Quantcast
PplWare Mobile

COVID-19: Medicamento curou 93% de doentes graves em cinco dias

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. SANDOKAN 1513 says:

    Mas curou como ?? Quer dizer que este medicamento cura a COVID-19 ?? Deus seja louvado.Que assim seja que bem precisamos duma alegria destas.Que venha rápido para todo o mundo.

  2. Nildo says:

    Querem valer um milhão de euros que logo dizem que não há eficácia?
    Pois, claro, as grandes farmacêuticas não querem curar ninguém elas querem é remediarem.

    • Carolina Costa says:

      essa treta das farmacêuticas já enjoa.. porque não estudas quais são as farmacêuticas com possíveis medicamentos/vacinas para tratar covid ? investes neles um milhão e se realmente é como dizes, eles vão faturar milhões logo valorizar e tu vais ganhar milhões também.. fácil e já não precisas vi dizer que é tudo negocio.

      • Tabonitota says:

        +10000

        Aleluia. Alguém que pense a sério nesta questão das farmacêuticas.

        Investiram mais de 1 bilião nas vacinas cada uma, não seria justo também terem retornos financeiros ? Estamos a falar de empresas …. Não de gente maluca. Ou as empresas devem ser todas ajudasse pelo Estado e nunca terem lucros ? E estes lucros serem distribuídos por todo o estado para fazer o que bem entender sobre eles ? Por essa mentalidade de esquerda que este país está como está. Tudo a favor dos trabalhadores e lucros nas empresas e dos patrões ? Nahhhh isso não é preciso. Sem eles esta máquina nao andava.

      • FAR says:

        Acho que qualquer leitor deste site se ficou pela parte do “investes neles um milhão”…

      • meister says:

        As farmacêuticas tem todo o direito de rentabilizar o investimento, tem todo o direito a ter lucros.
        Agora os estados e a sociedade tem de ter formas eficazes de regular estas mesmas farmacêuticas, não podemos seguir cegamente tudo o que as farmacêuticas dizem.
        Claro que as farmacêuticas tem contribuído e muito com novas terapêuticas para as mais diversas doenças, mas não podemos segui-las cegamente.
        E para não me alongar deixo aqui um artigo para que suporta o que tento dizer:
        https://www.dn.pt/ciencia/mercado-negro-de-autores-ficticios-de-estudos-cientificos-1943101.html

        cumprimentos.

  3. Joao Ptt says:

    Aparentemente faz sentido, já tinha ouvido dizer que tomar hormona “vitamina D”, também poderia ajudar a regular a actividade do sistema imunológico fazer com que se “acalmasse” e desse a resposta apropriada.
    E aparentemente a Vitamina D é uma das muitas coisas que dão em alguns países que tratam as pessoas infectadas com sintomas graves.

    Resta saber se esta molécula é de facto eficaz, mas se for é uma boa noticia, já que acaba por também acalmar o sistema imunológico para que responda na medida correcta e não em excesso.

    • ToFerreira says:

      Vitamina D acalma o sistema imunológico?!

    • Rui says:

      Eficaz ela é.
      Neste grupo funcionou bem. Agora aumenta se o grupo de teste e se tudo correr bem, avançar para um pedido de autorização.

      Se tudo correr bem, talvez la para o final do ano esse medicamento seja aprovado.

      Esperemos que sim, pois é mais uma arma contra este vírus.

    • Carolina Costa says:

      não há nenhum estudo com evidencia que a toma de vitamina D vai reforçar o teu sistema imunológico. fartei me de procurar isso no ano passado devido a ver muita gente a começar a tomar vitamina D só porque “ouviram” que ajudava a prevenir o covid

      • Américo Mendes says:

        Boa tarde,
        No acervo cientifico do burgo, planeta Terra, chamado Google Académico (local onde se registam todos os estudos científicos que queira procurar, temos, desde 2017, 18.000 registos de estudos sobre a Vitamina (hormona) D3.
        Deixo alguns que são de leitura interessante:
        Vitamin D3 as potential treatment adjuncts for COVID-19

        Effect of vitamin D3 on immunity and antioxidant capacity of pearl oyster Pinctada fucata martensii after transplantation: insights from LC–MS-based metabolomics …

        The Study of Correlation between Serum Vitamin D3 Concentrations and HBV DNA Levels and Immune Response in Chronic Hepatitis Patients

        Este é excelente, directamente sobre infecções:
        The dynamic immunomodulatory effects of vitamin D3 during Mycobacterium infection

        Já ouviu falar sobre esta bactéria terrivel, no estomago?
        Vitamin D3 activates the autolysosomal degradation function against Helicobacter pylori through the PDIA3 receptor in gastric epithelial cells

        Vitamin D and immunomodulation: is it time to change the reference values?

