Como escolher uma biblioteca/framework?

Por Luís Soares para Pplware.com

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21 Respostas

  1. Fernando Telmo Silva Santos says:

    Muito bom!

  2. João Magalhães says:

    Grande artigo!

  3. LG says:

    Alguem quer sentir-se velho? jQuery nasceu há já tem mais de 10 anos….

  4. Filipe says:

    Muito bom, bastante informativo e detalhado.

  5. Diogo Jesus says:

    Nice! 🙂
    PS: E quanto a malta troca os nomes todos e chamam “livrarias” às “bibliotecas”? Isso é que não sff (não me estou a referir ao artigo)

  6. XBUZZY says:

    Muito bom artigo !

  7. 123456789 says:

    Qt, ta muito bom

    em C++, corre logo em windows linux mac…. e até em sites, C++ em web…magia

    e se tiveres coragem em IOS e android (WP tb mas…pois nunca testei)

    O xojo tb faz isso mas é caro

    • João says:

      Por acaso o Qt é uma biblioteca muito boa, é o que eu uso para os meus programas mobile e desktop. Quando comecei a usar o Qt, deixei de lado o VisualStudio. A parte do QML para interfaces fluidas e dinamicas está muito boa. Nos últimos anos o Qt tem crescido muito, e está a ser usado em muitos segmentos importantes da industria: automóvel, aviação, edição de video e audio, etc. Há muitas empresas a migrar de tecnologias Microsoft e outras para Qt.

      Cumprimentos de um antigo Nokia Qt Ambassador.

  8. Rafael Almeida says:

    Há um typo em Packgist, deveria ser Packagist 🙂

  9. Tico says:

    No JAVA existe alguma framework semelhante ao rails no ruby e ao django em python, isto é pensada para SaaS?

  10. Joao Patrício says:

    Olá Marisa. Parabéns pelo artigo, tem boas linhas orientadoras.
    Gostei especialmente da parte de fazer de advogado do diabo. É mesmo uma ótima maneira de pôr à prova, colocar em causa.
    Uma correção, AngularJS é javascript, e não Java. Serve para a web frontend, bem como para ionic que permite desenvolver simultaneamente para ios e android. Em conjunto com o ngCordova, temos acesso às APIs nativas do dispositivo.
    Cumpts

  11. Ricardo Simões says:

    Excelente artigo.
    Se possível gostaria que alguém explicasse em que consistem alguns dos critérios da matriz de decisão (ou alguns exemplos): sustentabilidade, personalização, peso extra no projeto, expansabilidade (tem algo a ver com escalabilidade?), boas práticas.
    Obrigado.

    • Luís Soares says:

      Olá Ricardo,

      Em primeiro lugar, um pequeno reparo: essa lista não é completa e tem de ser adaptada caso a caso.
      Sustentabilidade: a forma como a framework evolui ao nível do lançamento de versões (frequência, hot fixes). Personalização: a capacidade de fazer modificar as opções default. Peso extra: o tempo superior que o projeto demora a ser lançado e a correr depois de adicionada a lib. assim como o “memory print” e o impacto noutros recursos (e.g. mais dados de rede). Expansibilidade tem a ver com plugins. Quando a biblioteca tem a capacidade de ter mais funcionalidades através do uso de plugins (e.g. jQuery)

      • Luís Soares says:

        Boas práticas: classificaria as opções de arquitectura da biblioteca como boas? Será que a API está bem desenhada? O código que produzes por estar a usar a lib, segue boas práticas de programação? A framework segue a prática convention over configuration? Entre outras práticas que variam de ambiente para ambiente

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