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Drones do Exército para incêndios que custaram 5,8 milhões de euros nunca foram usados

                                    
                                

Autor: Marisa Pinto


  1. JP says:

    No país de brandos costumes, como o nosso, ninguém será responsável por isto.

  2. Pedro Gomes says:

    Quando se paga 5.8 milhões por uns quantos drones (36!), está mais que visto que o objetivo dos mesmos não é ajudar no combate aos incêndios, nem sequer metê-los a voar.
    O objectivo era só um e foi logo cumprido: desviar uns bons milhões do país para uns quantos enriquecerem.

  3. Louro says:

    Queres ver que é a minha mulher que anda a fazer estas compras para o Governo portugues?É que ela tem por hábito comprar coisas e depois nunca as chega a usar.

  4. Tony says:

    Estranho demorarem 2 anos a entregar 36 drones…..

    • Rui says:

      E porque achas que a empresa demorou 2 anos a entregar 36 drones de “brincar”? Todas as compras nossas costumam ser arrastadas….. é que dessa forma pagam aos poucos……..

      Compramos 5 aviões de carga à Embraer, e vão chegar entre 2023 e 2027….. assim a compra de 850 milhões é fatiadas em muitos anos……..

      É o costume! Se fores à mesma empresa e encomendares os mesmos 36 drones e mostrares as notas, vais ver que eles rapidamente entregam-te tudo em simultãneo!!!!!!

      • Wishmaster says:

        Pois, mas a questão é que 5 milhões não é nada… Não se justifica levar tanto tempo a pagar, principalmente se é para adquirir algo que pode ajudar ao combate de incêndios, portanto, algo urgente…

        • Rui says:

          Conhecendo como conheço o modo de actuar o estado português, a empresa ía libertando drones à medida que recebia pagamentos atrasados…….

          É que se a empresa não cumprisse com uma vírgula do contrato, tinha de indemnizar o estado português!!!!

  5. Pedro says:

    É tão facil governar com o dinheiro dos outros………

    Assim vão os nossos impostos

  6. Rui says:

    A guerra das capelinhas do costume.
    Faz todo o sentido que sejam as Forças Armadas a terem os drones de ajuda no controle dos incêndios, já que são os militares quem controla o espaço aéreo e acredito que saibam utilizar melhor que outro ramo qualquer. O facto de que cada capelinha quer os drones para si é que não faz sentido nenhum. Qualquer dia estão os autarcas a exigir um drone para si, já que são os responsáveis da Protecção Civil lá do sítio!!!!

    Além disso, 5,8 milhões de euros para comprar 36 drones….. (160 000€ por drones….. ).
    Ainda pensei que estávamos a falar de um Reaper, afinal são drones de “brincar”!

    • Asilva says:

      Concordo com tudo o que disseste. No meu entender de leigo os drones deve e bem ficar nas mãos das forças armadas. Agora….. porque é que não foram utilizados

      • Anónimo says:

        @Asilva
        > Agora….. porque é que não foram utilizados

        Apesar do argumento do espaço aéreo um péssimo argumento, não tenho nada contra o dono serem as Forças Armadas. Agora, provem a sua utilidade e façam com os drones o uso para o qual foram financiados.

        Mas se é para vigilância do território, assumam como tal.
        Não esperem é ter a mesma percepção pública positiva pela compra de material de vigilância.

        • Anónimo says:

          E tendo em conta as intervenções que se seguem do @Rui, alguém que parece saber do que fala, repito a pergunta aqui.

          Tendo em conta o tamanho e o custo, estamos a falar de drones que podem levar armamento, ou estamos a falar de drones que apenas seguram uma câmara, LIDAR e sensores associados?

      • Paulo says:

        Estão a ser usados. A noticia dá destaque a falta de uso para incêndios. Mas num parágrafo fala de terem outras utilizações.

    • sonecas says:

      E as perguntas óbvias, visto serem drones pequenos, com material de vigilância “apenas”, porque custa cada um 160 mil euros? Terão a ver com algum outro tio de custo de desenvolvimento?
      Que tipo de garantia em termos de hardware, e principalmente de software têm?
      Onde se pode encontrar essa informação?
      Só assim se justifica o preço a pagar por cada um. Não me espanta nada o preço, se nas especificações encontrar algumas coisas que custam muito dinheiro a produzir, pessoas altamente especializadas para conceber tal projecto e que são muito bem pagas.

