passa a estar autorizado para utilização em todos os Estados-membros da União Europeia.
Até agora, os tratamentos GLP-1 para a obesidade eram maioritariamente administrados por injeção. Com esta decisão, abre-se caminho para uma alternativa em comprimido, que poderá facilitar a adesão ao tratamento por parte de muitos doentes.
Quem pode tomar o novo comprimido?
O medicamento está indicado para adultos que apresentem:
- Obesidade, com um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30 kg/m².
- Excesso de peso, com IMC igual ou superior a 27 kg/m², desde que exista pelo menos uma doença associada ao peso.
Entre essas doenças incluem-se:
- Hipertensão arterial.
- Diabetes tipo 2 ou pré-diabetes.
- Colesterol elevado (dislipidemia).
- Apneia obstrutiva do sono.
- Doença cardiovascular.
Tal como acontece com as versões injetáveis, o tratamento deve ser acompanhado por uma alimentação com redução calórica e prática regular de atividade física.
Não substitui mudanças no estilo de vida
Apesar da crescente popularidade dos medicamentos GLP-1, as autoridades europeias sublinham que estes não constituem uma solução isolada para a obesidade.
O Wegovy deve ser utilizado como complemento de um plano terapêutico que inclua alterações nos hábitos alimentares e aumento da atividade física.
A medicação ajuda a controlar o apetite, promove uma sensação de saciedade prolongada e reduz a ingestão de alimentos, mas os melhores resultados continuam a depender de mudanças sustentadas no estilo de vida.
A Europa acompanha uma tendência mundial
A decisão da Comissão Europeia surge depois de, em maio, o Comité dos Medicamentos para Uso Humano (CHMP) da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) ter emitido um parecer positivo relativamente à nova formulação oral do Wegovy. A autorização agora concedida permite a comercialização do medicamento em toda a União Europeia.
O mercado dos tratamentos para a obesidade tem crescido rapidamente, impulsionado pelo sucesso dos medicamentos baseados em GLP-1. A chegada de uma versão oral representa um passo importante, sobretudo para pessoas que evitavam este tipo de terapêutica devido à necessidade de injeções semanais.
Ainda haverá mais concorrência
A aprovação do Wegovy em comprimidos deverá intensificar a competição neste segmento. A Eli Lilly já desenvolveu o orforglipron (Foundayo), outro medicamento oral da classe GLP-1, que já recebeu aprovação nos Estados Unidos e continua a avançar noutros mercados.
A expectativa é que, nos próximos anos, os tratamentos orais para a obesidade se tornem cada vez mais comuns, oferecendo aos médicos e aos doentes um maior leque de opções terapêuticas.
























É assim mesmo. Um comprimido para que as pessoas no verão possam emagrecer e no inverno nem se mecher e continuar a continuar a comer todo o tipo de porcarias. Deviam era obrigar as pessoas a co. Er como deve ser é fazer exercício. Sei que há casos qua as coisas são diferentesas a grande maioria dos gordos o problema é não fazer nada e comer.
O preconceito alastra a todas áreas… acabe-se com substâncias de substituição para toxicodependentes, os comprimidos e selos para deixar de fumar, é tudo uma cambada de preguiçosos. Dá o passo em frente e preocupa-te mais contigo do que com os outros.
eu não me preocupo com os outros, chateia-me virem falar de metabolismos quando não sabem comer.
Caro Sérgio, como é referido na peça, existem regras. Depois, ao nível da endocrinologia, existem sinais e são esses que vão ser tratados. Não é ao acaso, pelo menos na regra geral.
Claro que fazer exercício e o “fechar a boca” são sempre a mensagens dos que não passam por esse problema. Mas, quando existe esta doença, não se trata de fazer exercício e fechar a boca, há que tratar mais profundo o sistema. E é isso que este tipo de medicamentos está a fazer. E ainda bem, pois é muito mais caro tratar tudo o que depois resulta da obesidade do que a tratar logo no início.
