Viagem de 10 dias à Lua termina em breve. Veja a tripulação da Artemis II a chegar a casa
Após 10 dias de uma missão histórica no espaço, a Artemis II prepara-se para regressar à Terra, concluindo com sucesso o primeiro voo tripulado da NASA em torno da Lua em mais de 50 anos.
Durante a Artemis II, os quatro astronautas a bordo da cápsula Orion viajaram mais longe da Terra do que qualquer ser humano desde a era Apollo, ultrapassando mesmo o recorde de distância anteriormente estabelecido pela Apollo 13.
Além de testar tecnologias essenciais para futuras viagens lunares, a missão recolheu dados científicos e operacionais fundamentais para preparar o caminho da futura alunagem pela Artemis III.
Na verdade, tenho pensado na entrada desde 3 de abril de 2023, quando fomos designados para esta missão. Há tantas mais imagens e histórias, e ainda nem comecei a processar aquilo por que passámos. Ainda temos mais dois dias, e atravessar a atmosfera numa bola de fogo também é algo profundo.
Disse recentemente o piloto Victor Glover, quando questionado sobre como se sentia relativamente ao regresso.

A tripulação da Artemis II aproveita um momento para um abraço coletivo dentro da nave Orion a caminho de casa. Crédito: NASA
Tripulação regressa esta madrugada à Terra
Os astronautas da NASA Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, juntamente com o astronauta da Agência Espacial Canadiana (em inglês, CSA) Jeremy Hansen, estão a preparar o regresso à Terra, marcado para esta madrugada, em Portugal continental.
Esta preparação inclui a revisão dos procedimentos de reentrada e amaragem, bem como a execução de uma manobra de correção da trajetória de regresso.
Afinal, a nave espacial atingirá velocidades até 38.365 km/h ao reentrar na atmosfera terrestre.

A sonda Orion da NASA mostrada por uma das câmaras instaladas nas suas asas com painéis solares. No momento em que esta foto foi tirada, a tripulação da Artemis II estava em período de descanso antes de iniciar o sétimo dia da missão. Crédito: NASA
Como parte das atividades do dia, a tripulação analisará a mais recente previsão meteorológica, o estado das equipas de recuperação e o cronograma de entrada. Ao longo do dia, irá, também, rever os procedimentos pós-aterragem.
Segundo a NASA, os propulsores da Orion estavam programados para ser acionados às 21h53 EDT do dia 9 de abril (02h53 do dia 10 de abril, em Portugal continental) para a segunda queima de correção da trajetória de regresso, ajustando com precisão o percurso da nave em direção à Terra.
Esta manobra serviu para afinar ainda mais a trajetória da Orion e garantir que a nave permanece alinhada para a reentrada atmosférica.

Infografia que mostra os principais marcos da missão: entrada, descida e aterragem, apresentado pelo diretor de Voo da Artemis II, Rick Henfling, durante a apresentação do ponto de situação da missão à imprensa e ao público, no dia 8 de abril de 2026, no Centro Espacial Johnson da NASA, em Houston. Crédito: NASA
Acompanhe a amaragem da Artemis II!
À medida que a Artemis II se aproxima do regresso à Terra, as equipas da NASA em terra estão a concluir os preparativos finais para a reentrada e amaragem da Orion, prevista para cerca das 20h07 de sexta-feira, 10 de abril, (01h07 do dia 11 de abril, em Portugal continental) ao largo da costa de San Diego.
Durante a reentrada, o módulo de serviço separar-se-á por volta das 19h33 (00h33, em Portugal continental), cerca de 20 minutos antes de a Orion alcançar a alta atmosfera a sudeste do Havai.
Às 19h37 (00h37, em Portugal continental), uma última queima de ajuste de trajetória irá afinar o percurso antes de a nave iniciar uma série de manobras de rotação para se afastar com segurança do equipamento descartado.
Ao descer os cerca de 122.000 metros de altitude, a nave entrará num blackout de comunicações planeado de seis minutos às 19h53 (00h53, em Portugal continental), enquanto o plasma se forma em redor da cápsula durante o pico de aquecimento.

