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China lança missão Shenzhou-23 e vai deixar um astronauta um ano no espaço

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Justdoit says:

    Ahh isso não é nada. A Europa já lança astronautas para o espaço desde … erm cof, cof.

  2. Max says:

    A ISS está a operar desde 2000, os primeiros astronautas europeus chegaram em 2001.
    A gestão do projeto está entregue à NASA, Roscosmos (Rússia), JAXA (Japão), CSA (Canadá) e a ESA (Agência Espacial Europeia, que relativamente ao projeto ISIS abrange 11 países (não inclui Portugal).
    A China manifestou interesse em participar, mas foi barrada, principalmente pelos EUA, devido às preocupação com espionagem e transferência de tecnologia, visto que o programa espacial chinês é gerido diretamente pela suas forças armadas.
    A China seguiu o seu próprio caminho, construiu a sua própria estação espacial, Tiangong, que, diz o post, recebe astronautas desde 2021.
    Quanto à ISS, está prevista a sua desativação em 2030, continuando no espaço. Não está prevista sua substituição por uma outra super-estação espacial, mas por várias.
    A NASA financia empresas para cada uma construir a sua, para exploração comercial. Será o caso da da Axiom Space, a construir presa à ISS, que, quando esta for desativada se desprende e continua como estação espacial independente.
    A Europa, através da AEA, segue uma estratégia parecida, através da participação na estação comercial do projeto Starlab liderada pela empresa norte-americana Voyager Space. A Airbus é uma parceira central no desenvolvimento da Estação. A Europa pretende atingir a autonomia no transporte de carga comercial espacial através do ALADDIN (duas empresas europeias ganharam contratos para desenvolver esses veículos até 2029).
    Entre a desativação da ISIS e a operacionalização das novas estações espaciais, é possível que a Tiangong seja a única em órbita terrestre.
    Onde a coisa desandou radicalmente e os europeu estão às aranhas é quanto à estação que estava prevista para a órbita lunar, a Gateway. A NASA cancelou-a, dizendo que era um desperdício e que a construção devia ser feita na superfície lunar. A Europa, que já gastou largos milhares de milhões de euros para a construção de módulos para a Gateway no espaço. Estão a ver o que se aproveita que possa ser transportado e usado em solo lunar, para ver se não perde o dinheiro todo.
    A mudança na política da NASA deve-se à corrida com a China para voltar a pousar astronautas na Lua, antes de 2030, coisa em que Musk provavelmente está certo, não tem interesse nenhum.

  3. Yur-pt says:

    Taikonautas em vez de Astronautas

    • Vítor M. says:

      Também são Taikonautas. Mas, tendo em conta o contexto editorial, a forma mais neutra e usada internacionalmente continua a ser astronauta. Até porque astronauta é o termo genérico para qualquer pessoa que viaja ao espaço, independentemente do país. É utilizado por agências, meios internacionais e publicações científicas.

      Taikonauta surgiu como um neologismo para designar especificamente astronautas chineses. O termo deriva de tàikōng (太空), que significa “espaço” em mandarim, combinado com o sufixo grego -nauta. Tornou-se popular nos meios de comunicação mais dedicados ao assunto, mas não é uma designação oficial usada pela China.

  4. Joõa says:

    Seria mais fácil colocar um cabo… de forma gerirem as deslocações superiores o dito “espaço”.

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