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Nasceram robôs das obras que podem assentar mil tijolos por hora


Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. DumDum says:

    Nem os trolhas escapam!

  2. Sérgio J says:

    Ao contrario do que se pensa o desemprego é assustadoramente maior na construção civil do que nos licenciados. Nem há comparação.

    A ideia é acabar com o trabalho duro e transforma-lo em trabalho especializado.

  3. Justiceiro says:

    Excelente notícia!
    É urgente em todas as áreas de negócio mundial, automatizar os processos, de forma a reduzir pelo menos em 50% o número de trabalhadores!
    Força nisso!

  4. Pintor says:

    Com o preço da mão de obra em Portugal deve ficar mais caro o robô.

  5. O Tal says:

    “Robô Pedreiro Hadrian”, não será “Robô Trolha Adrian”? É que pedreiro, trabalha com pedra, não tijolos.

    • Vítor M. says:

      Estás enganado. Conheço alguns pedreiros que trabalham com pedra, tijolos, blocos… até porque trolha pode ser considerado o servente de pedreiro. 😀

    • Sérgio J says:

      Há alguns atrás pensava como tu. Mas depois percebi que em muitas zonas do país chamam pedreiros aqueles que nós chamamos trolhas. Não se trata de quem está certo ou errado. São os usos e costumes de cada zona.

      • Cohiba says:

        Pedreiro porque as casas eram feitas em pedra, na sua grande maioria. Trolha é o ajudante do pedreiro. Claro, já poucos se lembra que o tijolo para a construção se vulgarizou posteriormente.

        • eng_civil says:

          Não é bem assim… Pedreiro está mais ligado à estrutura. Os trolhas estão ligados a acabamentos e a elementos não estruturais. Em Portugal o mais frequente é termos a estrutura em betão (pedreiros) e as paredes divisórias em tijolo (não estrutural) daí serem feitos por trolhas. Ou seja, trolha e pedreiro executam trabalhos diferentes e ambos tem ajudantes, os chamados serventes, servente de trolha e servente de pedreiro.

      • Xico Fininho says:

        Nem sei se no papel existe o termo “trolha”. Sempre considerei que esse termo era de rua, tenho pai trolha e no contrato acho que está pedreiro, que a meu ver é a mesma coisa, porque uma equipa de trolhas/pedreiros não estão lá só para assentar tijolo, o trabalho deles numa casa deve representar cerca de 80%, o resto são eletricistas, os que metem tetos falsos e outros especialistas.

  6. Rui Cruz says:

    O que muita gente ainda não entendeu é que a tecnologia deveria ser utilizada para nos substituir nos trabalhos, sim. Mas(!) para que nós possamos viver fazendo mais o que gostamos realmente, quer sejam atividades quer seja estar com a família!!
    E sendo as máquinas a trabalhar, seriam menos salários a serem pagos, logo, o custo de vida cairia drasticamente. Só que isto são utopias projetadas anteriormente, já que vivemos é num mundo de ganaciosos…

      • David.pt says:

        Interessante edvis

      • Marco says:

        E será que esse projecto tem hipótese de “avançar”? Não sei como está a situação actual do projecto, mas pergunto isto pois o mesmo já existe há uns anos. Poderei estar errado, mas diria que desde que saiu o 2º documentário Zeitgeist, altura em que Jacque Fresco (grande visionário!) se afastou do Zeitgeist e partiu para esse projecto.

        Poderei estar equivocado em algumas coisas, mas lembro-me ter lido algo assim do género há uns anos. Não tenho acompanhado nem lido nada sobre o projecto, daí me questionar se o mesmo será “permitido”.

        • edvis says:

          Logo nos inicio do Faq se diz que ao longo de mais de 25 anos, ou seja este projecto foi iniciado pelo grande visionário, Jacque Fresco. Estas a fazer confusão, o 2º documentário Zeitgeist usou como base o Projecto Venus (que foi fundado na década dos 70), o projecto continua vivo, e agora acho que estão a entrar na segunda fase, que é a produção de um longa-metragem que irá retratar como funcionaria um mundo que aderisse às propostas desenvolvidas por esse Projecto, depois tens mais fases ate a sua implementação (que em termos de tecnologia já é possível começar hoje a mudança, mas socialmente e mentalmente, ainda esta complicado –‘ ).
          Eu acho que é único nosso futuro prospero, se em breve não mudarmos vamos acabar nos auto-destruindo….

          • Marco says:

            Não fazia ideia que já existia há tanto tempo.