Infografia que mostra a sequência de abertura do paraquedas da Orion na missão Artemis II, apresentada pelo diretor de voo da missão Rick Henfling, durante a apresentação do ponto de situação da missão à imprensa e ao público, no dia 8 de abril de 2026, no Centro Espacial Johnson da NASA, em Houston. Crédito: NASA
Após sair do blackout, a Orion irá libertar a cobertura frontal, abrir os paraquedas de estabilização a cerca de 6700 metros às 20h03 (01h03, em Portugal continental), e, depois, abrir os seus três paraquedas principais a cerca de 1800 metros às 20h04 (01h04, em Portugal continental), abrandando a cápsula para a amaragem ao largo da costa de San Diego.
Duas horas após a amaragem, a tripulação será retirada da Orion e transportada para o navio USS John P. Murtha.

Helicópteros MH-60 Seahawk da Marinha dos Estados Unidos, pertencentes ao Helicopter Sea Combat Squadron (HSC) 23, a chegar ao convés de voo do USS John P. Murtha, enquanto se preparam para realizar treino de operações aéreas, à medida que equipas da NASA, da Marinha dos Estados Unidos e da Força Aéreanorte-americana se preparam para o regresso à Terra da tripulação da Artemis II, na segunda-feira, 6 de abril de 2026, no Oceano Pacífico, ao largo da costa da Califórnia. Crédito: Bill Ingalls/NASA
As equipas de recuperação utilizarão helicópteros para recolher a tripulação e, uma vez a bordo do navio, os astronautas serão submetidos a avaliações médicas pós-missão antes de regressarem a terra para embarcar num avião com destino ao Centro Espacial Johnson da NASA, em Houston.
Mais uma vez, a cobertura de todo o processo será transmitida na NASA+ e Netflix, a partir das 23h30, em Portugal continental.
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Imagem: NASA



















