Quantcast
PplWare Mobile

A velhinha cassete faz 50 anos!

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Ana Narciso


  1. André Roque says:

    Bons tempos… até as tantas da manhã a ouvir e gravar a rádio VOX, com o dedo preparado no “pause” para quando terminassem as musicas e não gravar a publicidade…

  2. Chirucca says:

    A velhinha cassete… 🙂

    Falta ainda a relação da cassete com um pedaço de papel e uma tira de fita cola, para voltar a gravar por cima.

    • Telmo M. says:

      Esse truque da fita-cola serviu-me muitas vezes.

      Quando eu tinha cerca de 6 anos, lá para 1999, era um passatempo gravar as músicas que gostava diretamente do rádio. Passava horas a ouvir rádio para depois gravar as melhores músicas e depois as ouvir sempre que queria.

      Tinha sempre cassetes com músicas que ninguém sabia onde as ia desencantar 😀

      • pixar says:

        E claro que a qualidade das gravações e som, que fizemos nessa altura, estava acima de qualquer formato wave ou mp3. 😀
        O truque da fita cola também seeviu para as VHS.

  3. Marco Pinhal says:

    Cheguei a ter muitas… e tenho apenas 29 anos…
    Muitas delas tinham musicas que não se encontram hoje por ai noutro formato. boas musicas…
    a tecnologia está de tal maneira tão avançada que hoje em dia já quase minguem tem leitores para ler estas cassetes. eu já tive, hoje se quiser ouvir uma já não posso…

  4. pixar says:

    Estas cassetes trazem à memória, não apenas a música mas, as tardes passadas a jogar Spectrum.
    Bons tempos em que os jogos não contribuiam para a obesidade, pois o tempo de carregamento dos jogos andavam pelos 20 ou 30 minutos e dava sempre tempo para um jogo de futebol antes do jogo informático.
    E quando dava erro a meio? Toca a voltar ao início…

  5. newJ says:

    Estas notícias fazem dar de conta como estou a ficar velho.. eheh, ainda me lembro do que havia antes das cassetes, embora na altura que nasci já existissem cassetes à muito..

  6. Vítor M. says:

    Eu tinha tantas 😀 e cada uma marcou uma época na adolescência!

  7. João says:

    saudades, andava eu a pisar uvas para fazer sumo de uva (vinho) e ouvir musica destas cassetes…

  8. RaCcOn says:

    Excelente.
    Bons velhos tempos…entretanto lá vieram os CD que já acabaram por quase morrer nos dias de hoje.

  9. João Neves says:

    Engraçado, hoje abri o meu deck tc-ke600s 🙂 3 cabeças, 3 motores, uma bomba! Só é pena que a fita do “motor do play” esteja partida 🙁 vou ver se consigo arranjar.

  10. Foi, , , com toda a certeza, o suporte mais democrático de sempre.
    As cassetes existiam para todos os preços, desde as baratas, de ferro, até às caríssimas, de metal.
    Quanto aos leitores / gravadores, era o mesmo. Japonesada barata, portátil, fanhosa, “comendo” fita, até aos mais sofisticados modelos de decks imortalizados pela Nakamichi, Teac, Akai, Luxman, Sony, etc.
    Em virtude da pouca largura da fita e baixa velocidade, por norma 4, 75 cm por segundo, mas que raramente correspondia à verdade, a gama de frequências era muito pobre, além do tradicional ruido intrínseco.
    Além disso existia o problema do azimute das cabeças de leitura que fazia com que, raramente, uma gravação feita em outro aparelho, correspondesse com o ponto de leitura de outro.
    Estas limitações levaram à criação de geniais formas de serem contornados.
    O Dolby, redutor de ruido, talvez tenha sido o mais popular e deu muito dinheiro a ganhar ao respetivo laboratório. Outros redutores de ruido, como o DNS da Philips ou o DBX dos japoneses, ajudaram a tornar a audição mais limpa e com maior qualidade.
    Grandes máquinas, que ainda hoje se vendem a bom dinheiro, incluiam 2 ou 3 motores, controlo da velocidade por quartzo, cabeças de gravação e leitura separadas, auto reverse, auto stop, deteção automática do tipo de fita, contador de tempo real, ajuste fino de BIAS, Dolby B e C, DBX e até ajuste automático do azimute da cabeça.
    Nestas máquinas de luxo ou num humilde Sanyo, Crown, Toshiba e outras marcas inomináveis, a cassete foi a rainha das festas ou da escuta privada durante mais de 30 anos.
    E é bom lembrar a importância do Walk-man e o caminho que ele abriu para os novos leitores de multimedia portáteis.

  11. Jose Ribeiro says:

    José de 49 anos não podia deixar passar este post sem registar a sua presença. O sr. António Silva descreveu toda a magia técnica da k7. Obrigado. Foi com essas variáveis que vivi a maior experiência da musica de minha vida.

    Mantenho funcional um duplo leitor de k7 Pioneer (aqueles que tinham dois leitores e um deles era reprodutor..)que reproduziu n delas para todos os meu amigos e menos amigos, mas sobretudo, amigos da musica. Nunca me desfazerei dessas maravilhas e das lembranças á volta delas.
    Há, a minha colecção de preferias +- 100 da maxel crII continuam guardadas ao lado do meu hd externo…
    Passado + Presente.
    Obrigado pela lembrança PPW.

  12. João says:

    não nos podemos esquecer que ao fazer gravações não era-mos considerados piratas…

  13. Olá a todos!

    As cassetes sempre fizeram parte da minha vida… e continuam a fazer!
    Transformo-as em carteiras, com o objectivo de as re-utilizar, dar-lhes uma nova função e sobretudo fazer com que continuem a ser um objecto ícone.

    Ora espreitem:
    https://www.etsy.com/shop/thepickpocketstore
    https://www.facebook.com/thepickpocket.ocarteirista

    Obrigado pelo artigo pplware e cumprimentos a todos

  14. Asdrubal says:

    A sério? A cassete tem 50 anos?

    As tais cassetes mais conhecidas pensei que fossem só dos anos 70… por aí, mas já houve muitos aspectos de cassetes de fitas magnéticas, disso não tenho dúvidas, que até pensei que existissem há bem mais de 50 anos.
    Também haviam as cassetes VHS, que parece que chegou a concorrer com a betamax. Haviam outras cassetes com fita num dos lados rectangulares mais pequenos.

    Mas realmente, quando encravava… era mesmo o lápis pra rolar a fita e rezar pra que nada do som se estragasse.

  15. So_true says:

    Que irritação quando a meio da música que estava a gravar na rádio, se lembravam de “dizer alguma coisa”… Ainda tenho o meu walkman a funcionar em pleno!

  16. Abílio says:

    Bem hajam…

  17. André Gomes says:

    Recordações.. Há tantas, uma era que eu e um primo meu ia-mos a casa de um tio gravar de vinil para k7, e o que diziam era que quanto mais alto tocasse o vinil melhor ficava a gravação. Ou seja, volume da aparelhagem sempre no maximo 🙂

  18. jYkA says:

    indumentaria antes de sair para o liceu… walkman headphones pilhas.. pilhas extra… e claro lapis ou esferografica bic para poupar as pilhas… na falta de bic ou lapis o rolinho de papel dobrado tambem desenrascava…mais tarde com o surgimento dos “phones” so com o auscultador sem o aro de metal enfiados na manga para ouvir durante as aulas ou mesmo durantes os testes com os ditos auxiliares de memoria (cof… cof… cof) 😀

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.