            A ideia que eu tinha é que o 1º Zeitgeist teve a participação de Jacque Fresco mas a partir do 2º já não devido aos interesses não serem exactamente os mesmos que o outro “produtor” do filme. Mas como já li isto há uns anos, poderei estar equivocado.

            E lá está, já existe há tantos anos e ainda não foi posto em prática, infelizmente. Acredito que mentalmente seja muito difícil, mas também acreditos que haja outros “interesses” que impeçam que o projecto avance.
            Se calhar quando se decidir avançar para algo do género, poderá ser já quando se estiver à rasca e, por conseguinte, tarde demais. Vamos a ver no que vai dar.

          • edvis says:

            Há varias razoes para ser difícil de implementar agora, no Faq esta la tudo explicado detalhadamente, mas basicamente se esta a espera que o capitalismo entre em colapso, porque é inevitável, e depois em conjunto com outros problemas sociais vai nos levar a uma situação insustentável… E ai as pessoas estarão bem mais abertas a um projecto como esse, também já não terão muitas alternativas ai… Eu acredito que será o futuro, a parte mais difícil será a época de transição entre os 2 sistemas, mas vai valer mais que a pena, e pronto como já disse esta tudo explicado nos Faq se quiseres saber mais…

      • Rui Cruz says:

        Exatamente Edvis, isso vem da filosofia do Zeitgeist.

    • piri_vm says:

      Bem, para construir muros de tijolos são precisos duas pessoas, o ajudante que vai buscar tijolos e o que constrói o muro (emprego bem pago), com esta máquina, também é necessário duas pessoas, um operador da máquina, que carrega, verifica erros, etc (emprego que será melhor pago) e o ajudante que continua a ganhar o mesmo e a transportar tijolos. Não vejo onde acrescenta o desemprego e até cria um posto mais bem pago.

      • Xico Fininho says:

        No modo tradicional são precisas NO MÍNIMO 2 pessoas, mas é raro veres só 2 pessoas nas obras, em casas normais vês sempre uns 4 pelo menos.

        De qualquer modo, com ou sem máquinas, esta é uma área que aqui em Portugal já deu o que tinha a dar, temos casas a mais, as empresas andam no fio da navalha, a trabalhar quase sem margem de lucro só para terem o pessoal a trabalhar.

      • TonyB says:

        Porque se a máquina vai assentar até 1000 tijolos por hora, o equivalente ao trabalho de 10 ou mais trabalhadores, isso permite à entidade patronal substituir essa mão de obra pela máquina, reduzindo todas as despesas associadas (salários, descontos, seguros, etc).

  7. NUNO OLIVEIRA says:

    Concordo com os comentários que dizem que é para acabar com trabalhos duros e pesados, mas alguem me explica como é que as pessoas que faziam esse trabalho vão ganhar o pão de cada dia. E dizem os politicos que vão aumentar os empregos, como, com maquinas a fazer o trabalho de 10 ou 20 homens? Nunca mais, o desemprego irá sempre aumentar, quer queiram que não.

    • eng_civil says:

      As máquinas precisam de operadoes… As pessoas tem de se adaptar à evolução da sociedade. Compreendo perfeitamente que não é fácil. No entanto, estas máquinas funcionam em obras novas, feitas de raiz, onde o tipo de construção é específico, são feitas as parede e depois as lajes em cima das paredes (normalmente em edifícios baixos). Em edifícios em altura já não é tão simples… normalmente avançam com os pisos e depois vão fazendo as paredes interiores e exteriores.
      Mais uma vez, as tecnologias estão sempre a mudar, antigamente construia-se de uma maneira e agora de outra, cada vez as casas tem requisitos diferentes. é preciso uma pessoa se adaptar.

      Não vejo isto como um aumento de desemprego… até estar tudo automatizado ainda falta muito tempo e as pessoas que chegaram a esse tempo tem mais que condições para se preparem para tal.

  8. CorDeTijolo says:

    Muito bem, se refletir no preço das casas e tempo, perfeito, a perca de mão de obra humana é de lastimar. Só acredito que este robot seja um verdadeiro trolha se conseguir também atirar piropos as gajas.

  9. quickas says:

    Isto era interessante em Portugal se houvesse construção nova, o Mercado está lotado e não á pessoas para tantas casas construídas. Por isso estamos descansados. um investimento de 7m de dólares é muito para uma empresa de construção portuguesa.

  10. José Gomes says:

    durante uns anos vai haver mt emprego a fazer, estas máquinas e os seus componentes, depois… há sempre mt para se fazer se souberem inventar tal como eles inventaram

  11. André Fernandes says:

    Se formos a pensar no desemprego que uma invenção gera nunca teríamos inventado a lâmpada elétrica. Tirou trabalho a muita gente de andar na rua acender os candeeiros…

    Sim é possível que decresca o emprego em pedreiros, mas aumente em técnicos dessas máquinas. Nem todo o trabalho de pedreiro pode ser substituído por essa máquina, portanto há sempre uma oportunidade.