Os “gordos” podem ser tratados, já os “burros” não têm como o fazer. Tem de viver com isso, Sérgio.
Exercício não emagrece, dá mais fome e voltam a comer mais.
Têm de reduzir as porções, não importa o que se come.
Só isso…
A médio prazo sao o certo para resolver:
Hipertensão arterial.
Diabetes tipo 2 ou pré-diabetes.
Colesterol elevado (dislipidemia).
Apneia obstrutiva do sono.
Doença cardiovascular.
Por isso os médicos são a favor das canetas Ozempic, Mounjaro, pois iria poupar muito dinheiro ao SNS, porque resolvem uma serie de problemas é um super medicamento, no entanto só aconselham para pessoas obesas e não para perder a barriga no verão, por isso o governo português deveria ter em conta este comprimido já que as canetas ainda são caras.
Comprimidos, comprimidos, mais comprimidos, injetáveis, etc…
Mas fazer exercício físico e levantar do sofá é que não! Que horror!
Tal como o Pedro Pendo diz “Os “gordos” podem ser tratados, já os “burros” não têm como o fazer. Tem de viver com isso”…
Quem disse que o exercício emagrece?
Truque é 95% dieta. Basta ver o programa dos gordos no tlc
isto é o que o povo gosta o sucesso imediato!
O melhor é falar com um nutricionista para fazer um plano alimentar e meter na cabeça que o plano é para seguir. Quando os resultados começarem a aparecer, a morivação aumenta.
Não comam tanto que vão viver mais, a dieta mediterrânea não é só a qualidade dos alimentos mas tambem a quantidade.
Comprimido para perder peso que apenas alguns podem consumir hum? Cheira-me que vem com uma ou outra surpresa.
Embora o argumento das possíveis comorbilidades seja invocado por parte de quem pretende vender e influenciou o decisor nesse sentido, é sabido que a maior parte da procura por este tipo de medicamentos vem de pessoas que pretendem apenas alcançar um corpinho Danone para exibir na praia e no Instagram.
Acontece q não é a gordura subcutânea a responsável por essas cormobilidades, o real perigo vem da gordura visceral e essa pode estar presente em quantidades assustadoras em pessoas artificialmente magras.
Acontece que não é a gordura subcutânea a responsável por essas comorbilidades. O verdadeiro perigo vem da gordura visceral, que pode estar presente em quantidades assustadoras mesmo em pessoas artificialmente magras. Aliás, um corpo artificialmente magro é feio. As pessoas não têm noção do ridículo , peles e seios caídos por aí…
Adicionalmente, considerar um IMC acima de 27 (linha laranja) ou de 30 (linha vermelha) como indicador de perigo é outra treta das antigas. O músculo sempre pesou muito mais do que a gordura. Não é, portanto, o rácio entre a altura e o peso que determina o excesso de gordura corporal, muito menos o de gordura visceral.
Estamos, portanto, na presença de mais um conluio à la COVID-19 entre as farmacêuticas e os alucinados da UE.
Já não bastavam os elektros agora temos que somar mais esta para enganar papalvos.
Se queres perder gordura visceral sem gastar um cêntimo e sem riscos para a saúde vais trabalhar a pé, ou de bicicleta se for longe e souberes andar, tomas um banho à gato no local de trabalho, se não houver lá chuveiro, e ao fim do dia regressas pelos mesmos meios. Poupas em transporte, em ginásio e em tempo, e se não houver quedas, nem roubos, nem furos nem corrente a sair só tens uma coisa a perder: barriga!
2 meses sem comer e fica fininho….
Não é preciso complicar.
Vale a pena lembrar aos comentadores de serviço que há pessoas que geneticamente têm propensão para obesidade, nem sempre se deve a preguiça ou falta de alimentação adequada ou exercício, embora perceba que na maioria dos casos isso é uma realidade
Que rica desculpa para não andar a pé ou de bicicleta e para forrar os bolsos dos traficantes de carros – sobretudo SUVs- e de combustíveis! Eles agradecem.