  7. Sócrates says:

    Então não têm tido uso?? Têm feito uns videoclipes e umas foto-reportagens de casamentos, que tem sido um espectáculo!!

    • Rui says:

      O que quer dizer que devem dar uso aos drones, se vão comprar mais. Pelo facto das outras entidades não pedirem ao exército para usarem os drones, não quer dizer que eles não os utilizem. Além de que fica muito mais barato usar os drones que navios ou aeronaves pilotadas!!!! Portugal já patrulha o atlãntico e o Mediterrãneo com drones!!!!!

      https://www.dn.pt/poder/marinha-preve-primeiros-destacamentos-de-drones-em-2020-9892067.html

      https://pplware.sapo.pt/informacao/fora-area-portuguesa-vai-vigiar-mediterrneo-com-drones/

      • ervilhoid says:

        Rui mas tanto a noticia que publiquei e esta aqui do pplware são sobre incêndios não sobre o mediterraneo

        • Rui says:

          Porque é o sector que o povão entende! A CMTV, TVI e afins rebentavam com o governo se dissesse que compraram equipamento militar para…… vigiar as nossas águas! Se for para combater incêncios vale tudo.

          Eu até ouvi a maior mentira do século quando os políticos nacionais defenderam a compra do KC-390 porque é feito cá….. e porque combate incêndios!!!!!!! Ouve-se cada galga dos políticos!!!!!!!

          • Anónimo says:

            É o sector que as relações públicas afectas à compra usaram para justificar a dita compra. O “POVO” entende o que lhe é dito. Se mentem ao POVO, o povo entende que lhe estão a mentir, lembra-se, e, às vezes, chama os mentirosos pelo nome, como é exemplo esta notícia.

          • Rui says:

            A cegueira do povo, e o populismo de muita da nossa comunicação social, leva a que muitas vezes os políticos não comprem material que precisamos! Eu quero ver como é que vamos acudir, por exemplo, num navio cruzeiro com 5 000 pessoas a serem evacuadas, com barquinhos que podem levar 50 ou 100 pessoas de cada vez (NPO).

            Pois o povão sábio, só se interessa por futebol (mesmo sabendo que os jogadores ganham mais num mês que os papalvos toda a vida), festa e praia!!!!!

            Quem lhe disse que os drones não são usados nos incêndios? Os militares não vigiam tantas florestas nos país? Pode ter a certeza que os drones são usados. Vejo reportagens dos militares a usarem-nos…….. e até as TV filmam-nos quando vão vigiar matas!!!!!

    • Anónimo says:

      @ervilhoid
      olhando para a informação da wikipedia:
      https://en.wikipedia.org/wiki/General_Atomics_MQ-1_Predator

      Com um desconto por atacado de 10% conseguem-se 12 Predator drones por 45 milhões. Óbvio que “apagar os fogos” é meramente no sentido figurativo.

  8. José says:

    Não entendo porque foram comprar drones fora, quando temos empresas qie os fabricam e fornecem a RAF? Será que tudo que é feito em Portugal é sempre para se desdenhar? Para os outris serve, para nós, só o que é estrangeiro é bom. Ainda por cima a preços destes pata comprar pouco mais do que brinquedos.

    • Rui says:

      Portugal comprou vários drones à portuguesa Tekever (Forças Armadas, GNR e PSP), mas os nossos drones são muito pequenos para utilizarem muitos sensores e têem uma autonomia limitada, apesar do AR5 já ser muito bom.

      Compare os drones nossos e o dos outros países!!!! Além de que parte dos drones portugueses são lançados de navios!!!!!

      • Luís Faria says:

        E é razão para comprar-los por 5,8 milhões??? Já no mercado por alguns milhares de euros, mas cada um custar 160000 euros??? Caramba, devem ter comprados na ferrari…

        • Rui says:

          Se os nossos drones são Ferraris, então o que dizer dos Predator-C Avenger americanos a 15 milhões de dólares cada um? Ou o Europeu nEUROn por 25 milhões?
          Qual a utilidade de um drone que voe até 5 ou 10km de distãncia?

          Um drone a sério voa 20 a 40 horas seguidas, 1000 ou 2000km de distãncia e carregado de sensores e….. armas!

          Procure por drones militares e veja quanto custam e o que podem fazer!!!!!!

