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Apple Music saiu do ecrã e ganhou uma nova sala de concertos na Europa

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A Apple inaugura hoje o Apple Music Hall, um novo espaço de concertos instalado na Battersea Power Station, em Londres, edifício onde a empresa já mantém um escritório e uma loja. Com capacidade para 600 pessoas, a sala apresenta-se como mais intimista do que os recintos tradicionais e procura levar para o espaço físico a lógica de serviço de streaming que caracteriza o Apple Music.

Apple Music Hall, em Londres

O cartaz inicial reúne artistas de pop, hip-hop, R&B e música eletrónica, e arranca com Elton John, que estreia hoje o palco. Seguem-se Baby Keem a 2 de outubro, Skye Newman a 7 de outubro, Troye Sivan a 13 de outubro, Arlo Parks a 22 de outubro e Burna Boy a 29 de outubro, ficando ainda confirmados Chase & Status a 26 de novembro e Charli xcx a 2 de dezembro, que fecha a programação anunciada, para já.

A escolha de alguns nomes tem também uma ligação histórica à plataforma, uma vez que Elton John apresenta o programa semanal Rocket Hour no Apple Music desde o lançamento do serviço, em 2015, e Charli xcx foi anfitriã de cinco temporadas do programa The Candy Shop na Beats 1.

Bilhetes e transmissão em direto

Os bilhetes para os concertos de Elton John, Baby Keem e Skye Newman entraram hoje à venda, através do site oficial da sala, enquanto os das restantes datas serão disponibilizados mais tarde, ainda sem data anunciada. Dada a lotação reduzida e a dimensão dos artistas escolhidos, espera-se uma procura elevada.

Para quem não pode estar em Londres, a Apple indica que os espetáculos serão transmitidos em direto a nível global através do Apple Music, sendo necessária uma subscrição ativa do serviço, individual ou através do Apple One.

Uma sala que também é estúdio de produção

Além do público presencial, o Apple Music Hall funciona como espaço de produção, uma vez que os artistas que ali atuarem recebem uma gravação finalizada em Spatial Audio, uma mistura pronta para emissão e vídeo captado com várias câmaras.

Com este novo espaço, a Apple dá vida a uma estrutura que transforma concertos íntimos em conteúdo digital com qualidade profissional, reforçando a aposta da empresa em aproximar o streaming da experiência ao vivo.

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