Viper 1.2.03 – Saiba se copiaram o seu trabalho!


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23 Respostas

  1. Morbus says:

    Basta procurar uma frase “suspeita” no google e pô-la entre aspas… Tipo procurar “o rato é uma mamífero” com as aspas.

    —–
    http://nocontinues.net/ – Os jogos que interessam

  2. Nem li so quis comentar e ser primeiro que o morbus mas nem mesmo assim.
    MORBUS AINDA SEREI O PRIMEIRO.
    lol

  3. Pedro says:

    Muito bom mesmo. Boa DICA pplw. Excelente para os professores. Agora é que vão ser trabalhos desclassificados.

    Pedro
    http://www.portal-sites.net

    • HugoMarques says:

      Trabalhos desclassificados?

      … Ups!!

      OMFG mas quem teve a brilhante ideia de inventar uma coisa destas? Espero bem que nem professres nem familiares vejam isto, ou estou tramado.

  4. vitormachado says:

    É verdade que a internet é uma óptima ferramenta, mas a mente humana é tão perversa que dá nestas coisas. Recordo-me de ver exames d história d’arte anulados por serem autenticas pesquisas do google.

    Este tipo de ferramentas são de facto bem vindas.

  5. viperbruno says:

    O Viper sempre em accao…

  6. carlos rajas says:

    Pessoal, não é só dirigida a professores não…Aos plagiadores de noticias da net, e os milhares de milhões de sites e blogs que se alimentam da criatividade e investigação de outros sites remotos e que por serem quase que artesanais ou por não terem o objetivo do clicar para ganhar, não tem visibilidade, mas tem originalidade e criatividade, que são roubadas, inescrupulosamente, por campeões de audiência net afora.

    http://www.delaorden9.com
    Tiradentes, uma farsa da coroa

  7. Samuel Gomes says:

    Mas quem foi o raio do criador disto???

    É que já nem o famoso “Copy/paste” perdura??

    Estamos desgraçados –‘

  8. pph says:

    Vai ser bonito é para os professores com a mania da perseguição. Ha imensos assuntos que facilmente se consegue dizer o mesmo com outras palavras, ou simplesmente já foi tudo dito e pouco mais se pode inventar de original por ser tema batido. Ira tudo depender no que a aplicação considera de plagio ou não,em ultima instância há que ter sensibilidade no uso deste tipo de ferramentas, para não se cair no erro de penalizar quem não deve ser penalizado.

    • dc says:

      Concordo contigo, existem tantas formas de dizer chegar á mesma coisa por outras palavras que até eu mesmo já fui surpreendido quando procurava informação e me deparava com algumas linhas exactamente iguais á que eu tinha escrito por mim, com as minhas mãozinhas usando a minha cabeça.

      Mas… a verdade, é que a única forma de saber se o aluno fez realmente o trabalho, é confronta-lo com a informação que está neste. Sendo aluno, sou na maior parte das vezes líder de trabalhos de grupo, e já expulsei muitas pessoas de um grupo de trabalho por me trazerem partes e trechos de trabalho que supostamente tinham sido elas a investigar e a escrever, e quando leio aquilo tudo e faço umas pequenas perguntas, sou confrontado com todas as respostas, excepto a resposta aquilo que perguntei.
      Logo ai se tira o chapéu á pessoa.

      Só espero é com esta ferramenta que as pessoas não caiam na desgraça de anular conteúdos, só porque um maldito robô ou motor de busca assim o dizem.
      Eu não sou Santo e sei fazer batota, e já o fiz várias vezes, poupei tempo e trabalho, mas fiz as coisas bem e estudava sempre a informação. No final parecia e tinha mesmo acabado por trabalhar, posso não me ter esforçado o que devia, mas trabalhei e aprendi.

      CUMPS

  9. keops says:

    Será que se eu pegar num trabalho já feito e trocar a posição das palavras na frase e várias palavras por sinónimos este programa classifica como plágio?

