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Há um novo satélite gigantesco em órbita. Os astrónomos estão perplexos

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. LA says:

    Não vai correr bem.

  2. rui rosa says:

    E se por algum motivo entrar em queda e com destino direto á terra, que mossa vai criar o embate???

    • Vítor M. says:

      Em queda? Essa se puderes explicar. Quanto ao vir direto à Terra não há esse perigo.

      • Castro says:

        ? como é que sabes que não há perigo de cair na Terra?

        • Vítor M. says:

          Porque grande parte dele ficará consumido ao entrar na atmosfera. Os materiais que é feito são leves e pouco deve sobrar dele. Aliás, outros maiores já entraram.

          • iMF says:

            Victor, já sabemos que depois da Apple lançar a novidade de comunicação por satélite que deixa de ser um problema os satélites.

            Contudo, não é o primeiro que deixa de funcionar correctamente e cai.
            Nem será o último, tudo nesta vida falha.

            A questão aqui, no meu entender era assegurar só que em caso de colapso esses satélites deviam de ser fabricados para se desintegrar na totalidade caso entrem na atmosfera terrestre.

            Isso sim era uma coisa que devia ser revista e obrigatória

          • Vítor M. says:

            Deixou? Mas os satélites continuam a voar ou agora pela Apple ter inovado têm todos de cair? 😀 ele há cada um!!! A Apple faz-te muita comichão, estou a ver 😀

            Contudo, este, como os outros, têm uma vida útil e, se nada os influenciar, eles vão continuar a sua função. Por isso é que a Starlink tem mais de 2000 em órbita 😉 e ainda tem muitos mais para lá colocar.

            Por fim, há regras mais apertadas para o fabrico dos satélites, com indicações de materiais. Assim como para os estágios dos foguetes (por exemplo), no passado e os que estão lá em cima, esses sim são ainda um grane problema. Agora, na LEO tens satélites colossais 😉 que pesam muito mais que este. Apenas este sobressai porque não será apenas um, mas muitos e tem uma antena enorme, em termos de brilho pode fazer mossa.

            Numa primeira fase deverão ser lançados 20 maiores que este, em termos da área de ocupação com a antena estendida.

      • rui rosa says:

        Sim, como alguns satélites que têm caído do céu(propositadamente ou não), como não existe impossíveis, sabe-se lá se cai uma coisa destas na terra, qual seria o dano??

        • Vítor M. says:

          Isso é sempre imprevisível, mas tal como outros que têm entrado na atmosfera, este e até pelos materiais usados, deverá ser praticamente todo consumido na reentrada. Agora, já apareceram pedaços de estágios dos foguetões no quintal.

          Lembras-te da Mir?

      • rui rosa says:

        Estou a falar hipoteticamente…

      • Paulo Martins says:

        Cair para a lua é que não vai cair, se algo afetar a órbita do satélite sejam um erro de software ou um objeto lixo ou meteorito de pequenas dimensões – uma rocha com 2 cm não conseguimos detectar mas dependendo da velocidade pode provocar grandes estragos num satélite, serão 1500kg que vão cair na terra, a questão do Rui creio que seja irá desintegrar na atmosfera ou chegar ao solo?

        • Vítor M. says:

          É isso, vai ser desintegrado ao atravessar a atmosfera seguramente. Mas isto não é uma rocha é um equipamento devidamente identificado. Por isso, não vejo qual será no imediato a questão dele cair na Terra.

  3. Helder Coelho says:

    Eu acho que toda a gente é muito benevolente e os governos são muitos pacíficos nestas questões, porque se a terra e o mar tem fronteiras / limites e designações como águas internacionais e afins, o espaço não deve ser diferente. Quem é a Starlink e SpaceX para meter algo no espaço sem regulamentação e convénio dos governos? Não tarda temos o monopólio do mundo inteiro e inclusive do espaço nas mãos dos EUA, China e Rússia (governo e privados).

  4. rui rosa says:

    A minha questão era mais em saber se o impacto com terra (por exe. numa cidade) seria ou não devastador, descontando a parte dos materiais leves que se desintegrava na entrada da atmosfera

  5. Oi says:

    Qualquer objeto com as dimensões e formas destes, ao entrar na atmosfera ficam uma bonita bola de fogo. Mas ninguém sabe isto?

  6. jaugusto says:

    120 m2 já dá para jogar á bola, porreiro finalmente!!

  7. Pedro Fernandes says:

    😉 Antigamente as pessoas olhavam para o céu conseguiam ver Estrelas, etc., imagino num futuro próximo um Pai ou Mãe para o filho se olhares para o céu podes ver um satélite……

  8. Jota says:

    Só podia ser gente dos EUA, que acham que são os donos disto tudo e que o bem comum se confunde com o interesse próprio!

    • Beterraba do Punjab says:

      Realmente que sacanas, os americanos que lancam um satelite para poder socorrer as pessoas com apenas um telemóvel e salvar vidas. Como se atrevem, depois de salvarem o mundo varias vezes, reconstruirem a europa apos cada guerra mundial, terem a lata de nos por pcs em casa, smartphones, redes sociais, sistemas operativos como windows e macos, e ainda lancarem o google. Depois disto tudo so falta eles ainda pensarem em criar energia limpa atraves de fusao nuclear para todo o mundo, mas espero que não cheguem a tanto. Os portugas e que sim, sao um contributo para o mundo, dormem e bebem e gastam o que não tem….grandes portugas

      • says:

        Essa é a parte boa ó beterraba , vá lá , agora diz o outro lado da moeda… eu ajudo, a Guerra é a impulsionadora da…. o resto se nao sabes deverias, os mais informados sabem bem do que falo.

      • bye bye lola says:

        Beterraba do Punjab, como disseram aqui, ver só um lado da moeda é fantástico: “ah e tal a tecnología X ajuda a salvar vidas” (e esqueço que deita uns químicos para a água e mata os peixes…).

        A ideia fundamental é ótima, mas deve manter-se nos parâmetros.

  9. supersilva says:

    Vai ter um escudo cobrindo o seu passando netflix

  10. Amanteastronomia says:

    Já poluímos a Terra. Como não estamos satisfeitos vamos poluir o espaço.

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