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Encontrado o núcleo intacto de um planeta “impossível” a 730 anos-luz da Terra

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. AlexX says:

    Falam num lugar impossível, num lugar em que pensavam existir quiçá esse impossível mas para onde nunca imaginaram olhar, que conseguem olhar para o núcleo de um planeta a 730 anos luz duma forma que não conseguem olhar para Marte ou Vénus. O óbvio está a tornar-se demasiado objectivo.

    • Setnom says:

      “Impossível” é floreado de quem escreveu o texto em português. O press release da Universidade de Warwick não tem ( https://warwick.ac.uk/newsandevents/pressreleases/first_exposed_planetary ) esse adjetivo.

      A parte final do comentário, “olhar para um planeta duma forma que não conseguem para Marte ou Vénus”, parece-me uma má interpretação do que a notícia está a informar. Marte e Vénus não são núcleos expostos de um gigante gasoso falhado ou despojado. Marte e Vénus não têm o mesmo tamanho, nem a mesma massa, nem a mesma densidade, nem estão a distâncias equivalentes.

      • Vítor M. says:

        O “impossível”, foi para referir de forma mais evidenciada do “ Highly unusual planet found in the Neptunian Desert, where such massive objects are rarely seen”, portanto, um incomum e nunca antes visto desta forma.

      • AlexX says:

        Segui o link e li mas ainda assim não considero “impossivel” de todo mal empregue. Há coisa de um ano descobriram também no Deserto de Neptuno o planeta proibido. Este podia bem ser o impossível. Não li (também não procurei) qual a dimensão da estrela que orbita nem a que distância se encontra dela, mas para ser sensivelmente perto da dimensão de Neptuno e ter um movimento de translação em 18h…fiquei com vontade em amarrar-me a ele para sentir a emoção.
        Por núcleo entendi como o núcleo da Terra, bem lá no fundo. Por “core” então devemos entender como sendo a parte visível, como quem vê a imagem de Plutão ou Júpiter caso este último ficasse nu, sem atmosfera, é isso? Se Neptuno se zangou com os habitantes de toi-849b também pode ter dissecado o planeta a meio num tremor bíblico e só ficou pouco mais que hélio e hidrogénio, o resto da tabela periódica da zona devemos conhecer em breve. Fascinante.

  2. Sammy says:

    Fantástico!!! Gosto muito de ler notícias sobre planetas que poderiam ser habitados mas, que estão a anos luz ou seja… Inalcançáveis (a menos que se viaje através de um wormhome… De incertezas).
    De que vale se estamos a “anos luz” de uma tecnologia que nos permita alcançar esses planetas.
    Planeta x, y, z e depois? Só mesmo pelo saber/ conhecimento de resto nada vale…

    • eu2 says:

      Não leste o artigo. Ninguém falou em ir para lá.

    • rjSampaio says:

      Entre outras coisas, procuramos planetas com indicadores de vida, quando isso acontecer, centramos os radio telescópios nesses planetas e esperamos ouvir alguma coisa.

      Ouvir algo dito por uma civilização extraterrestre, mesmo que já morta, seria o acontecimento mais importante de sempre.

    • Vítor M. says:

      A Lua era um mundo sem alcance, contudo, o homem chegou lá. Marte era longe, contudo, o homem já colocou tecnologia no solo marciano. Haverá de lá pousar em breve. Sondas feitas pelo homem estão a muitos anos de casa, e continuam a voar. Haveremos de lá chegar também. Mas para lá ir, temos de conhecer o que lá há.

      • fernando machado says:

        Eu nao acredito que o homem foi á lua.

        • rjSampaio says:

          não há problema, mas és “obrigado” a acreditar que esta lá uns refletores que são usados para fazer bounce de um laser emitido da terra, o refletor é tão pequeno que o laser têm de ser perfeitamente alinhado com uma precisão superior a 0.1º.

          Ou acreditas que foi o homem que lá colocou esse “espelho”, ou acreditas em extraterrestres que o o fizeram e nos disseram. Ou outra coisa, podes sempre partilhar outra hipótese.

          • AlexX says:

            Esse bounce na lua não prova que estiveram lá, é coincidência. Acontece também creio 6° ao lado, bem fora da lua, e várias outras localizações precisas no espaço que já devem conhecer bem. Fizeram uma reportagem sobre isso numa estação de observação onde o mostraram.

          • rjSampaio says:

            Ok, mostra provas disso sff.

