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Maioria diz que as câmaras dos smartphones não estão ao nível das máquinas fotográficas

                                    
                                

Autor: Marisa Pinto


  1. Simão says:

    Tudo depende
    Um bom telefone com boas câramas tipo S20/Note20, P40PRO/MATE40, Iphone etc…… é melhor que uma máquina fotográfica fraca.

    Conheço fotógrafos profissionais que usam Maquinas e Telemovel para tirar fotos dependendo para o que seja, mas com boas opiniões sobre as fotografias de telemovel no geral.

    A melhor máquina é aquela que anda sempre connosco e normalmente o telemóvel anda sempre no bolso 😉

    • Adriano says:

      Pelo jeito você não é fotógrafo e nem conhece um fotógrafo né… Nunca será, já começa pelo processador de uma câmera que é feito só para isso e um de celular, nem uma semi profissional barata vale mais que um IPhone.
      Tenho o Ultra 20 e o IPhone 11 Pro, trabalho com uma mirroless SonyA7 então literalmente sei do que falo.

  2. Pisca says:

    Já ouviram falar de lentes ?

    • Pedro says:

      Para colocar nos olhos ou nos óculos? XD
      É óbvio que uma DSLR minimamente boa e uma boa lente supera qualquer telefone de topo agora, os telemóveis desenrascam, especialmente os de topo mas daí a superar uma DSLR
      Vantagem dos smartphones é também o processamento, aka photo for dummies enquanto as DSLR já é preciso perceber um pouco mais mesmo em automático (isto da experiência que tenho, entre um iPhone XS e uma Sony Alpha 77) prefiro andar sem a DSLR as costas mas existem coisas que não há volta a dar

  3. silva says:

    Existe uma diferença entre imagens e fotografias.
    É só tão ridículo a quantidade de tratamento que alguns telemóveis aplicam quando tiram uma fotografia para gerarem uma imagem “bonita”… e o suposto desfoque então nem se fala em alguns moelos.

  4. Dalex says:

    Que tipo de smarthphones e máquinas fotográficas estamos a comparar? Parece-me uma pergunta demasiado aleatória.

    • Luís Henrique Silva says:

      se compararmos smartphones com máquinas compactas das baratas, ai smartphones conseguem um pouco melhor, agora uma dslr até dos com pouca qualidade, consegue bom resultado e melhor que smartphone….

  5. Paulo R says:

    Toni… Vai à adega e não digas tantos disparates num único comentário…
    Já agora podes também dizer que preferes uma bicicleta a um lamborghini, só porque não tens unhas para o último. Bom senso e inteligência também devia fazer parte de quem lê estes blog.

  6. Jorge says:

    Qualquer máquina fotográfica humilha qualquer smartphone ao nível da fotografia. Quem disser o contrário simplesmente não sabe do que está a falar.

  7. Fotografo Amador says:

    Estão as câmaras dos smartphones ao nível das máquinas fotográficas?
    É uma pergunta muito subjectiva, existem Câmaras Fotográficas para vários propósitos.
    Existe sim Smartphones com muito boa qualidade mas, para já estão muito longe de chegar à qualidade de uma DSLR ou Mirrorless de topo.
    Também existem smartphones muito superiores a Câmaras Fotográficas compactas, é verdade!
    Quanto ás DSLR é preciso saber utilizar para ter os resultados desejados.
    Cá em Portugal temos o Fotografo Manuel Madeira que com a sua DSLR faz fotografias incríveis e por muito que custe acreditar, a verdade é que não utiliza qualquer tipo de edição, as suas fotos saem directamente da Câmara Fotográfica em jpg sem edição mas claro, é preciso muito conhecimento.
    Os smartphones podem ser excelentes para leigos na fotografia já que em automático fazem um trabalho muito bom mas para já estão longe de chegar ao nível de uma DSLR configurada por alguém que sabe o que está a fazer e sabe tirar todo o partido do equipamento que tem!

    • Luis Santos says:

      Quando fotografa em JPEG numa DSLR ,a foto leva sempre processsamento e melhoramento feito pela maquina,umas marcas mais , outras menos ,mas leva .

