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Inteligência Artificial diz se iremos morrer em breve… mas médicos ainda desconfiam


Imagem: GE

Fonte: New Scientist

Autor: Vítor M.


  1. King Banido says:

    Claro que os medicos andam preocupados…
    A Medicina com a evolução da tecnologia, vai ser das primeiras a despedir pessoas e meter lá “robos”.
    Os shor doutores dos 5/10mil€ mes, que apenas fazem “analises”, são logo os primeiros e provavelmente os unicos.
    Enfermeiros são sempre necessarios, cirugiões idem…
    Posso estar a falar algo que desconheço, mas é a minha opinião.

  2. Costa says:

    Off topic
    Já tenho a Google assistant em PT de Portugal

  3. Corneto says:

    As frases a reter:
    “Desconhecem os métodos de avaliação que esta tecnologia usa.” Porque obviamente pessoas com 2 dedos de testa não embarcam no sensacionalismo e é preciso perceber o que se está a fazer.

    “Contudo, pela precisão demonstrada nestes estudos clínicos, o algoritmo poderá ajudar no dia a dia. Muito provavelmente serão obtidos melhores resultados no diagnóstico dos pacientes.” Obviamente, a ideia é mesmo essa, e já tem anos, já há mais de 10 anos que há muitas experiências nesta área, e a ideia é melhorar a vida humana, e quanto melhor o diagnóstico médico e tratamento melhor a qualidade de vida. Obviamente que há muita coisa sem utilidade prática nenhuma, que só serve para vender e engrossar os lucros, em que a real diferenciação do produto é apenas o enorme marketing.

  4. Redin says:

    Sim, é verdade. Cada vez estou mais perto. Eu confirmo.

  5. ToFerreira says:

    1. “ECG, que mede a tensão”, qual tensão?
    2. A IA, nomeadamente ML/DL “vê” padrões e o ser humano também é perito em fazê-lo, simplesmente não consegue processar a mesma quantidade de dados (no mesmo tempo) nem consegue acumular potencialmente o mesmo tamanho de conhecimento.
    3. Um dos principais (senão o principal) problema é que nem os médicos nem os responsáveis pela implementação conseguem explicar ao certo que se passa lá dentro para gerar os dados de saída, embora comecem a ser dados passos neste sentido, até por força de restrições legais.
    4. Mais que os médicos, são os próprios pacientes que não confiam na tecnologia, por se acharem únicos nas suas características e portanto impossíveis de diagnosticar/tratar por algoritmos iguais para toda a gente, que poderão não ter em conta as suas idiossincrasias.
    5. A substituição (não total) dos médicos por IA é inevitável e urgente. A nossa saúde e a nossa vida não pode depender, como atualmente, da sorte; da sorte de apanharmos um médico competente, da sorte desse médico não estar num “dia mau” (afinal de contas é humano), da sorte desse médico ter presente o conhecimento sobre a minha doença, ou de me saber encaminhar para outro colega mais competente na área, da sorte do médico ter tido experiências anteriores com a mesma doença, da sorte do médico estar a para das últimas novidades na matéria (praticamente impossível), etc.
    Com a tecnologia, os mesmos sinais e sintomas geram os mesmos diagnósticos e os mesmos tratamentos, como deve ser, podem ter sempre a base de conhecimentos atualizada, em tempo real e, muito importante, conseguem reunir a “experiência” de todos os sistemas, espalhados por todo o mundo, gerando um potencial gigante para aperfeiçoar o sistema.

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