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Cientistas dizem ter detetado fungos a crescer em Marte. Será?

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Ana Sofia Neto


  1. Luis Henrique Silva says:

    Sem surpresas, nenhum planeta no universo é completamente morto e sem vida.

    • Tiago says:

      Grande cientista que tá aqui

      • Urtencio says:

        ahaha xD
        Como dizem os brasileiros “esse cara tem de ser estudado pela nasa”

      • rjSampaio says:

        é mais estatistico que cientista, em sua defesa 100% em que esteve tinha vida.

        já a apresentação é mais de vendedor/comercial/politico.

      • L says:

        mas será que se podem fazer observações sem que venha logo algum profeta da desgraça?

      • Luis Henrique Silva says:

        Até podia me defender dando a minha “tese”, mas o problema é acreditarem se quer, por isso nem me vou dar ao trabalho de perder aqui tempo com pessoas que por vezes ainda tem mente limitada……..
        Mas para quem gosta de estudar e procurar e ler muito….que procure sobre pluralidade dos mundo habitado….irá encontrar alguma coisa….

        • rjSampaio says:

          O que tu tens de fazer é partilhar a tua tese, deixar ela ser escrutinadas por outros.

          Se não o fazes és outro louco ou mentiroso, não esperes que alguém acredite em ti, mas talvez até de para criar uma religião, certamente alguém cai…

          • Luis Henrique Silva says:

            pois então nem se quer fostes pesquisar, por isso…quem é o louco aqui…..se tivesses muito interesse irias ver……

          • rjSampaio says:

            pesquisar o que? a tua tese? faz o favor de a partilhar

            encontrei de muitos “luis henrique silva”, nenhuma sobre “todos os planetas têm vida”

  2. Gomes says:

    Em todos os planetas em que já estive vi formas de vida.

  3. Vasco says:

    Fantástico! Estaremos a ver as primeiras fotos demonstrativas da a existência (que a mim não me surpreende em nada) de vida fora da nossa Terra? Serão apenas pequenos amontoados de poeira e terra, depositados pelos ventos marcianos nas proximidades do veículo? É algo emocionante pensar que sim, e que em missões futuras se conseguirá comprovar a suspeita.

  4. Jota says:

    Esta expedição a Marte quanto mais não seja vai dar para uma novela!

  5. Bighat says:

    Não é de excluir o transporte de microrganismos nas rodas do veículo desde a Terra. Isto de ambientes vácuo absoluto (numa sala, durante a montagem do Rover) tem muito que se lhe diga.

  6. Tabonitota says:

    Formas de vida no próprios rover ? Não estaria impregnado com vida este aparelho antes de sair da terra? Formas de vida a cresceram aonde passa o rover ? Mmmmmmmmmmmm

    • Paulo Santos says:

      Mesmo assim seria fantástico descobrir (comprovar) que existem formas de vida que sobrevivem bastante tempo no espaço em condições bastante inóspitas.

  7. Luís Silva says:

    Quando for lá, vou-vos mostrar como se faz um bom refugado de cogumelos!

  8. Redin says:

    Mas não é suposto existir humidade para que uma das consequências do aparecimento de fungos tenha sucesso?

  9. art says:

    mudando de forma, localização…a parte da mudança de localização é que me deixa ….a pensar …no texto até se diz que desapareceram do campo visual ???? ou eles correm , ou andaram a colher cogumelos em Marte…

  10. theman says:

    Ninguém devia levar isto a sério.

    É um artigo publicado num jornal “científico” de acesso aberto. Até eu podia publicar lá um artigo. Só tens que pagar:
    https://www.journaljamb.com/index.php/JAMB/publication-charge

    • Vítor M. says:

      Estás a contradizer-te. Se é um jornal científico, não podes publicar o que quiseres, tem de ter rigor e ser um tema científico. Não basta pagar, esse é o teu erro, grave, de interpretação, tem de ter rigor ou é alvo de chacota e os investigadores que assinam o trabalho não serão seguramente bem vistos na comunidade… e como vão viver da ciência se não são sérios? Quem ia pagar para ser gozado?

      Não tens muita lógica no que dizes.

      • nosequitur says:

        Caro Vítor, o que o theman está a dizer é precisamente que essa revista (em português decente diz-se “revista” e não “jornal”) não é científica. Portanto, não podes simplesmente responder que “se é um jornal científico…” porque isso é precisamente o que está em questão!

        De qualquer forma, tendo de se pagar ou não para publicar, a pergunta relevante a responder é: houve revisão por pares? Pagar para publicar acontece em muitas revistas científicas hoje em dia por causa dos custos de edição e manutenção. Esta revista, apesar de não estar listada num dos mais conhecidos rankings de revistas científicas (https://www.scimagojr.com), faz revisão por pares. Agora, quão boa é a revista, não sei, precisamente porque não a encontro num ranking como o citado.

        • Vítor M. says:

          Mas ele é que disse que era um jornal cientifico, no artigo apenas diz revista. Volto a dizer que é um erro de interpretação do theman. Eu apenas respondi à interpretação dele, e não ao que realmente está em causa no artigo, atenção. Se houve revisão dos pares ou não, não foi essa a questão levantada, já está a desviar o foco levantado. Isto porque o que foi dito “Ninguém devia levar isto a sério. É um artigo publicado num jornal “científico” de acesso aberto. Até eu podia publicar lá um artigo. Só tens que pagar:…”

          Foi isso que contrariei pelo que foi dito. Agora, se for revisto pelos pares, mesmo tendo sido pago, já vale?

          • nosequitur says:

            Vítor, em primeiro lugar eu não disse que tinhas sido tu ou ele a usar mal o termo “jornal”. Apenas corrigi. Em segundo lugar, ele usou aspas duplas na palavra ‘científico’ precisamente para dar a entender que não era uma revista científica. Portanto, quando começas a responder “se é um jornal científico…” claramente não estás a dar uma boa resposta porque, como disse antes, o que está em causa é a cientificidade da revista. Ou seja, ele não afirmou que a revista era científica. Bem pelo contrário, estava a pôr isso em causa.

            Quanto à outra questão, a resposta, obviamente não é igual para todos os casos. Há boas e más revisões por pares. A revisão por pares é um sistema para melhorar a qualidade da ciência, mas tem falhas, claro.

  11. says:

    Ciclo cicardiano, aumento sazonal de metano e oxigenio e agora alegação de fungos na superfície. Vão se acumulando evidências de vida em Marte.

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