      • Fotografo Amador says:

        Sim é verdade, as DSLR podem produzir dois formatos de ficheiros os RAW e o jpeg. Os RAW são sempre guardados sem qualquer tipo de aprimoramento. Os jpeg é um ficheiro de compressão para que as imagens ocupem menos espaço e como tal contem menos informação que um ficheiro RAW. Uma DSLR tanto pode criar RAW como JPEG sem processamento de edição no entanto antes de fotografar é possível fazer nas DSLR uma pré-edição nas configurações da máquina que apenas se aplicam aos ficheiros jpeg. Enquanto num smartphone a compressão e processamento do ficheiro jpeg são 100% automáticos numa DSLR podes ajustar previamente os parâmetros do jpeg quanto ao contraste, nitidez, saturação, ruído, cor etc. Não podemos dizer que é edição porque as configurações são sempre feitas antes de se fazer a fotografia. O grande problema nisto é que são configurações muito difíceis de dominar mesmo para alguns profissionais da fotografia. Quem não domina fotografa em RAW e depois faz edição em pós produção e muito bem, quem domina essas configurações faz a fotografia e fica pronta na hora sem necessidade de pós produção.

        • HRamos says:

          Amigo, qualquer JPEG que sai de qualquer máquina é a variante do original (RAW) com a edição aplicada pelo fabricante, ponto. Podes definir nas configurações da máquina mais ou menos saturação, contraste, nitidez…, a máquina depois aplica a receita no original e processa o mesmo criando o JPEG.

          • Fotografo Amador says:

            Sim, está correto e errado ao mesmo tempo! O jpeg que sai da câmara fotográfica é uma compressão do RAW, com essa compressão perde informação dai ter que passar por uma “edição”. O que chama edição aplicada pelo fabricante no caso da Canon que é o que eu utilizo são os perfis que afectam a compressão do jpeg e nunca o RAW, os perfis são o Fiel, Neutro, Padrão, Paisagem Etc.. No entanto esses perfis podem ser criados pelo utilizador, tal como você disse podemos definir nas configurações da máquina mais ou menos saturação, contraste, nitidez, etc. Os ficheiros jpeg são criados com o perfil do fabricante ou com o perfil criado pelo utilizador. Quem dominar esses parâmetros e souber criar um perfil que se adequa melhor ao momento que quer captar, a fotografia sai pronta em jpeg sem precisar praticamente de nenhuma edição depois. Os perfis não são edição, são parâmetros para a criação do ficheiro final, o jpeg.

          • HRamos says:

            A partir do momento que é aplicado qualquer alteração ao original, seja pelo utilizador (Lr, C1P…) ou pelo fabricante (Perfis, Simulações de Filme…) é uma edição. Esta irá descartar a informação contida no ficheiro RAW e criar o JPEG. Esta edição ou é feita na máquina ou no software de edição (o Lr também tem os chamados perfis, calibração de câmara…), aliás o painel básico do Lr ou C1P tem esses mesmos parâmetros (Exp., Contr., Sat.,…).

          • Fotografo Amador says:

            Podemos fotografar apenas em jpeg.
            O ficheiro é configurado antes de ser criado com os parâmetros que escolhemos, é como a abertura do diafragma, podemos ser nos a escolher a abertura ou deixar que a câmara fotográfica a escolha por nós, tal como outra coisa qualquer! Ao configurar os parâmetros da câmara fotográfica para criar um ficheiro jpeg com os ajustes que queremos não é edição. Edição seria pegar no jpeg já criado e fazer ajustes em pós produção. Os ajustes feitos antes da fotografia são parâmetros para a compressão do ficheiro! Enquanto que um Smartphone só nos permite utilizar parâmetros já pré configurados pelo fabricante para embelezar a fotografia numa DSLR temos o controlo dos parâmetros que queremos para criar o ficheiro jpeg. O jpeg não é um ficheiro editado, é um ficheiro de compressão que depois ser criado na câmara fotográfica vai nos mostrar os parâmetros que nós escolhemos, a informação que não queremos é descartada na altura da compressão. O RAW é o ficheiro bruto tem lá a informação toda em bruto sem ajustes de parâmetros a não ser que se faça acompanhar por um xmp. Não podemos confundir a pré configuração para a criação dos ficheiros com a edição feita tanto no RAW como no jpeg após a fotografia feita.