  12. chicosoft says:

    Tem que haver um addon para os robos…. Quem vai mandar os piropos?!

  13. okapi says:

    Uma boa investigação na área da robótica feita pela UofG.

    http://ow.ly/MDs9t

  14. João Maia says:

    ´Só concordo com a ROBÓTICA em serviços de alto risco.

  15. Xico Fininho says:

    Tudo depende de trabalho para trabalho. Em certas atividades de alto risco como a atividade mineira as máquinas têm vindo a melhorar imenso a qualidade de vida dos trabalhadores, com diferenças brutais de hoje para 20 anos atrás. Cada vez são menos obrigados a “vergar a mola”, há tecnologia que identifica a qualidade do ar e a quantidade de diversos gases… nesse caso, mesmo diminuindo alguma quantidade de pessoal, o que lá fica leva com outra qualidade e a meu ver isso é benéfico.

    Já quando se trata de querer acabar com as pessoas que estão nos caixas do Continente e afins sou contra, qualquer dia estão capaz de encerrar todos os mercados e funcionar só à base de compras online para cortar nas despesas

    • okapi says:

      ” qualquer dia estão capaz de encerrar todos os mercados e funcionar só à base de compras online ”

      Eu já faço 95% das minhas compras e pagamentos online e vai desde um simples selo de correio passando por compra de roupa, supermercado, farmácia , etc. Os outros 5% vai para o barbeiro e quando vejo alguma compra de impulse. Nas lojas perde-se tempo e por vezes só ao fim de 2 ou 3 buscas é que se encontra o que quer. Não vejo onde está o mal de comprar online. Por outro lado os armazéns e despachos também empregam pessoal mesmo havendo robots caso da Amazon, Farmacias, etc. e não são tão poucos como isso.

  16. R o B says:

    Só assentar tijolo não faz uma casa

  17. Pedro says:

    Em Portugal penso que este robot não terá muita aplicação, pelo menos da forma com está o mercado da construção (reabilitações)!

  18. xxx37 says:

    Desculpei-me pelo comentário que vou deixar…
    Algum de vocês já trabalhou na construção civil?… ou percebe alguma coisa de construção?
    Uma máquina dessas provavelmente só trabalha “a direito”…
    já viram o tamanho da máquina onde se coloca um maquinão daquele tamanho dentro de obra, só mesmo a fazer muros e sem recortes ou pormenores… de certeza que ela para trabalhar precisa de um local limpo e desimpedido… já visitaram uma obra?… nem no tempo da “Expo” ela teria lugar…
    E, já agora se trabalhar nas obras dá muito dinheiro porque não vai toda a gente para pedreiro, trabalhar à chuva, ao frio, estar deslocado de casa, a viver em contentores, etc, etc?
    Nas obras o tempo não pára, existem prazos e eles tem de ser compridos porque se assim não acontece pagam-se multas por esses mesmo atrasos, diga-se algumas altíssimas.
    Mudando de assunto…
    No norte dos nosso país chamam-se pedreiros aos profissionais que fazem a “estrutura” de uma obra, como betão armado, assentamento de blocos, tijolos e até pedra, isto de uma forma “geral” porque para o betão armado também podemos ter os ferrageiros e ainda os carpinteiros de cofragem e os que assentam a pedra também pode ser chamado de canteiros que vem de cantarias… de pedra…
    Ainda no norte do nosso país chamam-se de trolhas aos profissionais que fazem os acabamentos que pode ir dos rebocos aos assentamento dos cerâmicos…
    Na zona sul, é habito identificar-se todos como pedreiros, mas, esta separação de profissionais é assumida por todas as empresas de construção isto porque existem especializações, está claro…
    Porém, se os técnicos forem bons alguns conseguem fazer quase tudo.

    • R o B says:

      Apoiado, e ao absurdo volume da máquina acrescentamos as delimitações de segurança e mais ninguém poderia trabalhar no seu interior. Não ficou claro como é que a máquina coloca a argamassa nas juntas.

  19. Nilton Carlos says:

    Fazem bem..
    pra que é empreeiteiro Trabalhar por conta Propia tal como Angola AFRICA OK.

  20. Nilton Carlos says:

    Mas prejuizo para os Desempregado tal como Angola

  21. silva says:

    Com os robôs tem de diminuir a taxa de natalidade.

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