Fedora e openSuse vão mudar de MySQL para MariaDB


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26 Respostas

  1. Joao says:

    Mais uma borrada da Oracle. Já não chega os erros que anda a fazer no Java, o erro que fez no OpenOffice, e agora perde no MySQL.

    Após que mais uns tempos e acaba-se a bosta da Oracle, i hope 😛

    • Rui Pt. says:

      Não é bem assim.
      A nível de bases de dados comerciais eles ainda são reis e senhores. A nível de soluções empresariais são também uma empresa de topo.

      Quanto à borrada com o software da Sun: Solaris, OpenOffice, MySQL, etc… Eles nunca demonstraram grande interesse. O que eles queriam da Sun eram as soluções de hardware e o Java. Mas depois dos processos contra a Google não terem dado em nada, só não o abandonam porque mesmo eles já tinham algumas soluções baseadas na plataforma Java, mesmo antes da aquisição da Sun.

      • lmx says:

        Boas…

        A ação com a Google estava a cerca de 6 meses em cerca de 5 mil milhões de euros de endeminizações…a google recorreu…

        Entretanto o tribunal a conselhou as duas empresas a se sentarem e ajustarem um valor para a usurpação do java no Dalvkit…

        Actualmente muito se tem especulado e parece que a google para um x por cada equipamento que vende a Oracle…

        Em relação a M$, o caso para já não rendeu nada visto que a Sun tinha registado o Java de forma gratuita para windows, logo, e apesar da tecnologia ser proprietária da Sun, como tinha sido registada para utilização de forma gratuita, não receberam nada, perderam o Caso…estou claramente a me referir ao J#,J++,C#, que partilham muitas das tecnologias que o java criou…

        A unica batalha que a Sun ganhou contra a M$ salvo erro esta relacionada com o J++, quando a M$ aproveitou para tentar denegrir o Java e ao mesmo tempo começar uma linguagem sua baseda no _Java.Mas so ganhou porque ficou provado que a M$ estava a tentar denegrir os productos da Sun…não houve direito a indemnização…

        cmps

        • Hugo says:

          Hum? 5 mil milhões? Onde leste isso? O veredito era uma indemnização de valor zero. Isto num dos pontos (e a Oracle tinha de pagar as custas judiciais à Google). Noutro ponto, 2 patentes, o máximo que a google poderia pagar seria 300k dolares (150k max de statutory damages).
          Estás a confundir o valor que a Oracle queria ganhar (6 mil milhões de dolares) com o que o juiz decidiu em Junho. E decidiu dar uma chapada à Oracle por má fé e fazer perder o tempo dos tribunais (o ter de pagar as despesas judiciais da Google é porque a Oracle insistiu 3 vezes em tentar conseguir que o tribunal aceitasse damage reports e 3 vezes o tribunal mandou pastar, à terceira foi de vez… para a Oracle abrir a bolsa).

          Mais ainda, o juiz decidiu que API’s não são copyrightable(nem estão sob o jugo de copyright onde as API’s se ligam, alem de que neste caso é um free product, ambos). Quanto ao dalvik, passaram 2 patentes da Oracle mas que cairam no final. A Oracle ficou obrigada a pagar 1 milhão de dolares referentes às despesas judiciais da Google.

          Entretanto em Outubro (4 meses depois do veredicto) a Oracle apelou.

          Conclusão: a Google nunca esteve a “perder” 5 mil milhões em lado nenhum, a Oracle queria sim era 6 mil milhões. Em primeira fase a Oracle perdeu as API’s e a Google parecia ter violado 2 patentes, mas no final (com o juiz Alsup, o tal que se deu ao trabalho de aprender a programar Java para poder dar um veredicto informado), mandou abaixo a claim da Oracle com o veredicto final, tanto sobre se as API’s poderiam ser copyrighted e das alegadas patentes. Meses depois, deixando assentar a poeira e recuperada da humilhação, a Oracle apresenta apelo.

          • lmx says:

            lembro-me que em determinada faze do processo a indeminização estava a volta de 5 mil milhoes…embora a Google na altura queria pagar cerca de 300 mil…qualquer coisa do Género…

            Não são duas patentes…duas patentes são agora…porque a Google quando criou o Dalvkit aqui a uns anos, eram mais que muitas…. mas eles depois foram substituindo código, e acabaram por ficar essas…

            Eu pessoalmente não concordo, com a Google, pois se eles se apoderaram(tal como a M$), então devem ser castigados e a ser avaliado tem que ser avaliado o processo inicial, e não agora…pois durante muito tempo a Google tem ganho com isso…