          • Anónimo says:

            Em Portugal morre-se queimado em fogos, e em hospital por falta de tratamento.
            No mar, morre gente regularmente por falta de balsas e por formação em sobrevivência em alto mar da mais reles qualidade.
            Essas causa são os verdadeiros inimigos. Brinquedos militares são Ferraris no contexto português.

            Mas, temos aqui um “Right by might”, certo? Encantador.

          • Rui says:

            Então explique-me lá como é que patrulha o imenso mar da nossa ZEE? E como é que salva as pessoas? Sabe quantos navios tem a marinha? (é que para mar aberto um bote não é nada, é morte certa!)

            Nós até para as ilhas, muitas das vezes nem navios temos para patrulha e salvamento!? Já não não falar no roubo que a Região da Madeira quer fazer à Marinha, ao exigir 25 000€ por mês para ter um NPO no cáis que …… iria salvar quem fosse preciso na Madeira!!!!!!!

            Você já viu quem é que se mete no mar aberto a salvar pescadores por exemplo? Só vê botes se for junto à margem e mesmo aí o mais normal, junto das rochas é ver um gigantesco Merlin (a Força Aérea não tem um heli mais pequeno para salvamentos!!!!!!!!)

          • Anónimo says:

            Vamos por partes, que é tudo uma questão de prioridades.

            > Sabe quantos navios tem a marinha?
            Até já tivemos estaleiros navais nacionais, que se deixou fechar. Atualmente, e nas duas últimas décadas, as empresas são pagas para varar barcos, e isso não implica somente a sessação de atividade, mas também o abate físico das embarcações.
            São más? São, mas seriam de borla para efeitos de patrulhamento para a Polícia Marítima.

            > junto das rochas é ver um gigantesco Merlin (a Força Aérea não tem um heli mais pequeno para salvamentos!!!!!!!!)

            Mais um exemplo de desperdício. Julgo que ninguém critica um montante moderado de investimento na Forças Armadas. E sabe-se que o dinheiro disponível é curto. O problema é a forma como o baixo montante disponível é gasto. Os gastos têm de ser proporcionais às necessidades.

            Uma das justificações para o desbloqueio da verba dos drones foi a necessidade primente (e populista) de combate a fogos. e não foi usado. Mais, esta compra foi a empresas estrangeiras (descapitalização do país) quando haviam alternativas nacionais, seja para drones militares como para sistemas de vigilância de floresta.

            Na pior das hipóteses, podia ser investido para cobrir o restante território não coberto pelo sistema atual de videovigilancia.
            https: //observador.pt/2018/11/16/sistema-de-vigilancia-de-fogos-ja-cobre-74-da-floresta-prevista/

            > Já não não falar no roubo que a Região da Madeira quer fazer à Marinha, ao exigir 25 000€ por mês

            Concordo. Mas isso é um problema paralelo.

            O problema principal é a argumentação falaciosa, e ainda tentar justificar mentiras óbvias. Talvez seja essa atitude que não mova corações na Madeira. Até podem haver justificações convincentes, mas podem os Madeirenses confiar nelas? Acho que esse é o fulcro da questão.

          • Anónimo says:

            PS- O botes não são pare serem vistos. Têm por lei dispositivos de sinalização via rádios do barco, eco-localizadores e localizadors GPS, com alcances até 200 km. Na costa (30-50km), até um telemóvel com rede e GPS dá para safar.

          • Rui says:

            Como? Você defende a patrulha das nossas águas feitas por bote que não pode afastar-se mais de 7km da costa? (não sei se sabe que tipos de licenças existem para piloto marítimo. Você já viu em lado algum fazer salvamento de botes!? Mas porque é que mais nenhum país se lembrou disso!?

            Você distorce as discussões quase ao Reductio ad Hitlerum!
            A Força Aérea utiliza um heli pesado ou semi-pesado de transporte para o salvamento, porque não tem mais nada disponível!!!! Prometeram um heli médio, foi cancelado pelo Portas, quando até já tinhamos adiantado 100 milhões de euros! Helis ligeiros só agora adquirimos e apenas cinco com 1 único motor (obriga a andar muito perto da costa, porque não se pode dar ao luxo de falhar o único motor).

            Já vi que é adepto da paz desarmada, esquecendo um lema romano que é válido em todos os tempos: Si vis pacem, para bellum.

            Sabe porque é que os EUA e a Rússia praticamente mandam no mundo? (apesar da muito recente ascenção Chinesa)
            Não tem muito a ver com o poderio económico (a Rússia não é uma potência económica), mas sim pelo imenso poder militar!!!!!