        Regulation of immune function by vitamin D and its use in diseases of immunity

        Este estudo é muito interessante. Sendo a Diabetes tipo 1 uma auto-imune pode ser corrigido com regulação do sistema imune…
        [HTML] Vitamin D deficiency and immune disorders in combined endocrine pathology

        E muitos mais… com tempo, basta fazer pesquisa e ir lendo o que tem sido estudado. Não falta matéria.
        Propositadamente, não inclui nada dos estudos recentes, em Itália, Espanha, com doentes hospitalizados com Covid vs hormona D3 (vulgo vit D). Alguns saíram em revistas especializadas.

        Esta nota é só para indicar que não é no Google que se encontra informação cientifica (mas tb se encontra, claro).

        Recordo que os estudo científicos, randomizados, controlados são realizados, na grande maioria, por Institutos, Universidades no Mundo inteiro (e aqui registados), sendo pagos pelos impostos de cada País.
        Não confundir com a investigação de medicamentos/remédios realizados pela Industria Farmacêutica, que tem o seu mérito e também realiza muita investigação, mas, como qualquer empresa tem de ter lucro, o que está corretíssimo!

        Espero que seja útil.

      • Tabonitota says:

        Há muitas coisas que ajudam a regular insistes imunitário, a vitamina D Deve ser uma delas como a A,B, C e por aí fora. Uma pessoa mal nutrida não se safaria é certo. Concordo que ela nao acalma mas que possa regular.. sim 😉 lol. Como comer alfaces ao almoço também ;))) ehehe

        • Américo Mendes says:

          Todas as vitaminas têm a sua função e cruciais para o equilíbrio do funcionamento do corpo humano.

          A sua afirmação só não é certa, pois que a dita “vitamina D”, não é nenhuma vitamina, é uma hormona.
          Logo fica fora do contexto do que escreveu.
          Mais, não se adquire na alimentação, é produzida no nosso corpo (pele) que necessita de exposição solar para desencadear o processo.

          Nota: existe, residualmente no ovo, alguns peixes, mas em doses insignificantes para as necessidades humanas.

      • B@rão Vermelho says:

        Vale o que vale, mas no meu caso paciente com doença autoimune, no inverno em Portugal, opto por tirar o meu período de ferias todo de uma vez, e vou viajar para a Asia, onde o sol brilha todo o dia, e durante alguns meses devido a vitamina D, tenho algum tempo de qualidade de vida praticamente sem ajuda da medicação, e quando começa novamente o nível da vitamina D a baixar a medicação é a única coisa que ajuda.
        Mas como disse, vale o que vale, pode até ser o efeito psicológico, mas que eu nota pequenas melhorias isso noto

        • Américo Mendes says:

          Sol é vida, como os mais velhos sabem bem…moderadamente, mas, sempre.

          Só outra curiosidade, para quem deseja ler mais e instruir-se sobre os equilíbrios (ou desequilíbrios) estruturais no nosso corpo.
          Temos 10 elevado a 13 de células no corpo humano. E, pasme-se, todas tem receptor para a hormona D (vulgo, vit D3).

          Agora, sem sermos cientistas, mas, curiosos, será que déficit desta hormona (falta de exposição solar…pis fomos “desenhados” para apanhar sol) fará falta, terá consequências nefastas? #ficaadica

        • Américo Mendes says:

          Meu Caro, sem querer ser mal interpretado, procure um médico do Protocolo Dr Coimbra, que usa, com acompanhamento, altas doses de hormona D3 (carece de ser coadjuvado com eliminação de alimentação inflamatória em especial gluten e açucar), controlo do nível de cálcio (fácil com K2) e veja-se livre dessa auto-imune, dado o que escreveu.

          Procure, existe um médico deste protocolo no Porto e tb em Lisboa.
          Não falta boa informação sobre este protocolo…pesquise.

