PplWare Mobile

Cientista de 29 anos desenvolveu algoritmo que possibilitou 1.ª foto de buraco negro

Curiosidade sobre o buraco negro

Um buraco negro é impossível de ser visto diretamente e mede cerca de 400 mil milhões de quilómetros de diâmetro, três milhões de vezes maior do que a Terra. Segundo o professor Heino Falcke, da Universidade de Radbound na Holanda “é maior do que o nosso sistema solar”.


Imagem: Facebook

Fonte: BBC

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Shout says:

    Se está a 55 milhões de anos-luz da terra, a imagem ou lá o que fôr que estão a ver ou a receber agora já foi há 55 milhões de anos atrás…certo?

    • Joao says:

      Certo. Mas onde viste que o buraco negro está a 55 milhões de anos-luz?

    • Charles says:

      Anos-luz é uma unidade de distância, não de tempo.
      Ou seja, está a uma distância tal, que à velocidade da luz, demorariamos 55 milhões de anos a chegar lá .

      • Joao says:

        E é à velocidade da luz (aprox.) que viajam todas as radiações captadas pelos telescopios. Portanto a afirmação do Shout é correcta.

      • Shout says:

        Tudo o que vês (ou seja a “radiação visual”) viaja à velocidade da luz, por exemplo quanda olhas para o céu e olhas para uma estrela que por exemplo esteja a um ano-luz da terra, significa que estás a olhar para uma imagem que como demorou um ano a chegar à terra representa o aspeto da estrela à um ano atrás.
        Portanto, qualquer coisa que estejam a receber ou a observar agora relativamente a este buraco negro que está a 55 milhões de anos-luz da terra representa precisamente o aspeto desse buraco negro à esse tempo atrás.

  2. falcaobranco says:

    O mais estranho no meio disto é que a ver por outros boletins noticiosos, só existe um tuga no meio desse projecto enorme e agora esta tambem é tuga… ? Hummmmm…

    E mais… vêm sustentar mais uma vez que o einstein era inteligente… mas muitos ainda dizem que não… enfim… é o mundo em que vivemos…

  3. art says:

    Qual é o interesse disto ? Ficamos a saber mais do que sabiamos sobre buracos negros ? …Parece-me que a moda das fotos chegou à ciência …tanto tempo e dinheiro gastos de forma inútil…qualquer dia estão a tirarem selfies com buracos negros ….na realidade nem é bem uma foto , é a reunião de uma imensidade de dados que depois são transformados numa imagem , por um algoritmo….assim sendo é tão real como pôr ali a foto de uma mulher de pernas abertas …e chamar-lhe a primeira foto de um buraco negro….tudo depende do algoritmo escolhido

    • João M. says:

      é a validação de uma teoria.. Até agora o que se sabia sobre buracos negros era baseado em equações matemáticas e simulações. Ter algo que comprova o que se calculou, valida a teoria. ISto é muito importante para a compreensão do universo e abrea porta para compreender outros assuntos.
      O algoritmo junta imensidão de dados adquirios numa imagem. A tua máquina fotografica faz o mesmo… ou pensas que a foto aparece por obra e graça do espirito santo na tua aplicação favorita?

      • art says:

        Não é bem assim….se eu fotografar a mesma cena com uma máquina digital e com uma analógica o resultado é igual no essencial : mostram a mesma imagem . Neste caso , o algoritmo elimina , todas as possíveis imagens , que não se adequam ao que as teorias científicas pré-determinaram sobre os buracos negros….por outras palavras já se sabia a imagem que iria aparecer , mesmo de todo o processo começar…ficaria bem mais barato fazer uma ilustração ….Tudo não passa dum espectáculo bem montado….nesse sentido se a teoria previsse a forma duma galinha , o algoritmo seria feito para obter uma foto duma galinha

        • art says:

          ….mesmo antes de todo o processo …

        • p_t says:

          “e eu fotografar a mesma cena com uma máquina digital e com uma analógica o resultado é igual no essencial : mostram a mesma imagem”

          Tens a certeza que mostra?! olha que não!! O que tu vês é uma aproximação. Tu é que não notas a diferença.

          Além de que os algoritmos não precisam de “refinar” tanto a luz porque o objecto está muito perto.

        • Nuno V says:

          Quem é que te disse que o algoritmo apenas aceitava as imagens que comportavam as nossas ideias de um buraco negro? Estás a ser ignorante ou propositadamente desonesto?

