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Ex-responsáveis pela Fitbit lançam pulseira pensada para cuidar de idosos à distância

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Os antigos responsáveis pela Fitbit, James Park e Eric Friedman, estão de volta com um novo projeto. Chama-se Luffu Link e trata-se de uma pulseira inteligente que promete monitorizar a saúde física e mental do utilizador, mesmo sem smartphone por perto.

Os antigos responsáveis pela Fitbit lançaram a Luffu Link, uma pulseira inteligente que promete monitorizar a saúde física e mental.

Pegando num setor que conhecem bem, Park e Friedman decidiram ajudar famílias a cuidar de entes queridos, especialmente idosos, sem a necessidade de chamadas constantes ou sensação de vigilância excessiva.

A ideia nasceu da experiência pessoal dos fundadores enquanto cuidadores dos próprios familiares. Segundo Park, quem assume esse papel, a que chama de “diretor-executivo da família”, chega a dedicar mais de 27 horas por semana a esta tarefa, num processo que consideram ainda demasiado fragmentado em termos de ferramentas disponíveis.

O que traz a pulseira Luffu Link

Sem ecrã e com um design que se aproxima mais de uma peça de joalharia do que de um wearable tradicional, a pulseira integra sensores de saúde permanentes, como atividade física, sono, frequência cardíaca em repouso, variabilidade da frequência cardíaca e frequência respiratória, por forma a identificar padrões diários e assinalar alterações relevantes.

A grande diferença para outras alternativas deste tipo está na forma como esses dados são tratados. Em vez de mais um painel cheio de gráficos, a Luffu Link tenta responder a perguntas simples, como o que mudou, se as mudanças detetadas são relevantes, e se alguém precisa de ser avisado.

App da Luffu Link, a pulseira inteligente que promete monitorizar a saúde física e mental.

O utilizador pode ainda gravar notas por voz sobre medicação, sintomas, refeições ou estado de espírito, que são depois organizadas automaticamente na aplicação Luffu, lançada no início deste ano.

Localização e pedidos de ajuda sem telemóvel

Graças ao GPS integrado, os contactos de confiança podem acompanhar a localização do utilizador, incluindo entradas e saídas de zonas específicas. Um duplo toque no botão permite fazer um check-in rápido junto da família, sem necessidade de ligar ou enviar mensagens.

A Luffu Link, uma pulseira inteligente que promete monitorizar a saúde física e mental, pode servir para idosos e crianças

Um dos destaques é a ligação LTE incluída no dispositivo, sem exigir plano de operadora à parte, permitindo enviar pedidos de socorro mesmo sem um smartphone por perto.

Para isso, basta premir o botão e gravar uma mensagem de voz, que é enviada aos contactos de confiança juntamente com a localização, o nível de bateria e dados de saúde como o ritmo cardíaco.

Preço e disponibilidade

A Luffu Link já está disponível nos Estados Unidos para pré-encomenda por 250 dólares, com um preço de retalho previsto de 300 dólares. O envio está previsto para o início de 2027, com o dispositivo disponível em três cores: halo gold, onyx black e sterling blue.

Para já, o dispositivo funciona apenas dentro dos Estados Unidos, pois as funcionalidades que dependem de rede móvel, como a localização ou os pedidos de ajuda, exigem cobertura de rede celular norte-americana.

Assim sendo, a pulseira não deverá chegar, pelo menos para já, a Portugal ou ao resto da Europa.

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  1. Avatar de K14
    K14

    Oxalá chegue a Portugal, pois parece-me bastante útil e esteticamente é linda!

  2. Avatar de Teresa Martins
    Teresa Martins

    It’s so good! I hope we can buy it in Portugal .

  3. Avatar de zekinha34
    zekinha34

    Confesso que a ideia é muito boa e gostava de comprar para a minha mãe.
    A estética linda!? cada um dá a sua opinião 🙂 pois, já não concordo muito, duas pilhas e um cordão 🙂

  4. Avatar de Andre
    Andre

    Foi esse o principio no inicio da swordhealth ( empresa portuguesa ), antes de se tornar no gigante que é hoje

  5. Avatar de Eu
    Eu

    Seria interessante alguém desenvolver este tipo de produtos em Portugal.
    Cada vez mais existe a preocupação das informações pessoais, e havendo uma empresa nacional o escrutínio seria diferente.