            E sabe porque é que a União Europeia, apesar do poder económico é irrelevante no mundo? Imagine lá porque será? Ainda por cima a UE perdeu a maior potência militar que tinha (UK)

          • Anónimo says:

            @Rui,

            Acho que está a tentar desviar assunto.

            Botes e bateiras são a ser resgatados, caso tenham que ser utilizados. Têm por lei alguns dispositivos de sinalização.
            As embarcações que podem sair da costa (maiores) é que tem botes.
            Os barcos de muito pequena envergadura são controladas a partir da costa visualmente, caso necessário (os tais 7 km). Mesmo até às 12 milhas, a rede de procura é simplificada devido ao número de embarcação em operação.

            As embarcações que referi, são parte das embarcações que têm sido varadas com regularidade são de largo porte (20m ou mais).

            > Você distorce as discussões quase ao Reductio ad Hitlerum!

            Não foi minha intenção, mas confesso que o assunto dos drones militares é sensível. Do que conheço, isso não corresponde. Drones com armamento são assustadores, dano colateral é uma constante, podem ser controlados ou subvertidos por IAs ou agentes maliciosos, e, mesmo crendo numa boa goverção, uma governação benigna hoje poderá não o ser amanhã.

            > Já vi que é adepto da paz desarmada, esquecendo um lema romano que é válido em todos os tempos: Si vis pacem, para bellum.

            Concordo plenamente. Até com os nossos vizinhos as relações de poder são relevantes, como se nota pela gestão dos recursos hidricos.
            Só não concordo consigo nesta coisa dos drones e, acima de tudo, de como foi vendido ao público (mentindo).

            Um exército de humanos tem que ser convencido a suportar uma causa. O 25 de Abril é a nossa prova disso.

            Um exército de máquinas controladas por rádio pode ser hackeado (quantas histórias dessas no estreito de Hormuz e no Pacífico?). O hacking pode ser automatizado e gerido muito pouca gente. Cada robot não tem cabeça própria. Obedece cegamente e não tem objeções morais. Principalmente, se for operado por bots (sem operadores humanos diretos).

          • Anónimo says:

            > A Força Aérea utiliza um heli pesado ou semi-pesado de transporte para o salvamento, porque não tem mais nada disponível!!!!

            Não quero alimentar uma contra-argumentação, mas é exatamente esse o meu ponto. Não seriam melhores os investimantos mais modestos em algo que até seria multifuncional?

  9. Fulano says:

    Normal… Desgoverno PS.
    Rumo à terceira bancarrota com o PS a governo.

  10. RM says:

    Devem ter vindo sem manual de instruções!

  11. umx says:

    Alguém que me explique como ee conjuga a utilização de drones num incêndio ao mesmo tempo que são utilizados outros meios aéreos, então os drones não são o inimigo número 1 dos aviões?

    • Rui says:

      Deve ser por isso que em princípio a única entidade que deve operá-los serem as Forças Armadas, já que são eles que controlam o espaço aéreo nacional! Será isso amigo UMX!

      Atenção que não está a falar em DJI nem nada que se pareça, são drones muito maiores!!!!!!!

      • Anónimo says:

        Por curiosidade, tendo em conta o tamanho e o custo, estamos a falar de drones que podem levar armamento, ou estamos a falar de drones que apenas seguram uma câmara, LIDAR e sensores associados?

  12. Alvaro Campos says:

    Eles voam, só não foram usados para os fins que foram comprados porque nunca foram requisitados pelas autoridades competentes.
    “No entanto, os 36 equipamentos comprados pelo Exército nunca foram usados nem solicitados para os incêndios.”
    Isto está no texto! Ora vejam:

    Eles voam: “De acordo com o Exército, os equipamentos estão a ser usados em missões de vigilância e reconhecimento e normal processo de formação e treino”
    nunca foram usados para o fim que foram comprados: “, nunca a Proteção Civil, a GNR, a ICNF (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas) ou outras entidades solicitaram os equipamentos. Para além disso, também não estão previstos para uso na estratégia anual de combate a fogos (DECIR) deste ano”

    Devem estar contra quem não os requisita para a função primeira deles!!
    O drones são usados, não estão parados em hangares manhosos

    Esta é daquelas noticias para encher chouriços!
    Encheu aqui mas primeiro encheu no JN!
    Arre!

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