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Botija de Gás: apoio de 25 euros mantém-se até ao final de 2026

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O Governo já reservou 3,8 milhões de euros para a continuidade da Botija de Gás Solidária em 2027, destinada a apoiar consumidores economicamente mais vulneráveis na compra de gás engarrafado. Para este ano mantém-se o apoio de 25 euros.

Botija de Gás: apoio de 25 euros mantém-se até ao final de 2026

A decisão consta da Resolução do Conselho de Ministros n.º 191/2026, publicada em Diário da República, que estabelece uma dotação inicial de 3,8 milhões de euros para o próximo ano.

O valor do apoio por botija em 2027 ainda não está definido. Assim, os 3,8 milhões de euros correspondem à verba inicialmente prevista para o programa e não significam que o apoio de 25 euros por botija atualmente em vigor será automaticamente mantido no próximo ano.

Apoio pode abranger até duas botijas por mês

Para 2026, o Governo decidiu prolongar até 31 de dezembro o apoio extraordinário de 25 euros por botija, reforçando também a dotação disponível para este ano para cerca de 5,75 milhões de euros.

Atualmente, o apoio pode abranger até duas botijas por mês, com um limite máximo de 12 por ano, destinando-se a consumidores domésticos economicamente vulneráveis que cumpram os critérios definidos no programa.

Quem pode receber?

A Botija de Gás Solidária destina-se, entre outros critérios, a consumidores que beneficiem da Tarifa Social de Energia Elétrica ou que integrem agregados familiares onde pelo menos um dos elementos receba determinadas prestações sociais mínimas.

O programa foi criado em 2022, inicialmente com um apoio de 10 euros por botija, tendo posteriormente passado para 15 euros e, em 2026, sido temporariamente reforçado para 25 euros devido à evolução dos preços e do contexto energético.

Para 2027, fica assim prevista uma primeira dotação de 3,8 milhões de euros, financiada através de receitas próprias do Fundo Ambiental.

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Comentários

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  1. Avatar de CIéqueébom1
    CIéqueébom1

    É só para compadres.

    1. Avatar de Tomé
      Tomé

      Deves pensar que isto é à grande, só tem direito quem está mesmo na m—a portanto deixa de ser mesquinho. Se existe uma baixa probabilidade de haver um ou outro que conseguem usufruir disto sem o merecerem, talvez mas é como em tudo. Não é por esses nem pelos outros que se vai à falência e também não se deixa de ajudar quem precisa, o tipo de gente que é capaz de abusar (e não deve ser fácil de conseguir) pertence ao mesmo grupo de pessoas que pensa como tu.

      1. Avatar de CIéqueébom1
        CIéqueébom1

        Deves viver num mundo de fantasia. Grande parte dos subsídios, benefícios, abonos e afins vão para quem menos precisa. Conheço centenas de casos.

        1. Avatar de Lemmiwinks
          Lemmiwinks

          Conheces centenas de casos haha que troll… nem sei porque me dei ao trabalho de responder olha vai mas é dar banho ao cão

    2. Avatar de Lemmiwinks
      Lemmiwinks

      Mais um que não tem noção é só mandar postas. Arredondando esse valor para 6 milhões, isso no orçamento de estado português é efetivamente ZERO PORCENTO! Mais precisamente cerca de 0.004485% acorda para a vida e faz as contas antes de abrires a boca. Larga as redes socias e os tiktoks que te estão a devorar o cérebro se é que ainda vais a tempo.

  2. Avatar de Yamahia
    Yamahia

    Os potenciais beneficiários queixam-se de que o processo é altamente burocrático e raramente conseguem o apoio. Esses milhões acabam por ficar todos em casa, em vez de chegarem a quem deles necessita. Esquema ainda pior que o Volta!

    Se querem ser sérios, sigam o exemplo de Espanha.

    1. Avatar de Vítor M.

      Vocês deveriam ver mais os canais espanhóis para perceberem como a Espanha atravessa problemas, alguns graves. A imprensa generalista portuguesa, de esquerda, pouco séria, não conta a verdade, só conta o mundo de fadas espanholas, mas deveria mostrar os problemas.

