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Já conhece a Prescrição Cultural? A solução nórdica que pode chegar ao SNS português

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Figueiredo says:

    Acho bem, desde que tudo seja pago pelo doente a quem foi passado este tratamento ou receita, se houver Dinheiro Público envolvido então estamos diante de mais um esquema criminoso para saquear o Orçamento de Estado financiado com o dinheiro dos Portugueses da Classe-Média que agora vão ter que pagar as actividades culturais dos outros e de quem delas se sustenta.

  2. Cultura é Vida says:

    Então na tua lógica, devemos financiar a ida a um Psicólogo ou psiquiatria, e a juntar a isso o consumo mensal de medicamentos para andarem dopados e não pensarem que estão tristes. Isso sim é um desperdício de dinheiros públicos. A antecipar que a resposta seja: “Vão mas é trabalhar que assim não têm tempo para ficar tristes” aconselho-o a ir um psicológico, pode estar à beira do precipício.

  3. Zé Fonseca A. says:

    É útil em países cuja cultura não é trapaceirice, países nórdicos onde ninguém engana ninguém, onde até a Cunha é mal vista e não é praticada, é lógico que isto pode funcionar.
    Num país do sul da Europa só ia dar asneira, tal como os abusos nas auto baixas, nas gravidez de risco 100% do tempo, nas licenças de amamentação de 4 anos, nas baixas psiquiátricas de 12 meses.
    É preciso saber ajustar as medidas ao seu povo, o povo tuga faz de tudo para não trabalhar, mesmo mentir, enganar, arranjar esquemas, quase ao nível dos brasileiros, por isso somos dos povos menos produtivos da Europa e dos mais mal pagos

    • AntonioS says:

      Ainda me lembro da corrida de milhares de pais para registar os seus filhos como deficientes por usarem oculos, para receberem um subsidio extra da segurança social.

  4. AntonioS says:

    Boa ideia. Precisava que me prescrevessem uma visita cultural ao Japão .

  5. PorcoDoPunjab says:

    Na Suécia eles estão bem habituados à prescrição cultural.
    A vitamina cultural que eles têm tido ao longo destes anos deixam qualquer um com um corpo e mente super saudáveis.
    Enriquecimento cultural tem destas coisas…
    Como diz o outro, é a nossa força….

  6. Manuel says:

    Infelizmente, para os Portugueses a única vitamina cultural que existe é futebol…

  7. Max says:

    Duas perguntas a fazer ao Gemini (resumo as respostas)
    P: “Existem listas de países em que se toma mais antidepressivos e ansiolíticos?”
    R: ” Sim, existem. O monitoramento do consumo de psicofármacos (como ansiolíticos e antidepressivos) é feito de forma rigorosa por órgãos internacionais de saúde e estatística.
    1) Antidepressivos – Nos países desenvolvidos, o consumo de antidepressivos quase duplicou nas últimas duas décadas. Os líderes de consumo costumam ser: Islândia (estima-se que mais de 15% da população utilize antidepressivos diariamente), Portugal (consistentemente apontado como o 2º país da OCDE que mais consome antidepressivos, com um crescimento acentuado ao longo dos anos), Canadá, Austrália e Reino Unido.
    2) Ansiolíticos – Ao contrário dos antidepressivos (que tratam depressão e ansiedade a longo prazo), os ansiolíticos (como os benzodiazepínicos: clonazepam, alprazolam, diazepam) são voltados para o alívio imediato da crise de ansiedade. Países como Portugal e Espanha lideram o consumo de ansiolíticos dentro do continente europeu. O uso prolongado e a facilidade histórica de prescrição de benzodiazepinas nesses países são amplamente debatidos por especialistas de saúde pública.”
    P: “E relativamente aos países nórdicos?”
    R: “Existe uma aparente contradição que atrai a atenção do mundo: como é que esses países lideram consistentemente o Relatório Mundial da Felicidade da ONU (com a Finlândia em 1º lugar há anos), mas ao mesmo tempo figuram no topo dos rankings de consumo de antidepressivos? A realidade desses países divide-se de forma muito clara entre o uso de antidepressivos e o de ansiolíticos.
    1) Antidepressivos: Consumo Elevado e Liderança. Os países nórdicos registam taxas de consumo de antidepressivos significativamente superiores à média dos países da OCDE.
    • Islândia: Não lidera apenas na região nórdica, mas no mundo inteiro. O consumo ultrapassa as 160 doses diárias por 1.000 habitantes.
    • Suécia e Noruega: Seguem de perto, geralmente aparecendo no Top 10 global da OCDE. Na Suécia, o uso entre jovens e mulheres adultas tem sido alvo de debates de saúde pública devido ao crescimento constante.
    • Finlândia e Dinamarca: Têm consumos ligeiramente menores que os vizinhos Islândia e Suécia, mas ainda assim muito acima da média europeia.
    2) Ansiolíticos Se no caso dos antidepressivos os nórdicos estão no topo, no caso dos ansiolíticos e tranquilizantes (benzodiazepinas) a história é completamente oposta.
    • Controle Rigoroso e Baixo Consumo: Países como a Suécia, a Noruega e a Dinamarca têm algumas das taxas de consumo de ansiolíticos mais baixas da Europa.
    • A Estratégia Médica: Os médicos nórdicos evitam ao máximo prescrever medicamentos como o alprazolam ou o clonazepam devido ao alto risco de dependência química e tolerância a curto prazo. Para crises agudas de ansiedade, a preferência médica na região costuma ser o encaminhamento para terapias cognitivo-comportamentais (frequentemente digitais/online, onde eles são pioneiros) ou o uso de antidepressivos como tratamento de fundo, que não causam dependência.
    Em resumo: O modelo nórdico foca em tratamentos de longo prazo e alta acessibilidade médica (o que infla os números de antidepressivos), enquanto combate rigidamente o uso imediato e descontrolado de tarjas pretas/ansiolíticos.”
    Com isto percebe-se melhor o que diz a reitora da UP: “as pessoas mais felizes tomarem menos ANSIOLÍTICOS, serem mais produtivas e pesarem menos no sistema de saúde.
    Não sabendo nada de saúde mental nem de tratamentos, atrevo-me a dizer o seguinte: 1) muito cuidado com a depressão (prolongada) que tem que ser, obrigatoriamente tratada e acompanhada pelo médico; 2) muito cuidado com a dependência dos ansiolíticos/tranquilizantes – é preferível outra coisa para entreter/animar/divertir (o riso é o melhor remédio).

    • TiagoR says:

      E os portugueses vão passar a tomar muito mais ansiolíticos depois do pacote laboral aprovado ! Eheheheh !!! Fico contente pelos acionistas das farmaceuticas ! Ehehehe !!! E também fico contente porque o nosso primeiro assim já pode cortar na dose ! Eheheheh !!!!!!

  8. Mauro C says:

    Nos países nórdicos a questão prende-se com o clima, não é necessário tirar um doutoramento em medicina ou psicologia para perceber algo tão simples. No caso português e espanhol, prende-se claramente por serem 2 países de m*rda, onde se trabalha cada vez mais e ganha-se cada vez menos. Não faltam os políticos de sarjeta e comunicação social alienada e vendida a troco de subsídios estatais. O futuro destes 2 países vai ser negro. Basta olhar para a história, para perceber o que acontece quando os povos não souberam aproveitar a liberdade, a democracia, e a prospreridade económica.

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