Aulas de programação vão chegar ao 1º ciclo do ensino básico


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56 Respostas

  1. Joao Teixeira says:

    Evolução, finalmente…

    • Angelo Pinheiro says:

      Evoluçao?? amigo com aulas de programacao no 1º ciclo vai tornar os alunos com mais depressoes, e ter depressoes aos 10 anos é grave eu acho que nao devia ser posto no 1º e sim no 2º, mas é o ministerio que manda..

      • ricardosms says:

        Depressões!?
        Programar é divertido para as crinças, elas aprendem muito rápido e nestas idades não têm medo de experimentar.
        Quanto a mim esta medida só peca por ser tardia.
        Que o diga o meu filho que tem 6 anos ainda não está no primeiro ciclo e já programa umas coisitas.

      • Hugo says:

        DEPRESSOES? AHAHAHAHAHA ADOREI. Não, mas agora, a sério.. Acho muito bem a medida. Finalmente por os pequenos a aprender coisas certamente valiosas para a mente e até futuro 😉

      • José Baptista says:

        Desenvolvimento do raciocínio lógico não é sinónimo de depressão… antes pelo contrário!

      • Francisco says:

        eu acho otimo….o meu filho queria aprender muito programaçao e criar jogos 🙂 e anda va a procura de uma escola para a idade dele

      • Gonçalo says:

        Tenho 13 anos ja programo o básico de Java, VB.NET, e sei uma coisinha ou outra de Python e Perl, e ando a aprender C++. Começei aos 11 com uma plataforma parecida com o scratch (na verdade nem tinha nada a ver, mas pronto a ideia era a mesma). E nunca tive nenhuma depressão e nem sei de onde vem essa ideia, porque antes pelo contrário eu programo e divirto-me a fazê-lo.

  2. Josefina says:

    Acho uma ideia excelente!!!

  3. Sim Sim! says:

    Acho MUITO bem!
    é mt bom comecarem a ter umas nocoes de programacao com logicas ou a usar os programas de drag and drop, porque hoje em dia uma crianca ja com 2 ou 3 anos, quase que por instinto sabe desbloquear um telemovel e aceder ao jogo que gosta ou aos videos de bonecos no youtube.

    e é mt bom tb terem ja umas brincadeiras com fisicas e quimicas! de certeza que vao gostar e que vai ser mais divertido e motivante que passar o dia a fazer ditados e decorar a tabuada! diversificação!

    • Ppl Get Used to It, But Never Change says:

      1000% importantíssimo. Não do ponto de vista de formatar as crianças para informática mas do ponto de vista em que através da programação se treina e aplica grande parte da educação básica, desde:
      – Matemática
      – Português (sim escrever um programa legível não é para qualquer pessoa que saiba falar português.)
      – Lógica e raciocínio
      – Abstração (conceptual, espacial, …)
      – Representação

      Julgo que será uma abordagem bastante completa e uma potencial reinvenção do ensino.

      • Sergio says:

        Nada que não se aprenda na matemática, sem necessitar de saber programar! antigamente aprendia-se a tabuada completa, hoje em dia usa-se maquinas de calcular e depois apanham-se alunos de faculdade que nem uma formula resolvente sabem fazer (matéria de 7o ano, ou anterior!).

        Agora há aqui umas questões que me parecem ser relevantes:
        – quem vai dar aulas de programação a putos com 8,9,10 anos? e que na maioria dos casos não têm ainda capacidade de raciocineo abstrato?
        – um prof do 3º ano tem capacidade abstrata suficiente para perceber como se programa? se a grande maioria dos engenheiros nem uma folha de excel sabem utilizar correctamente, não estou a ver professores com 45/50 anos que dão aulas a putos do 3º ano, aprenderem durante 2 meses no verão a desenvolver logicas simples IF/THEN/ELSE e depois transmitir durante 9 meses de aulas a sua “pseudo-sabedoria”!
        E cuidado que não estou aqui a dizer que não sejam capazes de aprender a programar (os profs) , estou a pôr em causa que em 2 meses de verão consigam aprender o suficiente para depois transmitir a miudos com menos de 10 anos que ainda têm de contar pelos dedos (O que é perfeitamente normal nessas idades!).

        Acho que se está a pedir o “dificilmente concretizável” ( e nota-se que não digo o impossível). Quem daqui já tentou explicar aos vossos avós como funciona um rato? e não digo avós “da cidade” mas do “campo”, que não estão habituados a tecnologias para além do comando da TV e do telefone (o que é perfeitamente normal, pois o ambiente que os rodeia é assim mesmo!). Se já o fizeram, sabem o problema que é! Agora imaginem com putos com 10 anos, a começar a terem borbulhas “pré-puberdade”, e com hormonas aos pulos!