      Fala-se muito na crise na habitação, um CAOS em Espanha. Instabilidade política. Pedro Sánchez governa em minoria, e a cada semana aparecem mais casos de corrupção. Fala-se em eleições antecipadas. Os socialistas espanhóis envolvidos em corrupção até ao pescoço.

      Imigração e Ceuta. Imprensa nacional usa as mentiras para branquear a situação no país vizinho. Em Espanha o problema está a gerar uma guerra social terrível.

      Desemprego, sobretudo estrutural. Espanha conta com 2,495 milhões de desempregados. Isto empurra o custo de vida e dificuldade de emancipação dos jovens.

      Fala-se que o governo está a segurar o preço dos combustíveis. Mas não se fala numa bola de neve que vai cair na cabeça dos espanhóis. Segundo os dados mais recentes do Banco de Espanha, relativos ao 2.º trimestre de 2026, a dívida externa bruta espanhola atingiu 2,925 biliões de euros, correspondentes a 168,4% do PIB. Isto vai pesar e muito num futuro próximo da economia espanhola.

      É verdade que são um país com muita gente, um mercado grande, mas não está imune a problemas, alguns muito graves. Em Portugal, só de conta a parte do conto de fadas.

      1. Avatar de Yamahia
        Yamahia

        O futuro em Espanha:

        Fala-se que o Governo está a segurar o preço dos combustíveis. Mas não se fala numa bola de neve que vai cair na cabeça dos espanhóis.

        O presente por cá

        Sem acesso à saúde, sem acesso à educação, cabaz mais caro, combustíveis mais caros, gás mais caro, salários mais baixos.

        O futuro, a Deus pertence…

        1. Avatar de Vítor M.

          Anos a fio com mafiosos e coligações de mafiosos no governo, não ajudou.

          1. Avatar de Yamahia
            Yamahia

            E continua a não ajudar. Independentemente das coligações anteriores, estes seguem a mesma linha (quanto clamavam pelo contrário antes de chegarem) e ainda conseguiram piorar. É preciso não esquecer os 4mil milhões que foram entregues ao sector elektro em Portugal só este ano. (O padrão anterior era 3.3 mil milhões ano.

            Haver fundos até há. São é direccionados num único sentido.

          2. Avatar de Vítor M.

            Já estás a inventar 😀 Esses “4 mil milhões entregues ao setor elétrico só este ano” não correspondem a 4 mil milhões entregues às empresas de eletricidade em 2026. O Governo anunciou cerca de 4 mil milhões de euros de investimento na modernização das redes elétricas e de gás, previsto para um horizonte de médio/longo prazo. Só o PDIRD E 2026–2030 prevê 1,58 mil milhões para a rede de distribuição. Portanto, apresentar os 4 mil milhões como dinheiro “entregue ao setor este ano” é simplesmente falso.

            Da mesma forma que os alegados “3,3 mil milhões por ano” também parecem resultar da mesma confusão… 😀 esse valor surgiu associado a investimento futuro nas redes, não a uma transferência anual para o setor. Aliás, os sobrecustos das remunerações garantidas às renováveis foram estimados em cerca de 2,2 mil milhões em 2024 e deverão cair para metade até 2028.

            Eu percebo a falta de informação, mas já não percebo a ânsia de inventar.

          3. Avatar de Yamahia
            Yamahia

            Não há confusão nenhuma foi confessado pelos próprios e amplamente divulgado pela CS.

            Da própria página do governo de Portugal (2023):

            Como é que se reduziram as tarifas de acesso às redes?

            Foram mobilizados 4,5 mil milhões de euros para mitigar o preço da eletricidade. O impacto desta decisão traduz-se numa redução inédita das tarifas de acesso às redes, que em 2023 passarão a ser negativas para todos os níveis de consumo. O que significa que, no próximo ano, os consumidores serão pagos pela utilização das infraestruturas da energia.