          • HRamos says:

            Como não tenho paciência, se quiseres aprender ou perceber: ”

            What is a raw file?

            When an image is captured in a digital camera, it is recorded as raw data. If the camera format is set to JPEG, this raw data is processed and compressed before it is saved in the JPEG format.

            If the camera format is set to raw, no processing is applied, and therefore the file stores more tonal and color data. With more data stored in the file, there is more processing flexibility than a JPEG can offer. Here’s a cooking analogy: a raw file contains the ingredients to make a specific meal that you can prep however you’d like, whereas a JPEG is that meal already cooked, and there is less flexibility in how you can modify it.
            JPEG is already processed by your camera

            A JPEG, even one that is straight out of the camera, has already been “developed” by the camera’s image processor. Settings such as brightness, contrast, color saturation, and even sharpening may have already been applied. The look of a JPEG image can be changed in an image editing application, but since it is a compressed format designed to yield smaller file sizes, a lot of tonal and color data has been permanently discarded during the compression process. The result is a file with far fewer potential tonal values than would be possible in a raw file of the same scene. For some images, this difference can be critical…”

  8. George Orwell says:

    Para fotógrafos do tipo “point and shoot” os smartphones servem perfeitamente ao ponto de varrer do mercado as máquinas fotográficas compactas.

    Porém, um fotógrafo mais exigente pode não dispensar full frame, zoom óptico ( não o zoom digital ) lentes intermutáveis e da maior qualidade para todas as situações ( grande angular, zoom tele-objectiva, “olho de boi”, portrait etc), prioridade à abertura, prioridade à velocidade, modo totalmente manual, regulação manual da sensibilidade ISO, flash mais abrangente, profundidade de campo, o que equivale a dizer, o total controlo da composição foto, coisa que os smartphones não acompanham na sua plenitude. Ambientes escuros, objectos em grande velocidade e medições de campos visuais difíceis, manifesta insuficiência do flash, são situações onde os smartphones “ficam mal na fotografia” se comparados com as DSLR

    É ver no Ebay todo um mercado florescente de lentes intermutáveis para todas as situações, algumas delas autênticos objectos de culto.

    Os smartphones podem substituir o gravador de som de um jornalista, mas não podem substituir a DSLR de um foto-jornalista sob pena de este chegar à redacção com uma foto deficiente.

    Digo mais, continua a haver quem prefira as SLR analógicas e a câmara escura na revelações do filme. Grandes nomes da fotografia ainda permanecem fieis ao analógico.

    Logo, a razão está com o resultado do inquérito.

  9. Avlis says:

    As maquinas fotográficas tiram melhores fotos que os smartphones. Em meu entender a grande vantagem dos smartphones é que todos os usam e os levam para qualquer lado e se necessitarem de tirar uma foto de oportunidade nada melhor do que a camara que está sempre à mão e que cada vez tira fotos com melhor qualidade e aceitáveis. Quanto às maquinas fotográficas só quem necessita mesmo delas e vive dos fotos que tira é que as leva sempre consigo.

  10. Edison says:

    Gostaria de lembrar que não é Câmara, e sim câmera.

  11. Pisca says:

    Esta coisa da fotografia depende 3 coisas, velocidade do disparo, abertura do diafragrama e ISO (sensibilidade do suporte). Um desafio, tirar fotos num concerto onde, impedem o uso de flash, procuram que o barulho do disparo não se ouça, e restrição de movimentos, não é invadir o palco por exemplo, simples qualquer tlm faz isso não é ? Quem souber “manobrar” as 3 coisinhas, e tiver lente que o permita pode ser que corra bem, já agora o disparo sequencial ajuda e muito. Mais um pormenor basta ver os fotografos de desporto, carregam aqueles canhões porque ainda não descobriram os smartphones, só pode ser

  12. Henry Jr says:

    Para visualizar na tela o smarth funciona bem. Para pós produção e impressão fica muito longe da qualidade das câmeras. Fato .