            Uma das condições que estava imposta na altura que eu li a noticia, era de que a Google teria de pagar um x por cada equipamento vendido, e aqui também não havia consenso…a Google queria pagar uma ninharia, e a ORACLE, que é a prejudicada queria receber mais…foi depois disto que o Juiz aconselhou as duas a se sentarem a mesa e resolverem o problema de outra forma…atualmente não sei como está o processo, mas duvido muito que a Empresa prejudicada é que tenha que pagar…isso já mais me parece a situação Portugal vs Povo Português …que temos que pagar os danos provocados por certos indivíduos…

            Acho que se é assim, não acredito que assim fique.

            cmps

          • Hugo says:

            Lembras-te mal, nunca esteve em 5 mil milhões, isso era em euros o que a Oracle pedia em 2010 quando iniciou o processo contra a Google em 2010 (6 mil milhões de dolares), mas nunca houve qualquer decisão nesse sentido logo nunca pode ter havido pretensões de pagamento também.

            E o que dizias antes de o juiz querer que chegassem a acordo isso era no caso Motorola vs Apple (ou já Google vs Apple na realidade) no caso das patentes FRAND, que o juiz dizia que o melhor era juntarem-se e discutirem valor de licenciamento, algo que a Apple rapidamente negou fazer e fez um ultimato ao tribunal que ou obrigavam a um licenciamento de no max 1 dolar por equipamento ou recorreriam do veredicto. Algo que não caiu bem aos ouvidos do juiz e fez dismiss ao caso… with prejudice contra a Apple. Tens aqui o que falavas tanto do juiz tentar que ambas as partes acertassem os valores como a questão dos equipamentos (agora não confundas os dois, o único elo comum é em ambos ter envolvido a Google).

            Quanto às patentes, eram imensas e foram todas caindo ao longo do processo (invalidadas), sobrando 2 patentes no final em que poderia haver violação mas mesmo essas cairam, e é mentira que cairam porque o código deixou de ser usado, todo o código foi verificado, desde o início do projecto android e o uso da dalvik vm, e não foi encontrado alguma violação de patente (não confundas copyright com patentes, referes linhas de código e essas linhas de código – 9 linhas de código – dizem respeito a API’s e não a patentes, havia duas claims: uma de violação de patentes, e outra de violação de copyright com as API’s).
            Quanto aos 300 mil dolares a Google nunca “quis pagar” nada, 300 mil dolares era o máximo que a Google poderia ter de pagar caso as 2 patentes perdurassem, isto porque o máximo que se pode cobrar por cada violação de patente é 150 mil dolares (é o chamado statutory damage, é per count e sem agravante de possiveis danos, que era o que a Oracle queria e o tribunal sempre se recusou), no entanto é completamente irrelevante pois até as duas patentes cairam na análise na fase final do processo.

            E eu também não concordaria SE a Google se tivesse apoderado de alguma coisa, mas estamos a falar de API’s e que o problema da Oracle era copyright (de novo, estamos a falar das API’s e do código) e a Google não ter licenciado a VM e as APIs, no entanto nada obriga a isso desde que não seja para ligar a VMs licenciadas JAVA (a SUN era explicita nisso, mas isso enquanto eram empresa propria). Agora, o que me preocupa realmente é a Oracle fazer o que fez pois não tentou colocar em cheque só a Google mas todos os programadores que criem APIs.

            E nunca houve nada de “x por cada equipamento vendido”, isso era um “e se” caso a Oracle ganhasse alguma coisa, que foi algo que a Oracle nunca esteve nessa posição. À medida que o processo foi evoluindo a absurdidade de patentes que apresentou foram invalidadas e quando finalmente chegou à fase do veredicto sobravam duas. A Oracle ganhou quanto às duas patentes (em veredicto por jurados) mas a claim sobre as APIs foi invalidada (o juri decidiu que a Google usava a estrutura, sequencia e organização nas APIs, mas não conseguiu se pronunciar quanto a violação de copyright, se era fair use ou não sendo que o veredicto como um todo foi anulado e seguiu para validação pelo juiz). Não havendo veredicto final nesta fase, também não havia ainda “damages” a ter em conta, coisa que acabou por não existir com o veredicto final, de que as APIs estão SEMPRE abrangidas sobre fair use, que não são copyrightable e que além disso a Google nem sequer violou as 2 patentes que aguentaram até essa fase. Com este veredicto matou de vez a possibilidade de ir a uma fase de avaliação de “danos” pois para o juiz nunca os houve.

            Recapitulando:
            Em 2010 a Oracle apresentou o processo e pediu 6 mil milhões de dolares;

            Desde então até à fase de veredicto da primeira fase em tribunal (o julgamento com juri), as patentes da Oracle foram todas invalidadas excepto duas;

            O veredicto inicial (do juri) foi parcial, sendo declarado invalido por esse motivo (não podia ser parcial, tinha de ser total ou invalidava o veredicto, e sabiam disso), tendo de seguir para avaliação do juiz. No entanto mesmo nesta fase o máximo que a Google poderia ter de pagar era 300 mil dolares (150 mil dolares vezes 2), e já aqui a Oracle teria de pagar as despesas judiciais da Google (que já ultrapassava esse valor).