            O que é que o Mecanismo Ibérico tem feito pelos preços da eletricidade? Os Governos de Portugal e Espanha entenderam, com a concordância da Comissão Europeia, criar um mecanismo de exceção que controlasse os preços da eletricidade produzida a partir de gás natural. O Mecanismo Ibérico começou a funcionar a 15 de junho e impediu o contágio dos preços da eletricidade por via da escalada de preços do gás natural 

            Para este último há a anotar que foram 8.4 mil milhões distribuidos entre Portugal e Espanha, sendo que portugal assumiu a fatia de leão atendendo à população dos 2 países. Significa e explica o porquê do gás ter aumentado mais que o petróleo mas esse facto não se ter reflectido no custo da electricidade.

            Este ano de 2026, pior um pouco. O gás aumenta muito mais que o petróleo (~150% vs ~60%) mas quem volta a pagar a factura é o desgracado do gajo que tem que usar o carro para ir trabalhar, se bem que portugal tenha ENORME margem para baixar os impostos sobre os combustiveis sem ir contra as directrizes da UE (cerca de 30 cents), conforme já disse noutro tópico, citando a Deloitte.

            De facto há 2 componentes nas "ajudas" à electricidade. Uma são os courtailements onde os parques são pagos para não produzir e a outra são os subsidios ao gás. Em conjunto têm representado entre 3 e 4 mil milhões ao ano. E Portugal sacrifica tudo o resto (porque a reboque dos preços dos combustíveis aumenta tudo principalmente os bens de 1ª necessidade) para nao beliscar os interesses do terrível lobby ekektro.

            No fim, verificamos que importámos no mês passado 34% da electricidade consumida. Em troca temos um país cada vez mais devastado pela paranóia solar e eólica.

          4. Avatar de Vítor M.

            Apesar da citação do governo ser verdadeira, não comprova é a tua conclusão de que esses milhares de milhões foram entregues ao “lobby elétrico”. Isso são conclusões falsas.

            Os 4,5 mil milhões foram anunciados para mitigar a fatura dos consumidores. A ERSE explica que a redução das tarifas também incluía receitas dos contratos de produção com remuneração garantida, cujo diferencial, perante preços de mercado elevados, beneficiava os consumidores. Reduzir tudo a pagamentos para não produzir e subsídios ao gás não corresponde à explicação do regulador. 😉 É invenção tua.

            Quanto aos 8,4 mil milhões do Mecanismo Ibérico, estamos a falar do orçamento estimado aprovado: 6,3 mil milhões para Espanha e 2,1 mil milhões para Portugal. A parcela portuguesa era superior por habitante, sim. Mas orçamento aprovado e despesa efetivamente realizada são coisas diferentes. O financiamento também incluía pagamentos dos compradores de eletricidade abrangidos e receitas das interligações.

            Há ainda um detalhe importante: o Mecanismo Ibérico terminou em dezembro de 2023. Para sustentar a mesma acusação em 2026, precisas identificar as medidas atuais, os montantes e os beneficiários. Uma página sobre 2023 não comprova despesas de 2026. Certo?

            Sobre os combustíveis, existe efetivamente afetação de receitas do ISP ao sistema elétrico, e essa opção pode ser discutida. Mas isso não demonstra os alegados 3 a 4 mil milhões anuais em pagamentos por cortes de produção e subsídios ao gás.

            Finalmente, a REN indica 35% de eletricidade importada em setembro, mas 22% no acumulado dos primeiros nove meses, durante os quais as renováveis abasteceram 64% do consumo. Escolheres apenas o valor mensal não explica o desempenho anual, nem demonstra que a produção solar e eólica seja uma “paranoia”. É a tua apreciação enviesada!

            Podemos discutir impostos, apoios e política energética. Mas a existência de medidas para baixar a fatura elétrica não prova, por si só, a acusação de favorecimento que estás a fazer. 😉 é já aquela velha mania da perseguição.

      2. Avatar de Lemmiwinks
        Lemmiwinks

        "A imprensa generalista portuguesa, de esquerda, pouco séria…" Isso existe? Se disseres que existe um ou outro comentador ou um ou outro jornalista eu até percebo. Agora jurava que é tudo à direita ou tendencialmente à direita seja TV, Rádio, Online e que no meio desse lodo todo ainda há uma ou duas exepções que fazem questão de tentar manter o equilibrio onde é mais ou menos 50-50 e mostram as duas perspectivas. O mainstream está todo nas mãos da direita é um facto, se ainda temos alguns sitios que permitem exprimir ambas as visões é pura sorte ou simplesmente por integridade e seriedade de quem ainda manda na casa.

