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Sondagem: 72% já falou ao telemóvel enquanto conduzia

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Marisa Pinto

Editora no Pplware e psicóloga de profissão. Desde cedo que a tecnologia é uma paixão, interessando-se em particular com o impacto que esta tem na nossa vida e nos comportamentos que as pessoas adotam nas redes sociais.

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  1. Mateus says:

    artigo 13, concordo em parte no entanto como está muita coisa ainda tem de ser repensada, caso contrario trará mais contras que prós e tornar-se um enorme problema…

  2. Bruno Carvalho says:

    só 72%? acho pouco, os leitores não estão a ser honestos.

    • Vitor says:

      Os que responderam não…não têm automóvel! ioliol

      • Francisco says:

        eh pah. eu tenho muito medo de distrações
        além de ser recém cartado, nunca me iria perdoar atropelar alguém devido a uma breve distração de olhar para o tele sequer… ele que toque. Prefiro parar e ver o tele, e depois seguir viagem de novo já sem o bixinho de saber quem me quer algo

        • Hugo says:

          E fazes muito bem. É “A” forma de pensar enquanto se está ao volante, no entanto, com a experiência vais ganhar certamente confiança, mas acima de tudo tens de ser responsável. Mexer no rádio, olhar pelo retrovisor, telemóvel, mexer nos controlos do carro etc etc…tudo são distracções que podem ser fatais, pelo que convém ter sempre presente a ideia da nossa principal função: Conduzir.
          Já fiz, e faço ás vezes, muita coisa ao volante da qual não me orgulho e posso garantir que NADA me distraiu por um par de segundos.
          Bons passeios Franciso…e lembra-te…caga de alto para o que os amigos (supondo que és ainda um jovem) possam dizer. Nunca ninguém perdeu um amigo por ser responsável, conduzir devagar ou como bem lhe apetecer 🙂

  3. joao says:

    humm, costumo usar poucas vezes o telemovel dentro do carro, mas 100% das vezes que atendo o telemovel no carro é por bluetooth. Logo a resposta é sim, já falei ao telemovel enquanto conduzia…pergunta “pro”. penso que grande parte das pessoas que dizem que sim tambem o tenham. alguem de que a pergunta é intemporal, impossivel alguem em algum momento nao ter atendido um telefone, so se nao o tiver, ou como alguem disse nao ter carro.

  4. rodrigo says:

    Li um estudo em que mostrava que falar ao telemovel enquanto conduz (mesmo por bluetooth) ‘e tao mau como conduzir embriagado!

    • Falcão Azul says:

      Exactamente.E esse estudo está correcto.A comparação é adequada.

      • Eu Mesmo says:

        Nim, se falar por bluetooth é tão mau quando falar com o telemovel fisicamente, então é tão mau quanto falar com o Filho/Filha/Marido/Mulher/etc… enquanto se vai a conduzir.

        Nesse caso deveriam proibir qualquer tipo de conversa nos carros =p

        • Rodrigo Da Silva says:

          Nao, falar com alguem no carro ‘e bem diferente do que falar ao telemovel. Pelo menos para o nosso cerebro ‘e diferente em termos de distracoes

    • anon says:

      Isso depende. Se fores a falar e discutir aí sim é pura verdade. Agora falar calmamente com um kit de maos livres é preciso ser mesmo muito distraído para estar a conduzir como um embriagado.

      • rodrigo says:

        Nao, nao depende. Isso nao sou eu a dar a minha opinião sobre o assunto..ha estudos onde mostram isso.

        por exemplo aqui falam sobre isso :
        https://www.businessinsider.com/talking-on-a-hands-free-cellphone-is-as-bad-as-driving-drunk-2013-8

        Mas nao ‘e conduzir como um embriagado..’e conduzir tao distraidamente e ter menos atenção na estrada como um embriagado.

        Alias ha bem mais acidentes com pessoas que estavam a utilizar o telemovel do que acidentes derivado a condutores embriagados.

        • anon says:

          Então explica me qual é a diferença entre falar usando bluetooth e simplesmente estar a falar com outros passageiros?

          • rodrigo says:

            apesar de falar com o passageiro ser aceite socialmente e universalmente comum, pode distrair condutor da mesma forma como falar via bluetooth.

            A maneira mais segura de conduzir ‘e remover as distrações – incluindo falar.

            ‘When conversing, drivers responded somewhat slower to important events in the driving environment, such as a lead vehicle braking or a pedestrian suddenly entering a crosswalk. Drivers also detected and responded slower to targets, such as secondary probes and traffic signs that did not necessarily require an immediate response. ‘

        • Hugo says:

          Será por haverem mais pessoas a conduzir e falar ao telemóvel do que embriagados?

    • Hugo says:

      Quem partilhar dessa opinião, ou nunca esteve embriagado ou é muito ingénuo.

      • Rodrigo Da Silva says:

        Eu sei que ‘e de dificil compreensao.

        Conduzir enquanto estamos a falar (algo que fazemos todos os dias e que nunca nos causou problemas) ‘e tao mau enquanto conduzir embriagado (so estamos embriagados de vez em quando e sabemos bem as consequencias desastrosas) pode parecer pouco intuitivo e pouco provavel.

        Mas nao ‘e uma opiniao – ha estudos feitos por pessoas bem mais inteligentes do que nos que demonstram isso.
        O acto de falar ‘e um acto complexo – mais complexo do que uma pessoa pode pensar. E quando estamos a conduzir um automovel deveriamos estar completamente atentos ‘aquilo que estamos a fazer.

