IPFire 2.11 Core 55 – Uma solução open source para Firewall

Como sabemos, o sistema operativo Linux permite implementar facilmente muitos serviços fundamentais numa rede de dados. Aqui no pplware já ensinamos como configurar vários servidores Web como por exemplo o Cherokee, o Lighttpd e o popular Apache (todos eles com suporte para Apache + PHP e MySQL). Já conhecemos também a distribuição Vyatta e alguns serviços que disponibiliza (como por exemplo DHCP), entre outros serviços. Para quem pretender uma boa solução open source para Firewall, aconselhamos o IPFire.

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A distribuição Linux IPFire permite implementar facilmente serviços de firewall, proxy, file server, VPN e outros serviços de rede. O IPFire pode ser instalado numa máquina ou executado a partir de um CD ou dispositivo de armazenamento USB e é direccionados para redes de dados de empresas ou para redes domésticas.

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O IPFire disponibiliza uma interface web-based bastante amigável para o utilizador, onde é possível realizar as configurações a nível de rede do servidor, configurar serviços, ver estado da firewall e regras criadas, instalar pacotes, ver logs, etc.

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Principais novidades do IPFire 2.11

  • Melhorias ao nível da rede. Mais rapidez e fiabilidade
    • Actualização de drivers
  • Actualização e melhorias no web proxy de modo a que o serviço consuma menos memória
  • Actualização do squid para a versão 3.1.18
  • Actualização do snort para a versão 2.9.1.2
  • Actualização do smartmontools para a versão 5.42
  • Correcção nos módulos de carregamento do standard H.323

O IPFire é uma distribuição Linux pré configurada para os serviços indicados anteriormente. Tentaremos em próximos artigos analisar mais pormenorizadamente esta distribuição. Entretanto quem pretender ir testando as funcionalidades e não tiver uma máquina disponível, pode ser recorrer à virtualização através do VirtualBox ou VMWare.

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Licença: GNU General Public License (GPLv3)
Sistemas Operativos: Linux
Download: ipfire-2.11 [73,11MB]
Download: Outras versões
Homepage: IPFire

  
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Arquivado na categoria: Linux


12 Comentários

  1. Eu ja usei largamente e nunca tive dor de cabeça! geralmente em lan-house, habilitando o cache do squid traz muita estabilidade aos acessos na internet

  2. Boa opção para firewall, aconselho também a quem estiver interessado dar uma vista de olhos pela distribuição IPCop e ClearOS

    • Concordo André Neves!!

      IPCop e ClearOS são distribuições excelentes. Instalei à pouco tempo com uns colegas, o ClearOS. Procedi a alguns testes para ver a eficácia no que consta aos mail’s, verifiquei grandes resultados na filtragem de conteúdos e anexos.

  3. Ainda não testei este a fundo, mas a partir do momento que o pfsense me usa apenas 128mb no virtualbox para funcionar perfeitamente, não me parece que vá usar este, mas irei testar futuramente.
    E quando digo a usar 128mb de ram é já mesmo o máximo pois o pfsense para funcionar no mínimo dos mínimos precisa apenas 64mb.
    Quanto ao ipfire alguém me sabe dizer qual é o mínimo de ram para o por a funcionar?

    • Ok já me informei … o minimo dos minimos é 128mb de ram.

      • Boa tarde pessoal.

        jpng81, quando configuras na virtualbox a rede red (pelo que percebi é a que se liga à net), usas dhcp ou se é estático, dá-me um exemplo de ip’s que usas.

        Obrigado e parabéns pelo excelente post

        • Devo dizer que ainda andei um bocado á luta com a configuração que fiz, pois minha ideia era a seguinte visto que ainda tenho o modem thomson antigo da ZON.
          Thomson modem > ligado placa de rede eth0 > pfsense > LAN na eth1
          Mas por algum motivo o modem quando ligado atribui um dhcp automaticamente, o que por vezes o pfsense conseguia detectar o ip do modem, mas quando me faltava a electricidade era o caos o pfsense fica completamente perdido pois acho que o modem thomson dava uma gama de ip completamente diferente da que tinha, e pelo que me tenho informado na net havia pessoas que também tinham o mesmo problema, mas penso eu que esta seria a melhor configuração a fazer pois visto que não queria usar o meu router smc para atribuir o ip para o pfsense, como isto não resultou, fiz a seguinte configuração:
          modem thomson > router smc (ip: 192.168.1.100 com DMZ) > pfsense eth0 (em vez de dhcp meti o ip 192.168.1.100) > LAN (na gama 192.168.2.1 estando a fazer DHCP para a rede).
          Isto para quem tem dos novos routers da ZON basta meter o router em ip fixo com DMZ e ligar ao eth0 do pfsense.
          Tenho o pfsense virtualizado no virtualbox com 128mb ram a bombar a fazer de proxy cache (squid) para a rede, e devo dizer que a velocidade com que acede ás páginas web é espectacular.

  4. Bom dia, tenho um router asus com dd-wrt instalado, será possível por este aplicação a correr numa pen inserida no router?? se alguém me poder explicar agradecia.

    Obrigado

  5. Aproveito para perguntar se há alguma solução opensource que permita efectuar o mesmo que o ISA server faz no que diz respeito a captar um URL e a reencaminhar para um respectivo servidor:porto

    Exemplo

    http://www.xpto1.com IN A 193.1.1.1
    http://www.xpto2.com IN A 193.1.1.1

    sendo o 193.1.1.1 a fw e depois internamente ele publicar e reencaminhar o pedido respectivamente:

    http://www.xpto1.com —> 172.16.1.1
    http://www.xpto2.com —> 172.16.1.2

    Com isto procurava poupar IP’s para publicação de sites para a internet.

    Obrigado,
    Kind regards

  6. Boa tarde,
    alguem sabe-me indicar um plugin para o IPFire ou IPCop que faça monitorização, de preferência de forma visual, de quem está ligado e onde? Ou em alternativa uma aplicação (mesmo que comercial)
    O IPFire (e o IPCop) têm o iftop, mas este comando não é muito userfriendly e não funciona no browser tem de ser por linha de comando.

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