          Nota: tinha uma pequena auto-imune (eqzema em vários partes do corpo, e outras consequências). Hoje, não tenho nada e nem necessitei de altas doses, só manter um nível adequado de hormona D3 no sangue (controlo e tb tenho uma médica que apoia).
          Nível bom entre 40-60 ng/dl
          Nível perfeito entre 80-100 ng/dl

          Nota2: genericamente, até 200 UI por kg de peso, qualquer pessoa pode suplementar, se não tiver oportunidade de apanhar sol (o ideal, pois faz bem muito para além da Vit D)!
          Obrigatório analisar sempre, no outono e na primavera.
          10.000 UI/dia é considerada dose fisiológica para H/M adulto, para quem tenha menos de 40 ng/dl.

    • Bruno Mota says:

      Então basta apanhar sol? Uma das fontes da vitamina D é o sol.

      • Américo Mendes says:

        O sol, UV B, ideal junto às 12h, sem protector solar na pele, mais de 50% do corpo exposto, por 20 a 40 minutos (menos para mais consoante a pele for mais escura): é a nossa pele que produz a pré-hormona em resposta à exposição solar (raios UVB).

        Uma pequena curiosidade: em tempo demasiado (varia com a cor da pele) sem chegar a queimar a pele, com corpo exposto chega a produzir cerca de 20.000 UI de Vit D.

  4. ToFerreira says:

    Boas notícias, mas esperemos pelos resultados definitivos.

    • DataSmurf says:

      Não esperámos pelos resultados definitivos das vacinas. E nem por isso deixaram de as aprovar para uso de emergência.

      • Nuno Teixeira says:

        Outra vez esse argumento? As vacinas seguiram todas as fases de teste assim como vão seguir estes medicamentos.

        Já se sabe que a eficácia só se sabe ao certo quando se chega ao mundo ‘real’. Acho incrível que mesmo com os resultados que as vacinas estão a ter a travar os casos graves ainda vem com a história que as vacinas não são seguras. São seguras e conhece-se os seus efeitos secundários (que são muito raros) mas que compensam os riscos de se ser infectado com o vírus real

        • PeterJust says:

          As vacinas são daquelas coisas que mesmo com resultados esmagadores de relação risco/beneficio, houve, há e haverão sempre os anti vacinas. É basicamente como os casinos, já todos sabemos que a casa tem uma probabilidade esmagadora de limpar tudo, mas há sempre quem ache que vai ganhar dinheiro, a diferença é que a brincadeira das vacinas em vez de pagar a teimosia com dinheiro, paga-se com a vida.

  5. Robin says:

    A 5 anos estive num Workshop onde ouvi dizer que Israel tinha a cura para muitas doenças mas que não podia fazer nada porque os Laboratórios tinham muito poder, e não podiam ir contra eles.

  6. Nuno Teixeira says:

    Se se vier a comprovar a sua eficácia é uma óptima notícia!

  7. meister says:

    Ja a muito que se fala na vitamina D
    Aquilo que se chama o protocolo zelenko ja referia isso a algum tempo

    https://vladimirzelenkomd.com/zelenko-treatment-protocol/

  8. falcaobranco says:

    Já não é a primeira vez que Israel dá cartas na parte da saúde e afins… e com esta me fico…quem quiser saber mais, que pesquise, veja documentarios e afins…

  9. Joaquim Sobreiro says:

    E do tal líquido amarelo que se está administrando legalmente na Bolívia é permitido falar?

  10. Infinity says:

    Bem, alguem vai ganhar uns cobres com isto

  11. Pedro Oliveira says:

    Existe um medicamento que não só previne a infecção por COVID-19 (basta tomar a dose recomendada 1 vez por semana) como ainda trata eficazmente a doença em poucos dias (em 2 a 3 dias após o início da toma, os resultados são bem visíveis). Chama-se Ivermectina, mas infelizmente tem dois problemas graves: é extremamente seguro e eficaz, e é um genérico barato – o que para os laboratórios farmacêuticos é desaconselhado, tendo em vista o seu modelo de negócio (mais de 90% de todos os medicamentos produzidos não cura doenças, apenas gere sintomas). Excepção louvável para os antibióticos, antifúngicos e um ou outro antivírico, como o que o caso daquele fármaco usado para curar a hepatite C.
    O objectivo dos laboratórios farmacêuticos é gerir sintomas, se possível para o resto da vida – coisa que muitos deles estão apostados em que a COVID-19 se torne, com doses de vacinas umas atrás das outras, semestrais ou anuais.
    A Ivermectina foi abafada, por várias razões que não importa agora enumerar, mas uma das principais foi porque o estatuto de utilização de emergência concedido pela FDA aos laboratórios que produzem estas novas vacinas, que na prática os iliba de toda e qualquer responsabilidade por complicações destas vacinas a médio/longo prazo (algo de não negligenciável, atendendo ao facto como estas vacinas foram produzidas e ao seu modo de actuação no organismo – diferente de tudo o que se fez no passado) e que lhes garantiu o financiamento de milhões e milhões de dólares/euros pagos pelas entidades públicas, para se acelerar a produção em massa das mesmas, tinha como premissa que não houvesse qualquer alternativa já presente no arsenal terapêutico actual (coisa que a Ivermectina vinha pôr em causa).