Segundo as teorias da conspiração, nas missões Apollo, o foguetão Saturno V continuava em órbita baixa terrestre e no “dia do regresso” soltava a cápsula com a tripulação. Ou então, quando saía das vistas, a cápsula soltava-se, caía no mar, a tripulação era recolhida e transportada secretamente para a Área 51 ou para uma base no Nevada. Chegado o dia, entrava para outra cápsula num avião C-130 para simular a reentrada.
Com isto, juntava-se mais uma centenas de pessoas à conspiração (e nem uma disse nada durante todos estes anos).
mad max, conspiracao sigifica verdade, os tipos passaram ao lado da Lua, 69 foi uma mega producao para a altura, imagina se os tipos em 69 tivessem tecnologia do matrix.
Não te ponhas a inventar, ó jorginho. Nem ao menos conheces as teorias da conspiração!?
Nas teorias da conspiração – não ir à Lua é não por os pés na Lua, nem passar perto. Até porque chegar é órbita da Lua e voltar é que é a parte mais difícil. Por isso mais nenhum país lá foi, além dos EUA.
E se as tripulações não iam à Lua – o que lhes acontecia são as duas alternativas eram as que indiquei, segundo as teorias da conspiração.
O pessoal (que nem conhece d) as teorias da conspiração é que ficou muito atrapalhado agora com a Artemis. Costumava bastar: “Se foram à Lua – por que é que não voltaram?” – e agora já é preciso uma derivada: “Se foram à Lua e pousaram, por que é que agora não pousaram?”. Lá chegaremos, porque essa é a parte que costumava ser mais fácil.
Há um problema do escudo térmico:
https://idlewords.com/2026/03/artemis_ii_is_not_safe_to_fly.htm
Não inventes teorias da conspiração serôdias (previsões quando as coisas já aconteceram e se sabe o resultado, que as desmente). O escudo térmico que protege a tripulação é feito com um derivado da cortiça desenvolvido pela Corticeira Amorim.
Segundo sei eles não foram à lua. Passaram ao lado. Ir à lua ainda é uma miragem
NUNCA foi dito que iam alunar. O problema das teorias da conspiração é sempre o mesmo: pessoas desinformadas.
Mas qual pessoas mal informadas? Sei bem que nunca ia alunar. O título da notícia é que é não condiz com a realidade. Devia ler bem o que escrevi.
Ele nunca le nada, so critica aleatoriamente. Um frustradito que nem trabalho arranja e ainda vive com os pais aos 39 anos
Sabes mesmo ofender uma pessoa LOOOOL
Não é ima miragem! É um processo de descoberta e escolha para de facto escolher o melhor local para alunar, porque desta vez não será um exercício de matemática e física, vom fins de propaganda e políticos, mas para escolher o melhor local para se construir uma base permanente. Sabe quanto o que se debateu para escolher os locais das primeiras 6 alunagens? Os locais não foram um acaso.
Queria dizer “…tentei fazer o mesmo…”
Ah nem tinha percebido que o problema era o título LOL
Não passaram simplesmente ao lado por acaso mas também não estás errado. Sinceramente ao ler o título dá-me zero de trigger dizerem “viagem à lua” pois a lua no contexto da missão não é de todo secundária ou desprezível.
Foram à Lua, até lhe deram uma volta! Tentei fazer o mesmo. Até hoje não vi mais ninguém a faze-lo ap vivo como os norte-americanos os fizeram. Nunca disseram que desta vez iria acontecer uma alunagem, estão a estudar sistemas que são muito diferentes das missões Apolo. Não se brinca com a vida dos astronautas.
“…tente fazer o mesmo…”
se eu for á praia olhar para um barco, não significa que fui ao barco ….
O objetivo desta missão nunca foi provar a ida à lua. Isso é pura ignorância tua.
Em relação a ter ou não acontecido (não sei se aconteceu) gostava de te ver contestar as provas existentes, que por acaso são ás dezenas. Até isso acontecer és só alguém a destilar ignorância gratuita. Parabéns pela coragem LOLOL
Vamos ver se tudo corre bem e se não haverá alguma jogada para pôr toda a gente a falar, durante dias ou semanas, de uma possível catástrofe.
Se eles foram mesmo, que tudo corra bem no regresso.
Os EUA são peritos em desviar atenções. Caso algo corresse mal, durante dias ou semanas os media e a população mundial não falariam de outra coisa, e o Irão ficaria em segundo plano.
É com cada teoria. O projecto Artemis está decidido há anos e foi tudo projectado para que servisse de distração quando o Trump atacasse o Irão.
Se olhou para o barco de facto não foi lá, tal como eu quando olho ou fotografo a Lua, não estou lá l, vejo-a à distância. Mas, há aqui um “mas”, se nadar até junto do dito barco, fico próximo dele, percepcionar os seus detalhes e estarei sobre a sua influência pois preenche-me o horizonte. Ora, no caso da Lua, chegar tão perto e andar ao seu redor, é uma situação ainda mais marcante, pois esta deixar de estar sob a influência gravitacional da Terra para sob a da Lua! Daí seja necessário necessário contar com a mecânica celeste e a ajuda de alguns foguetes para colocar a navegar na direção da Terra! Não alugaram de facto, mas deram a volta ao satélite natural da Terra e estiveram sob a sua influência e não dá Terra. Em termos astronómicos, estiveram lá ao ponto se perceber o pó e detalhes que na Terra não podemos ver nem comprovar se existem.
Mas se fores de casa até à praia e ficares dentro do carro, no estacionamento, porque não aguentas o vento a levantar areia, é o equivalente dos astronautas terem ido da terra até ao lado oculto da lua, sem terem alunado; provavelmente dizes que “foste à praia”
Isso é ver os barcos passar, à distância, e não, vê-los mesmo ao lado ver as suas cores e detalhes alem de sentir a ondulação que fazem enquanto se movem.
Por acaso ando a acompanhar desde o dia 1 e tem sido…brutal!!! A christina é o meu ídolo…é só rir com aquela mulher!
Estes são muito fraquinhos. Em 69, “Inda” os carros eram a carburador, fizerem uma caminhada na lua e puseram lá uma bandeira a desfraldar aos sete ventos.
Mas antes disso, houve as missões Gemini, e as outras missões Apolo de teste até à Lua, quando finalmente chegámos à Apolo 11 que, finalmente alunou!
“Desfraldar ao sete ventos” … vírgula, primeiro tinha uma haste que a segurava e depois uma rede por dentro. Ninguém queria ver uma bandeira murcha 😉
O módulo lunar não tinha sistema de ignição (velas ou faíscas). Bastava abrir as válvulas para juntar dois gases que o motor funcionava. Muito avançado.
O que nos vale é que não faz poluição, imagina que era o carro do Zé das Iscar que ia visitar a família
Já agora, como é que obtém oxigénio “lá em cima” ?
Quando é para mergulhar, levam uma botija… e “lá em cima”?
Só faltava dizerem que têm uma “piscina” de moléculas de Água (que é mais pesado que a botija) 😛
Dura para quanto tempo?
Ó joão, não sejas preguiçoso, pesquisa como era levado o oxigénio nas missões Apollo. Não era oxigénio em tanques de ar comprimido, como as botijas de mergulho – era oxigénio líquido, que ocupa muito menos espaço. E não era apenar “ar para respirar”, era muito mais do que isso.