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ASAE: 30 processos por causa de vendas online de artigos de desporto

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Autor: Pedro Pinto


  1. Blackbit says:

    Mas quais foram esses sites? Que infracões cometeram?
    Podem ser mais específicos?

  2. maroisergio says:

    E que tal a ASAE ir as escolas ver a qualidade de comida que dão aos miudos? ou ir aos hospitais publicos ver porque temos que esperar 10 horas para ser atendidos? Ai sim deveriam aplicar contra ordenações…..

    • SSD says:

      Claro, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica em vez de estar a procurar material contrafeito, devia era ainda a questionar os diretores de hospitais e quiçá governo porquê é que se espera tanto para ser atendido, tal como o nome indica é exatamente essa a função deles…
      O pessoal hoje em dia muito gosta do Whataboutism.
      Quanto a qualidade da comida, ninguém vai ser processado porque oficialmente não desrespeitam nenhuma regra, agora os agrupamentos e/ou ministério que disponibilizem mais verbas para esse assunto e talvez as escolas consigam arranjar alguém que de facto cozinhe lá em vez de levar só os produtos pre aquecidos

  3. Jorge says:

    Ciclicamente lá aparece uma publicidade da ASAE …. há que promover os inúteis.

    E quanto à “resma” de indivíduos (que não estão sequer colectados) que vendem através do Facebook artigos de duas origens: roubados ou comprados aos chineses sem fatura ?
    Será que há noção do balúrdio de vendas que ocorreram desta forma ilegal no período em que o Estado obrigou as empresas legais a estarem de portas fechadas?

    Claro que uma investigação destas requeria chefias com neurónios, e infelizmente ao topo das hierarquias das instituições públicas só chegam acéfalos que inclinem rapidamente para os interesses políticos.

    • Nuno says:

      Inúteis?!
      Então mas a notícia não é exactamente sobre o que se refere?!

      Só uma equipa de 100 pessoas a trabalhar no assunto do on-line resolveria esse problema… é comentário de quam fala muito mas nem sequer tenta perceber a complexidade do que fala.

      • Frederico says:

        A noticia é sobre sites a fazer vendas online.
        Normalmente estes sites são de empresas físicas que motivados pela pandemia, recorreram à venda online. Mas, não cumpriram na totalidade o que está legislado: não têm as regras de devolução, o livro de reclamações, etc…
        Não tem nada que ver com diretos no facebook e afins… esses sim, de venda de produtos contrafeitos e atividade económica 100% paralela!
        Só se pode multar quem realmente existe! Ora as páginas do facebook não têm um dono a quem possam passar a multa!

  4. Marta Oliveira says:

    ClubeFashion por exemplo, roupa, relógios e perfumes contrafeitos.

  5. OdeioBichasModernas says:

    Já alguém ligou para a ASAE para darem um saltinho à Feira do Relógio ou das Galinheiras?
    O que não deve por lá faltar é cenas falsas e roubadas e sei lá mais o quê…
    Ah espera, mas isso já vão chatear uma certa minoria que não ser aqui falada.
    Já não vão porque é racismo… É isto.

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