        Se querem começar a ensinar a programar, a dinamizar o mercado de IT a médio/longo prazo (e com isso, provavelmente rebentar com o mercado de IT por excesso de oferta de mão de obra), que o façam quando as idades e o pensamente abstrato já estão formados na criança, não é numa idade “cor de rosa em que tudo é belo”. Deixem os putos serem putos primeiro!

        • Luís Pereira says:

          Pela sua ótica, fico com a impressão é que nem computadores deveriam existir…
          “No meu tempo é que era!”
          É pena que se ponha logo em causa tudo e mais alguma coisa ao estilo do “será que isto”, “será que aquilo” e não sei que mais…
          Nem o pai morre nem a gente almoça!

          • Sergio says:

            Caro,
            uso PCs ha mais de 25 anos, ainda antes do ZX Spectrum, e desenvolvo ha pelo menos 20 anos.
            E não se trata de ser da velha guarda, que não sou, trata-se sim de equilibrio: tudo na natureza tem o seu equilibrio, e o mesmo acontece com o IT, com a economia, e com a vida!
            Se é para ensinar mal à nascença, não se ensina, e é isso mesmo que vai acontecer: professores, que na maioria serão de de mediocre qualidade programática, vão ensinar mal a desenvolver e vai ser pior a emenda que o soneto.
            Se me dissessem que a partir do 10º ano (ou do 9º) vai haver disciplinas de iniciação ao desenvolvimento, seria o 1o a apoiar, mas nao: colocam-se putos que nao têm ainda a massa critica para pensar abstracto a fazer desenvolvimentos.
            Não quer dizer que todos os putos tenham problemas em aprender, mas ha idades para tudo!
            como disse, é uma questão de equilibrio!

  4. Pedro Soares says:

    Concordo com a iniciativa. Apenas tenho reservas quanto à forma como será ministrada estas atividades. Para crianças pequenas, formação e-learning não se adequa, tendo em conta os conteúdos que se pretendem abordar.
    Faria mais sentido, como no passado aconteceu com a introdução das TIC, criar clubes de atividades extra-curriculares para em sala, num ambiente divertido, introduzir estas temáticas.

  5. paulo g. says:

    Sou um “pequeno” perito em Scratch e de facto esta linguagem permite fazer umas coisas engraçadas e rapidamente. Tem é o se não de ser feito em flash e também por isso o suporte a Linux também desapareceu (funciona em wine com algumas limitações).
    Existe também o snap!, idêntico ao Scratch, com mais funções, em que se pode converter o código de um para o outro. Como funciona com o browser não tem as limitações do Scratch e do kodu.
    Podem também ver o blockly da google: https://blockly-games.appspot.com/
    Se pretenderem programar em android de forma semelhante podem usar: http://appinventor.mit.edu/explore/

    • paulo g. says:

      Esqueci-me de referir que o sítio do snap:
      http://snap.berkeley.edu/
      O snap é desenvolvido pela universidade de berkeley e o Scratch pelo MIT. De referir que apesar de serem projectos separados existe alguma colaboração.

      • lmx says:

        não conheço nenhuma, em concreto, mais do que pesquisa, etc.

        Mas o snap parece uma evolução do Scratch…

        O Scratch funciona em Linux, se reparar o RaspberryPI é a principal “bandeira” do Scratch 😉

        Aliás secalhar os miudos deveriam ter um raspberryPI, ai sim, era de valor, podiam aprender desde miudos, começando com Scratch ou algo identico e ir perebendo como se utiliza um SO, com o tempo, e utilizaçãod e gpio, etc…é tudo muito simples…e era muito educacional.

  6. Rui C says:

    Totalmente desnecessário.

    No ensino secundário sim é a altura certa para as crianças aprenderem.

    My 2 cents

    • Panhonhas says:

      Concordo.

    • Emanuel Vitorino says:

      +1

    • lmx says:

      E Ensino Secundário…já é tarde!

      É melhor introduzi-los mais cedo, com linguagens mais simples, acustuma-los á tecnologia…

      Se reparares nós cá o que fazemos no ATL dos miúdos?
      É musica piscina natação, futenol, basket e o diabo a quatro…

      Os Nórdicos?
      matemática, programação, eletrónica,robótica, etc…depois claro, esses miúdos são uns gurus, e os nossos…parecem analfabetos 😀

      • Sergio says:

        Deves ter vivido na noruega ou na suécia para saber disso…Os “nórdicos” têm os mesmo ATLs que nós temos, com os mesmos formatos: unica diferença é que têm aquecimento central ou A/C constantemente!