          • AlexX says:

            Não gravei, isso passou num documentário que tentava precisamente provar que foram à lua. Foi emitido há uns 4 ou 5 anos no Disc, Hist ou Odisseia, tão pouco recordo qual nem o nome da peça. A parte que mencionei talvez tivesse sido no observatório no Havai, que esse sei que dispara lasers para o espaço, eventualmente pesquisando sinais de retorno. E falaram em muitos. Também estiveram na nasa em busca de respostas e aí saiu a célebre afirmação que haviam destruído todos os dados de telemetria de todas as supostas missões. Ninguém afirmou na peça que não foram à lua mas também não puderam provar que foram. E ninguém pode provar que foram. Existe apenas crença. E descrença que tenha sido numa espécie de galinheiro que lá pousaram.

          • rjSampaio says:

            @AlexX Esse documentário seria baseado em alguma coisa, não é so meia dúzia de malta a filmar e a fazer perguntas.

            Tens dezenas de observatórios e universidades que fazem esta experiência todos os anos, certamente consegues encontrar alguma coisa mais solida que “vi um documentário”.

          • AlexX says:

            Devem existir mais de dúzia e meia de documentários norte americanos só desde 2000 sobre as idas à lua, não posso ajudar mais sem recordar o título, realizador, repórter ou ano de lançamento e assim poder encontrá-lo no imdb ou onde foi emitido. Lembro a cena no observatório porque é daquelas que não se esquece. Não tens nem deves acreditar no que escrevi, tão pouco tens que acreditar que o primeiro bounce dum laser à lua foi feito em 1962 pelo MIT, bem antes de lá terem alegadamente ido. Com 100KW de laser. Hoje são 1GW. Também não tens que acreditar que recentemente tinham uma sonda lá perto mapeando a superfície por laser, que tão pouco carece de reflectores. Eu nunca acreditei. Se um dia me apresentarem provas credíveis também passo a acreditar mas não deposito fé nisso, nem esperança que lá cheguem. Em breve será possível sair daqui e muitos o irão fazer. Também poderás se quiseres, e aí irás perceber 🙂
            Nada que diga tem intenção em que mudes de ideias, apenas que questiones. Se estás confiante nas imagens que te mostraram e aceitas esse bounce lunar como prova irrefutável que lá foram, vais sempre rejeitar o outro lado da moeda.

          • rjSampaio says:

            @Alex

            Estas a escrever muito, mas fontes esta quieto…
            Não queres que mude de ideias mas que questione, mas apenas forneces a tua palavra…

          • AlexX says:

            @rjSampaio Tens vários motores de busca. O que escrevi no último comentário encontrei por acaso enquanto tentava encontrar o programa que vi, desconhecia isso. Não encontrei o programa mas estou seguro que não fui o único quem o viu. Mesmo que o tivesse gravado e te mostrasse, seria mais que justo que pusesses a cena ou mesmo todo o documentário em questão e o considerasses um embuste. Então que adiantavam as fontes se já escolheste um lado em que acreditar?

          • rjSampaio says:

            @AlexX

            Motores de busca?
            Tu disseste que viste algo que desprova, algo desse calibre deve ter centenas de papers, e nem um podes fornecer?

            Um documentário não prova nada, e tu nada podes fornecer, como raio queres que alguém caia nisso?

          • AlexX says:

            Ou não me expliquei bem, ou não compreendeste o que escrevi. Repetir é aborrecido mas vou tentar melhor: Não disse que vi algo que desprova o que seja. Falaste num retorno ou bounce dum laser à lua e limitei-me a dizer que isso não constitui prova que lá estiveram. Porque americanos e russos fizeram bounce de laser à lua anos antes de lá terem ido, encontras isso facilmente e nem precisas pesquisar muito. Tal como deves encontrar facilmente informação duma sonda que anda orbitando a lua e mapeando o terreno por laser, que tão pouco precisa de reflectores no terreno.
            E disse que vi um documentário onde a pessoa entrevistada num observatório afirmou que o bounce de laser não acontece apenas na lua, mas também uns graus ao lado e vários ou muitos outros pontos. Documentário esse que passou num dos canais dedicados e que são emitidos em vários países. O objectivo da peça era provar que tinham estado na lua. Que não disseram no documentário que nunca foram à lua, mas também não conseguiram provar que foram.
            E óbvio que um documentário pode não provar nada, disse acima que não acreditava nele. Nem nesse nem nenhum outro. Não tenho nada além da palavra. E tu igual. Se tens um telescópio óptico exclusivo em casa que aumente o suficiente para que veja restos da passagem pela lua nem que seja tracks de buggy e um monte de fraldas, convida a ver e passo a mensagem que afinal estiveram lá. O Vaticano não me deixou entrar em Lucifer.. 😛

          • rjSampaio says:

            @AlexX

            Eu não preciso que repitas nada, quero que faças algo que nunca fizeste, apresentar papers…

            Eu quero que mostres provas (de outros, não quero que tu tenhas o equipamento necessário para o teste) que antes de existirem os espelhos podias fazer o mesmo bounce, seja que pais for, depois quero outro paper que diga que apontar para o espelho ou para qualquer outro lado surta o mesmo resultado.
            Cá para mim no documentário diziam que tens X reflexão da atmosfera e decidiste alterar a memoria completamente a pensar que era o equivalente ao espelho…

            O que eu tenho é a possibilidade de apresentar papers de centenas de universidades e observatórios a colaborar o que disse, essa é atualmente o que se acredita como verdade, mas tu não encontras 1 que seja o contrario, achas mesmo que a china/russia que também fazem essas medições iam perder a oportunidade de mandar a baixo os EUA?

            Ou quantas vezes satélites chineses e japones tiraram fotos dos landing sites?

            Tenho vários telescópios, mas nem o maior telescópio do mundo x2 consegue ver seja o que for deixado na lua… não deves estar a pensar sequer na dimensão e distancia das coisas, muito mais deves saber fazer a conta necessária.

          • AlexX says:

            Papers? Nunca ouviste ou leste sobre estudos com resultados contraditórios? Vais sempre acreditar no que te for mais conveniente, normalmente é o que passa no telejornal e a maioria que te rodeia também acredita.
            Um tal de Louis D. Smullin já kinou. Mas mesmo que fosse vivo, lúcido, e fosse o meu vizinho mais próximo, jamais ia incomodá-lo por papers de algo que tivesse feito ontem, e muito menos em 1962, desculpa lá. Se conheces centenas de universidades e observatórios é fantástico! Vai em pessoa àquele que te autorizar a pesquisar por sinais de retorno do laser. Não quero papers. Disparas à vontade e vê que acontece. Mas ninguém te vai autorizar a tal.
            O LBT foi capaz de fotografar galáxias a centenas de milhões de anos luz com uma definição soberba, e não conseguem fotografar uma pedra na lua? Não tens melhor desculpa? Eu bem sei porque recusam alugar tempo e serviços a particulares para usá-lo. Quando a nasa me mostrou uma imagem com um ponto branco como sendo resíduos deixados, eu respondi com uma imagem dum alien de óculos escuros deitado numa esteira à beira do mar da tranquilidade, tomando banhos de sol e rindo dos terráqueos.

            És uma pessoa inteligente mas se te tivessem dito que o toi-849b faz uma rotação em 5 minutos, não tinhas porque não acreditar…e assim não conseguirás construir a tua realidade, serão outros a fazê -lo por ti.

          • rjSampaio says:

            @AlexX

            Eu quero um unico paper que indique o que tu disseste para depois ir procurar outros que fizerem os testes da mesma maneira a esse de modo a comprovar a sua veracidade.

            “O LBT foi capaz de fotografar galáxias a centenas de milhões de anos luz com uma definição soberba, e não conseguem fotografar uma pedra na lua? Não tens melhor desculpa?”

            E com isto percebe-se que és um troll ou idiota…
            Estar a comparar a a dimensão relativa de uma pedra (va o buggy da apolo) com a dimensão de uma galáxia é a coisa mais ridícula que já ouvi…

            Um bem haja, não considero que desperdicei o meu tempo, outros podem verdadeiramente pensar como tu e assim faz-se logo o despiste de argumentos completamente parvos…

          • AlexX says:

            Vou tentar explicar devagarinho. Disseste ter vários telescópios. Eu só tenho um, que não foi tão barato quanto isso e está encostado porque cameras fotográficas têm actualmente bem melhor poder de zoom por uma fracção do preço. Não é necessário que passe luz por aí além para ver perfeitos detalhes da lua, posso tirar 4 fotos na horizontal da lua no zoom máximo. Se fizermos a suposição que a lua tem 4000km de diâmetro, estou vendo mil km em alta definição. Foco Neptuno, Urano ou uma qualquer estrela e vejo isso, um ponto de luz. Nada a ver, mesmo com o telescópio que permite bem mais luz, com as imagens com que nos brindam. A lua está a 1,25 segundos luz de distância ou 400 mil km. 200 milhões de anos luz em distância são kms com muitos zeros, mesmo sendo uma galáxia com milhões de sistemas solares. Se com uma camera de caca vejo nitidamente todos os detalhes de bem menos que 1 milhão de km2 da lua, ou uma extensão pouco inferior a 1000km, mas não vejo andromeda somente a 2,5 milhões de anos luz bem definida, mesmo através de telescópios de 4000 euros, porquê um observatório com um telescópio óptico monstruoso é incapaz de fotografar detalhes da lua num km2 que seja? Entendes a, e de perspectiva?
            Documentários televisivos não vêm acompanhados de papers. Acrescento que deves saber que luz diverge, mesmo laser. O laser disparado, na terra pode ter 10cm de diâmetro mas chega à lua e cobre uma boa área desta. Os 0,1° graus de precisão aos reflectores porque tem que ser ali é treta. Nem chineses, russos, indianos ou japoneses alguma vez iriam aproveitar o que fosse contra americanos, nunca foram inimigos.
            Não chegamos a lado algum porque queres papers e papers só me provam que burocracia existe, estou fora disso há muito. Disseste que trouxe uma mão cheia de nada, mas vistas as coisas, que trouxeste tu?