    Duvido mas dá sempre jeito saber 😛

  10. aver says:

    Há mais serviços desses. Hoje o ars technica fala de outro, o Turnitin. Se o professor quiser pode dar o ID de acesso ao aluno que, antes de entregar o trabalho ao professor, o pode submeter ao Turnitin para verificar problemas de fontes e citações.

    Sempre achei que fosse lá o que fosse que me pudesse prejudicar devia ser feito profissionais (por exemplo, se me assaltarem a casa que sejam ladrões profissionais e não um drogado desesperado que ainda acabe por dar uma facada em alguém, para nada).

    Já a um nível universitário, entre um professor feito tótó que desatasse a fazer pesquisas no Google a ver se encontrava frases iguais às minhas sem citação (encontrava de certeza) preferia que pudesse ver se o trabalho estava copiado de outro. Por acaso dou um grande valor à honestidade intelectual.

    http://arstechnica.com/tech-policy/news/2009/04/headline-here.ars

  11. Bruno Costa says:

    Os alunos também podem usar o “Viper” para os slides e apontamentos disponibilizados pelos professores alguns também são suspeitos. Mas bastante bom, também acho que quem tem o mérito tem que lhe ser dados não a pessoas que apenas fazem plagio.

    CUMPS

  12. codezulo says:

    so vos digo uma coisa maldito do gajo que inventou esta coisa ! LOL

  13. J.C says:

    Isto nao resolve quase nada. Hoje em dia a malta vai buscar coisas em ingles, frances ou espanhol, traduz no google e depois corrige os erros de tradução, dá uns jeitos e já está… um trabalho de 20 paginas em um par de horas.

    Até já ha quem faça os trabalhos por nós a troco de dinheiro. Esses mesmo acabam por usar tecnicas destas.

    No meu entender este tipo de trabalhos é sempre +util mesmo que o alune copie alguma coisa. Plagio descarado nao mas se pegar num trabalho e reescreve-lo à sua maneira pode até ser positivo. É preciso é que os professores façam com que o aluno tenha de justificar e demonstrar como chegou as conclusoes que o trabalho apresenta. Fazer questoes e obrigar os alunos a prepararem-se para as mesmas.

    Mais importante do que copiar ou não é saber se os alunos assimilam a matéria e a compreendem por forma a que se tornem autonomos em relação a elas.

    Tive varios professores que ao longo da minha vida estudantil sempre me disseram. “Não se esqueçam de fazer as vossas cábulas… não as tragam é para o teste.” A razão é simples. É que ao fazermos as cabulas estamos invuluntariamente, ou voluntariamente, a efectuar uma boa pratica de estudo. Resumir a informação a pequenas secções importantes que se tornam faceis de memorizar ou compreender.

    Comigo resultava bem. Normalmente uma pratica que fazia era resumir a materia toda que tinha estudado ou que iria sair no teste (nem sempre estudava muito confesso) a uma folha A5 de letra mais ou menos pequena. Durante o teste lembrava.me muitas vezes do que tinha andado a ver e a escrever nos meus apontamentos e não raras as vezes que tive boas notas a pala desta tecnica.

    Nao estou a defender a batota. Estou a defender o acto pedagogico que os professores tem de ter e conseguir tirar algo positivo mesmo das más praticas. Porque essas de certeza nunca conseguirão controlar a 100%. Quem quer copiar copia. Quem quer aldrabar aldraba. O mais que se pode esperar é que ao menos aprenda alguma coisa.

    Obviamente que ha limites para tudo… tudo que é em exagero é mau.

  14. Borlas says:

    Só uma coisa. Quando estiverem a trabalhar, os chefes também dizem que não podem ir pesquisar no google uma função que faz exactamente o que precisam?
    heheh, só mesmo para chatear!

  15. Bruno says:

    engraçado. ja testei e funciona 🙂

    não é que precise muito, no primeiro parágrafo dá para ver se é deles ou não.

    mas vai ser engraçado… hehe

  16. Paulo Calmeiro says:

    Como aluno digo que este programa é muito feio e não deveria existir :b

    Agora a sério, bom post 🙂

    Pcalmeiro

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