  13. Rafael says:

    Quem for cego e apaixonado pelo abstracionismo vai sempre achar que smartphones são melhores.

  14. Rui Fernandes says:

    O que as pessoas não entendem é que as “imagens” tiradas pelos telemóveis são bonitas no visor do telemóvel , e posso dizer uma maquina fotográfica com 18 anos que eu tenho ainda é superior que os telemóveis actuais deste que não ultrapassa os 5 megapixeis, que é mais que suficiente para 99% dos mortais .

    Querem comparar?
    Toca a imprimir em papel sem mexer na “imagem e foto” e depois imprimir outras com edição; só depois de comparar essas impressões é que vão perceber as diferenças.
    E não visores com brilho e outros efeitos “especiais” como o tamanho do visor para enganar o olho.

  15. Marco says:

    Um telemovel não consegue tirar 12 fotos ou mais por segundo por exemplo. As máquinas fotográficas sim e muito mais.

    • rjSampaio says:

      Se pensares o que é necessário para isso acontecer, vez que um telemóvel tem memoria e processador bem mais rápidos que a maioria das dslr, logo se quiseres, podem fazer o mesmo.

      Ultimamente fica mais difícil porque tens muitos mais megapixels que as dsrl, e ai mais informação a cada foto, mas pixel por pixel, um smartphone é mais rapido.

      Claro que se fores meter a mesma foto a tirar e o smarthphone requerir uma abertura por mais tempo por o sensor ser mais pequeno, ai claro que nao consegues tirar mais rapido, mas é ja outro problema.

  16. JPSOC says:

    Depende.
    Qualquer um é uma ferramenta, e pode ser a mais adequada para a tarefa. Por exemplo, uma grande diferença entre um (bom) smartphone e uma DSLR é a profundidade de campo, inerente ao tamanho do sensor: os smartphones têm uma profundidade de campo enorme, as DSLRs têm uma profundidade de campo muito menor; se eu estiver a fotografar alguém e quiser apanhar um monumento no fundo, para que fique focado, na rua, com boa luz, o smartphone é a ferramenta certa: tem boa profundidade de campo natural, como tem boa luz vai ficar bem exposta, não apanho nada de muito importante nas margens da foto, logo as distorções enormes que estes têm aí não são relevantes.. enquanto que, na DSLR, tinha que baixar imenso a abertura (f11 ou f22), o que, para expor correctamente, ia obrigar a um maior tempo de exposição (considerando um ISO já aceitável), o que ia obrigar os “modelos” (e transeuntes) a estarem imóveis bastante tempo, ou a utilizar um tripé, ou os 2: ganha o smartphone. No mesmo cenário, mas agora tenho um tripé a jeito e quero mesmo o efeito dos transeuntes “desfocados” com o seu movimento natural, e sei que os meus “modelos” conseguem aguentar 30seg sem se moverem: ganha a DSRL.
    Quero uma foto rápida para fazer um post nas redes sociais: no smartphone posso tirar a foto, fazer uma edição rápida (alinhar, crop, saturação), e fazer logo o post; numa DSLR até posso fazer a edição na própria máquina, mas depois tenho que passar a foto da máquina para algo com ligação à net para depois fazer o upload: ganha o smartphone.
    Quero fazer fotos de um concerto ou atuação: é preciso estar sempre a reajustar a exposição, dada a mudança de iluminação: num smartphone, ou se está constantemente a contrariar o “auto”, que normalmente acha que o que está fora do palco tem tanto interesse como o que está dentro do palco, e sobreexpõe as fotos, e que no modo manual simplesmente não é rápido o suficiente para mudar parâmetros, e que não dá para fazer zoom decente sem perda de qualidade; numa DSLR posso mudar todos esses parâmetros entre cada foto, sem tirar os olhos do visor (óptico), porque tudo tem botões próprios; até posso tirar em modo “semi-manual”, em que digo logo que as fotos são mesmo para ficar com -1 ou -2 stops de exposição (ex: teatro), e tenho margem para expor melhor depois do facto, dado a melhor gama dinâmica possível com a gravação em RAW.. e, claro, com as lentes certas, posso estar no fundo da sala sem incomodar ninguém e mesmo assim tirar fotos à pontinha do nariz dos artistas: ganha largamente a DSRL…. enquanto o smartphone fica a gravar toda a atuação em vídeo.
    Isto é: cada situação específica tem as suas necessidades, e às vezes é melhor uma câmara dedicada, outras é melhor um (bom) smartphone.