          • rjSampaio says:

            @AlexX
            E eu vou explicar depressa.

            Precisas de um telescopio com um espelho de centenas de metros para conseguir que um lander seja maior que um unico pixel numa camera…

            https://www.discovermagazine.com/the-sciences/moon-hoax-why-not-use-telescopes-to-look-at-the-landers

            ou
            https://www.quora.com/Theoretically-how-big-of-a-telescope-do-you-need-to-see-Apollo-lunar-modules-on-the-Moon

            ou se preferires um video
            https://www.youtube.com/watch?v=0LTIZSafbg8

            queres, aprende a fazer contas…

          • AlexX says:

            Perdoa mas não valia a pena dares-te a esse trabalho. E também sei que observam e fotografam em espectros de luz que não vemos.
            Se tens vários telescópios e possas aceitar uma dica, tenta observar de novo a lua com o mais potente, mas como se fosse pela primeira vez e não soubesses nada dela.
            Entrei numa conversa que não era a minha mas nunca tive intenção em te aborrecer e muito menos alterar as tuas crenças.

          • rjSampaio says:

            @AlexX

            portanto não te vais dar ao trabalho de fazer uma conta que te diz que cada pixel no teu telescópio equivale a varios km?

            é esse o problema em quem acredita em conspirações, não quer fazer contas…

          • AlexX says:

            O telescópio é óptico, e a resolução da imagem que captar depende da resolução, ou sensor na máquina que lhe acoplar. Não vou dar 10 ou 12 mil euros por uma full frame com 100mp. Eles podem bem melhor que eu. E se em vez de tirarem fotos com sensores de 5mp, e isto já sou eu especulando, se tirarem fotos através dum sensor enorme, que a tecnologia a que têm acesso é deveras superior, o resultado também será outro. Há bem pouco tempo fotografaram favos no sol do tamanho do Kansas, segundo eles. São ~1300km. Não dizem qual o tamanho do sensor que usaram, mas em contas simples seriam cerca de 40 km na lua.
            Tenho o mail do teu comentário e sigo os links ou logo ou amanhã, fica descansado.

          • AlexX says:

            ..*40km na lua porque a imagem tem aproximadamente 15 favos na horizontal. ..

          • rjSampaio says:

            @AlexX
            o problema não é a resolução da camera, é a capacidade do telescópio.

            Alias a maioria das cameras de astronomia são de meia duzia de megapixeis por algum motivo, o mesmo para as cameras planetaris.

          • AlexX says:

            5MP são mais que suficientes para uma fotografia excelente e as cameras que mencionaste são para profissionais, o ruído é quase ou mesmo nulo. Pela polivalência, uma convencional convertida ou de fábrica com full spectrum não fica muito aquém na minha opinião, mesmo sendo opção mais cara. Mais pixeis permitem maior zoom digital apesar que a qualidade piora, não é assim?
            Ok, foi erro meu, pensava que os observatórios ópticos já fossem capazes de muito melhor que 0,1″ de resolução, melhor até que 0,01″.
            Desconhecia a imagem da lua no 2° link tirada pela sonda que já referi acima. Fui à lua do google que continua como um fractal no zoom às missões, e as crateras da nasa não enquadram com qualquer das 6 missões no google nem rodando, redimensionando e espelhando a imagem.
            Enviaram-me isto que foi publicado na época, caso tenhas curiosidade em ler
            http://www.nature.com/articles/1941267a0.pdf

  3. José araujo says:

    De acordo com quem refuta a ida à lua. Filmagens feitas no deserto foram mostradas ao mundo para a NASA ganhar aos Russos e apoios financeiros.

  4. Luís Silva says:

    Adoro ler os comentários destes teóricos da conspiração!Santa Virgem Maria,que ignóbeis!

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