            O juiz quando avaliou o caso e deu o veredicto foi claro: APIs não são copyrightable por isso nem sequer é um caso de fair use (dúvida que os jurados tinham daí o veredicto parcial), e a par disso as duas patentes que sobreviveram foram invalidadas, dando a Google como não tendo violado as patentes.

            Pronto, e em outubro a Oracle colocou recurso.

            E estás a assumir a empresa prejudicada como sendo a Oracle, mesmo tendo sido decidido contra ela? Quem seria prejudicado nisto tudo não seria somente a Google se a Oracle tivesse ganho na claim das APIs, teriamos sido todos nós que alguma vez programamos APIs pois poderia dar na real ganha da empresa que detem o software para o qual desenvolvemos APIs dizer “olhe, isso não é código nosso mas liga-se a algo nosso, usa uma estrutura que invariavelmente não é nossa mas que por virtude de se ligar a algo nosso tem de assumir uma determinada forma, sequencia e metodos previsiveis – mas já disse que não é nosso? – logo passe para cá a massa oh xaxavor”…

            Não houve “processo inicial”, foi sempre um processo continuo. Foi tudo avaliado. Faz um favor a ti próprio e inves de me fazeres repetir factos para te elucidar vai ao net e procura por informações sobre o caso (incluindo as transcições do tribunal), estão mais que disponíveis.

  2. Nilton says:

    não estou a ver onde está a borrada, mais uma ajuda para a comunidade Open Source,

  3. lmx says:

    é uma base de dados mais rápida, completamente opensource, e permite algumas coisa que MySql não permite, tem um suporte a motores de pesquisa muito mais alargado…

    até o wikipedia(do grupo wikimedia) esta a mudar…o 6º site com mais tráfego a nível mundial…mariadb tem em média para eles 8% de ganhos em performance, sendo que em alguns casos 3%, noutros 10-15%…8% é “muita fruta” em sites como wikipedia…esta nesse link, mas já tinha ouvido falar…

    Faz todo o sentido…acho que de uma forma geral muita gente já esta a mudar…não percebo é…porquê tão tarde??

    A Oracle no que mexe…MATA!!

    Nem sei qual a base de dados mais rápida, mas a Oracle não é conhecida pela sua velocidade, mas sim pelo suporte, e pelas alargada quantidade de opções…

    O fundador ficou irritado pela falta de tomada de decisões, na altura ele queria elevar o Mysql a um nivel nunca antes visto numa BD, mas a Oracle cortou-lhe as pernas…e ele saiu e fez um fork, normal.

    As empresas pensam que os recursos mais valiosos são as pessoas que trabalham nos departamentos de gestão das mesmas…que grande engano!!

    cmps

    • Mário says:

      “As empresas pensam que os recursos mais valiosos são as pessoas que trabalham nos departamentos de gestão das mesmas…que grande engano!!

      Esta afirmação diz tudo é a cartilha porque se rege muita empresa.

    • SCC says:

      “Nem sei qual a base de dados mais rápida, mas a Oracle não é conhecida pela sua velocidade, mas sim pelo suporte, e pelas alargada quantidade de opções…”

      Desculpa?!?!?!?

      deves ter tido mto experiencia entre Oracle e Mysql para dizer isso…e olha q nem sou fã de Oracle, e odeio Mysql…
      mas dizer q o motor DB da Oracle é lento comparando com outros motores, é obra…. 😐

      • lmx says:

        Boas…

        Oracle não é de facto a BD mais rápida…isto é sabido e dito por este mundo fora!!!

        O que a Oracle tem é um suporte muito bom(pago a peso de ouro), e funcionalidades, como backup,etc, recuperação em caso de desastre muito boas e simples, rapidamente recuperas a BD, mas pago a peso de Ouro!!

        Podes fazer o mesmo com Mysql/MariaDb ou com outra e o custo…ZERO!!

        Nunca trabalhei diretamente com Oracle, mas ja tive colegas que o fizeram, com uma base de experiência para poderem avaliar, além disso, leio muito sobre muita coisa…e essa info esta espalhada pela net fora…

        cmps

        • JSantos says:

          TimesTen anyone?