    • Joaquim Sobreiro says:

      Explicação incómoda, mas clara e exemplar para uma das vias possíveis para retirar o principal meio de divulgação oficial, medo.

    • PeterJust says:

      Espera lá, mas tu sabes de uma cura milagrosa e mais nenhum médico sabe disso? Ou sabe e mantem o segredo por causa das represálias? E os médicos que ficaram doentes e morreram, sabiam desta cura milagrosa mas não se quiseram tratar para não revelar o segredo? Ou é isso, ou tu sabes mais do que os médicos. Reality check: não é uma coisa nem outra

      • Pedro Oliveira says:

        De que médicos falas: nacionais ou a nível mundial? É que generalizar e meter tudo no mesmo saco não serve a ninguém, a não ser a quem quer continuar a promover a narrativa oficial.
        Os médicos, como sabes, são formados nas universidades, e saem delas com um determinado mindset que rejeita tudo o que não seja avaliado com base em estudos double-blind randomized control trials, os quais são caríssimos e só costumam ser promovidos pelos labortários que pretendem introduzir um novo fármaco no mercado. Como a Ivermectina é um medicamento genérico que já não está ao abrigo de nenhum período de protecção de patentes, ninguém está interessado em fazer esse estudo, não só pelo seu custo elevado, mas pelas razões que já referi: caso a molécula viesse a demonstrar eficácia e segurança, o filão associado à Autorização de Utilização de Emergência concedida a estas novas vacinas e aos laboratórios que as produzem, secava de imediato, pois deixava de haver pretexto para a concessão do mesmo – se bem que nunca devemos subestimar a criatividade dos seus CEOs e dos governantes, no que toca a justificar o injustificável!
        Há países em que foram efectuados estudos quanto á segurança e eficácia da Ivermectina (incluindo na classe médica), quer do ponto de vista profiláctico, quer a combater a doença logo nos primeiros 2-3 dias após o começo dos sintomas. E esta substância salva vidas, inclusive nos casos designados de «LONG-COVID», em que os pacientes se viam e vêem a braços com sintomas persistentes durante meses, sem melhoras à vista, e bastou tomarem umas doses de Ivermectina para saírem da situação em que estavam em apenas 48 horas!
        Os estudos de meta-análise que congregam os resultados de vários estudos independentes realizados em vários países (sobretudo fora do mundo ocidental, rico e próspero de recursos, e como tal, apostado na vacinação massiva da população), são claros quanto á eficácia e segurança da Ivermectina. Acontece que a maioria dos profissionais de saúde do mundo ocidental, devido a esse tal mindset alimentado generosamente pela indústria farmacêutica, não quer saber de dados nem de evidência científica (e desconfio que tu também não, pelo tom que utilizas). Apenas quer cumprir directrizes emanadas dos órgãos que os tutelam, de modo a não se verem a braços com processos disciplinares por incumprimento dessas directrizes.
        Os médicos que ficaram doentes e morreram, provavelmente não conheciam estes estudos (as suas conclusões só vieram a público em Outubro de 2020, altura em que a evidência científica em prol da utilização da Ivermectina já era por demais considerável), ou se os conheciam, sofriam de uma coisa chamada enviesamento cognitivo a favor de uma afinidade política que se mantém. Desconfio que também devas sofrer do mesmo, uma vez mais pelo tom que utilizas. Talvez estejamos perante um admirador de Biden e de Fauci? Um simpatizante dos Democratas? Woke person?
        De qualquer modo, esta minha resposta não é sobre ti, mesmo que pareças gozar da humildade típica dos arrogantes que estão cheios de certezas. Para ti, o único cenário possível é o da vacinação em massa da população a nível mundial, inclusive de crianças e adolescentes, sem qualquer plano B para a humanidade, caso tudo isto dê para o torto e se tenha posto á frente os interesses económicos do princípio da precaução e da prudência.
        Aliás, o nível de interesses investidos neste sector é tal, que o próprio laboratório responsável pela descoberta e produção da Ivermectina, a MSD, veio a público dizer que não havia evidência de que a Ivermectina fosse segura e eficaz no tratamento da COVID-19, e que também fosse dotada de capacidade profiláctica, impedindo a contaminação. Talvez o facto de a própria MSD ter uma nova molécula na fase III do pipeline de aprovação explique esta situação bizarra, do próprio laboratório desaconselhar a utilização de uma molécula criada por si. Ou muito me engano, ou vem a caminho mais um Remdesevir (completamente inútil, e nem sequer incluído na lista de medicamentos essências listados pela OMS).