        • Hugo says:

          Não discordo.
          Já conduzi a usar gps no telemóvel e sem suporte para o mesmo. É provavelmente das coisas mais distractivas que já fiz e no entanto não me causou qualquer problema devido ao facto de estar com 98% da atenção na estrada.
          Alcoolizado a história já é outra. Até podes ir perfeitamente consciente e com os olhos postos 20m à frente do carro…há um azar, não há reflexos e a atenção não vale de nada.

          • Rodrigo Da Silva says:

            ‘E engracado pq uma pessoa pensa que tem 98% de atencao na estrada mas na verdade a numero ‘e bem menor . E so pensas assim porque para ti estas consciente e estas tudo controlado.
            Nada te aconteceu dessa vez mas a coisa nem sempre corre bem.

            ‘E como as pessoas que pensam que fazer multi-tasking ‘e produtivo quando que na verdade os estudos provam o contrario.

            Como disse em cima :

            ‘‘When conversing, drivers RESPONDED somewhat SLOWER to important events in the driving environment, such as a lead vehicle braking or a pedestrian suddenly entering a crosswalk. Drivers also detected and RESPONDED SLOWER to targets, such as secondary probes and traffic signs that did not necessarily require an immediate response. ‘

          • Hugo says:

            Obviamente que esse número foi totalmente à toa, o que quis dizer foi que eu sou mais atento a conduzir com uma mão e a outra a usar o gps do telemóvel do que algumas pessoas a conduzir com as duas e a olhar pro radio ou retrovisor. Disso tenho 100% certezas, embora não me orgulhe disso e o evite fazer.
            O correr bem é muito relativo. Para mim tudo se resume a educação e acima de tudo responsabilidade.
            Um simples espirro é o suficiente para provocar um acidente, portanto deixemo-nos de coisas: a causa dos acidentes não são as distracções, mas sim o facto de não nos esforçarmos o suficiente para criação de ambientes seguros.
            Basta ver o aumento de acidentes quando caiem as primeiras chuvas, pessoas na autoestrada coladas ao carro da frente a 130kmh. São pessoas inconscientes…com ou sem telemóvel.

          • Hugo says:

            E ainda em relação ao teu comentário estou totalmente de acordo, estarei mais atento sempre que não esteja a desviar alguma atenção para outras tarefas.

          • rodrigo says:

            dsc mas td que disseste nao passa da tua opinião.
            Prefiro acreditar nos estudos que fazem sentido do que acreditar em opiniões alheias.

            Ja agora porque ‘e que os carros autónomos irão ser o futuro da condução automovel? Nao ‘e pq criam ambientes seguros..’e pq estao programados para conduzir e mais nada

          • Hugo says:

            Sem dúvida que carros autónomos falharão muito, mas muito, menos.
            Em relação ao conduzir alcoolizado só podes não saber o que é
            bêbado.
            Quem diz que conduzir com várias distracções ao seu redor é o mesmo que conduzir com as capacidades físicas e psicológicas reduzidas não pode ser muito inteligente. O mundo é uma distracção, logo, temos de andar SEMPRE atentos. Como eu disse, a culpa não é do telemóvel, nem do passageiro que vai atrás aos gritos, é de pessoas irresponsáveis que passam para segundo plano a tarefa de conduzir em prol de outra coisa qualquer.
            São prioridades. A minha, enquanto conduzo, é unicamente conduzir e sim, se for preciso envio um email, mas demorarei o tempo que for preciso para não por em causa a tarefa principal.
            Já agora “criar ambientes seguros” AKA andar atento e em segurança, ou seja, conduzir em segurança. Por exemplo, ir atento à estrada a 100km numa estrada secundária a chover não é andar em segurança, é conduzir partindo do princípio que nada de anormal acontecerá. É arriscar.

  5. Artemus says:

    Se levares com um camião de frente, os teus 70 airbags vão te valer de muito.

  6. Francisco says:

    e esses airbags realmente ajudam quem for atropelado :/

  7. rmcyber says:

    Esta sondagem não é muito esclarecedora, eu já falei por vária vezes ao tlm enquanto condutor, no entanto uso sempre o auricular para o fazer.

  8. antonio says:

    Há aqui dois aspectos distintos;

    – Já falou com o smartphone no ouvido a conduzir? Leia-se: torceu-se todo para o tirar do bolso (ou da mala) e deixou de olhar para a estrada para carregar, à pressa, em vários sítios antes de atender?
    – Já falou com auricular, altavoz ou usando o assistente (Siri ou parecido no Android)?

    O primeiro caso é muito grave. Mas o segundo também tem os seus riscos – enquanto telefonamos deslocamo-nos mentalmente para o local onde se encontra a outra pessoa, perdendo concentração da estrada. Mas aqui conta muito o tipo de conversa – uma discussão ao telefone ou uma má notícia podem enervar e fazer perder toda a concentração.

    Se têm uma má notícia para dar ou vai gerar discussão perguntem sempre: “Estás a conduzir?”. Se estiver peçam-lhe para ligar quando chegar (ou parar). Se vão a conduzir não façam chamadas dessas, ou interrompam-nas: “Agona não posso estou aconduzir”.

    Mais seguro é não permitir chamadas enquanto se conduz.

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