        Prefiro ver os putos a saltar e a ficarem com nódoas roxas nos pés, que terem de utilizar oculos aos 10 anos porque não conseguem focar mais longe do que a distancia da cadeira ao monitor!

        Volto a dizer, tudo tem o seu tempo, e não é com 8 anos que se ensina funções recursivas ou teorias de polimorfismos (que aposto metade das pessoas aqui vao procurar no Wikipedia o que isto é…. e ainda querem ver os filhos a desenvolver!)

        • lmx says:

          isso é porque não vês os programams para miudos de ocupação livre…

          Desde programação, robotica, etc…é abismal a diferença..

          • lmx says:

            as funções recursivas, podem ser ensinadas, usando este tipo de linguagens acima faladas, desde que elas o suportem…

            São linguagens básicas!

            Ninguém falou aqui em Polimosphismos, etc…

            isso já é muito avançado para uma criança, e seria muito mau avançar por ai…a não ser que a criança seja acompanhada e mostre gosto e revele progressão nesses campos..

            E mesmo usando estas linguagens basicas, deve ser comedida a dificuldade dos trabalhos, tendo em conta a idade, etc…

    • X1 says:

      Também concordo que sim, programação mesmo só no secundário.

      De qualquer forma penso que só serão meia duzia de escolas a manifestar interesse, essas terão lá os putos barras que daqui a uns anos aparecem na Tv, crâneos de linguagem informática.

  7. André Alves says:

    Que inveja que tenho, eu também queria, apesar de achar que programação no 1°ciclo é um bocado exagerado

  8. Sergio says:

    Mais uma medida para encher o olho, mas que depois não sai do papel. Quando olho para a minha filha mais velha que anda no 5º ano, e vejo que as aulas de informática que teve até hoje se resumem a fazer desenhos a lápis e papel, questiono-me sobre a efectiva implementação das aulas de programação no primeiro ciclo…

    • int3 says:

      Gente como si tem que existir em todos os comentários não tem? …

      • Tic says:

        O problema é que essas aulas de informática na maior parte das vezes, são lecionadas por pessoas que nem competências têm para as lecionar, depois temos comentários destes que só fazem desenhos e os profissionais competentes da área sem trabalho muitas vezes. Enfim é o país que temos, que qualquer um que sabe o usar o teclado está habilitado a dar aulas de informática.

  9. Paulo says:

    Mais uma medida para fazer de conta, o ensino das ciências de computação está totalmente excluído do ensino das escolas básicas e secundárias do nosso país.
    Um aluno que pretenda seguir para uma engenharia tem de levar com biologia e geologia pois a única opção que existia, que era de aplicações informáticas, foi retirada do currículo. Agora só sobra uma aula de 45 minutos por semana numa sala com 30 alunos ao mesmo tempo, com 3 e 4 alunos por computador, nos 7º e 8º anos…Muito pouco mas continuem assim porque o que pretendem é um país de criados do turismo para os países ricos do norte da europa.

  10. Rui says:

    Coitadas das crianças! Com tanta coisa interessante para aprenderem

    • Luís Pereira says:

      – 1000000000000000000000000!

    • lmx says:

      muiats dessas coisas para aprenderem, não são desejadas, na infancia, como drogas e alcool, e malandragem…

      É melhor educa-los de outra forma, e mante-los ocupados
      😉

      claro desporto é bom, mas não estimula “o nervo” cerebral..

      • Sócrates says:

        Que argumento divertido! É fabulosa a relação entre drogas, álcool, malandragem, desporto, “nervo” cerebral e aprendizagem de linguagens de programação para quem ainda anda a ver se atina com a nova dentição… “Acabei de ter um filho” – diz a mãe orgulhosa a uma amiga. “A sério? Que bom! Qual é a potência do processador dele?” 🙂

  11. João Conde says:

    Eu achava mais interessante incentivarem os professores a terem melhor desempanho a leccionar que adicionar novas disciplinas aos mais novos. Darem mais importancia as matematicas e as linguas do que aos desenvolvimento logico atras de desenvolvimento de aplicações, sejam elas em snap em scratch em alice, seja de forma for, eu faço parte secalhar de um grande grupo de ultima geração formada em escola profissionais e o que me levou, e ainda bem que assim foi, a ir por este caminho foi a falta de competencia que os nossos professores tem hoje em dia a leccionar seja que tipo de materia, nao sabem cativar os mais novos a terem atenção e a aprenderem devidamente. Sendo esta area uma area que necessita se gostar acho mal “obrigarem” os mais novos, eu fiz parte de uma programa europeu de matematica em que utilizava-mos uma aplicação para resolução de problemas e acho mal nunca terem avançado mais com isso visto que era uma forma de cativar os alunos a gostarem de matematica por exemplo e desfazerem o bicho de sete cabeça como a pintam.