          • lmx says:

            Essa funcionalidade é uma boa funcionalidade de facto, mas a nivel de performance existem soluções livres capazes de ter mais performance…

            O que talvez não possa ser garantido é que em caso de falha toda a info seja recuperada… eu não trabalho com Oracle, nem sei se eles garantem em caso de falha 100% de recuperação dos dados…penso que isso será impossível de atingir…

            Por exemplo em MySql podes usar tabelas HEAP(em memoria RAM), tal como usas no TimesTen, a única preocupação é que de x em x tempo tens que as passar para o BD(mas com Oralce deve ser igual), pois em caso de falha a mem RAM vai a vida…

            Muitos sites de grande trafego usam este mechanismo em Mysql…

            E ainda ha malucos a correr algumas tabelas diretamente em ficheiros do tipo tmpfs…quando a luz cai…olha já foi… 😀

            Eu acho que de uma forma geral o software livre teem soluções, mas são muito trabalhosas em alguns casos e técnicas, em caso de falha algumas vezes mais demorar algum tempo na reposição…e o patrão começa a suar 😀 se demoras tempo de mais…ele não vai continuar a suar…coloca o teu lugar a disposição 😀

            Regra geral, mais trabalho e mais tempo a repor…mas a Oracle também carrega demasiado na conta….

            cmps

          • lmx says:

            A oracle, pelo que leio deve ter ,aparentemente, um driver ODBC mais rápido(nativo) e a replicação deve ser muito boa mesmo.

            se ha coisa que me chateia no MySQL é o facto de quando uma query rebenta no MASTER…quando vais a dar por ela os Slaves já foram todos “lixados”…acho que é uma falha…não sei se o mesmo acontece em Oracle…

            Do meu ponto de vista, quando uma query rebenta no Master nunca deveria ser colocada no bin-log como se corresse tudo bem…deveria haver restrições, e uma outra forma de a colocar lá, nem que adicionassem um protocolo simples que anunciasse que aquela query chashou a tabela xpto…

            Mas estes erros são erros dos programadores…querys mal feitas…as vezes até penduram as bds…as vezes vemos cada query que nos deizam a falar sozinhos 3 dias 😀

            cmps

        • NET says:

          De facto o ponto forte da Oracle é, entre outros, a segurança….
          Tanto em termos de ataques como de desastres. Nesses pontos é imbatível e por isso é que são top.

          Quanto a pagar a peso de ouro acho bem que quem é bom seja pago. Não é um SGBD para brincar aos informáticos ou para criar uma base de dados de numeros de telefone. É uma ferramenta profissional que, para existir e funcionar, requer o pagamento do ordenado de milhares de funcionários.

  4. Rui Pt. says:

    A verdade é que a Oracle tem mantido o MySQL, mas a nível de inovação caiu drasticamente. Será mais um caso de Embrace, Extend and Extinguish?

    • Hugo says:

      O mesmo acontece com o Virtualbox. Desde que a Oracle comprou a Sun, o projecto nunca mais foi o mesmo. Parece abandonado, há pouca inovação, cada vez com mais bugs, mais lento, enfim… Não auguro nada de bom para este projecto.

      • lmx says:

        @HUGO

        Eu acho que a ORACLE tem muito interesse no virtualbox…é uma solução bastante boa, e é estratégica, pelo menos assim devia ser, pois acho que a Oracle não tem outra solução de Virtualização própria…

        Teem actualmente o hardware SUN que é muito bom, Sistemas operativos(um deles baseado em RedHat, o outro Solaris).

        Eles agora concorrem directamente com a RED HAT(KVM) e com a Canonical, SUSE, etc, a nivel de soluções completas…

        Do meu ponto de vista precisam e bem do Virtualbox…

        cmps

  5. cf says:

    Tenho vindo a usar Postgres, algum motivo para me mudar para MariaDB? Postgres tem vindo a crescer muito, e num futuro próximo talvez venha a ser lider no que se trata de SGBD gratuitos.

  6. xoxota says:

    A base de dados até pode ser muito boa, mas não sei como é que conseguem vender algum tipo de solução. É como comprar uma casa ainda em tijolo. Ou como comprar um carro com o melhor motor do mundo mas que depois não tem rodas. As aplicações são totalmente cruas, menus atrás de menus, confusas, sem qualquer tipo de personalização. Enfim..fujam delas.

  7. Nuno Arruda says:

    Tenho lido/ouvido falar muito em base de dados do tipo “NoSQL” principalmente a MongoDB como alternativa ao MySQL. É caso para se estudar…

    • lmx says:

      Eu acho que a ideia é usar a BD que mais se adapta ao modelo de negocio…por exemplo em Inglaterra já se usa imenso MongoDB entre outras…

      é mais fácil trabalhar com elas,mas haverá certamente muita coisa para as quais não serão adequadas…

      cmps

  8. Diogo Almeida says:

    Respondendo à questão final: porque não? Se as aplicações começarem a ter suporte à MariaDB, se analisarmos o projecto parece-me quase óbvio que é um caminho acertado.

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