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Bélgica vai cobrar para usar as autoestradas. O que muda e como se compara com Portugal?

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Mário says:

    O tal risco zero para os liberais que as gerem.

  2. Zacarias says:

    Tb fazem algo parecido na Suiça

  3. Gringo Bandido says:

    Não há problema em pagar mas paguem os que têm dinheiro, haja justiça.

  4. jorgeg says:

    porreiro enivam milhares de milhoes para derreter na Ukrania e encher os bolso dos corruptos sociopatas, depois da nisto precisam de extorquir os cidadaos.

  5. JS says:

    Ja que se paga que seja o modelo Belga 125€ anuais
    Se utilizar uma viagem ida e volta que vive no Norte para o Algarve paga 98€ ir a outro ponto fica logo acima de 125€
    Mas como não é vantajoso para que as gera o modelo nacional é o que convém

  6. Yamahia says:

    Se os elektros estão a reduzir as receitas provenientes dos impostos necessários para a conservação das AE’s, debitem as vinhetas a eles, oras…Ainda por cima, devido ao peso excessivo, os elektros estragam mais as AE’s e consequentemente mais custos.
    Ainda assim preferia o modelo belga:
    -Uma ida e volta do Porto ao Algarve e está pago. O resto do ano é de borla.

    • Mapril says:

      E quem usa autoestradas 3 ou 4 vezes ao ano em trajectos curtos? Passava a pager como gente grande?

    • JL says:

      Onde é falam em elétricos ? mais um que não sabe o que é eletrificação.

      Qual peso excessivo ?

      O seu diesel também tem um peso excessivo em relação aos a gasolina.

    • PTO says:

      Nope. Eu prefiro o modelo de cada um pagar o percurso que faz.

      Não vamos todos para o Algarve, por isso não se vai fazer um modelo para beneficiar apenas uns milhares.

      A maior parte das utilizações das autoestradas é feita à volta da área de residência e muitas vezes nem são utilizadas diariamente, com a quantidade de gente em modo de trabalho misto.

      Para muita gente não compensa pagar centenas de euros anuais para andar nas AE’s.

  7. Pedro António says:

    Considero mais justo o princípio de utilizador pagador do que ninguém pagar e depois todos, de uma maneira ou de outra, terem de pagar. Porque as autoestradas não subsistem de graça.

    • Tug@Tek says:

      Partilho da mesma opinião, acho o modelo mais justo.
      Mas nas AE em que somos chamados (entenda-se os nossos impostos) para as construir, acho que os lucros da sua utilização deviam ser também reverter para o estado.
      O que acontece hoje em dia em alguns casos é que para o estado apenas fica o prejuízo, mesmo quando estas já estão a ser geridas por privados…

      • PTO says:

        Se o dinheiro das portagens fosse para o Estado, o que é que as concessionárias estavam lá a fazer?

        A ser dessa forma, então, a conservação e manutenção das autoestradas ficariam na alçada do Estado, o que seria a medida perfeita para elas ficarem todas degradadas e sem reparações durante meses e anos, como acontecia antes de existirem concessões.

        O Estado nunca tem prejuízo com as concessões porque nunca investe dinheiro na infraestrutura. Na verdade, com as concessões a privados, o Estado poupa muitas centenas de milhões de euros todos os anos.

        E só é chamado a pagar determinadas quantias quando o contrato de concessão não é cumprido por parte do Estado ou quando acontece alguma situação extraordinária que está salvaguardada nesse mesmo contrato.

        Não existe contrato nenhum que não tenha salvaguardas para quem investe o seu dinheiro em infraestruturas do Estado. Se assim não fosse, ninguém aceitaria qualquer negócio com o Estado, seja em Portugal ou noutro país qualquer.

    • B@rão Vermelho says:

      Compreendo, mas o Zé da província, paga comboios e metros ao pessoal de Lisboa e nunca vai utilizá-los, essa do pagador também não é assim tão simples, que todo o dinheiro mal gasto neste país fosse só para as AE.

      • Nuno says:

        Isso é comentário mesmo de quem não sabe. O Zé da província ainda hoje vivia em 1900 se não fossem os impostos de Lisboa. Dados de 2023, cincos distritos pagam 2/3 do irs pago em Portugal. Lisboa, Porto, Setúbal, Braga e Aveiro. Coitado do Zé da província se fosse viver só dos impostos que ele paga.

      • PTO says:

        O contrário também é verdade, por isso qual é afinal a tua lógica da batata?

        Todos pagamos uns aos outros, é assim que a economia funciona há gerações.

  8. says:

    “Bélgica vai cobrar para usar as autoestradas”

    Portugal é visionário… aos anos que já pagamos e bem.

  9. António says:

    Porque é que a Via do Infante é gratis em toda a extensão e a A28, entre o Porto e Esposende tem duas portagens? É, claramente, uma situação de discriminação numa ex-scut, saturada e com acidentes quase todos os dias, principalmente entre o Porto e o nó de Vila do Conde.

  10. Nuno José Almeida says:

    Em Portugal é diferente porque as AE foram todas privatizadas.

  11. Blackbit says:

    “Portugal consegue aplicar o princípio do “utilizador-pagador” de forma mais rigorosa, uma vez que quem usa mais a infraestrutura também contribui mais para a sua manutenção.”
    Consegue mesmo?
    So mesmo aos residentes é que pagam porque os turistas que vem cá e passam pela Via Verde esses não pagam e não são chamados a pagar…

  12. utherzzao1 says:

    Esses têm muito dinheiro.

  13. Joao Ptt says:

    Como estamos em Portugal, os políticos podem criar a vinheta para as pessoas puderem aceder às auto-estradas, e depois nas auto-estradas com portagem (seja física ou virtual) pagam também isso à parte na lógica do utilizador pagador.

    Para quem acha impossível é só olhar para a factura da electricidade e reparar que todas as taxas, impostos e até a contribuição audiovisual, tem o IVA em cima… taxas e taxinhas umas em cima das outras.

  14. Zé da Quinta says:

    “As receitas da vinheta serão destinadas à manutenção e operação da rede rodoviária”.
    Ainda bem que isso acontece pela Europa fora. Já em Portugal a manutenção, tanto de auto estradas como estradas nacionais é um utopia. Mas o dinheirito lá vai entrando nos cofres do Estado! Ou dos amigos….

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