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Questão semanal: Qual é a sua opinião sobre o reconhecimento facial na via pública?

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Este artigo tem mais de um ano


Autor: Marisa Pinto


  1. Nuno Ferreira says:

    Isso depende muito de quem têm jurisdição sobre o sistema. Se um policia quiser seguir a mulher são porque sim poderia? Quem define os limites, quais são as penas para quem abusar? É a velha história de segurança vs privacidade.

    • Rui Magalhães says:

      Os limites deixam de existir quando comem todos na mesma mesa.

    • Miguel Porto says:

      Se tiveres conhecimentos informáticos podes seguir a tua mulher 24/dia.
      Reconhecimento facial é apenas um meio de seguir um “alvo”.

    • Toni da Adega says:

      Todos falam em privacidade mas não existe privacidade na via publica. É como querer ir para um café ter conversas “privadas” e que ninguém pode ouvir…

    • Nacho Vidal says:

      concordaria caso:
      Em primeiro lugar, houvesse transparência;
      Em segundo, que me garantissem que o serviço nunca cairia em mãos erradas ; @Nuno, a tal ” jurisdição sobre o sistema”( num sistema onde, hoje em dia, até podemos ser “multados” por pessoas SEM autoridade para tal, nos estacionamentos municipais, para encher bolsos de pessoas ligadas ao sistema e não ao cidadão comum, contribuinte, que gastou dinheiro com os seus impostos, para pagar aquele pedaço de estrada, ou seja , que lhe pertence, para estacionar o carro, acredito que esta medida deste artigo avance pois a lavagem cerebral é feita neste pais de uma forma fantafotebolástica! A desculpa dada pelos governantes é o combate à poluição nos centros das cidades, e falta de estacionamentos. Onde me encontro, estão os sítios onde se deveria estacionar livres, e as passadeiras e linhas amarelas com carros lá estacionados e se se quisesse mesmo combater a poluição que se incentive à compra de carros eléctricos e respectivos painéis solares))… apenas um exemplo de “mãos erradas e jurisdição sobre o sistema”.
      3º que fossem bem identificados os pontos de monitorização
      4º sistema assente em blockchain para que não houvesse hipótese nenhuma de aceder a tais cameras: todos os dados deveriam obedecer a conceitos de:
      -confidencialidade
      -autenticidade
      -integridade
      -disponibilidade
      -não repudio .

  2. hommer says:

    se for para apanhar criminosos é uma excelente ferramenta, mas só usada por entidades competentes e não ao publico em geral…

  3. Falcão Azul says:

    “Sondagem: Qual é a sua opinião sobre o reconhecimento facial na via pública?”—»concordo em absoluto !! Aliás,votei que concordo com esta medida.Esta medida devia num primeiro plano ser de imediato implementada nas maiores cidades de cada país no mundo e depois aplicada a cada lugar no mundo.

  4. Alex says:

    A nova ordem vai adorar na caça de escravos.

  5. Sigsegv says:

    É muito boa ideia. A próxima fase será o lançamento de drones armados para identificar e abater criminosos (ou rebeldes). O futuro será maravilhoso para o cancro do estado. Quem sair “fora da linha” será identificado e abatido num ápice. Heil mundo novo!

    • li70 says:

      Pouco a pouco chegamos la.
      E que é mesmo por ai, os elites ja planearam isto a muito tempo so agora é que esta a chegar a tona.
      Exactamente com onos filmes futuristas.

  6. One Armed Bandit says:

    Boa!
    E depois acontece-vos como o chinoca em fuga que foi a um concerto e depois ficou sem palavras, quando a policia chinoca o esperou à saída do estádio!

  7. Pedro says:

    Vamos olhar para um país onde isso já existe: China

    Os cidadão chineses tem agora um crédito social. Exemplo: Ajudar velhinhos a atravessar a passadeira seria uma acréscimo no saldo. Estar envolvido em situações de violência, desacatos, manifestações, etc. seriam pontos negativos neste crédito.

    Este sistema tem impacto num pedido de crédito a um banco, concorrer a um emprego, etc.

    Isto não passa de uma forma de opressão mascarada com objectivo de proteger a população, um narrativa comum em qualquer governo. Um cidadão lava dinheiro, o governo faz uma injeção de capital.

    Quanto temos 4 policias portugueses a verem um assalto e ficam quietos, acho que este sistema não nos serve de nada: https://www.youtube.com/watch?v=dTYespPdbSw

    Com isto, um estado ganha demasiado poder e oprime quem quiser a qualquer hora e sabe exactamente onde estão.

  8. PPortasCoelho says:

    Ora aqui esta uma boa oportunidade de se conhecer melhor as pessoas , quais são as suas ideologias , como manda a velha tradição .

  9. PeFerreira98 says:

    Para quem já foi vitima de assalto em plena Avenida dos Aliados e Jardim do Morro com policias a menos de poucos metros do local, isso não me parece uma ideia descabida de todo…

  10. Sousa Campos says:

    Só no quer quem tem cores no cartório. Eu no tenho problema nenhum em ser visto onde quer que seja.
    Quero E que os criminosos sejam rapidamente apagados

  11. João says:

    A linha que separa a segurança da privacidade é uma linha muito ténue. Todos queremos Segurança mas também privacidade. Aumentar a segurança irá – no limite – diminuir sempre a privacidade. Alguém que é assaltado na rua, ou que roubam o carro, gostava que uma cãmara de vigilancia tivesse identificado o individuo mas essa mesma cãmara invade a privacidade do “comum mortal” que nada deve nem teme.
    Todos dizemos que as autoridades deviam fazer MUITO mais para impedir ataques terroristas e apanha-los antes de sequer rebentarem seja o que for, mas depois não queremos que se leiam emails, se oulam conversas telefonicas e se leiam mensagens de texto (pois é assim que eles se coordenam).

    Acho que reconhecimento facial não é algo que me preocupa. A malta nunca gostou muito da autoridade.. A policia coloca limites de velocidade nas estradas e faz fiscalização e é chamada a “caça à multa”, no entanto, um tipo espalhou-se na estrada porque ia em excesso de Ego/Velocidade ou bebeu um copinho a mais.. e colocou vidas em risco (não só a dele). Há quem já é assaltado porque diz que está de férias no facebook..enfim.
    Acho que “quem deve não teme” tem menos riscos de ver a sua privacicade invadida do que quem tem comportamentos de risco.

    • Toni da Adega says:

      Não consigo compreender essa “invasão de privacidade” de cameras de vigilância na via publica. Estamos no meio da rua, rodeado de pessoas, todas eles com cameras fotográficas, cameras de filmar e gravadores de audio mas aparentemente isso já ter privacidade

  12. António Campos Leal says:

    Contra.
    .
    Viola a privacidade de cada um. Se para alguns isso é indiferente é porque nem imaginam o caminho que as coisas podem tomar. É que a realidade vai à frente da ficção. Podem por isso ver algum cinema sobre a questão. Há muito bom filme de Ficção Cientifica Social em que podem encontrar alguma informação.

  13. O Silva says:

    Só vai reconhecer indivíduos chave? (ie:procurados pela justiça?)
    É que procurar uma agulha no palheiro, é mais fácil do que procurar e identificar todas as palhas no palheiro…
    Se for para identificar todas as pessoas visíveis através de cameras publicas, quero ver um sistema desses a funcionar por exemplo em Lisboa ou Porto, e o respectivo hardware e software envolvido…

  14. ricardo matos says:

    quem não deve não teme.. só criminosos por aqui.. 🙂

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