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Sony prevê que em 2050 os habitantes de Tóquio viverão em cápsulas flutuantes no mar

                                    
                                

Autor: Ana Sofia


  1. Powerbox says:

    Que espetaculo, ia adorar. Que 2050 chegue!

  2. Memória says:

    Muito antes disso, devido à subida das águas do Tejo(? mar(?), já em 2030 a Baixa de Lisboa vai ficar alagada e muitos vão viver em cápsulas ou jangadas, no Tejo e no Mar da Palha, brincando com os golfinhos e/ou lutando contra os tubarões.
    Brave New World!

  3. SANDOKAN 1513 says:

    O futuro será muito diferente.Quem me dera a mim chegar a 2050,daqui a quase 30 anos.Se chegar já estarei velho e sem forças,infelizmente.Estas novas gerações e as vindouras é que viverão esse tempo.Oxalá,nessa altura,o mundo seja diferente para muito melhor.

    • Pe@ce says:

      Não há esperança, se as mudanças com o covid foram para pior, imagina daqui a 30 anos. Tem de haver uma enorme mudança de mentalidade mas as pessoas estão cada vez mais individualistas e egoístas.

  4. IKAROS says:

    É óbvio que nunca acontecerá.
    O mar é um ambiente hostil. Hostil aos materiais, sal, humidade, instabilidade (ondas, enjoos) e climático (tempestades).
    Todos os sonhos se desmoronam na primeira tempestade de outono.

    • Toni da Adega says:

      Nunca de sabe pode ser um dia a tecnologia e engenharia esteja de tal forma avancada de forma a ser possivel criar estruturas que consigam flutuar no mar.

      • Memória says:

        AhHa! Navios 🙂
        “Navegar é preciso; viver não é preciso”

        Mas eu já vivi, e durante meio ano numa dessas estruturas, não no mar, mas num pequeno porto ao longo de um canal, e com bastante satisfação e renda baixa.

        Uma pessoa habitua-se às “vibrações e flutuações” de viver num barco; a casa parece “viver” e quando alguma vez o barco encalhava tinha a sensação que o barco estava “morto”
        É uma experiência aconselhável.

        • Toni da Adega says:

          Casas barco em canais e rios existe muito por essa Europa. E na asia é algo bastante comum.

          O exemplo extremo sao as casas flutuantes no canadá onde algumas são verdadeiras vivendas algumas com 2 pisos.

          No mar se for num porto de abrigo não será muito mais dificil.

    • Luis Rosalino says:

      IKAROS, os neardentais provavelmente tmb n imaginariamos, que a especie humana viajasse ao espaço e vê só aonde chegamos! E mais, a nossa especie tmb conseguiu feitos ainda maiores tais como a criação do tik tok (NOOOOOOOOOOOOOOOT)

  5. Elektro says:

    Parece que ainda há pessoas com interesse em manter os pés na terra (ou na água) e a tentar desenvolver formas para nos adaptarmos em vez de andarem com a cabeça no espaço

  6. Tiago Silva says:

    Deve enjoar um pouco 😀

  7. Vasco says:

    Casas que mergulhassem é que era de mérito, longe das tempestades à superfície.

  8. Há cada gajo says:

    Esta gente ainda pensa que sobrevive a um waterworld .

  9. Pedro V says:

    Na década de 70 do século passado já o Jacque Fresco tinha ideias destas ou até mais avançadas. Nada de novo. Concretizar é mais devagar do que imaginar.

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