        Também deves ser daquelas pessoas que ainda acredita na narrativa de que o SARS-COV-2 teve origem nuns morcegos de uma caverna localizada nos confins da China, e na qual uns espeleólogos/mineiros andavam a pesquisar, quando foram infectados por essas malditas criaturas do Demo que têm ares de Conde Drácula; e que esses infelizes exploradores foram transferidos de urgência para o Instituto de Virologia em Wuhan, para se conhecer a origem da sua súbita maleita. Enfim… É ler os e-mails do Dr. Fauci que vieram a público, para se perceber o que está em jogo neste assunto.
        Aliás, o próprio Dr. Fauci é alguém idóneo, acima de qualquer suspeita, sem interesses pessoais na indústria farmacêutica, e sem interesses em abafar a questão da Ivermectina.
        Para finalizar este já longo post, deixo aqui uns links que ajudam a compreender a complexidade deste assunto e do crime que está a ser cometido contra a humanidade, a revelarem-se verdadeiros os factos apresentados.
        Antes que alguém os menospreze, puxando logo da carta antivax que dá sempre tanto jeito aos acólitos do Admirável Mundo Novo, os intervenientes nestes vídeos não são Trumpistas, Negacionistas, Terraplanistas ou Conspiracionistas. São biólogos evolucionistas, médicos especialistas em cuidados intensivos e investigadores nas áreas de virologia e imunologia; e nalguns casos, testemunharam inclusive perante o Senado Americano.
        https://covid19criticalcare.com/videos-and-press/flccc-releases/covid-ivermectin-and-the-crime-of-the-century-podcast-with-dr-pierre-kory/