        1. Avatar de Vítor M.

          Não existe? Ai não existe…

          1. Avatar de Lemmiwinks
            Lemmiwinks

            Mainstream/generalista de esquerda? Não me parece, diz lá que canal ou jornal são esses?

          2. Avatar de Vítor M.

            São a maioria. Um dos que tem uma linha puramente esquerdista é o Público, por exemplo. Salvo dois ou três bons jornalistas, os demais são defensores da esquerda moderada e muitos da esquerda radical (que conheço pessoalmente). A RTP 1 é também um berçário de jornalistas de esquerda, do sistema, do aparelho. Há, contudo, uma ou duas exceções; de resto são assumidos de esquerda.

            Mas há mais. Eu diria que a maioria são efetivamente de esquerda, muita malta que é de esquerda lá dentro, e quando estou com eles nos mais variados eventos, vêm assuntos políticos, a alguns só falta puxar pelo cartão. Já assisti a verdadeiras discussões “duras e feias”.

            LUSA, SIC, TVI, CMTV, há um núcleo duro esquerdista, embora haja mais jornalistas não esquerdistas. CNN mais equilibrada, Observador centro-direita/direita.

          3. Avatar de Lemmiwinks
            Lemmiwinks

            O espaço de comentário é geralmente divídido e normalmente quando caí mais para um dos lados é para a direita (quando digo caí quero dizer que têm mais espaço para uns do que para outros). Já as notícias, quais e como são dadas é mais ou menos a mesma coisa, penso que não seja subjetivo é a realidade não sei como se pode ver outra coisa. Felizmente ainda não descambou como nos EUA e noutros sítios e espero que não aconteça mesmo. A RTP atualmente e há muitas décadas que continua a tentar manter a neutralidade o melhor possível por motivos óbvios, estiveram sob sequestro depois da revolução mas isso já lá vai (anos 70) e nem podia ser aceitável que fosse de outra forma, os comentadores políticos deve ser 50-50 e não se vê muitos chalupas. Na SIC/notícias apesar de cair mais para a direita é geralmente aceitável nas notícias, já no comentário nota-se bem mais essa diferença e já se vê mais alguns chalupas. Não sei se há algum estudo recente sobre o assunto, se conseguirmos deixar de lado "clubismos" e extremismos pensava que fosse mais consensual, afinal não. Encontrei este artigo sobre o pluralismo nos media que demonstra mais ou menos aquilo que disse mas como é da Lusa esse diabo "de esquerda" se calhar é tudo treta noticiasaominuto.com/pais/3013085/portugal-mantem-13-lugar-no-pluralismo-dos-media-na-uniao-europeia. E também isto medialab.iscte-iul.pt/wp-content/uploads/Comentario_2023_Final_Pub_7Mar2024.pdf e mais este apimprensa.pt/digital-news-report-2026-o-que-revela-sobre-portugal/ Mais uma vez digo que os orgãos de comunicação mainstream tirando a RTP é tudo detido por gente de direita e isso por si só não prova nada, desde que consiguam manter algum equilíbrio não há problema. BTW o jornal Público "de esquerda" essa é para rir.

          4. Avatar de Vítor M.

            A tua apreciação é literalmente inquinada. O problema do teu argumento é curioso, apresentas estudos como prova e depois tiras deles conclusões que os próprios dados não permitem tirar.

            Comecemos pelo estudo do MediaLab que citaste. Ele não analisa se as notícias são “de esquerda” ou “de direita”. Analisa sobretudo os espaços fixos de comentário político e a orientação política dos comentadores. Portanto, não serve para demonstrar que a informação jornalística da SIC, RTP ou qualquer outro canal tem determinada orientação ideológica.

