MacBook Ultra pode ser a maior revolução nos portáteis da Apple dos últimos anos
Os rumores em torno do próximo portátil topo de gama da Apple continuam a ganhar força. Em vez de um simples novo MacBook Pro, a empresa poderá lançar um inédito MacBook Ultra, equipado com tecnologias mais avançadas, um design renovado e foco reforçado em inteligência artificial (IA).
A escolha do nome não seria propriamente surpreendente. A empresa já utiliza a designação Ultra em produtos como o Apple Watch Ultra, no CarPlay Ultra e também nos processadores mais avançados da marca.
Caso este portátil se concretize, tudo indica que será apresentado como o equipamento mais premium alguma vez criado pela Apple para esta categoria. Apesar de ainda não existir confirmação oficial, vários detalhes sobre o equipamento já começaram a circular.
1️⃣ Ecrã OLED entre as maiores novidades do MacBook Ultra
Uma das alterações mais aguardadas é a adoção de tecnologia OLED no novo portátil. Segundo diferentes analistas da indústria, a Samsung Display estará já envolvida na produção destes painéis, tendo investido fortemente em novas linhas de fabrico dedicadas a este tipo de ecrãs.
A Apple já utiliza tecnologia semelhante no iPad Pro mais recente, pelo que a chegada ao MacBook parece um passo natural. Em comparação com os atuais painéis mini-LED, o OLED poderá oferecer pretos mais profundos, melhor contraste, níveis de brilho superiores e menor consumo energético.
Além disso, esta mudança poderá contribuir para um design mais fino e elegante, algo que também tem sido apontado como prioridade para a empresa.
MacBook models will feature a touch panel for the first time, further blurring the line with the iPad. This shift appears to reflect Apple’s long-term observation of iPad user behavior, indicating that in certain scenarios, touch controls can enhance both productivity and the…
— 郭明錤|Ming-Chi Kuo (@mingchikuo) September 17, 2025
2️⃣ Suporte tátil poderá finalmente chegar ao Mac
Outro dos rumores mais relevantes indica que o futuro MacBook Ultra poderá ser o primeiro computador Mac com suporte tátil diretamente no ecrã.
A marca já tinha experimentado controlos táteis através da Touch Bar presente em versões anteriores do MacBook Pro, mas a funcionalidade acabou por desaparecer devido à receção pouco entusiástica dos utilizadores.
Agora, o objetivo poderá passar por integrar controlos táteis de forma mais natural no macOS, permitindo alternar facilmente entre teclado, trackpad, rato e toque no ecrã. Algumas informações sugerem até que certos elementos da interface poderão adaptar-se automaticamente consoante o método de interação utilizado.
3️⃣ Design mais fino sem perder funcionalidades
As informações mais recentes indicam que a Apple pretende reduzir imenso a espessura do portátil, aproximando-o da filosofia aplicada aos mais recentes iPad Pro e iPad Air.
A intenção será criar um equipamento mais leve e elegante sem comprometer o desempenho nem eliminar funcionalidades importantes. Esta poderá ser uma tarefa complicada, sobretudo porque o redesign de 2021 trouxe de volta várias portas de ligação que tinham sido removidas em gerações anteriores.
A grande dúvida está precisamente em perceber como a empresa conseguirá tornar o portátil mais fino mantendo conectividade, refrigeração eficiente e autonomia elevada. Ainda assim, tudo aponta para uma reformulação do design atual.
4️⃣ Dynamic Island também poderá chegar ao MacBook Ultra
Outra possibilidade avançada por várias fontes passa pela substituição do atual notch por uma solução inspirada na Dynamic Island presente nos iPhone mais recentes.
A ideia seria integrar uma área interativa no topo do ecrã capaz de apresentar informações contextuais, notificações e atalhos rápidos relacionados com aplicações ou funcionalidades do sistema.
No iPhone, esta abordagem acabou por melhorar a utilização do espaço ocupado pela câmara frontal e sensores. No caso do MacBook Ultra, a mudança poderá igualmente resolver algumas críticas feitas ao notch introduzido nos modelos atuais.
5️⃣ Processadores M6 deverão apostar fortemente em IA
O futuro portátil premium da Apple deverá estrear os novos processadores M6 Pro e M6 Max, fabricados com tecnologia de 2 nanómetros da TSMC.
Esta evolução permitirá integrar mais transístores num espaço reduzido, aumentando desempenho e eficiência energética. Além disso, os diferentes componentes internos, como CPU, GPU, memória e Neural Engine, poderão ficar mais próximos entre si, o que melhorará a comunicação e a rapidez de processamento.
Os rumores indicam ainda que a Apple deverá apostar fortemente em funcionalidades relacionadas com IA, área que se tornou prioritária em praticamente toda a indústria tecnológica.
A expectativa é que os novos chips tragam melhorias em tarefas criativas, edição de vídeo, processamento avançado e workflows de IA generativa.
Quanto à data de lançamento, os cenários mais otimistas apontam para o final deste ano. No entanto, os problemas globais relacionados com o fornecimento de memória poderão empurrar a chegada do MacBook Ultra para 2027.
Leia também:






















1 – já devia vir com esse ecrã na versão Pro há anos;
2 – ninguém precisa/usa de ecrã tátil num portátil, quem disser o contrário estará a mentir;
3 – os Pro estavam bem já, não é necessário ser mais fino pois claramente isso terá um “custo” que eles não dizem;
4 – gimmick inútil para um portátil que ninguém pediu;
5 – a apple tem de perceber que TUDO e TODOS têm limitações e a sua é a IA, e sempre será, vão comprometer o M6 à custa da treta da IA;
Que grande analista, mas arranjar emprego não consegues porque! Mandar bitaite da barraca e facil
2. Já o Steve Jobs o dizia e existem demonstrações a prová-lo, touchscreen num laptop é só parvo
O pior é que as pessoas têm um vicio danado, de tocar nos ecrãs dos portáteis. O que faz, com que às vezes, façam m****.
5. Os AI chips vão usar MLX para correr modelos locais, andei a fazer umas brincadeiras com modelos locais num Mac mini e fiquei com vontade de comprar um Mac studio
Eu não sei como vão fazer, mas acho que o futuro, deve passar, por tornar os modelos existentes, mais eficientes. Evitando assim, esbanjar recursos. Sendo o treino, o que neste momento consome a maior parte dos recursos.
A framework MLX é um bom exemplo disso, todos os modelos a correr dentro da framework da Apple parece que voam, claro que isto serve para modelos locais que é onde a Apple vai apostar
Todos podem mas nenhum acaba por ser.
Eu diria que os Ms foram uma revolucao e ainda continuam a se-lo
O que é que é isso dos Ms? M&Ms ?
Os “Ms” também, sim.
Ora, usar “revolução” e “Apple” na mesma frase devia ser proibido
Mas então porque dizes isso? Ora vamos lá perceber 😉
Vitor, para quando um artigo sobre MLX para esta gente perceber o que vem aí?
Tem de ser antes de dia 8
Curioso, tenho isso quase pronto. Andas a ler o meu roadbook? 😀
Pus o mythos preview a hackar o teu Notion 🙂
Não sei se já olhaste para isso mas a minha dica é focares no omlx e esqueceres o lmstudio
Volta Steve Jobs!!!
8 ou 16 gb soldados na Board?