    Isto foi um desabafo de certa forma em relação a varios temas relacionado com a educação no nosso país.

    • prof says:

      De facto os teus profs devem ter sido muito maus… nem português sabes escrever… ou se calhar foste mau aluno, porque há tantas coisas mais interessantes a fazer enquanto os profs se esmifram a trabalhar… e depois são eles que são incompetentes!!! Viva o Zé Povinho, que sabe tanto de pedagogia!!! Somos todos ótimos profs, sabemos tudo, só eles, coitados que passaram anos da sua vida a preparem-se para o fazerem é que não percebem nada do assunto… que tristeza!!!

  12. jedi says:

    na minha opinião so faz sentido 3ª ciclo, ou seja, a partir do 7º ano.

  13. João Conde says:

    E já agora na altura o projeto era este

    http://www.lyska.net/MathProject/

  14. rafeiro says:

    Acho demasiado cedo. Ok que cada vez mais as crianças estão ligadas à tecnologia. Mas isso é apenas no prisma interativo de jogos e pequenas aplicações, ou seja entretenimento. E realmente se por vezes as crianças já apresentam dificuldades nas aulas atuais (que muitas das vezes se deve a um fraco incentivo dos pais), com a programação, que no meu curso de engenharia mecânica é raro a pessoa que goste de programar, desde tão cedo pode vir a ser prejudicial.

    No entanto, acho pertinente desde cedo que tenham aulas para desenvolvimento do raciocínio e interação suficiente para que se interessem pelo conhecimento, pelo aprender.

    Quanto a aulas de programação em si… acho sim que seria boa ideia implementar algo não no 1º ciclo mas talvez no secundário. Acho que seria muito boa ideia!

  15. naoliveira says:

    Finalmente vão dar uso ao Magalhães!!!

  16. zizi says:

    Realmente, coitadas das crianças, com estas novas gerações de professores que fazem cadeiras nas licenciaturas e mestrados com métodos de avaliação meios duvidosos (trabalhos de grupo, sem defesas)… desde que se fiquem pelas “noções de programação”, pode ser que a coisa até não corra mal.

  17. webptdesign says:

    Muito bem, é uma boa medida, mas quais os conteúdos para o 1ºciclo? A partir do 2ºciclo e seguintes seria bem melhor.

  18. Luis César says:

    Bem… penso que só haja aulas ou no periodo da manhã ou da tarde… com tanto tempo “desperdiçado” com estas coisas (e como é que está o “Inglês”?. Há tempo!)… quero ver quanto tempo sobra para das “aulas”, i.e., matéria!

  19. Paulo Jorge says:

    Acho que devia ser uns anos mais tarde, no 2º ciclo, mas mesmo estas aulas duvido que sejam realmente de programação visto que muitos docentes só conseguem fazer o básico num computador.

    • lmx says:

      tens docentes formados em varias áreas…

      Um docente formado em Linguas a partida não irá dar estas aulas, no entanto um “Guru” em informática, também não será bom nos primeiros ciclos, porque não teem a noção da dificuldade que é pedida..

  20. Comentário says:

    Pois é. Já vão avisando que é «só» para as escolas que se candidatarem! E que importa ter programação no 3º e 4º ano se depois vão para uma escola que não terá…

    Ou é ou não é!!!

  21. afonso says:

    e porque não mecânica, ou pastelaria, ou primeiros socorros, ou canalização, ou mergulho, ou condução, ou pesca, ou …

    porque programação? alguém me explica? alguém que não seja geek, alguém que não ache que o mundo se resume a um acran, alguém que tenha filhos.

    deixem as crianças aprender a ler, a escrever, a brincar, e desse forma crescerem de forma saudável para depois decidirem por vontade própria o que querem ser na vida.

    cambada de fundamentalistas!!!

    • rafeiro says:

      Além de muitas outras áreas/actividades… programação desenvolve muito o raciocínio lógico e a forma estruturada de pensar… é lógico que é óptimo seja para quem for. No entanto, como já referi anteriormente no meu comentário acho demasiado cedo para isso.

      (eu não disse que programação é a única forma de desenvolver estas características. Apenas disse o que a programação ajuda a desenvolver. existem inúmeras formas de desenvolver este conjunto de características).

  22. yaclicka says:

    Finalmente concordaram comigo, levou tempo mas fiz-me ouvir………… 100%

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