            E mesmo no comentário político, os números são bastante mais interessantes do que a tua descrição deixa perceber. No estudo de 2023 que citaste, entre os comentadores cuja orientação política foi identificada, a SIC Notícias tinha 53% à direita e 47% à esquerda. Isso é praticamente equilíbrio. A RTP3, por sua vez, tinha 30% à direita e 70% à esquerda. A CNN Portugal apresentava 67% à direita e 33% à esquerda e a CMTV 86% à direita e 14% à esquerda. Ou seja, nem sequer existe essa realidade homogénea que tentas construir. Mas isso não define a linha ditorial do meio 😉 por vezes, mediante determinado tema, importa “queimar” alguns comentadores (basta lembrar a vergonha da cobertura ridícula que deram à flotilha, direitos LGBTQ+, interrupção voluntária da gravidez, Palestina e guerra em Gaza, e tanto que se tentou esconder da imigração ilegal).

            Aliás, estudos anteriores do mesmo MediaLab mostram precisamente como estes equilíbrios mudam ao longo do tempo. Em 2020, considerando os comentadores com orientação política definida, havia praticamente um empate nacional: 51% à direita e 49% à esquerda. Mas o “diretores”, que ditam a linha mestra, são nitidamente de esquerda e os seus mais diretos editores também (basta lembrar a vergonha da Anabela Neves, ou a impreparada Maria Castello Branco, que por vezes é chamada à atenção pela incoerência de discurso (já nem vou falar numa aberração política que é Miguel Prata Roque).

            Depois misturas três coisas completamente diferentes: propriedade dos meios de comunicação, orientação dos comentadores e orientação editorial das notícias.

            O facto de o proprietário de um grupo de comunicação ser de direita ou de esquerda não demonstra automaticamente que uma notícia produzida pelos jornalistas desse grupo seja de direita ou de esquerda. Da mesma forma, ter Paulo Portas ou Daniel Oliveira como comentadores não transforma automaticamente a linha editorial de uma redação.

            E o Digital News Report 2026 que também referes não resolve essa questão. É um estudo muito interessante sobre consumo de notícias, confiança, influência do ecossistema mediático, serviço público e comportamento das audiências. Não é uma tabela científica que classifique os órgãos portugueses em “esquerda” e “direita”.

            Quanto ao Público, dizer simplesmente “essa é para rir” não é propriamente um argumento. Podemos discutir a sua linha editorial, analisar editoriais, colunistas, escolhas de temas ou enquadramentos. Isso seria uma discussão interessante. Mas rejeitar uma classificação ideológica através de uma gargalhada não demonstra absolutamente nada. 😉 É mais interessante perceber oq ue escrevem e quem escreve 😉

            No fundo, estás a cometer precisamente o erro que criticas nos outros: partes de uma perceção pessoal e apresentas essa perceção como “a realidade”, acrescentando depois estudos que medem coisas diferentes como se confirmassem automaticamente a tua conclusão.

            Os estudos que trouxeste são úteis. Só que convém lê-los até ao fim. 😉

          5. Avatar de Lemmiwinks
            Lemmiwinks

            (P.S. não sabia se podia publicar links e também esqueci-me de remover o https:// no primeiro… ups)

          6. Avatar de Lemmiwinks
            Lemmiwinks

            O que é que aconteceu ao meu comentário perdeu-se no caminho? Escrevi um "testamento" e só entrou o segundo comentário que é apenas uma observação/emenda e não diz nada… ok…

          7. Avatar de Vítor M.

            Estava no SPAM, já está publicado.

          8. Avatar de Lemmiwinks
            Lemmiwinks

            Ok, obrigado. Até pode ser inquinada não digo que não, às vezes digo coisas que fazem sentido outras nem tanto e normalmente consigo reconhecer as minhas falhas e até mudar de ideias sem problema. No fundo o que acho e é apenas a minha perceção/opinião é que em geral até temos a sorte de ter um certo equilíbrio posso até estar completamente errado tudo bem, sem olhar a rigor de dados concretos vale o que vale. Seria interessante termos uma análise (pelo menos anual) sobre viés/bias nos media nacionais e não sei mesmo se existe algo do género ou não. Nada disto é estático nunca será, ter um sítio de confiança com dados frescos que fosse de fácil consulta podia ser bastante útil, não deve uma tarefa nada fácil tirando colunistas ou comentadores que se percebe fácilmente o resto é bem mais complexo.