Fitbit Air acaba com as desculpas: uma pulseira sem ecrã e acessível para monitorizar a saúde
Depois de a novidade ter surgido, no final de abril, a pulseira Fitbit Air chegou oficialmente, pelas mãos da Google. Sem ecrã, o novo wearable de saúde foi pensado para quem quer monitorização contínua e discreta a um preço acessível.
Durante anos, os wearables foram acusados de ser demasiado grandes, demasiado complicados ou demasiado caros.
Perante essas críticas, a Google desenvolveu o Fitbit Air, o menor tracker da marca até à data, desenhado especificamente para quem ainda não deu o salto para os dispositivos vestíveis.
Sem ecrã, o Fitbit Air procura que o utilizador se esqueça que o está a usar, não bombardeando com notificações ou outras distrações.
Os dados ficam disponíveis na app Google Health e podem ser consultados a qualquer momento no smartphone.
Sensores avançados num corpo minúsculo
Apesar do tamanho compacto, a Fitbit Air promete monitorizar continuamente, entre outras métricas, as seguintes:
- Frequência cardíaca;
- Ritmo cardíaco com alertas de fibrilhação auricular;
- Saturação de oxigénio no sangue (SpO2);
- Variabilidade da frequência cardíaca;
- Fases e duração do sono.
Toda esta informação é tratada e apresentada através da app Google Health, que serve de painel de controlo central para o utilizador acompanhar a sua saúde de forma holística.
Autonomia de uma semana e carregamento rápido
Um dos pontos fortes da Fitbit Air é a bateria. A Google promete até uma semana de autonomia com uma única carga, o que significa que o utilizador pode usar o dispositivo durante o dia e durante a noite sem interrupções.
Para os utilizadores que usem, também, um Pixel Watch durante o dia, o Fitbit Air pode ser trocado para monitorização do sono sem perder qualquer dado.
Quando a bateria chegar ao fim, a Google promete que um carregamento de cinco minutos é suficiente para garantir um dia inteiro de utilização. No dia a dia, este detalhe pode fazer toda a diferença.
Deteção automática de atividade e treino guiado
O Fitbit Air é capaz de detetar automaticamente as atividades mais comuns e, no final, enviar um resumo do treino.
O objetivo é que esta deteção melhore com o tempo, tornando-se progressivamente mais personalizada ao perfil de cada utilizador.
Para quem prefere uma abordagem mais estruturada, é possível iniciar um treino diretamente pela app Google Health ou seguir sessões guiadas recomendadas pelo Google Health Coach.
O registo manual de atividades está disponível em qualquer momento.
Bandas intercambiáveis
O Fitbit Air foi desenhado para ser versátil também na aparência. O dispositivo central pode ser removido e colocado em diferentes tipos de bracelete, permitindo adaptar o visual à ocasião:
- Performance Loop Band: fabricada com materiais reciclados (pelo menos 35% do peso total), é micro-ajustável, respirável e vem incluída na caixa em várias cores.
- Elevated Modern Band: uma opção mais elegante que transforma o tracker numa pulseira de moda, com cores clássicas que combinam com qualquer estilo.
- Active Band: em silicone resistente ao suor e à água, ideal para treinos intensos, com um design ranhurado e cores vibrantes.
Edição especial Stephen Curry
A Google revelou ainda uma edição especial codesenhada com o astro do basquetebol Stephen Curry.
A Fitbit Air Special Edition apresenta uma bracelete Performance Loop em castanho-centeio com um toque de laranja, com revestimento resistente à água e um design interior em relevo inspirado nas riscas do atletismo, especificamente concebido para aumentar o fluxo de ar durante movimentos de alta intensidade.
Disponibilidade
O Fitbit Air é compatível com Android 11 ou superior e iOS 16.4 ou superior, e requer uma conta Google e a app Google Health.
Sem disponibilidade conhecida para Portugal, ficou disponível para pré-encomenda, nos Estados Unidos, com um preço a começar nos 99,99 dólares.



























O preço é puxado para o equivalente a 40% de um relogio … digo eu
Isto é preco de lancamento, é esperar por uma promocao. A google está sempre a fazer promocoes. Eu tenho um fitbit porque vinha como oferta na compra de um Pixel
A quem percebe do assunto, qual a diferença (para além da marca) nas funcionalidades entre uma pulseira destas e uma MI Band de 30€?
Em teoria, nenhumas. Agora a “qualidade” da informação (sensores) e do software é que fazem a diferença. Por outro lado, estamos a pagar para dar os nossos dados biológicos à google (não que a xiaomi seja melhor). Boa!!
Fitbit antes da Google a vantagem eram os sensores, eram mais precisos que dos Apple Watch. Agora só esperando por provas
Tenho a Amazfit Helio Strap, curioso para ver um comparativo entre ambas.
Agora façam uma que não pareça uma strap desportiva para não destoar no meu work outfit
Já encomendei na Amazon ES. Chega a 27 de Maio.
Dá feedback depois!
Fitbit nunca mais, a app foi com os porcos