        https://covid19criticalcare.com/videos-and-press/official-testimony/

        https://www.youtube.com/watch?v=-_NNTVJzqtY

        https://www.youtube.com/watch?v=BNyAovuUxro

        São apenas um ponto de partida, depois disso já muita coisa foi abordada e de forma esclarecedora, por parte de quem é independente face ás pressões que emanam de cima.
        Dei-me ao trabalho de escrever isto tudo (não para ti, pessoa cheia certezas e que raramente se engana, que aposto que não tens ginástica mental para considerares outras opções que não as da narrativa oficial, e a quem a ciência e o método científico lhe é completamente alheio, privilegiando antes a dimensão da Saúde Pública que, caso não saibas, tem mais de política e ideologia, do que de ciência e evidência médica) mas sim para que outros utilizadores deste portal dêem início à sua jornada de esclarecimento e de desintoxicação da campanha de desinformação promovida pelas autoridades de saúde, em sintonia com os interesses financeiros que estão em jogo, e que, como deves calcular, são mais importantes do que erradicar por completo este vírus que foi deliberadamente produzido em laboratório, para efeitos de pesquisa nas técnicas de «ganho de função (gain of function)».
        Só assim se explica esta obsessão exclusiva nas campanhas de vacinação massiva de toda a população (especialmente nos países ricos, incluindo crianças e adolescentes e – pasme-se! – pessoas já infectadas e que, como tal, já ganharam imunidade ao mesmo por via natural), sem que se contemplem outras alternativas que possam levar a bom porto o projecto de erradicação completa do SARS-COV-2, pois enquanto TODA a população mundial (e não apenas o mundo ocidental) não se vir livre deste vírus, num esforço concertado entre apoiantes das vacinas e apoiantes de métodos alternativos, que respondam à hesitação de sectores consideráveis da população, para quem estas vacinas não são seguras e como tal, não pretendam servir de cobaias experimentais, na prática, das mesmas, dado não só ao tempo record em que foram produzidas, como ao pouco conhecimento que os seus efeitos a médio/longo prazo possam ter na saúde humana – há muito boa gente no domínio da imunologia e da virologia que desconfia, devido ao método de fabricação destas novas vacinas, que as mesmas possuem um risco não negligenciável (e esperemos que seja só isso mesmo) de induzirem quadros de leucemia, cancro dos linfo nodos e cirrose hepática, entre outros), a nossa vida não voltará ao normal.
        E essa desconfiança é perfeitamente justificada e até mesmo, atrevo-me a dizer, saudável, dado que a própria narrativa oficial sobre as vacinas foi mudando ao longo do tempo (e continuará a mudar). Quem não se lembra dos 95% de eficácia prometidos de início pela Pfeizer, Moderna e BioNTech (a AstraZeneca sempre foi mais modesta e comedida, garantindo apenas 75% de eficácia quanto à imunização)? Agora a narrativa oficial fica-se pela frase «pelo menos não se vai parar aos cuidados intensivos, o que já é bom». Excelente certificado de qualidade! São as únicas vacinas que se conhecem que, em vez de conferir imunidade face à doença, apenas impedem que os seus tomadores vão parar às UCIs, que é aquilo em que o poder político se preocupa, para manter uma boa imagem de governação e de sustentabilidade do SNS. Uma vez mais: política, não ciência!
        Quem não se lembra também de os especialistas envolvidos na fabricação destas vacinas as louvarem tanto, devido à tecnologia empregue nelas, e tempos mais tarde, contrariamente ao que foi dito, afinal a criação de anticorpos não ocorrer apenas no local da vacinação, como era o esperado, mas começarem a aparecer partículas virais (entenda-se: proteína espigão) em vários tecidos do corpo (nas mulheres é notória a sua concentração não prevista nos ovários), desconhecendo-se as implicações de tal achado?
        Com este grau de incerteza e de evolução daquilo que se sabe destas vacinas, é avisado que haja pessoas que não as queiram tomar, e que prefeririam tomar um medicamento seguro e eficaz, numa dose semanal, durante o tempo que fosse preciso, até á completa erradicação deste vírus da face da Terra. Isto só não é possível, porque há sempre quem pense ter a melhor solução para determinado problema, e quanto maior é essa convicção, mais o caminho para o Inferno fica povoado de louváveis convicções e de boas intenções.

  12. Joaquim Sobreiro says:

    E os médicos que estão tratando com os cuidados necessários para não serem proibidos pela ordem de exercer? E os que falam abertamente e arriscam as represálias? E os presidentes africanos que morreram de covid.

  13. Pedro Oliveira says:

    Para quem estiver interessado em acompanhar os desenvolvimentos da COVID-19, recorrendo a fontes moderadas e independentes, sugiro:

    https://trialsitenews.com/

    https://covid19criticalcare.com/

    PS: não se aconselha a consulta destes sites às pessoas mais sensíveis e tremendamente comprometidas em sentirem-se seguras (ainda que falsamente), nem que não saibam pensar por si próprias, foram do rebanho e devidamente enquadradas por um pastor ou figura investida de autoridade política e social.

  14. Pedro Oliveira says:

    Eis o link do estudo original que despoletou toda a controvérsia sobre o motivo pelo qual a Ivermectina não estava a ser estudada como tratamento para a COVID-19, quando tudo indicava que o deveria ser:

    https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0166354220302011

    O estudo foi publicado na ScienceDirect, e não no blog do Zédu, nem no Facebook da MiMi.

  15. Relevante says:

    Aqui no Brasil se você falar sobre remédio ou tratamento para Covid, é muito provável você ir preso. Esta matéria com certeza seria taxada de “fake news” e censurada logo na primeira semana, nas seguintes, seria alvo de investigação pelo Supremo Tribunal Federal, talvez também fosse alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, onde provavelmente os autores seriam no mínimo multados, mas possivelmente presos sem direito a fiança. Ps: se por algum motivo, fosse dado o direito de fiança e o valor fosse pago, aí sim… ele continuaria preso, kkkkkk… sim, isso acontece por aqui… tempos sombrios estranhos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.