    • Rui says:

      O que você procura chama-se distãncia hiperfocal. É só fazer contas para obter um excelente resultado numa DSLR.

      • JPSOC says:

        O exemplo que dei é o clássico “andar a passear todos juntos e a tirar fotos em frente a coisas”; a distância hiperfocal aqui simplesmente não se aplica (na maior parte das vezes, não é possível o distanciamento do “assunto” a partir do qual se consegue o foco hiperfocal, e mesmo assim, é preciso uma abertura minúscula (como já tinha dito anteriormente), que leva a maior tempo de exposição, que leva a pessoas desfocadas porque se mexeram.

  17. Luis M says:

    vendo a coisa como um todo, a câmara do smartphone é melhor porque é a mais conveniente, está sempre há mão e vamos ser realistas, as fotos são para ver praticamente todas no smartphone, porque hoje em dia nós queremos tudo no imediato, e a qualidade da maior parte da câmaras dos smartphones é muito boa para o objectivo que é: registar momentos no imediato. Agora a nivel profissional ou mesmo nivel amador entusiasta uma DSLR ou mesmo mirrorless é indispensável. Nunca veremos um fotógrafo de natureza a fotografar com um telemóvel, por melhor que ele seja.
    A verdadeira essência da fotografia não é o point-and-shoot

  18. Maico says:

    Como assim? Não ficou nada claro na reportagem. Quer comparar câmeras de celulares com câmeras comuns? Desta forma, talvez os celulares cheguem perto, mas comparar câmeras de celulares com câmeras semi ou profissionais, aí não né!

  19. RUI CUNHA says:

    AINDA NOS DIAS DE HOJE NÃO VI MELHOR FOTO EM TELEMÓVEIS QUE NA MINHA NIKON D2

  20. Dacostacosta says:

    “” UM BOM TELEMÓVEL TIRA UMAS BOAS FOTOS !! MAS NADA DE COMPARAÇÃO COM UMA BOA MÁQUINA FOTOGRAFIA E NÃO PRECISA DE SER UMA MAQUINA TOP UMA NIKON 7100 JÁ CHEGA…

  21. Carlinhos Medeiros says:

    Não li os comentário, mas creia: é tecnicamente impossível uma câmera de qualquer celular competir com uma DSLR ou câmera comum.

  22. D.T. says:

    Claro que os telemóveis é muito superior a qualquer máquina de fotografias! O meu telemóvel tem 48 mega píxeis e as máquinas só tem metade! O meu telemóvel tira fotos muito maiores que as máquinas de fotografias por isso tem muito mais qualidade.

    • Luis Santos says:

      Está a ser sarcastico ,não está ?È que se não tiver ,já sei quem é o companheiro dos copos do tony seca adegas .

    • PTO says:

      Normalmente quem não percebe patavina de fotografia é quem acha que mais megapixeis significa mais qualidade de imagem. Nada poderia estar mais longe da verdade.

  23. Murilo Góis says:

    É só fazer um simples teste amador: Tira uma foto da Lua com um celular top de linha e com uma câmera (pode ser semi profissional) e veja o resultado.

  24. PTO says:

    Mas havia dúvidas? A não ser que estejam a falar de máquinas fotográficas de bolso e de entrada de gama, no que diz respeito a máquinas fotográficas de lentes intermutáveis é mais do que óbvio que não estão ao seu nível nem vão estar por muitos anos.

    Para além do fator do tamanho do sensor acresce outro muito mais importante, a qualidade das lentes das máquinas fotográficas que referi. Nenhum telemóvel chega sequer aos calcanhares dessas lentes.

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