    • Nuno V says:

      Inútil foi o teu comentário. Pela forma que tu falas parece que já sabemos tudo o que existe para saber. Como na realidade não sabemos, precisamos de observações precisas do universo para determinar se os nossos modelos funcionam ou não, e se não, estes têm que ser corrigidos. Olha para o caso em que a teoria da gravidade de Newton, nos pensávamos que esta funcionava em todas as situações. Le Verrier até conseguiu calcular a posição de neptuno matematicamente através das órbitas dos restantes planetas, e depois de calculada a sua posição, foi descoberto o oitavo planeta. Depois observações mais precisas de mercúrio mostraram uma peculiaridade na órbita de mercúrio que a lei da gravitação universal de Newton não conseguia explicar. Le Verrier até pensou que seria outro planeta, na altura chamado Vulcan, que situava entre mercúrio e o sol, e este seria responsável por essa peculiaridade. Isto, bem como a experiência falhada de Michelson e Morley abriram as portas para ambas as teorias da relatividade. Mas claro que para ti, observar directamente um buraco negro equivale a uma foto de uma mulher de pernas abertas. Tristeza…

  4. Kvothe says:

    A senhora escreveu aproximadamente duas mil linhas de código, enquanto um colega seu escreveu aproximadamente oitocentos e cinquenta mil linhas de código.
    https://github.com/achael/eht-imaging/graphs/contributors

  5. nop90 says:

    Fotos da senhora por todo o lado, e o gajo que escreveu 90% do código nem vê-lo. Não estou a tirar o mérito, pelo contrário, mas é um factor muito importante, se fosse um programador de treta por muito bom que seja o algoritmo não iria ter resultados.

  6. zacarias says:

    ou seja, a mandona lá do sítio ficou com os créditos de alguém que escreveu um código qualquer que junta os dados matemáticos de informações obtidas através de radiotelescópios e compilou aquilo numa fotografia virtual… é só rir com estes cientistas da roda!

    • p_t says:

      claro…é o programador que escreveu o código é que percebe de astrofísica. Hoje é raro haver projectos que não sejam multidisciplinares, mas isso não significa que uma das disciplinas não seja a protagonista e principal contribuidora/inovadora.

  7. Joao says:

    Se a teoria previsse a forma de uma galinha, o algoritmo não funcionaria porque os dados recolhidos não seriam coerentes…
    És dos que acredita que a terra é plana?

    • art says:

      Devia ser posto aqui o vídeo em que ela diz que está a trabalhar no algoritmo para obter a imagem ….e que o algoritmo rejeita todas as imagens que não estejam de acordo com o que era previsto ver-se ….chama-se a isto condicionar à partida , para obter aquilo que se quer……Nem terras planas nem outros disparates , mas o que foi feito , não me parece muito honesto……de que outra forma poderia ser feito ? Não sei …..desta forma a ciência desacredita-se

  8. Silva jorge says:

    Desculpem lá, mas isso é a maior treta e um insulto chamar a isso fotografia. Algoritmos formatados para formar uma imagem não é de perto sinónimo de fotografia, uma fotografia é o registo de um plano na sua máxima analogia é imutável a realidade. A imagem apresentada é o resultado de um algoritmo que define o que desenha ou não!!! Isso não é fotografia e vale o que vale…

    • Luis says:

      A sua postura face ao assunto é paradigmática de uma corrente anti ciência de um conjunto de pessoas que como não sabe e não quer fazer um esforço em estudar o quer que seja, recusa ou coloca em causa todos os avanços científicos que obriguem a “algum” esforço ou que coloquem em causa as suas convicções sobre determinado assunto. Neste caso em particular, você basicamente é um ignorante que coloca em causa dezenas de pessoas com um conhecimento profundo de física e ciências da computação. Mas nada como um ignorante para nos explicar que isto tudo é uma treta! Agora volte para o seu buraco!

    • Nuno V says:

      Um panorama montado num programa de edição não é uma fotografia?

  9. Cardoso says:

    Após ler alguns comentários, e sendo eu um leigo, parece-me que muitos são somente do contra. A contribuição desta cientista foi na criação de algoritmo, tendo por base, muita matemática e levando em conta todas as variáveis complexas, inerentes à criação de uma imagem que seria obtida através de diversos pontos do globo. Com foi dito, criaram um telescópio virtual para simular um super telescópio do tamanho da terra. A tarefa complexa, foi reunir todos os dados de todos os telescópios numa única imagem. Não existe manipulação, porque afinal de contas o que é que a ciência ganharia por forjar a prova de uma teoria tão importante?? A cientista trabalhou para ganhar muitos “gostos” no facebook!!!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.