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Apple vai investir 800 milhões de euros em Datacenter na China


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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28 Respostas

  1. pedro says:

    os “apple boys” ainda dizem mal dos chineses, não percebem que numa economia global as empresas deslocam a sua produção / serviços onde conseguem mais eficiência!! não percebem que apenas a “maça” é dos EUA, tudo o resto é feito na Asia …. por isso parem de difamar as tais “chinezisses” incluindo telemóveis que são 10x mais baratos, com stock android e que apenas perdem em velocidade 0,5 seg face aos iphones … afinal o mercado chinês é apetecível!!!!

  2. Helder says:

    Trocos… só nos últimos 3 meses tiveram 20 mil milhões de USD de lucro…

    3 meses…

    Para aí o lucro da Samsung Electronics num ano… porque a Apple lhes comprou OLEDs para equipar o modelo de telemóvel mais vendido do mundo….

  3. ACS says:

    Faz sentido. Se quiseres ter serviços na china tens de ter os datacenters lá pois o Governo chinês não deixa sair nada do pais e muito bem em alguns aspetos pois todos sabemos que o governo Americano tem acesso a muita informação armazenada em servidores Americanos.

  4. Zinco says:

    O trampas é que não vai gostar nada da coisa… a maçã descascou-se toda para agradar aos chineses…hum! Quem diz que a maçã não lhes vai abrir os backdoors para que o Jin Ping vasculhes as entranhas dos súbditos do Trampas ?

    • Sujeito says:

      Informa-te primeiro. Estás só a dizer piadolas mas que não ajudam a ter uma conversa. O Trump não tem nada a ver com isto, nem backdoors imaginários que estás para aí a argumentar.

      • Toni da Adega says:

        Essa dos backdoors imaginários é difícil de engolir.
        Servidores na China e sem backdoors ainda mais quando vai ser gerido pelo próprio governo chinês, duvido muito

        • Sujeito says:

          O Zinco disse que são backdoors para os chineses acederem aos utilzadores americanos. Isso é difícil de engolir.

          De toda a forma, a Apple na América também não nega acesso aos servidores, quando requisitado, portanto não é propriamente preciso um backdoor.

          Contudo, servidores é diferente de acesso aos dados. Muitos são encriptados no próprio telefone. Outros estão disponíveis nos servidores.

          • Toni da Adega says:

            Os dados do telefone até poderão estar a salvo o dos servidores nem por isso que mesmo que estejam “encriptados” em 5 minutos deixam de estar.
            Nos EUA existem algumas leis de protecção de dados, na china isso as coisas são diferentes. O governo tem que ter acesso ilimitado aos servidores (e seus dados) e essas são as condicoes.
            A empresa que não esteja de acordo facilmente perde o acesso ao mercado chines.

          • Sujeito says:

            Estás a falar exclusivamente da China certo?

            A encriptação que eles têm usado fora da China, até ver, tem sido inviolável, daí o caso FBI, que já se está a repetir em 2018 novamente.

            Na China, sei que exigem o acesso mas também sei que eles conseguiram negociar alguns aspetos. Custa-me a crer que eles fornçam o serviço de encriptação que não o seja de facto. Seria um escândalo sem igual e penso que exatamente as medidas que foram negociadas têm a ver com isso.

            Contudo, custa-me a crer em muita coisa que acontece, por isso não estou a meter as mãos no fogo nesta situação.

        • Sujeito says:

          Assumo que estejamos todos a par de que os servidores chineses são apenas para utilizadores na China.

  5. Joel Reis says:

    Isto só reforça a ideia que a Apple tem de se sujeitar ás vontades dos governos, pelo que a história de não querer colaborar com o FBI no acesso ao iPhone cheira a esturro.

    • Sujeito says:

      Essas duas situações não estão relacionadas.

      A Apple tem de se sujeitar à lei do seu Governo, isso não há como escapar. No caso do FBI, era um capricho do FBI. Quanto mais aprofundada a história, mais revela que eles fizeram frente a sério. Mas cumpriram todas as leis do governo, menos a de um juíz que violava as próprias leis.

      Ainda bem que o fizeram, pouco tempo depois, percebeu-se o quanto eles tinham razão.
      O que tem pano para mangas são os assuntos por detrás deste assunto, que envolvem outras agências.

      Agora, entrar na China ou noutro país, com o que tudo isso possa implicar, é uma decisão de estatégia empresarial. Que, normalmente implica cedências. Eles conseguiram negociar mas quem tem a faca e o queijo é a China e se queres lá entrar, acabas por te sujeitar. A Google fez o mesmo. Aliás, fez pior. Fez caso público que se recusava e, por trás, assinaram à socapa.

      Do mal o menos. Servidores chineses para a china e servidores americanos para a América, parece ser uma medida fácil, porventura mais segura para todos os envolvidos.

      • Sujeito says:

        Quando digo “assinaram”, significa que a Google aceitou censurar os resultados mediante as diretrizes da China. Eu diria que é bem pior, visto que o Google é bem mais essencial que a Apple.

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